URUBÓLOGO SOBRE ESTUPRO REVELADO POR JANE FONDA: “E EU COM ISSO?”

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A notícia é do Brasil 247:

O jornalista da Globo Alexandre Garcia, que foi porta-voz da Ditadura Militar durante o governo do general João Batista Figueiredo, demonstrou seu apreço pelo machismo nas redes sociais. 

Em sua conta no Twitter, o comentarista de extrema-direita da Globo, que foi demitido do governo Figueiredo por se exibir em uma revista masculina em reportagem intitulada o “garanhão do Planalto” (lembre aqui), reagiu com um “E eu com isso?” a revelação da atriz americana Jane Fonda, de que foi vítima de estupro quando era criança. 

Em entrevista publicada nesta quinta-feira, 2, na revista “The Edit”, a atriz americana diz que foi abusada sexualmente quando era pequena. “Fui estuprada e abusada sexualmente quando era criança. Também já fui demitida por não querer dormir com o meu chefe. Sempre pensei que tudo isso fosse minha culpa, que isso aconteceu porque eu não tinha falado ou feito a coisa certa”, afirmou Jane Fonda.

As declarações da atriz veterana foram feitas em uma conversa com Brie Larsson, que no ano passado ganhou o Oscar de melhor atriz pelo filme “O Quarto de Jack”, sobre uma mulher sequestrada por um homem que abusa sexualmente dela.

11 comentários

  • O sincero

    E eu com isso?

  • Tambem Funcionario de uma instituiçao

    E nos também, o que temos com isso? nas duas situações e claro!

  • Gostaria de dizer que eu realmenmte disse ;— ” E eu com isso, que Jane Fonda foi estrupada”, mas foi uma inverdade que saiu da minha santa Boca.
    Agora gostaria de saber onde foram parar os coxinhas da direita brasileira após a delação premiada da Odebrecht , cujos nomes são:—

    Michel Temer
    Eduardo Cunha – “Caranguejo” (a empreiteira teria aprovado pagamentos de R$ 7 milhões ao ex-deputado)
    Romero Jucá – “Caju”
    Renan Calheiros – “Justiça”
    Rodrigo Maia – “Botafogo”
    Eunício Oliveira – “Índio”
    Geddel Vieira Lima – “Babel”
    Lúcio Vieira Lima (irmão de Geddel) – “Bitelo”
    Eliseu Padilha – “Primo”
    Moreira Franco – “Angorá”
    Jacques Wagner – “Polo”
    Delcídio do Amaral – “Ferrari”
    Anderson Dornelles – “Las Vegas”
    Gim Argello – “Campari”
    Ciro Nogueira – “Cerrado”, “Pequi” e “Helicóptero”
    Agripino Maia – “Pino” e “Gripado”
    Inaldo Leitão – “Todo Feio”
    Duarte Nogueira – “Corredor”
    Marco Maia – “Gremista”
    Antonio Brito – “Misericórdia”
    Paes Landim – “Decrépito”
    Heráclito Fortes – “Boca Mole
    Arthur Virgílio – “Kimono”
    José Carlos Aleluia – “Missa”
    Lídice da Mata – “Feia”
    Francisco Dornelles – “Velhinho”
    Arthur Maia – “Tuca”
    Adolfo Viana – “Jovem”
    Daniel Almeida – “Comuna”
    Paulo Magalhães Júnior – “Goleiro”
    Hugo Napoleão – “Diplomata”
    Jutahy Magalhães – “Moleza”
    Carlinhos Almeida
    João Almeida
    Kátia Abreu (PMDB)
    Rui Costa (governador da Bahia)
    Paulo Skaf (presidente da Fiesp)
    *Aécio Neves
    *Romário (PSB-RJ) – teria solicitado contribuição para campanha, mas a empreiteira não a realizou
    *Bruno Araújo (PSDB-PE) –
    *Aloysio Nunes
    *Alkimin
    *José Serra
    *Sergio Cabral
    *Sarney
    *Anastasia
    *FHC
    *Sergio Guerra etc…..
    Será que os mesmos foram bater Panelas, saldando a aposentadoria com no mínimo 65 anos, ou com o trabalho tercerizado, ou com a poissivel volta do CPMF, ou poque já existe no Brasil mais de 13 milhões de desempregado, ou pela cirugia do Padilha, ou pelas dores na coluna de José Serra, oum pelas mudanças futuras na Previdência etc……eu não poderia estar dizendo essas verdades mas a Globo me obrigou e minha pessoa não pode perder esse emprego.

