ASSIM COM EM 2011, MARCELA TEMER CHAMA ATENÇÃO NA POSSE DE DILMA

michel temer-marcela

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A beleza e elegância da vice-primeira-dama Marcela Temer durante a posse da presidente Dilma Rousseff chamou a atenção do público ligado nas redes sociais. Assim como em 2011, a esposa do vice-presidente da República, Michel Temer, chegou aos trending topics (assuntos mais comentados) do Twitter no Brasil.

A bela mulher do vice-presidente ganhou uma hashtag só para ela no Twitter. Entre os comentários, internautas postaram mensagens no estilo “como é gata essa Marcela”, “por favor, esqueçam a Dilma, filmem só a Marcela” ou “votei na Dilma só para rever a Marcela”.

Ela é 42 anos mais nova do que o político e, quatro anos atrás, chegou a ser comparada com Carla Bruni, esposa do ex-presidente da França Nicolas Sarkozy, por sua elegância. Formada em Direito, a vice-primeira-dama não exerce a profissão e dedica-se exclusivamente à família. Marcela e Michel Temer têm um filho juntos, cujo nome é o mesmo do pai.

41 comentários

  • Cesar Ricardo Fioretto

    Também, a Dilma (pra variar) estava ridicula.

  • Eleitor da Dilma

    O Cesar Ricardo parece ser um daqueles eleitores do Aécio que até hoje não conseguem assimilar a derrota. Sofre coxinha! Sofre!

  • Bagrão

    Uma festa bonita, cheia de significado, mostrando que o Brasil é um país democratico. Parabens pra Dilma. Que Deus a ajude fazer um bom governo!

  • PAU GRANDE

    E aquela ao lado da Dilma quem era, a primeira Dama da Republica!

    • ORLANDO MATHEUS

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk CARA NAO SEI QUEM TÚ ÉS ; MAS COM FRANQUEZA VÉI VC MATOU A PAU ; KKKKKKKKKKKKKKKKK AQUI EM “SUCUPIRA” TERRA DO PT NÃO TEMOS PRIMEIRA DAMA NEM PRIMEIRO DAMO KKKKKKKKKKKKKKK OLHA A CARA DA DILMA KKKKKKKKKKKK É PACABÁ MUIÉ MACHO SIM SENHOR ; MIJA EM PÉ E CHACOALHA. NOIS SOFRE MAIS NOIS GOZA !!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • caio pinto

    coxinha cesar ricardo. 2018m é logo ali, tenta de novo.kkkkkkkkkkkkkk 4 seguidas no lombo

  • anônimo

    os eleitores da Dilma é igual os da Nice chupaaaaaaaaaaaaa

  • jorge henrique

    Cade o aumento anual do salario minimo dona dilma????

  • Anonima

    Ccs seus coxinhas derrotados kkkk daqui a vinte anos quem sabe vcs ganham kkkkkk chpa chpa kk

  • anonimo

    O amor é lindo e não tem idade.

  • Cadete

    JORGE HENRIQUE, você não lê,não vê TV,Não vê Facebook,não proEstragos produzidos na Petrobras, pelo governo FHC, visando desnacionalizá-la:

    1993 — Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobras, previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica.

    Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do Orçamento, fazendo com que se esquecessem da Petrobras.

    Todavia, isso causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento.

    1994 — Ainda como ministro da Fazenda, com a ajuda do diretor do Departamento Nacional dos Combustíveis, Fernando Henrique manipulou a estrutura de preços dos derivados do petróleo, de forma que, nos seis últimos meses que antecederam o Plano Real, a Petrobras teve aumentos mensais, na sua parcela dos combustíveis, em valores 8% abaixo da inflação. Por outro lado, o cartel internacional das distribuidoras de derivados teve, nas suas parcelas, aumentos de 32% acima da inflação.

    Isto significou uma transferência anual, permanente, de cerca de US$3 bilhões do faturamento da Petrobras para o cartel dessas distribuidoras.

    A forma de fazer isso foi por meio dos dois aumentos mensais, que eram concedidos aos derivados, pelo fato da Petrobras comprar o petróleo em dólares, no exterior, e vender no mercado, em moeda nacional. Havia uma inflação alta e uma desvalorização diária da nossa moeda. Os dois aumentos repunham parte das perdas que a Petrobras sofria devido a essa desvalorização.

    Mais incrível: a Petrobras vendia os derivados para o cartel e este, além de pagá-la só 30 a 50 dias depois, ainda aplicava esses valores, e o valor dos tributos retidos para posterior repasse ao Tesouro, no mercado financeiro, obtendo daí vultosos ganhos financeiros, em face da inflação galopante então presente. Quando o Plano Real começou a ser implantado, com o objetivo de acabar com a inflação, o cartel reivindicou uma parcela maior nos aumentos, porque iria perder aquele duplo e absurdo lucro.

