16 comentários

  • Moro versus Lula

    Atualmente temos uma guerra de dois partidos. O primeiro partido — dos procuradores, chefiado por Moro — criou a Operação Lava Jato que prestou serviços valiosos à nação, expondo máfias políticas e empresariais dedicadas à roubalheira sistemática de recursos públicos. Mas, agora sabemos, desviou-se pelos atalhos do arbítrio.
    Não há inimigo mais letal do combate à corrupção do que juízes e procuradores dispostos a flexibilizar a lei em nome da causa.
    Os vazamentos publicados pelo The Intercept Brasil confirmam, com razoável certeza, que Moro sequestrou a toga para chefiar o Partido dos Procuradores.
    Temos o segundo partido, o PT, que é chefiado por Lula e foi considerado como uma quadrilha. Luta para tirar Lula da cadeia e tem a sua disposição grupos de esquerdas como o MST, CUT, UNE, etc que saem frequentemente as ruas para defender seu líder e ídolo Lula. Tem um grupo de hackers e de advogados, em conjunto, que trabalham para o partido combater aqueles “inimigos do partido”.
    O PT luta para tirar o cargo de ministro de Moro mas certamente tem um adversário politico ferrenho, o presidente Bolsonaro que dificilmente vai tira-lo do cargo. Ele quer a continuidade da Lava Jato!
    Quem vencerá?

  • Enfermeiro cubano

    MORO O PSICOPATA

    Mensagens de Moro a Gebran e Hardt podem ser tiro fatal”Quem conhece bem as entranhas da Lava Jato diz que o maior perigo que corre o ex-juiz Sérgio Moro é o de ter reveladas as mensagens que trocou com a juíza federal Gabriela Hardt e com o desembargador João Pedro Gebran Neto”, escreveu o jornalista Ricardo Noblat
    O maior perigo para o ministro Sérgio Moro, principal alvo dos vazamentos do site The Intercept, são suas conversas com a juíza federal Gabriela Hardt e com o desembargador João Pedro Gebran Neto. O alarme é feito pelo jornalista Ricardo Noblat em coluna publicada nesta sexta-feira 14.
    “Quem conhece bem as entranhas da Lava Jato diz que o maior perigo que corre o ex-juiz Sérgio Moro é o de ter reveladas as mensagens que trocou com a juíza federal Gabriela Hardt e com o desembargador João Pedro Gebran Neto”, escreveu o colunista.
    Gebran é amigo pessoal de Moro e desembargador no TRF-4, tribunal que confirmou a condenação de Lula no caso do triplex com votos idênticos entre os ministros, elevando a pena de 9 para 12 anos, o que o levaria para a prisão. Ele também foi relator do processo na segunda instância.Continua depois da publicidade
    Gabriela Hardt foi juíza substituta de Moro na Lava Jato e sempre se mostrou muito afinada com o então juiz, chegando a copiar a sentença do triplex para o processo do sítio de Atibaia.
    O comportamento seletivo e punitivista de Moro não era novidade, mas uma questão intrigante é de fato sua relação com o órgão de Porto Alegre, que não repreendeu seu olhar parcial no caso de Lula.

  • Mestico da Silva

    Quem dizia que não tinha bandido de estimação agora escreve texto esdrúxulo para defender criminoso

  • Eurico

    MAIS CAGADAS NO GOVERNO DO MILICIANO BOLSONARO.

    Dimenstein: demissão de Levy revela distúrbio mental de Bolsonaro. Saída de Joaquim Levy da presidência do BNDES é mais uma crise do governo Bolsonaro
    A saída de Joaquim Levy da presidência do BNDES é apenas mais um sinal do desequilíbrio emocional de Jair Bolsonaro.
    Levy foi humilhado publicamente por Bolsonaro –não tinha como ficar no cargo.