  • UMA PERGUNTA AOS COXINHAS QUE BATERAM MUITA PANELAS.
    Texto da UOL de 03.03.2017.
    Por que Delatores foram Impedidos de delatar ao TSE Repasse pa Aécio Cheira Cheira?

    Dois delatores da Odebrecht relataram repasses a Aécio Neves durante campanha de 2014 segundo jornais, mas foram interrompidos no TSE
    Nesta semana, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Herman Benjamin começou a ouvir ex-executivos da Odebrecht que assinaram acordo de delação premiada na operação Lava Jato. Eles foram arrolados na ação do Tribunal que julga se a chapa Dilma/Temer cometeu irregularidades na campanha eleitoral de 2014. O processo foi iniciado a pedido do PSDB, mas os primeiros depoimentos dos delatores tiveram menções ao presidente do partido tucano, Aécio Neves, cuja chapa foi derrotada na última corrida presidencial. Porém, as citações ao senador foram interrompidas ao longo das oitivas.
    Na quinta-feira (2), o ex-presidente da Odebrecht Benedicto Júnior, o BJ, foi interrompido pelo ministro Benjamin bem na hora em que, segundo reportagem da “Folha”, começava a dar detalhes sobre o suposto pagamento de R$ 9 milhões feito pela empreiteira baiana via caixa dois para campanhas eleitorais do PSDB, a pedido de Aécio Neves. O senador e o PSDB negam que o delator tenha feito essas afirmações no depoimento.
    O mesmo teria acontecido um dia antes, durante o depoimento do herdeiro da empreiteira, Marcelo Odebrecht, também delator na Lava Jato. Na ocasião, o juiz auxiliar que estava conduzindo a audiência pediu a Marcelo que se limitasse ao objeto da Ação de Investigação Judicial Eleitoral aberta a pedido do PSDB contra a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer por suspeita de abuso de poder econômico na campanha presidencial.
    Quando foi interrompido, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, Marcelo dava detalhes sobre um pedido de R$ 15 milhões que teria sido feito também por Aécio Neves no final do primeiro turno da campanha eleitoral de 2014. De acordo com a reportagem, Marcelo não disse se o pedido foi via caixa dois.
    Marcelo Odebrecht disse que Aécio pediu R$ 15 milhões no final do primeiro turno da campanha eleitoral de 2014
    O conteúdo do que foi dito pelos delatores permanece em sigilo de Justiça. A versão oficial só será divulgada pelo TSE após o STF (Supremo Tribunal Federal) liberar o conteúdo das 77 delações de ex-executivos da Odebrecht, homologadas pela Justiça em janeiro. A ação pode levar à perda de mandato do presidente Michel Temer (PMDB).
    A interrupção pode até causar estranheza, mas, segundo os especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo UOL, a postura foi correta em ambos casos.
    “Quando a testemunha é chamada, ela deve falar sobre os assuntos que são objetos daquele processo. Ela não é chamada para dar opinião, nem para falar sobre fatos alheios àquela determinada ação”, explicou Fernando Neisser, membro fundador da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político).
    Alberto Rollo, presidente do Idipea (Instituto de Direito Político Eleitoral e Administrativo), corrobora a opinião de Neisser.
    Em um primeiro momento, é uma conduta correta. O ministro precisa ser objetivo, ele está apurando especificamente os desdobramentos do repasse de recursos para a eleição presidencial da chapa Dilma-Temer
    Alberto Rollo, presidente do Idipea