    1995 — Em fevereiro, já como presidente, FHC proibiu a ida de funcionários de estatais ao Congresso para prestar informações aos parlamentares e ajudá-los a exercer seus mandatos com respaldo em informações corretas.

    Assim, os parlamentares ficaram reféns das manipulações da imprensa comprometida. As informações dadas aos parlamentares no governo de Itamar Franco, como dito acima, haviam impedido a revisão da Constituição Federal com um claro viés neoliberal.

    Fernando Henrique emitiu um decreto, nº 1.403/95, que instituía um órgão de inteligência, o Sial, Serviço de Informação e Apoio Legislativo, com o objetivo de espionar os funcionários de estatais que fossem a Brasília falar com parlamentares. Se descobertos, seriam demitidos.

    Assim, tendo tempo de trabalho para me aposentar, solicitei a aposentadoria e fui para Brasília por conta da Associação. Tendo recursos bem menores que a Petrobras (que, no governo Itamar Franco, enviava 15 empregados semanalmente ao Congresso), eu só podia levar mais um aposentado para ajudar no contato com os parlamentares. Um dos nossos dirigentes, Argemiro Pertence, mudou-se para Brasília, às suas expensas, para ajudar nesse trabalho.

    Também em 1995, FHC deflagrou o contrato e a construção do Gasoduto Bolívia-Brasil, que foi o pior contrato que a Petrobras assinou em sua história. FHC, como ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, funcionou como lobista em favor do gasoduto. Como presidente, suspendeu 15 projetos de hidrelétricas em diversas fases, para tornar o gasoduto irreversível. Este fato, mais tarde, acarretaria o “apagão” no setor elétrico brasileiro.

    As empresas estrangeiras, comandadas pela Enron e Repsol, donas das reservas de gás na Bolívia, só tinham como mercado o Brasil. Mas a construção do gasoduto era economicamente inviável. A taxa de retorno era de 10% ao ano, enquanto o custo financeiro era de 12% ao ano. Por isso, pressionaram o governo a determinar que a Petrobras assumisse a construção. A empresa foi obrigada a destinar recursos da Bacia de Campos, onde a taxa de retorno era de 80%, para investir nesse empreendimento.

    O contrato foi ruim para o Brasil pelas seguintes razões: mudança da matriz energética para pior, mais suja; ficar dependente de insumo externo dominado por corporações internacionais, com o preço atrelado ao do petróleo e valorada em moeda forte.

    Foi ruim para a Bolívia, que só recebia 18% pela entrega de uma de suas últimas riquezas, a mais significativa. Evo Morales elevou essa participação para 80% (a média mundial de participação dos países exportadores é de 84%) e todas as empresas aceitaram de bom grado.

    E foi péssimo para a Petrobras que, além de tudo, foi obrigada a assinar uma cláusula de “Take or Pay”, ou seja, comprando ou não a quantidade contratada, ela pagaria por ela. Assim, por mais de dez anos, pagou por cerca de 10 milhões de metros cúbicos, sem conseguir vender o gás no mercado nacional.

    Ainda em 1995, o governo, faltando com o compromisso assinado com a categoria, levou os petroleiros à greve, com o firme propósito de fragilizar o sindicalismo brasileiro e a sua resistência às privatizações que pretendia fazer. Havia sido assinado um acordo de aumento de salário de 13%, que foi cancelado sob a alegação de que o presidente da Petrobras não o havia assinado. Mas o acordo foi assinado pelo então ministro das Minas e Energia, Delcídio Amaral, pelo representante do presidente da Petrobras e pelo ministro da Fazenda, Ciro Gomes.

    Além disso, o acordo foi assinado a partir de uma proposta apresentada pelo presidente da Petrobras. Enfim, foi deflagrada a greve, após muita provocação, inclusive do ministro do TST, Almir Pazzianoto, que disse que os petroleiros estavam sendo feitos de palhaços. FHC reprimiu a greve fortemente, com tropas do exército nas refinarias, para acirrar os ânimos. Mas deixou as distribuidoras multinacionais de gás e combustíveis sonegarem os produtos, pondo a culpa da escassez nos petroleiros. No fim, elas levaram 28% de aumento, enquanto os petroleiros perderam até o aumento de 13%, já pactuado e assinado.

    Durante a greve, uma viatura da Rede Globo de Televisão foi apreendida nas proximidades de uma refinaria, com explosivos, provavelmente pretendendo uma ação de sabotagem que objetivava incriminar os petroleiros. No balanço final da greve, que durou mais de 30 dias, o TST estabeleceu uma multa pesada que inviabilizou a luta dos sindicatos. Por ser o segundo maior e mais forte sindicato de trabalhadores brasileiros, esse desfecho arrasador inibiu todos os demais sindicatos do país a lutar por seus direitos. E muito menos por qualquer causa em defesa da Soberania Nacional. Era a estratégia de Fernando Henrique para obter caminho livre e sangrar gravemente o patrimônio brasileiro.

