ALCIONE PASSA PITO EM BOLSONARO E PEDE RESPEITO AOS NORDESTINOS

Ontem, o Bozo conseguiu ser repreendido pela Raquel Pacheco (a Bruna Surfistinha da vida real) e pela Deborah Secco (a Bruna Sufistinha do cinema). Hoje, foi a vez da maranhense Alcione aplicar uma descompostura no imbecil que botaram no Palácio do Planalto. Fala, Marrom!

6 comentários

  • Alexandre Frota

    Ele é nitidamente uma péssima pessoa em todos os sentidos. Um péssimo ser humano em todos os aspectos. Seus “predicados” não caberiam em um livro.
    Como pode ter respeito por alguém?

  • Marreta

    *****DESMATAMENTO PARA PASTO NA AMAZÔNIA TAMBÉM É ALVO DE CRÍTICA DE CIENTISTAS .

    Acusado pelo presidente Jair Bolsonaro de estar agindo “a serviço de alguma ONG”, o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Magnus Osório Galvão, disse em entrevista que ficou escandalizado com as declarações que, para ele, parecem mais “conversa de botequim”. Galvão, que dirige o instituto desde setembro de 2016, se manifestou na manhã deste sábado (20/07) sobre os comentários feitos na sexta por Bolsonaro em café da manhã com a imprensa estrangeira.
    Na ocasião, o presidente questionou os dados fornecidos pelo Inpe sobre as taxas de desmatamento da Amazônia e disse que eles são mentirosos.”Se toda essa devastação de que vocês nos acusam de estar fazendo e ter feito no passado, a Amazônia já teria sido extinta, seria um grande deserto”, disse Bolsonaro. “A questão do Inpe, eu tenho a convicção que os dados são mentirosos”, afirmou. “Até mandei ver quem é o cara que está a frente do Inpe para vir se explicar aqui em Brasília, explicar esses dados aí que passaram na imprensa”, disse. “No nosso sentimento, isso não condiz com a realidade. Até parece que ele está a serviço de alguma ONG, que é muito comum.”
    Por que Bolsonaro não deveria fazer ‘aposta’ com Macron e Merkel sobre desmatamento na Amazônia?
    As declarações do presidente ocorreram um dia depois de a imprensa destacar que dados do sistema Deter-B, do Inpe, que faz alertas em tempo real de focos de desmatamento para orientar a fiscalização, mostraram que a área perdida de floresta até meados deste mês já é a segunda maior da série histórica, medida desde 2015. Na quinta, os alertas indicavam um desmatamento de 981 km2 neste mês de julho. Nesta sexta, às 19h, o número já tinha saltado para 1.209 km2 e atingiu o valor mais alto de perda em um mês desde 2015. É também 102% maior do que o observado em julho do ano passado, que viu uma perda de 596,6 km2.
    Os alertas dispararam nos últimos meses. Em junho, a perda, de acordo com o Deter, foi de 932,1 km2, contra 488,4 km2 em junho do ano passado. Em maio já tinha sido de 738, 4 km2, contra 550 km2 em maio de 2018.
    Galvão optou por não responder na própria sexta para primeiro “arrefecer o estado de ânimos”, mas hoje deu sua posição. “A primeira coisa que eu posso dizer é que o sr. Jair Bolsonaro precisa entender que um presidente da República não pode falar em público, principalmente em uma entrevista coletiva para a imprensa, como se estivesse em uma conversa de botequim. Ele fez comentários impróprios e sem nenhum embasamento e fez ataques inaceitáveis não somente a mim, mas a pessoas que trabalham pela ciência desse País”, afirmou.
    “Ele tomou uma atitude pusilânime, covarde, de fazer uma declaração em público talvez esperando que peça demissão, mas eu não vou fazer isso. Eu espero que ele me chame a Brasília para eu explicar o dado e que ele tenha coragem de repetir, olhando frente a frente, nos meus olhos”, continuou o engenheiro, que iniciou a carreira no Inpe em 1970, fez doutorado em Física de Plasmas Aplicada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e é livre-docente em Física Experimental na USP desde 1983.

    **Como o sr. responde às críticas do presidente?
    A primeira coisa que eu posso dizer é que o sr. Jair Bolsonaro precisa entender que um presidente da República não pode falar em público, principalmente em uma entrevista coletiva para a imprensa, como se estivesse em uma conversa de botequim. Ele fez comentários impróprios e sem nenhum embasamento e fez ataques inaceitáveis não somente a mim, mas a pessoas que trabalham pela ciência desse país. Ele disse estar convicto de que os dados do Inpe são mentirosos. Mais do que ofensivo a mim, isso foi muito ofensivo à instituição.