    O problema?
    Levy colocou num cargo do BNDES alguém que já trabalhou na gestão do PT, mas sabidamente competente.
    O próprio Levy é considerado um ótimo economista, com uma visão liberal – aquela mesma defendida da boca para fora por Bolsonaro.
    Mas para Bolsonaro, sempre cercado de teorias conspiratórias e vendo inimigos de todos os lados, Levy era um traidor.
    Não é a primeira vez que Bolsonaro revela sinais de paranoia, estimulada por assessores e pelo filho Carlos.
    Foi assim que caiu Gustavo Bebianno e Santos Cruz.
    Essa realidade paralela em que vive Bolsonaro ajuda a explicar a sucessão de crises desnecessárias provocadas pelo governo.

  • Enfermeiro cubano

    MAIS UMA MENTIRA SOBRE A QUADRILHA DE MORO. E MAIS UMA VERDADE DE LULA.

    Procurador da Lava Jato admite que delação de Palocci era um blefe.
    Um dos principais procuradores da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima (o outro é Deltan Dallagnol), agora admite: a delação premiada de Antônio Palocci, que a mídia conservadora qualificou como “delação do fim do mundo”, que seria capaz de “destruir o PT”, era um blefe; “Está mais para o acordo do fim da picada”, afirmou; ele reconhece que há uma guerra entre o Ministério Público e a Polícia Federal pelo controle da Lava Jato
    Um dos principais procuradores da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima (o outro é Deltan Dallagnol), agora admite: a delação premiada de Antônio Palocci, que a mídia conservadora qualificou como “delação do fim do mundo”, que seria capaz de “destruir o PT”, era um blefe. Na entrevista, concedida à Folha de S.Paulo, ele reconhece que há uma guerra entre o Ministério Público e a Polícia Federal pelo controle da Lava Jato.
    A delação de Palocci foi fechada pela PF depois da recusa do Ministério Público. Santos Lima relatou: “Demoramos meses negociando. Não tinha provas suficientes. Não tinha bons caminhos investigativos. Fora isso, qual era a expectativa? De algo, como diz a mídia, do fim do mundo. Está mais para o acordo do fim da picada. Essas expectativas não vão se revelar verdadeiras. O instituto é o problema? Eu acho que a PF fez esse acordo para provar que tinha poder de fazer”.
    Ele reconheceu que o caso Palocci foi uma “queda de braço” entre as equipes da PF e do MP e atacou a Polícia Federal: “(…) a porta da frente dos acordos sempre será o Ministério Público. A porta dos fundos é da PF. As pessoas irão à PF se não tiverem acordo conosco.” A declaração revela o estado de balbúrdia institucional da Lava Jato.
    Na mesma entrevista, ele admitiu também que as delações de Delcídio do Amaral, decisiva para a campanha de ódio ao PT, e de Sérgio Machado, tinham graves defeitos: “Quando você faz com excesso de rapidez, corre o risco de fazer colaborações mal feitas. Delcídio, na minha opinião, quase nem se autoincrimina. A primeira coisa é o colaborador falar os crimes que cometeu. (…) No caso do Sérgio Machado, no final das contas, o principal sequer foi denunciado. Aquelas conversas supostamente com membros do Congresso e ex-parlamentares, que geraram até pedido de prisão no Supremo, sequer movimentaram uma denúncia. Aquela gravação era um bom início de negociação, mas não era um fim em si mesma. A gente tem que tomar muito cuidado com excesso de vontade de conseguir certos documentos, provas, gravações”.