    1995 — O mesmo Fernando Henrique comandou o processo de mudança constitucional para efetivar cinco alterações profundas na Constituição Federal de 1988, na sua Ordem Econômica, incluindo a quebra do monopólio estatal do petróleo, por meio de pressões, liberação de emendas, barganhas e chantagens com os parlamentares.

    Manteve o presidente da Petrobras, Joel Rennó, que, no governo Itamar Franco, chegou a fazer carta ao Congresso Nacional defendendo a manutenção do monopólio estatal do petróleo, mas que, no governo FHC, passou a defensor empedernido da sua quebra.

    As cinco mudanças constitucionais promovidas por FHC:

    1. Mudou o conceito de empresa nacional. A Constituição de 1988 havia estabelecido uma distinção entre empresa brasileira de capital nacional e empresa brasileira de capital estrangeiro. As empresas de capital estrangeiro só poderiam explorar o subsolo brasileiro (minérios) com até 49% das ações das companhias mineradoras. A mudança enquadrou todas as empresas como brasileiras. A partir dessa mudança, as estrangeiras passaram a poder possuir 100% das ações. Ou seja, foi escancarado o subsolo brasileiro para as multinacionais, muito mais poderosas financeiramente do que as empresas nacionais.

    A Companhia Brasileira de Recursos Minerais havia estimado o patrimônio de minérios estratégicos brasileiros em US$13 trilhões. Apenas a companhia Vale do Rio Doce detinha direitos minerários de US$3 trilhões. FHC vendeu essa companhia por um valor inferior a um milésimo do valor real estimado.

    2. Quebrou o monopólio da navegação de cabotagem, permitindo que navios estrangeiros navegassem pelos rios brasileiros, transportando os minérios sem qualquer controle.

    3. Quebrou o monopólio das telecomunicações, para privatizar a Telebrás por um preço abaixo da metade do que havia gasto na sua melhoria nos últimos três anos, ao prepará-la para ser desnacionalizada. Recebeu pagamento em títulos podres e privatizou um sistema estratégico de transmissão de informações. Desmontou o Centro de Pesquisas da empresa e abortou vários projetos estratégicos em andamento, como capacitor ótico, fibra ótica e tevê digital.

    4. Quebrou o monopólio do gás canalizado e entregou a distribuição a empresas estrangeiras. Um exemplo é a estratégica Companhia de Gás de São Paulo, a Comgás, que foi vendida a preço vil para a British Gas e para a Shell. Não deixou a Petrobras participar do leilão por meio da sua empresa distribuidora. Mais tarde, abriu parte do gasoduto Bolívia-Brasil para essa empresa e para a Enron, com ambas pagando menos da metade da tarifa paga pela Petrobras, uma tarifa baseada na construção do Gasoduto, enquanto que as outras pagam uma tarifa baseada na taxa de ampliação.

    5. Quebrou o monopólio estatal do petróleo, por meio de uma emenda à Constituição de 1988, retirando o parágrafo primeiro, elaborado pelo diretor da Aepet, Guaracy Correa Porto, que estudava Direito e contou com a ajuda de seus professores na elaboração. O parágrafo extinto era uma salvaguarda que impedia que o governo cedesse o petróleo como garantia da dívida externa do Brasil. FHC substituiu esse parágrafo por outro, permitindo que as atividades de exploração, produção, transporte, refino e importação fossem feitas por empresas estatais ou privadas. Ou seja, o monopólio poderia ser executado por várias empresas, mormente pelo cartel internacional.

    1996 — Fernando Henrique enviou o projeto de lei que, sob as mesmas manobras citadas, se transformou na Lei 9.478/97.

    Esta Lei contém artigos conflitantes entre si e com a Constituição Brasileira. Os artigos 3º, 4º e 21º, seguindo a Constituição, estabelecem que as jazidas de petróleo e o produto da sua lavra, em todo o território nacional (parte terrestre e marítima, incluído o mar territorial de 200 milhas e a zona economicamente exclusiva) pertencem à União Federal. Ocorre que, pelo seu artigo 26º — fruto da atuação do lobby, sobre uma brecha deixada pelo projeto de lei de FHC — efetivou a quebra do monopólio, ferindo os artigos acima citados, além do artigo 177 da Constituição Federal que, embora alterada, manteve o monopólio da União sobre o petróleo. Esse artigo 26º confere a propriedade do petróleo a quem o produzir.
    “O petróleo agora é vosso.”

    1997 — Fernando Henrique criou a Agência Nacional do Petróleo e nomeou o genro, David Zylberstajn, que havia se notabilizado como Secretário de Minas e Energia do Estado de São Paulo, desnacionalizando várias empresas de energia por preços irrisórios, inclusive a Eletropaulo, vendida para a empresa americana AES que, para essa compra, lançou mão de um empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e não pagou.

