ASSESSOR DE BOLSONARO RECEBEU R$ 92 MIL SEM NUNCA TER PISADO NA CÂMARA

A notícia é de outra publicação comunista, a revista Exame:

R$ 92,2 mil — esse foi o total que Nelson Alves Rabello, assessor do gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), recebeu dos cofres públicos durante os 19 meses em que foi secretário parlamentar nível 18 da Câmara dos Deputados. Quanto maior o nível do funcionário, maior o salário, que atualmente parte de pouco mais de R$ 1 mil para até mais de R$ 15 mil, fora auxílios e vantagens indenizatórias.

O problema: durante todo esse período, Rabello não teve registro de entrada na Câmara, segundo informação inédita que a Agência Pública obteve via Lei de Acesso à Informação. O ex-funcionário de Jair está na lista das 95 pessoas e empresas que tiveram sigilo bancário quebrado na investigação do Ministério Público do Rio sobre as movimentações financeiras do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

A Pública pediu à Câmara dos Deputados informações sobre o registro de entrada de diversos assessores de Jair Bolsonaro na Câmara. Além de Rabello, a reportagem descobriu que outros cinco assessores não tiveram registro de emissão de crachá durante o período de 2015 a 2018, último mandato do presidente como deputado federal.

Além destes seis nomes, a Pública já havia revelado outras cinco assessoras nas mesmas condições. Portanto, agora são 11 os assessores de Bolsonaro que receberam dinheiro público sem ter colocado os pés nas dependências da Câmara.

7 comentários

  • Sérgio

    Esse valor é bastante alto para quem nunca trabalhou como assessor, mas é bem menor que o valor que o Bozo recebeu como um MEDÍOCRE deputado federal durante 27 anos, imagina quanto o Bozo recebeu de seus assessores por 27 anos?

  • Tiririca

    Assessor de Flávio Bolsonaro depositou R$ 90 mil na conta da mãe, que não lembra da transação;
    O policial civil Jorge Luis de Souza, que atuou como assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), fez um depósito de R$ 90 mil em espécie na conta da mãe, Nicelma Ferreira de Souza, em março de 2018, quando ainda trabalhava para o então deputado estadual.
    Em contato com o GLOBO, Nicelma disse que não lembra da transação e que desconhecia o trabalho do filho para Flávio Bolsonaro. A transação foi apontada pelo Ministério Público, em seu pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal de 86 pessoas e 9 empresas, como um indício de que quantias desviadas do orçamento da Alerj eram distribuídas entre lideranças do gabinete de Flávio.
    O Ministério Público apura indícios de formação de organização criminosa, com desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, no gabinete de Flávio na Alerj. Em seu pedido de quebra de sigilo, o MP se refere à “expressiva quantia” de R$ 90 mil depositada por Jorge Luis, em uma única transação, na conta bancária da mãe, que mora em Rio das Ostras, no Norte Fluminense.
    Procurada por telefone pelo GLOBO, Nicelma se mostrou surpresa com a informação do depósito de R$ 90 mil em sua conta. Ela está entre os alvos do pedido de quebra de sigilo feito pelo MP, assim como seu filho, Jorge Luis.
    Em nota enviada ao GLOBO, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse que não tem “qualquer responsabilidade pelas ações de outras pessoas” e disse que “não são verdadeiras as informações vazadas” sobre ele.

  • Sérgio

    Os Bozos sempre estiveram cercados por milicianos. Desde o Bozão até os Bozinhos, 01, 02 e 03. Laranjas e laranjas.

  • Tiririca

    ESTADÃO ALERTA QUE BOLSONARO PREPARA UM GOLPE CONTRA A DEMOCRACIA–AS REUNIÕES ACONTECEM NO JALES CLUBE E É COMANDADA PELO KITAYAMA.

    Editorial do Estadão alerta que Jair Bolsonaro prepara um golpe contra a democracia, afrontando Congresso e Justiça.
    Um dos sinais é sua participação na mobilização para que a população faça uma marcha à Brasília contra o que ele classifica, mas sem detalhar, de “sistema”.
    O presidente Jair Bolsonaro considera impossível governar o Brasil respeitando as instituições democráticas, especialmente o Congresso. Em sua visão, essas instituições estão tomadas por corporações – que ele não tem brio para nomear – que inviabilizam a administração pública, situação que abre caminho para uma “ruptura institucional irreversível” – conforme afirma em texto que fez circular por WhatsApp ontem, corroborando-o integralmente, como se ele próprio o tivesse escrito.
    Ao compartilhar o texto, qualificando-o de “leitura obrigatória” para “quem se preocupa em se antecipar aos fatos”, Bolsonaro expressou de maneira clara que, sendo incapaz de garantir a governabilidade pela via democrática – por meio de articulação política com o Congresso legitimamente eleito –, considera natural e até inevitável a ocorrência de uma “ruptura”.