    Neisser afirma, no entanto, que Herman Benjamin poderia ter tido “a sensibilidade” de deixar que a defesa produzisse provas com as informações dadas pelos delatores.
    Ninguém vai investigar o que foi dito sobre Aécio Neves?
    O conteúdo dos depoimentos é sigiloso, mas ainda que um possível pedido de caixa dois de Aécio Neves fosse real, nem o PT nem qualquer outro partido de oposição poderia mais entrar com uma ação semelhante à impetrada pelo PSDB contra a chapa Dilma-Temer na Justiça Eleitoral. Isso porque o prazo se esgotou.
    “A Justiça Eleitoral tem um prazo mais restrito para manter um mínimo de equilíbrio após o resultado das eleições, porque não adianta um candidato ser eleito e ficar respondendo processo [enquanto exerce o cargo]”, explica Rollo.
    Em outras palavras, não cabe mais ao TSE julgar se Aécio Neves pediu ou não ajuda financeira à Odebrecht durante a campanha eleitoral de 2014. A questão agora está nas mãos de Rodrigo Janot, procurador-geral da República.
    “Não há mais prazos na Justiça Eleitoral, mas a prática de caixa dois continua sendo crime e não prescreveu. Ele pode ser apurado no âmbito criminal. Para isso a PGR precisa abrir um inquérito para investigar se os recursos estavam registrados e se há indícios de caixa dois. Quando o inquérito for concluído, a PGR pode oferecer a denúncia ao STF [Supremo Tribunal Federal], isso porque Aécio Neves é senador e possui foro privilegiado”, explica Rollo.
    Já há uma ação do PT contra o PSDB sobre o depoimento do executivo Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, que disse ter feito doações não declaradas à campanha presidencial de Aécio Neves, em 2014. A ação tramita dentro do processo que julga as prestações de contas da campanha de Aécio Neves.
    Segundo Rollo, as declarações dos delatores podem até servir de argumento da acusação contra o PSDB, mas não podem ser anexadas ao processo. “Para efeito dessa ação, só servem provas relacionadas à Andrade Gutierrez”, afirma.
    Neisser esclarece ainda que processos de prestação de contas não trazem consequências graves para o candidato, como perda de mandato ou inelegibilidade. “Prestações de contas têm efeito limitado sobre candidatos, não acarretam inelegibilidade. A penalidade pode ser pagamento de multa e recolhimento de valores”, disse
    Em uma ação penal, o processo é mais demorado, prazos maiores, Resultado leva perda de cargos, mandatos, pode levar à prisão
    Fernando Neisser, membro fundador da Abradep
    Sete delatores da Odebrecht foram convocados para prestar depoimento ao TSE. Todos os depoimentos já coletados na ação contra a chapa Dilma-Temer foram acompanhados pelo vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, segundo seu gabinete. Ele têm participado das oitivas presencialmente ou por videoconferência.
    Se Dino entender que há indícios da prática de crimes, ele os encaminha ao procurador-geral da República.
    A PGR informou em nota ao UOL que não poderia dizer se há ou não alguma ação contra Aécio Neves porque não se pronuncia sobre ações que “tramitam em sigilo, como o caso da ação do TSE, e nem sobre colaborações premiadas”. A assessoria de imprensa do órgão disse que a PGR está ainda na fase de análise de cada fato que está sendo falado nos depoimentos.
    E VIVA OS FASCISTAS DA DIREITA BRASILEIRA QUE DESAPARECERAM.