    Cabe salientar que, dos recursos do BNDES, 50% são originários do FAT — Fundo de Amparo ao Trabalhador — e foram emprestados a empresas estrangeiras para comprar empresas nacionais, que demitiram, em média, 30% dos trabalhadores. Ou seja, o FAT foi usado para desempregar os trabalhadores.

    Zylberstajn, no ato de sua posse, com o auditório cheio de empresas estrangeiras ou de seus representantes, bradou: “O petróleo agora é vosso”.

    Empossado, iniciou os leilões de áreas, já com alguma pesquisa feita pela Petrobras, com tal avidez entreguista que os blocos licitados tinham áreas 220 vezes maiores do que a dos blocos licitados no Golfo do México.

    Zylberstajn, inicialmente, mandou que a Petrobras escolhesse 10% das áreas sedimentares, de possível ocorrência de hidrocarbonetos, nas 29 províncias onde ela já havia pesquisado, para continuar explorando por mais três anos, quando, se não achasse petróleo, teria que devolvê-las à ANP. Depois de 6 meses de exaustivos estudos, a Petrobras escolheu as áreas que queria.

    Surpreendentemente, Zylberstajn, aproveitando que a atenção do país estava voltada para a Copa do Mundo de futebol, em realização na França, retomou 30% dessas áreas que a Petrobras havia escolhido, sob rigorosos critérios técnicos, pelos seus especialistas. Assim, a Petrobras passou a ter direito de explorar apenas 7% do total das rochas sedimentares brasileiras. Esse prazo de três anos se mostrou inviável e foi estendido para cinco anos. Nós publicamos informativos mostrando que as multinacionais tinham oito anos de prazo contra os três da Petrobras.

    1998 — A Petrobras é impedida pelo governo FHC de obter empréstimos no exterior para tocar seus projetos — a juros de 6% a.a. —, e de emitir debêntures que visavam à obtenção de recursos para os seus investimentos.

    FHC cria o Repetro, por meio do Decreto 3.161/98, que libera as empresas estrangeiras do pagamento de impostos pelos seus produtos importados, mas sem, contudo, dar a contrapartida às empresas nacionais. Isto, somado à abertura do mercado nacional iniciada por Fernando Collor, liquidou as 5 mil empresas fornecedoras de equipamentos para a Petrobras, gerando brutais desemprego e perda de tecnologias para o País. Essas empresas haviam sido criadas por meio do repasse de tecnologia que a Petrobras gerava ou absorvia. A presença do fornecedor nacional facilitava em muito a operação da empresa.

    Ainda em 1998, seis empresas multinacionais (duas delas comandaram a privatização da YPF Argentina — Merryl Linch e Gaffney Cline) passaram a ocupar o 12º andar do prédio da Petrobras (Edise) para examinar minuciosamente todos os dados da Companhia, sob o argumento de que se tratava de uma avaliação dos dados técnicos e econômicos necessários à venda de ações da Empresa, em poder do governo.

    Durante dois anos, essas empresas receberam todas as informações que quiseram dos gerentes da Petrobras, inclusive as mais confidenciais e estratégicas, de todas as áreas. Reviraram as entranhas da Companhia, de uma forma jamais realizada em qualquer empresa que aliene suas ações.

    1999 — Muda-se o estatuto da Petrobras com três finalidades:

    1 – permitir que estrangeiros possam ser presidentes da empresa (Philippe Reichstul);

    2 – permitir a venda de ações para estrangeiros;

    3 – retirar os diretores da empresa do Conselho de Administração, colocando em seu lugar representantes do Sistema Financeiro Internacional, como Jorge Gerdau Johannpeter (comandante do lobby para a quebra do monopólio), Roberto Heiss, Paulo Haddad e outros;

    Reichstul inicia o mandato cancelando atabalhoadamente (propositalmente?) o contrato da empresa Marítima — fornecimento de seis plataformas para perfuração exploratória — um mês antes dela incorrer numa grave inadimplência. O cancelamento salvou a Marítima de pesadas multas e ainda deu a ela argumentos para processar a Petrobras, pedindo R$2 bilhões de indenização pelo incrível cancelamento. Ganhou em primeira instância.

    Reichstul viaja aos EUA com o ex-jogador Pelé e, juntos, fazem propaganda do lançamento e venda de ações da Petrobras em Wall Street; o governo vende, então, 20% do capital total da Petrobras, que estavam em seu poder. Posteriormente, mais 16% foram vendidos pelo irrisório valor total de US$5 bilhões.

    Como a “Ação Direta de Inconstitucionalidade” da Aepet contra o artigo 26, já mencionado, assinada pelo governador Roberto Requião (Paraná), foi derrubada, e a Petrobras é dona das reservas, em detrimento da União, esses acionistas incorporaram ao seu patrimônio um acervo de 10 bilhões de barris — 36% de 30 bilhões de barris nas mãos da Petrobras (incluindo 16 bilhões do pré-sal, já cubados) — os quais, pela Constituição pertencem à União.

