BOLSONARO LEVA ATAQUES À ONU E GERA REAÇÕES DE ESPANTO NO BRASIL E NO MUNDO

A análise é do UOL

Apesar da expectativa de que aproveitasse a ocasião para desfazer a imagem de “radical”, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU para atacar a mídia — a quem acusou de sensacionalismo sobre a Amazônia, além de criticar a França e o socialismo.

A fala foi recebida com choque por diplomatas e funcionários da ONU, relatou o blogueiro do UOL em Genebra, Jamil Chade. “Bolsonaro perdeu a oportunidade de ser respeitado”, disseram membros da comunidade internacional.

O presidente dos EUA, Donald Trump, que também fez discurso nacionalista, cumprimentou o colega brasileiro. Mas Emmanuel Macron, da França, usou o discurso para sugerir boicote a países que não cumprem com compromissos ambientais — em uma indireta ao Brasil.

Por aqui, a oposição, incluindo o deputado Alexandre Frota (PSDB), classificou o discurso de Bolsonaro de “vexame”. Aliados defenderam e chamaram o presidente de “corajoso”.

Entre empresários brasileiros, o tom adotado pelo presidente da República foi considerado “desnecessário“, em um contexto de recuperação econômica em marcha lenta.

3 comentários

  • Geromão

    Nosso Presidente esta Corretíssimo!

  • Thiago

    Alexandre Frota e blogueiros de esquerda não gostaram do discurso ?, sabe o que isso significa ?, que o discurso foi ótimo

  • O mundo conheceu o Bolsonaro

    Antes da eleição, pouco conheciam o Bolsonaro. Depois de eleito, fomos conhecer o presidente. Na queimada da Amazônia, alguns países e presidentes conheceram o Bolso. Na ONU, o mundo o conheceu.
    Gostem ou não, ele é assim! Encrenqueiro, vê inimigo onde não tem, briguento, marrento, etc. Ele não tem papas na língua. Fala de acordo com sua formação militar.
    Quando todos os presidentes achavam que ele iria fazer um discurso neutro como todos faziam, antigamente. Ele criticou os países e presidentes que pensam que são os donos da floresta. Ele teve coragem. Mas não precisava falar nesse tom.
    Não acho que ele foi radical e nem foi vexame. Ele pensava estar num palanque eleitoral. Seu trágico discurso não refletiu em nada os interesses nacionais, mas tão somente suas próprias convicções políticas. Seus ataques à mídia, à Venezuela e a Cuba representaram parte de seus eleitores.

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