  • ZÉ VITAL, desculpçe-me perguntar, antes de escrever estas besteiras, você por acaso leu o que eu citei ou escrevi acima de sua presunçosa citação de uma pessoa qualificada politicamente. Se não leu por favor leia; ELA FALA SOBRE A DELAÇÃO DA ODEBRECHT, citando os nomes do verdadeiros corruptos e nela verá que não tem o nome de Dilma e Lula.
    Agora meu caro, com sua devida autorização de um fascista de direita vou lhe mostrar como esta o Brasil do governo de seus idolos:

    O Brasil é, hoje, um país com um cenário econômico grave e tenso, preocupante. Os tais agentes do mercado financiero, os especuladores de sempre, andaram dizendo que se trata de um panorama crítico e caótico. Não há um único dado concreto que sirva de base para essa versão. Mas vivemos uma das mais formidáveis campanhas midiáticas da nossa história recente contra um governo. Uma versão fecunda a outra, e encobertas por uma capa grosseira de credibilidade todas elas se reproduzem em alta rapidez. Daí o extraordinário reforço para uma sensação de insatisfação generalizada, que já teria, por conta própria, sua razão.
    O Brasil é, hoje, um país dividido, que enfrenta uma forte maré de insatisfação popular, ampla e habilmente manipulada pelos grandes conglomerados de comunicação. Essa onda é, também, alvo do oportunismo vulgar de uma oposição que não tem outro projeto que não seja pedir, aos berros, a renúncia ou a destituição de uma presidente eleita pela maioria dos votos há escassos cinco meses. Uma oposição de senhoritos à beira de um ataque de nervos, que querem porque querem, no grito, aquilo que lhes foi negado pelas urnas.
    É, também, um país dividido entre os beneficiados de sempre, que agora reclamam a devolução de seus privilégios supostamente perdidos e proteção extrema para outros, supostamente ameaçados, e os desprezados de sempre, que conseguiram subir ao palco do mercado de consumo e de um mínimo bem-estar, e agora, com todo direito, exigem mais e mais.
    O trânsito social que elevou, nos últimos doze anos, mais de 40 milhões de brasileiros da pobreza a uma classe minimamente média é motivo de críticas sonoras e severas. Dizem os privilegiados de sempre que não se trata de outra coisa além de uma banal manobra populista, que custou bilhões ao Estado.
    É a reação típica e previsível de uma classe mesquinha, que jamais admitiu perder algo do muito que tem para que muitos que jamais tiveram nada pudessem ter algo.
    E, curiosa e paradoxalmente, um dos grandes nós do Brasil é justamente essa nova classe média, que viu como a vida melhorou ao longo dos últimos doze anos, mas da porta de casa para dentro. Lá fora, no mundo cotidiano, tudo continua igual: uma saúde pública que não cura, humilha e mata; um transporte público que não transporta, humilha e tortura; uma educação pública que não educa, humilha e ignora.
    Em suma: um dos grandes nós em que o Brasil se meteu é justamente essa nova classe social que foi levada às portas do paraíso da classe média, mas não conseguiu entrar. Ficou no umbral, depois de ter conhecido parte de suas bondades mas sem conseguir se livrar das maldades que atormentavam sua vida anterior.
    Se fosse possivel esquecer por um só instante todo o imenso oceano das circunstâncias vividas hoje no Brasil – escândalos de corrupção, as consequências indecentes do sistema de financiamento das campanhas eleitorais, o colapso dos partidos políticos, a crise terminal do chamado ‘presidencialismo de coalizão’, que establece e consolida a chantagem e a troca de intereses menores como principio básico da atividade parlamentar – o que veríamos seria um país em plena contradição, vivendo um momento tão interessante como instigante.
    O problema, em última instância, é saber, e com urgência, qual a ferramenta mais eficaz para corrigir os equívocos cometidos e, então, retomar o projeto de mudanças que, hoje, parece impossível de ser levado adiante.
    Esse mesmo projeto, que foi capaz de levar pelo menos 40 milhões de pessoas – quase uma Argentina inteira – ao mercado de consumo, à classe minimamente média, foi incapaz de propiciar soluções para carências eternas, que vão do transporte à educação, da segurança à saúde. Um dos grandes equívocos não do projeto, mas dos governos, foi não estar preparado para atender às reivindicações que fatalmente surgiriam, como surgiram, dessa nova classe criada.
    Numa dessas amargas ironias da história, os que ascenderam socialmente logo assumiram as posições das classes médias tradicionais, as mesmas que sempre os renegaram e continam renegando. Não se trata de um caso banal de ingratidão: se trata de um caso óbvio de falta de previsão, de parte dos governos do PT.
    Uma falha estratégica evidente de quem, ao lançar e implementar um plano de inclusão social de enormes dimensões, acreditou que isso seria suficiente. Não foi: além de geladeiras e fogões e automóveis e televisores, é preciso entregar serviços básicos e essenciais de qualidade.
    E, ainda mais, despertar e implantar a noção do que é cidadania. Ou seja, conscientizar para que todos saibam reclamar direitos legítimos sem se deixar manipular precisamente por aqueles que sempre lhes negaram tudo.
    Aí está um retrato triste e dramático do que se vê no Brasil de hoje: os desprezados e abandonados de sempre, correndo o sério risco de ficar lado a lado com os que sempre os desprezaram e abandonaram, e que continuarão a desprezar e abandonar, para sempre.
    ZÉ VITAL–acordo para os dias atuais do Brasil de hoje e comemore a nomeação do novo ministro do governo Temer, o Sr. Aloysio Nunes Pitibul, delatado também na Lava Jato.

  • Tem gente dizendo nas redes sociais que há brasileiras sendo estupradas a todo momento,pra quê se preocupar com uma americana.O estupro,por ser uma violência física e psicológica,merece a indignação de todos,não importando quem seja a vítima.

  • Márcio

    Não se esperava menos de quem apoiou a ditadura

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