    Como, agora, estamos no limiar do pico de produção mundial, o barril de petróleo, em queda temporária, vai ultrapassar os US$100, esse patrimônio transferido, gratuitamente, valerá mais de US$1 trilhão. Considerando que já existiam no mercado cerca de 20% das ações em mãos de testas de ferro, o governo, hoje, detém 54% das ações com direito a voto, mas apenas 40% do capital total da Petrobras (antes das mudanças, o governo detinha 87% do capital total da Companhia).

    O poder dos novos e felizardos acionistas de Wall Street os levam a exigir da Petrobras a quitação dos débitos que a Companhia tem com o Fundo de Pensão (Petros), de preferência pelo menor preço possível. Reichstul usa R$8 bilhões em títulos de longuíssimo prazo do governo (NTN tipo B, recebidos na privatização das subsidiárias da Companhia — prazos de 23 e 32 anos) e quita a dívida, financeiramente, mas não atuarialmente, pelo valor de face dos títulos. A Petrobras contabiliza a saída dos títulos por R$1,8 bilhão e o Fundo de Pensão os recebe por R$8 bilhões.

    Reichstul dobra o salário dos gerentes da Petrobras, amplia o número deles, e lhes dá poderes ilimitados para contratar empresas e pessoas. Ganha com isso o apoio para fazer todas as falcatruas que planejava. Desmonta a competente equipe de planejamento da Petrobras e contrata, sem concorrência, a Arthur De Little, empresa americana, presidida pelo seu amigo Paulo Absten, para comandar o planejamento estratégico da Companhia.

    Isto resulta numa série de desastres consecutivos. Entre eles, a compra de ativos obsoletos na Argentina, na Bolívia e em outros países. Os gerentes — cooptados — se fartam de contratar empresas e pessoas, sem controle. A terceirização atinge o estrondoso absurdo de 120 mil contratados, com nepotismo e corrupção, enquanto os empregados efetivos caem de 60 mil para cerca de 30 mil, seguindo a estratégia aplicada na Argentina, de enxugar para desnacionalizar. Abre-se acesso às entranhas da empresa para pessoas alocadas por empreiteiras e concorrentes estrangeiras.

    Reichstul tenta mudar o nome da empresa para Petrobrax, para facilitar a pronúncia dos futuros compradores estrangeiros. Causa uma reação de indignação nacional e recua. Mas segue a sua meta desnacionalizante e divide a empresa em 40 unidades de negócio, seguindo a proposta do Credit Suisse First Boston, apresentada ao Governo Collor, para a desnacionalização da Companhia. Pulveriza as equipes técnicas, desmantelando a tecnologia da empresa e preparando para, por meio do artigo 64 da Lei 9.478/97, transformar cada unidade de negócio em subsidiária e privatizá-las, como iniciou fazendo com a Refinaria do Rio Grande do Sul, a Refap.

    Essa privatização foi feita pela troca de ativos com a Repsol Argentina (pertencente ao Banco Santander, braço do Royal Scotland Bank Co.), onde a Petrobras deu ativos no valor de US$500 milhões — que avaliamos em US$2 bilhões — e recebeu ativos no valor de US$500 milhões, os quais, dois dias depois, com a crise da Argentina, passaram a valer US$170 milhões.

    A avaliação dos ativos foi feita pelo Banco Morgan Stanley, do qual Francisco Gros era diretor, acumulando, desde o início da gestão Reichstul, o cargo de membro do Conselho de Administração da Petrobras. Gros, segundo sua biografia publicada pela Fundação Getulio Vargas, veio para o Brasil, como diretor do Morgan Stanley, para assessorar as multinacionais no processo de privatização. Por meio de sindicalistas do Rio Grande do Sul, entramos com uma ação judicial na qual ganhamos a liminar, cassada, mas que interrompeu esse processo de desnacionalização.

    A gestão Reichstul levou a empresa a um nível de acidentes sem precedentes na sua história: 62 acidentes graves — em dois anos — contra a série histórica de 17 acidentes em 23 anos (1975 a 1998), segundo relatório publicado pelo Conselho Regional de Engenharia do Estado do Paraná.

    Nós pedimos investigação de sabotagem aos vários órgãos de segurança: Polícia Federal, Marinha, Procuradoria Federal. Não investigaram, mas os acidentes cessaram.

    2001 — Reichstul, desgastado, dá lugar a Francisco Gros, que, ao assumir a presidência da Petrobras, num discurso em Houston, EUA, declara que, na sua gestão, “a Petrobras passará de estatal para empresa privada, totalmente desnacionalizada”.