  • Enfermeiro cubano

    “O general da reserva Fernando Azevedo e Silva, assessor do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, aconselhou o ministro a defender publicamente a Corte dos ataques do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). No último domingo, foi divulgado um vídeo em que o parlamentar cogita fechar o STF. Primeiro, Toffoli preferiu ficar em silêncio. Veio do militar o conselho para o ministro soltar uma nota de repúdio às declarações. Na segunda-feira, o ministro acabou seguindo a sugestão”.
    Esse é o primeiro parágrafo de uma matéria da Época publicada no site da revista nesta quinta-feira (25).
    Até a imprensa não consegue esconder que o general está lá para dar ordens ao presidente do STF. Na mesma matéria a revista alega que o general estaria lá para dar conselhos de políticas de segurança, mas na prática tem feito a ponte entre o Alto Comando do Exército e o STF. Fica claro que o poder judiciário está completamente refém dos militares. Toffoli não faz nenhum pronunciamento sem o aval de Azevedo e Silva e se absteve quando o recém eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte, o general Girão Monteiro (PSL), fez um vídeo dizendo que vários ministros do STF deveriam estar presos. Girão foi colega de Fernando Azevedo na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). Toffoli também não se posicionou sobre a declaração do coronel da reserva, Carlos Alves, que xingou de diversas maneiras possíveis a presidenta do TSE, Rosa Weber. O ministro de coleira só virá a público quando os generais derem as ordens, a farda vale mais que a toga.
    Para o cidadão que está confuso em meio ao vendaval vale o questionamento: como seria a reação do judiciário se esses ataques verbais e ameaças viessem dos parlamentares de esquerda?. A esquerda está calada, e por mais que esteja sendo violentada pelas instituições burguesas, não as denuncia, mantendo a farsa teatral chamada democracia brasileira. Para a esquerda a burguesia só guarda truculência, caça e calunia.
    É preciso resistir nas ruas a esta injustiça.

    https://www.causaoperaria.org.br/wp-content/uploads/2018/10/tofoli-1024×576-1024×585.jpg

  • Enfermeiro cubano

    GENERAL BERROU E TOFFOLI CAGOU NAS CALÇAS DE MEDO.

    APÓS BERRO DE HELENO, TOFFOLI TIRA SEGUNDA INSTÂNCIA DA PAUTA DO STF.; ***A decisão foi tomada um dia depois de o general Heleno ter defendido prisão perpétua para o ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político desde 7 de abril do ano passado. A condenação de Lula se tornou ainda mais absurda depois da comprovação de que seu processo foi fraudado pelo ex-juiz Sergio Moro e pelos procuradores da Lava Jato. Toffoli, no entanto, decidiu implantar a ‘assessoria’ de generais no STF.
    “O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, divulgou neste sábado (15) a pauta de julgamentos do plenário da Corte até novembro, sem previsão para as ações que tratam sobre a prisão em segunda instância. Conforme antecipou o Valor, após apuração com fontes próximas a Toffoli, o ministro avaliou que há questões de segurança envolvidas na inclusão desses processos em pauta, dado o momento político delicado do país – principalmente após as revelações do site ‘The Intercept Brasil'”, informa o jornal Valor Econômico.
    A decisão foi tomada um dia depois de o general Heleno ter defendido prisão perpétua para o ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político desde 7 de abril do ano passado. A condenação de Lula se tornou ainda mais absurda depois da comprovação de que seu processo foi fraudado pelo ex-juiz Sergio Moro e pelos procuradores da Lava Jato. Toffoli, no entanto, decidiu implantar a ‘assessoria’ de generais no STF.

  • Enfermeiro cubano

    A VOCÊ DA DIREITA BURRA E ORDINÁRIA:*****Você que votou em Bolsonaro a pior coisa na sua vida você fez. Estamos realmente em uma ditadura militar, e o pior os militares apoiando a maior organização criminosa no país, eles não somente apoia e sim faz parte dessa quadrilha que o Brasil elegeu, agora é esperar por muito derramamento de sangue no Brasil. O povo brasileiro não vai mais aceitar a opressão por parte dos militares e o governo, até muitos que estão do lado deles não vai aceitar. O que vai acontecer no Brasil o que acontece em alguns países guerras entre eles mesmo pela sobrevivência, e com certeza você vai fazer parte dela ou de lado ou de outro, quem tem condições vão embora pra outros países e os que ficam se ferrou.