    **Qual é o papel do Inpe hoje no Brasil?
    O Inpe permitiu ao Brasil ser o terceiro país do mundo a receber imagens de satélite para monitoramento de desmatamento, do Landsat. Começamos isso em meados da década de 70. Íamos a reuniões internacionais que só tinham Brasil, Canadá e Estados Unidos. O Inpe tem credibilidade internacional inatacável. O presidente Bolsonaro não entende que não somos nós que fornecemos os nossos dados para a imprensa. Os nossos alertas de desmatamento são fornecidos ao Ibama. Isso começou ainda na gestão da ministra Marina Silva (2003-2008) por demanda do próprio Ministério do Meio Ambiente.
    Os dados são acessados pelo Ibama na nossa página na internet. Estão abertos para todo mundo, todo mundo pode verificar. São publicados em revistas científicas internacionais. Temos mais de mil citações pelos nossos dados, qualquer um pode testar. Então chamar de manipulação é uma ofensa inaceitável. Mais do que o ataque que ele me fez, eu me sinto muito chateado pelos colegas do Inpe, que sempre teve pesquisadores de renome internacional, como o professor Carlos Nobre, que em 2016 ganhou o prêmio internacional Volvo pela defesa da Amazônia. Este ano, em junho, o doutor Antonio Divino Moura, coordenador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Inpe, ganhou o equivalente ao prêmio Nobel de meteorologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Não teve uma carta de congratulações nem do presidente nem do ministro de Ciência e Tecnologia. O presidente não tem noção da respeitabilidade que os dados do Inpe e que os pesquisadores do Inpe têm. É uma ofensa o que ele fez.
    ***E sobre os ataques ao senhor?
    Fiquei realmente aborrecido, porque na minha opinião ele fez comigo o mesmo jogo que fez com Joaquim Levy (que pediu demissão do BNDES após também ser criticado em público por Bolsonaro). Ele tomou uma atitude pusilânime, covarde, de fazer uma declaração em público talvez esperando que peça demissão, mas eu não vou fazer isso. Eu espero que ele me chame a Brasília para eu explicar o dado e que ele tenha coragem de repetir, olhando frente a frente, nos meus olhos. Eu sou um senhor de 71 anos, membro da Academia Brasileira de Ciências, não vou aceitar uma ofensa desse tipo. Ele que tenha coragem de, frente a frente, justificar o que ele está fazendo.
    Não é a primeira vez que os dados do Inpe são questionados. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, já tinha dado declarações assim no começo do ano. Houve um encontro do governo com vocês para entender como o Inpe funciona?
    Eles nunca fizeram uma crítica objetiva apresentando dados. Eu entendia que o ministro Ricardo Salles fazia essas críticas por falta de conhecimento. Há três semanas mandei um ofício para o Ministério da Ciência e Tecnologia falando que polêmicas não ajudavam em nada o Brasil, inclusive com relação à repercussão internacional, e propus ao ministro Marcos Pontes abrir um canal de comunicação com o ministro Ricardo Salles, com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, com o general Augusto Heleno (ministro do Gabinete de Segurança Institucional), para explicar o que fazemos, oferecer ferramentas para entenderem melhor os nossos dados e tentar arrefecer esse clima de disputa que havia. Mandei para o ministro Marcos Pontes, mas acho que ele estava viajando. Porque quero tirar dessa polêmica algo que ele sempre declarou, que a questão (dos dados) do desmatamento da Amazônia é uma questão científica e não política e ele sempre demonstrou confiança nos dados do Inpe.

  • Marreta

    *****GOVERNADOR DO MARANHÃO AVALIA DENUNCIAR BOLSONARO À PGR POR RACISMO.

    Presidente falou que Flávio Dino é o pior governador do Nordeste

    O governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia ir à Procuradoria-Geral da República contra Jair Bolsonaro pelo crime de racismo. Durante o café da manhã com jornalistas nesta sexta-feira, Bolsonaro criticou Dino e se referiu aos estados da região Nordeste pelo termo “Paraíba”, termo considerado pejorativo para se referir a nordestinos fora da região, especialmente no Rio de Janeiro, estado de Bolsonaro.
    Bolsonaro disse que, dos governadores do Nordeste, o pior é Flávio Dino. “Dos governadores de ‘Paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”, afirmou o presidente, dirigindo-se a Onyx Lorenzoni, chefe da Casa Civil.
    Dino, que é de um partido de oposição a Bolsonaro, o PCdoB, conversou com a coluna sobre o caso.
    ***Como o senhor recebeu a declaração?

    Hoje (sexta-feira) ele estava em um dia inspirado. Essa postura sectária dele foi contra diversos setores ao mesmo tempo. Foi contra a Miriam Leitão (Bolsonaro mentiu, afirmando que a jornalista Miriam Leitão inventou ter sido torturada na ditadura militar), os artistas (Bolsonaro ameaçou extinguir a Ancine, caso não haja um filtro cultural nos filmes financiados com dinheiro público), contra quem passa fome (Bolsonaro afirmou que não se passa fome no Brasil) e contra os nordestinos. Ele tem a cada dia piorado.