    Gros compra 51% da Pecom Argentina, por US$1,1 bilhão, embora a dita empresa tenha declarado, publicamente, um déficit de US$1,5 bilhão; cria um sistema para mascarar acidentes, nos quais os acidentados não os possam reportar; tenta implantar um plano de Benefício Definido no fundo de pensão — Petros.

    Faz, ainda, um contrato de construção de duas plataformas com a Halliburton, com uma negociação obscura, sem concorrentes, que resulta, além de um emprego maciço de mão de obra estrangeira, em dois atrasos superiores a um ano e meio. Esses atrasos fizeram com que, pela primeira vez na história da empresa, houvesse uma queda de produção, fato ocorrido em novembro de 2004. Apesar desses atrasos, a Halliburton não pagou multa e ainda ganhou cerca de US$500 milhões adicionais da Petrobras, em tribunal americano.

    Com a eleição de Lula para a Presidência da República, antes da sua posse, houve uma renegociação em massa dos contratos de serviço em andamento, com novos prazos, superiores a quatro anos, de forma a criar uma blindagem ao novo governo, impedindo as reanálises, renegociações ou revogações dos contratos feitos sem concorrência, incluindo empresas ligadas aos amigos de alguns gerentes do governo FHC.”

    Fernando Siqueira, presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras em 26/5/2009.ura se informar para não passar vergonha

  • anonimo

    Falar em aumento do salário mínimo Jorge Henrique, cadê o aumento do servidor municipal é agora a partir do dia 1º.

  • georgina do inss

    Esse temer só tira fotos como vice presidente. Na verdade, ele nem chega na republica pois lá quem manda depois da Dima é o mercadante

  • ORLANDO MATHEUS

    CHEGA DE PT AMIGO ; O PAÍS JA TA UMA MERDA PURA !!! BASTA , NA PROXIMA ESTA LAIA VAI PROS QUINTOS DA LAVADEIRA !!!

  • Cadete

    Amigos este Texto Carta, escrita pelo Presidente da Associasção dos Engenheiros da Petrobras,Fernando Siqueira eu coloquei no Blog, para que os que lerem possam ver que tipo de Presidente foi FHC(amaior doença do país como governante) e a mídia esconde. Nada do que esta acontecendo hoje chega perto do que esse Homem fez contra as Empresas Brasileiras, através de suas Corrupções e Privatizações. E era isso que iria continuar a fazer caso Aécio ganhasse a Eleição,mas graças a Deus isso não aconteceu.
    Lendo esta carta voc~es poderam ver quem afundou na realidade o Brasil com sua Privatizações,principalmente com a VALE DO RIO DOCE vendida a preço de babana e que hohe é uma das Empresas mais ricas do mundo. O Dinheiro onde esta?Gostaria que os SRs.Alkimim, Serra, Aécio, FHC, Aloysio,Paulo Roberto Costa,Beto Richa, Pedro Barusco,Venina,Rodrigues Rolemberg, Reinaldo Azambuja,Youssef,Alvaro Dias etc…,nos informa-se onde foi aplicado:na Saúde,na Educação,na Agricultura,etc….
    Agora eu pergunto onde estão os CORRUPTOS,nos dois Partidos pode ser, mas começou com o PSDB, que esconde tudo debaixo do tapete com a ajuda da Glodo, Veja,Istoé e outras mais o que esse partido quer principalmenmte depois do Pré-Sal e colocar tudo isso nas mãos dos Capitalistas Estrangeiros e dos EUA, que já se considerá dona da Amazônia
    Partido Politico no Brasil só tem Dois,pois os outros são Maria vai com as Outras ,pois não tem Politicos com ideologia e coragem para se lançarem a cargos Executivos mais elevados (Estadual e Federal)principalmente no Estado de São Paulo. E aí na campanha vem Aécio,Aloysio e Serra que se precisa no Brasil haver alternancia nos poderes, e eu pergunto,quantos anos faz que o PSDB esta no Poder no Estado de São Paulo?

    • anônimo

      Parabéns Cadete… Esse texto reflete perfeitamente os fatos daquela época e da vida que vivíamos com esse povo no poder… Infelizmente a maioria aqui tem opiniões baseadas em manchetes de jornal… Cultura rasa do analfabeto funcional… Por isso o perspicaz Cardosinho coloca textos pequenos e didáticos pq sabe dessa dificuldade. Parabéns.

  • ZÉ JACARÉ

    FICARIA MAIS ANIMADO AQUI EM JALES SE OS PETISTAS CHAPA QUENTE CONSEGUISSEM TRAZER A VICE DAMA TAMBÉM NA ÉPOCA DA CAMPANHA

  • anonimo

    Chupa Orlando Matheus.

  • Cesar Ricardo Fioretto

    A SITUAÇÃO DO PAIS ESTA OTIMA, PARA OS CORRELIGIONARIOS DO PT (ESSES CORRUPTOS,LADROES, E PREGUIÇOSOS DE PLANTÃO).

