DEPOIS DE DIZER QUE TRABALHAVA EM SINDICATO, MULHER É AGREDIDA POR GINECOLOGISTA

A notícia é da revista Fórum:

brancaUma reportagem da rede TVT divulgada nesta sexta-feira (9) mostra um relato forte e absurdo: uma senhora foi agredida por um médico ginecologista durante um exame por conta de suas posições políticas. O caso aconteceu em maio deste ano, mas o vídeo com o depoimento emocionado da mulher veio à tona esta semana no especial da TVT sobre assédio no consultório médico.

A comerciante Branca Alves de Farias contou que foi agredida por um médico ginecologista quando foi fazer um exame de rotina em uma unidade da rede municipal de saúde de São Bernardo do Campo (SP). De acordo com Branca, o médico introduziu uma sonda em sua vagina para o ultrassom endovaginal. Ele, então, perguntou sua profissão.

Quando ela respondeu que tinha um restaurante no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, berço político do ex-presidente Lula, o ginecologista ficou “vermelho”, irritado e começou um discurso de ódio contra o ex-presidente. Segundo a comerciante, o médico dizia que ela tinha que colocar chumbinho na comida de Lula, que ele tinha que morrer, que era a pior pessoa da face da Terra, entre outros xingamentos.

O mais grave não foi apenas a reação do médico com relação à Lula. Irritado, o ginecologista, de acordo com a paciente, introduzia a sonda de maneira cada vez mais agressiva enquanto falava do petista.

“Calma, doutor. Por favor”, dizia a paciente, que estava com medo do que aquela agressividade poderia causar.

“O meu medo era, com o aparelho lá dentro, de ele machucar alguma coisa, meu útero. Ele se transformou em um bicho”, contou, aos prantos, para a reportagem da TVT. De acordo com a mulher, quando o exame acabou, o médico ainda retirou a sonda do interior de sua vagina de maneira bruta.

Branca registrou um boletim de ocorrência e descobriu que o médico já acumula 4 denúncias parecidas contra ele.

O ginecologista, apesar de atender na rede pública, era contratado de uma empresa que prestava serviços à prefeitura. Em nota, à época, a empresa afirmou que não houve nenhuma agressão.

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