    ***O senhor fará algo sobre a declaração?

    É uma declaração criminosa. Configura um crime, previsto na lei que trata de racismo. Ele não pode falar assim. O presidente da República, ao dizer algo desse tipo, está praticando e incentivando que outros pratiquem o crime de racismo. Se ele não se explicar, vamos tomar providências junto à PGR para apurar a atitude dele.

    ***Seria o crime de racismo?

    Não só. Pode configurar trambém o crime de ameaça, ao dar uma determinação a um subordinado dele, o Onyx Lorenzoni, que não dê recursos “a esse cara”. Isso configura uma ameaça. Eu já o cobrei no Twitter e estou esperando para ver o que é isso. Realmente é uma coisa grave. É inédito. Mesmo na ditadura, o (presidente João Figueiredo) mantinha uma relação com vários governadores da oposição, como Franco Motoro, Leonel Brizola. O mesmo aconteceu com o Fernando Collor, com o Fernando Henrique. É atípico que ele determine ao ministro que coordena o governo que persiga um governador. Por que isso?

    ***Como o senhor avalia a relação do presidente com o Nordeste?

    Ele tomou poucas iniciativas em relação ao Nordeste. Quando ele nos chamou (os governadores do Nordeste), nós fomos. Foi um diálogo respeitoso, de parte à parte. Nós atendemos mostrando que não há nada agressivo da nossa parte, mas ninguém vai abrir mão de suas ideias para que ele fique feliz. Isso é o mínimo da visão democrática. Temos opiniões diferentes, mas exigimos respeito. Não vamos aceitar desrespeito, agressividade, beligerância com o Nordeste. Estamos esperando uma retratação.

  • Enfermeiro cubano

    ****General detona Bolsonaro por preconceito contra nordestinos

    A agressão de Jair Bolsonaro a todos os nordestinos, chamados por ele de “paraíbas”, também incomodou os generais; para o general Luiz Rocha Paiva, as declarações preconceituosas de Bolsonaro foram “antipatrióticas” e “incoerentes”, além de “menosprezarem” a população da segunda região mais populosa do país.
    O general da reserva e integrante da Comissão de Anistia do Governo Federal, Luiz Rocha Paiva, rechaçou as declarações preconceituosas do presidente Jair Bolsonaro contra os nordestinos. Para Paiva, os ataques desferidos por Bolsonaro foram “antipatrióticos”, “incoerentes”, além de “menosprezarem” a população da segunda região mais populosa do país.
    “Tem que ter calma, mas mostrar pra ele o quanto perdeu com essa grosseria com que menosprezou uma região do Brasil e seus habitantes. Um comentário antipatriótico e incoerente para quem diz ‘Brasil acima de tudo’”, disse o general à Coluna do Estadão.
    Nesta sexta-feira (19), pouco antes de um café da manhã com jornalistas estrangeiros, um microfone captou um áudio do momento em que Bolsonaro chamava os governadores do Nordeste de “paraíbas” – termo utilizado de forma depreciativa para se referir aos nordestinos – e orientava o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a “não dar nada” governador do Maranhão, Flávio Dino.
    Ainda de acordo com o general, a sua declaração visa defender “seus irmão nordestinos” e não os governadores da Região, que fazem oposição ao governo Bolsonaro. “O Nordeste é o berço de Brasil. Sabia disto presidente?”, disse

  • Somente para entender

    Em seu governo até o momento de apenas SETE meses quantos CENTAVOS foram desviados dos cofres públicos ????????

    • Rapizodia

      Você afirma uma ideia que mesmo você não crê, mas o fato é que a corrupção ainda impera! Quem crítica, só ouve ‘mito! kkkk’, ‘avante Presidente! kkkk’ e mais kkkk, e por aí vai, como se estivéssemos no melhor dos mundos! Como seus antecessores, ele pode não ter roubado pessoalmente, mas está sendo negligente o suficiente para deixar que roubem, veja o caso COAF, todos do seu governo estão calados, inclusive ele, tipo ‘tem que manter isso’! Se lembra!? Você afirma que este governo de ‘apenas’, e eu afirmo ‘ já com’, não produziu nada além de vergonha e desagregação entre brasileiros, cita prá quem o lê aqui, uma única ação governamental deste governo de sete meses! Tenho conversado com diversos ‘bolsonaristas’ sensatos, e é uma voz só, estou arrependido! Como disse um desses amigos: Bolsonaro não tem apoiadores, tem fãs! Nesta minha escrita não tem kkkk, pois não há razão para rirmos de nossa autodestruição!

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