NA ITÁLIA, CORONAVÍRUS JÁ MATOU 119 PADRES

Foi um aniversário atípico. Em 31 de março, o padre Márcio França, da Arquidiocese de Londrina, no Paraná, completou 35 anos. Ao contrário das vezes anteriores, não ganhou bolo, nem teve festa.

“Não é uma sensação das mais agradáveis, admito. Mas agradeci a Deus, mais do que nunca, pelo dom da vida”, relata o padre que, há três anos, estuda na Pontifícia Universidade Gregoriana e mora no Colégio Pio Brasileiro, ambos em Roma.

Não havia mesmo o que comemorar. Naquele dia, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) contabilizava 66 presbíteros diocesanos mortos com Covid-19. Em 4 de maio, esse número havia subido para 119. Um aumento de mais de 80%.

Com o avanço do novo coronavírus, 14 dos 67 padres que residem no Pio Brasileiro — residência oficial dos sacerdotes brasileiros que estudam na capital italiana — optaram por regressar ao Brasil. É o caso do padre Arnaldo Rodrigues, de 43 anos (foto acima).

Depois de passar seis anos e meio em Roma, ele concluiu seu doutorado em Comunicação pela Universidade de Roma La Sapienza. “Já tinha agendado minha volta para o início de junho. Apenas antecipei meu retorno”, comenta o padre da Arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ), que saiu de Roma em 14 de março.

A notícia completa, do portal TAB, pode ser lida aqui.

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