    Não é de hoje que o presidente se mostra inclinado a soluções autoritárias. Depois da posse, Bolsonaro mais de uma vez manifestou desconforto com a necessidade de lançar-se a negociações políticas para fazer avançar a agenda governista no Congresso. Confundindo deliberadamente o diálogo com deputados e senadores com corrupção, o presidente na verdade preparava terreno para desqualificar os políticos e a própria política – atitude nada surpreendente para quem passou quase três décadas como parlamentar medíocre a ofender adversários e a louvar a ditadura militar. Não por acaso, o próprio Congresso parece ter desistido de esperar que Bolsonaro se esforce para dialogar e resolveu tocar por conta própria a agenda de reformas.
    Desde sua posse como presidente, Bolsonaro vem demonstrando um chocante despreparo para o exercício do cargo, mas o problema podia ser contornado com a escolha de ministros competentes. Com exceção de um punhado de assessores que realmente parecem saber o que fazem, porém, o governo está apinhado de sabujos cuja única função ali parece ser a de confirmar os devaneios do presidente, dos filhos deste e de um ex-astrólogo que serve a todos eles de guru, dando a fantasias conspiratórias ares de realidade.
    O texto que Bolsonaro divulgou – recomendando que fosse passado adiante – diz que “bastaram cinco meses de um governo atípico, ‘sem jeito’ com o Congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores”. Segundo o texto, o presidente “não aprovou nada, só tentou e fracassou” porque “a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente nenhuma corporação”. Nas atuais circunstâncias, “a continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra” – e, “na hipótese mais provável”, diz o texto, “o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações”. Mas diz também que é “claramente possível” que o País fique “ingovernável”, igualando-se à Venezuela. Aí entraria a tal “ruptura institucional” de que fala o texto chancelado por Bolsonaro – que o usou para ilustrar o risco que diz correr de ser assassinado pelo “sistema”.
    Isso é claramente uma ameaça à Nação. Conforme se considere o estado psicológico de Bolsonaro e de seus filhos, a ameaça pode ser o tsunami de uma renúncia ou o tsunami de um golpe de Estado em preparação. Pois o presidente não apenas distribuiu o texto, como mandou seu porta-voz dizer que, embora esteja “colocando todo o meu esforço para governar o Brasil”, a “mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas”. Em seguida, fez um apelo às ruas: “Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação” – e já no próximo dia 26 está prevista a realização de uma manifestação bolsonarista, contra ministros do Supremo Tribunal Federal e a favor do pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro.
    Ao “contar com a sociedade” para enfrentar o “sistema”, Bolsonaro repete o roteiro de outros governantes que, despreparados para a vida democrática – em que a vontade do presidente é limitada por freios e contrapesos institucionais –, flertaram com golpes em nome da “salvação” nacional. Se tudo isso não passar de mais um devaneio, já será bastante ruim para um país que mergulha cada vez mais na crise, que tem seu fulcro não nas misteriosas “corporações” – as suas “forças ocultas” –, mas na incapacidade do presidente de governar.
    Viva o Buraco Negro.

  • sukodilaranjamangaegoiaba

    Como seria possível prever que um congressista com 30 anos de experiência e muito trabalho árduo, com inúmeros projetos para o bem e crescimento do país em diversas áreas. Um político que nunca fez uso de privilégios, mordomias, nunca nomeou um único parente para cargo público, nunca aceitou o auxilio moradia para pagar aluguel. Respeitoso, coerente, equilibrado, honesto, com um discurso muito inteligente. Com filhos exemplares que também são coerentes, inteligentes, equilibrados, honestos… Seria tão incompetente no executivo mesmo com uma equipe formada apenas com critérios técnicos. Quem poderia prever isso? Votou no Bozo? Parabéns. Considero que a falta de opção … fez o caminho fake-desconhecido ser pior do que o pior caminho conhecido

  • Rapizodia

    No Brasil, estas infinitas verbas públicas que o parlamentar tem direito, são uma afronta ao bom senso e austeridade que deveria haver com a coisa pública. São valores expressivos!
    Como pedir que a população, e nesse contexto, os mais desfavorecidos, aceite mais arrochos econômicos para salvar a economia? Estes 90 mil que o sujeito recebeu!? Como foi feita está prestação de conta? Como é dinheiro público, o deputado, e não é só esse, não se preocupa, dúvido que se saísse de seu bolso ele não tomaria cuidado. Essa farra tem que acabar, isso teria que ser resolvido antes da reforma da previdência! Estamos na era de tantas tecnologias, prá quê vices, subs e suplentes? Quantidades exorbitantes de vereadores, deputados estaduais e federais, senadores? Cortando metade estaríamos com certeza bem representados. No entanto, pedimos mais e mais sacrifícios para pagar uma conta sem fim e ninguém chama a atenção prá isso! É como se fosse insignificante! Não há nenhuma chance do Brasil dar certo, pois a maior corrupção está nesses sistema. Ele é corruptível e o maior corruptor.

  • Rapizodia

    Neste caso da notícia, é a rachadinha completa, ou seja, te devo dinheiro, vou te pagar com verba parlamentar, tudo bem!? Como!? Te emprego no meu gabinete, você não aparece prá trabalhar, mas recebe seu polpudo salário e ficamos todos felizes! Mas…, vamos mudar o Brasil! Livrar nossa maravilhosa nação destes petralhas e esquerdistas que só mamaram nas tetas deste país! As velhas políticas não terão mais vez! Eu digo, salvemos o Brasil antes que a cobra coma seus filhotes.

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