  • Cesar Ricardo Fioretto

    PARA O ELEITOR DA DILMA:
    VOCES SO VAO ACORDAR QUANDO ELA JA TIVER DESVIADO O DINHEIRO DE QUEM TRABALHA DE VERDADE, PARA CUBA, VENEZUELA, URUGUAI E AFINS….

  • Cadete

    ORLANDO MATHEUS –Idiota e sua pessoa, seu Burro Ignorante eu jamais falei que esta CARTA TEXTO, foi escrita por mim e seu Mentecápito também não foi cópiada no Google e sim foi lida por mim e cópiada do Facebook,para quem quiser ler e ver que tipo de Homem foi o Presidente FHC, o Principal Lider dos Corruptos da Petrobras e também o maior Privatizador das Riquezas Brasileira.
    Por sinal quem é você,do que vive,qual seu Trabalho,qual seu nível de estudo,enfim qual a sua qualificação? Para me chamares de idiota.Quanto a merda que você falou deve ser o teu cheiro ou do local em que vives.
    E não me vem outa vez falar em combate ao alcoolismo outra vez pois só isso tu fizeste na vida com a ajuda da sociedade, inclusive minha.
    Por Favor Imbécil,Despreparado Mentalmente,Escória,Mentecápito seu Insiguinificante animal irracional ninguém mandou tu ler o que escrevo no Blog.Esqueça-me e aprenda a perder.

  • ZOIUDO

    CESAR RICARDO FIORETO tu não tem outros argumentos mais inteligentes a não ser chamar os correligionários do PT de corrupto,ladrão e preguisoço ou em Cuba,Venezuela e Uruguai.
    Pense um pouco e tenta escrever suas(PSDB), ideológias politicas: na politica,Educação,Saúde,Agricultura,em Déficit Público,em Divida Interna, Divida Externa,em politica externa, que são assuntos pertinentes a que tem Ideológia Politica Partidária e não quem é só Politico(puxa saco do PSDB e tem ódio do PT, pois no Brasil meu amigo não existe Partido Politico com ideológia, mas sim com interesse no $$E$$$$$$$$$$$$

  • Cesar Ricardo Fioretto

    Zoiudo, independentemente de partido politico, o país esta uma merda, e vai ficar pior. Os ministros deveriam ser funcionários de carreira (que dominam os assuntos da pasta que vão gerenciar), e não para atender a “favores politicos”. Não adianta falar em educação (no discurso de posse, se não temos sequer saúde, ou melhor, uma politica de saude publica – exemplo disso temos aqui na cidade de Jales: o UPA,a Santa Casa, etc…). Afinal de contas, quando precisam, Dilma, Lula, Sarney, José Genoino e outros, são assistidos no Sirio Libanes (São Paulo), portanto a saúde pública está ótima.

  • caio pinto

    EU ACREDITO QUE ALGUEM DA FAMILIA , SE TIVER, DEVE INTERNAR ESSE SR. ORLANDO MATHEIS URGENTEMENTE. O GARDENAL NAO ESTA FAZENDO MAIS EFEITO NELE.

  • ZOIUDO

    Cesar Ricardo Fioreto você tento,tentou,tentou re não explicou nada, como era de se esperar o UPA é uma unidade de Pronto Atendimento de Saúde,cuja a responsabilidade é da Prefeitura de Jales com outros Municipios Usuários,formando-se assim o CONSIRJ cuja Presidenta é nossa Prefeita Nice,tendo também um Gestor indicado pelo Presidente e os númerários(dinheiro),vem praticamente desses Municipios que fazem parte do CONSIRJ,como também pode vim do Estado de São Paulo através da ajuda de Dep, e principalmente do Governador que é do PSDM . A Santa Casa Sim através de Emendas Parlamentares deve receber os numerários(dinheiro) através do Governo Estadual e Federal,mas principalmente o Gov. federal aumentar em % os repasse sobre os atendimento através do INSS,para a Santa Casa que Hoje é uma das melhores da região, recebendo também a ajuda da populaçao.
    Por último eu nunca ouvi ou ví falar que para ser ministro tem ou que precisa pertencer ou ser funcionáreio de cargo de carreira(precisa é ser um politico competente moralmente). Um exemplo não gostei dele como Prefeito muinto menos como Governador, mas José Serra na minha opinião foi um dos melhores Ministro sa Saúde do Brasil.
    Cesar volto a falar eu falei em Ideologia politica Partidária e não Partido Politico.que no Brasil só estão interessados em $$$$$$$$$$$$$$$.Boa Tarde

  • anonimo

    Essa vc gostou né Orlando o que o Cadete escreveu.

  • Cesar Ricardo Fioretto

    Voce é um sabe tudo mesmo, parabéns.
    Deve ser dos amigos do Martini, que se acham os donos da verdade, e tentam incutir nas pessoas um falso moralismo.
    Vai lá puxar o saco do Parini, que deu inicio a derrocada de Jales, e pedir um cargo para a Nice, que está jogando a ultima pá na sepultura.

  • ZOIUDO

    CESAR RICARDO FIORETO, quando não se tem inteligência,postura,argumentos e educação para se discutir politica,o individuo faz o que você fez perde o controle emocioal ,pois Educação já vi que você não tem e nunca teve.
    Conheço mais ou menos o Martini que por sinal deve ter sim. mais Inteligêcnia,mais Educação,mais Respeito,mais Estudo,mais conhecimento Politico e mais Estudo e Formação que você.
    Quanto ao Parini conheço mas nunca falei com o mesmo,que também tem mais QI que sua pessoa e cargo não preciso,pois o meu é muito Bom e conquistado através de Conmcurso.
    Para mim meu amigo esta faltando alguns alquires em você,começa discutir Melância e acaba falando Abobrinha ou sejas és um Burro ou Analfabeto Politico,Tchau babaca. Vai se informar para não falar tantas besteira.

  • cesar r. fioretto

    Já que pensa assim, vai tomar no c…

  • ZOIUDO

    CESAR R FIORETO, esta vendo como não tem Educação,Respeito,Inteligência,Formação,Controle Emocional,Argumento,Postura,Moral,Opinião,Q.I.,etc…Sabes por que?, por que tu és um Babaca,Ignorante,um Boçal,um Burro,um Mentecapito,um Imbécil,um Louco,um Desqualificado,um Animal Irracional, pois só irracional falam ou argumento em um Blog, lido por milhares de pessoas dessa maneira,tú não não deve ter nem o Primário, além de Analfabeto Politico e Analfabeto em Educação Primária,seu Babaca ,Cobra Rastejante, Escória da socidade Jalesense.Preste atenção numa coisa esta resposta deverias dar a sua mãe,esposa,filhas,irmãs ou tias.
    Gostaria de pedir aos leitores deste Blog a resposta desse infeliz:CESAR R FIORETO e coinseguentemente a minha, mas as minhas são verdadeiras.

    • ORLANDO MATHEUS

      LIGA NAUM CESAR ESTE ZOIUDO É UM CARA DO MAL , SÓ TEM COISAS PODRES DENTRO DELE , A ALMA DELE E CHEIA DE FEDENTINA DAS BRAVAS , VIU QUANTOS AXINCALHES ELE TE FEZ ??? É UMA COBRA MAL MATADA RASTEJANTE !!!

  • Cesar Ricardo Fioretto

    Agora está mostrando sua verdadeira face (igualzinho ao PT). Voce é um concursado de merda, que mama nas tetas desse governo, que no passado aquilo que dizia que não se devia fazer, hoje faz pior. Não sou jalesense,não vivo de aparencias, e ganho meu dinheiro honestamente (nao dependo de “favores politicos”, e nem de puxar saco de incompetentes). Tenho educação comquemmerece. E volta para a escola, e aprenda a escrever melhor.
    Se alguem tem de apresentar propostas é o seu PTzinho de bosta.

  • ZOIUDO

    Sua besta você é de jales e um grande analfabeto,não tenho partido mas se tivesse você não teria nada com isso cuida da tua vidinha miserável,.Merda é o cheiro que você e tua Família tem.
    Imbécil leia o que você escreveu e vê o tamanho da tua Educação seu Animal Irracional. Você vive de emprego através de puxar o saco de politicos sim seu babaca e meu Concurso é Federal mas mesmo que não fosse qual o problema.
    Falaste em merda pois deve ter nascido dentro de um curral.
    Imbécil veja acima para onde você me mandou sua escória e ao não saber escrever olha o que escreves-te (comquemmerece),isso imbécil é normal.
    AGUENTA QUE EM 2018 LULA VEM AI,SEU BABACA.

  • ORLANDO MATHEUS

    ESTE BLOG AQUI SÓ TEM UNS CARAS EDUCADOS E FINOS FICO PASMO DIANTE DE TANTA SOBRIEDADE E CAPACIDADE INTELECTUAL , O CARDOSINHO DONO DO BLOG DEVE ESTAR FELIZ COM AS POSTAGENS AQUI , NINGUEM XINGA NEM OFENDE , SE DISCUTE IDEIAS , CARACAS !!!

  • ZOIUDO

    ORLANDO você conseguiu fugir do Manicômio? Eu trato as pessoas da mesma maneira que sou trato, mas você não conta pois é um Mentecápito Retardado que não deve ter tomado os seus Remédio hoje.Vai Trabalhar quem sabe você se cura.

  • ESKA RADO

    ESSE ORLANDO DEVE TA TOMANDO GARDENAL VENCIDO DILUIDO EM GASOLINA

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