  • O mundo da Voltas

    BLOGUEIRO ESSA CHARGE CAIU DO CÉU, MAS VEJA A DE BAIXO SE NÃO É MELHOR AINDA…É LOKA…

    épico a Charge: Lula prendendo Juiz Ladrão, Este meme é foda.. Se perguntarem sobre o Sergio Malandro, qual deles é kkkkkkk

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2296779473702128&set=a.708076309239127&type=3&theater

  • O jornalista Glenn Greeenwald é gay

    O jornalista Glenn Greeenwald, fundador do site The Intercept Brasil, é casado com o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) quem fez a divulgação ou armação de mensagens entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato.
    Certamente que isso prova que as denuncias foram feitas pela a esquerda ou melhor, o PT. O deputado do PSOL é quem fez as gravações. Para que? kkkkkk
    Certamente Gilmar Mendes precisava de um fato novo para soltar Lula. O pedido de soltar Lula já está na mesa dele.
    Agora sai!
    kkkkkkkkk

  • Tiririca

    Em editoriais, “Folha” e “Estadão” retiram apoio a Moro e pedem sua renúncia imediata.
    Se Sergio Moro continuar a dizer que é normal o que evidentemente não é, sua permanência no governo vai se tornar insustentável
    Defensores desde a primeira hora da Operação Lava Jato – inclusive de muitas de suas irregularidades –, os jornais Folha de S. Paulo (Folha) e Estado de S.Paulo (Estadão) decidiram abandonar o ex-juiz Sérgio Moro, em seus editoriais publicados nesta terça-feira (11). Os dois veículos criticam o atual ministro da Justiça e pedem sua renúncia do cargo, após a divulgação de conversas que mostram ações em conluio de Moro com procuradores da Lava Jato, em especial no processo que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão e o retirou da disputa das eleições presidenciais do ano passado.
    O Estadão lembra que, por muito menos, outros ministros já foram demitidos. “Se Sergio Moro continuar a dizer que é normal o que evidentemente não é, sua permanência no governo vai se tornar insustentável. Fariam bem o ministro e os procuradores envolvidos nesse escândalo, o primeiro, se renunciasse e, os outros, se se afastassem da força-tarefa, até que tudo se elucidasse”, diz o editorial.
    O jornal ainda aponta que os efeitos políticos da divulgação dessas conversas serão graves e que as respostas dadas, tanto por Moro quanto pelo Ministério Público Federal (MPF), fortalecem a veracidade do material divulgado. Eles ainda criticam a forma com que a Lava Jato lida com as críticas, ao sempre atribuí-las a “alguma iniciativa mal-intencionada para minar a luta contra a corrupção”.
    “Tanto o ministro Moro como os procuradores da Lava Jato não enxergam em sua relação bastante amistosa e às vezes colaborativa algo que fere um dos princípios mais comezinhos do Estado de Direito, aquele que presume simetria entre acusação e defesa no tribunal”, acrescenta o Estado.

    Já a Folha afirma que não se surpreende com a revelação feita pelo The Intercept Brasil e chama a relação do magistrado com os procuradores de “promíscua”. “Com alguma frequência, foi flagrada também a praticar heterodoxias processuais e a patrocinar invectivas que ameaçam direitos fundamentais de quem é perseguido por um braço do Estado (…) Não é forçando limites da lei que se debela a corrupção. Quando o devido processo não é estritamente seguido, só a delinquência vence”, afirma o jornal.
    Em quatro reportagens publicadas no domingo (9), o Intercept Brasil aponta diversas irregularidades, como a adoção de estratégias, por parte dos procuradores, para manter o processo do ex-presidente Lula com eles. Pela lei, procuradores não podem conduzir investigações para manter os processos em suas mãos pois isso violaria o princípio do promotor natural.
    Diversos juristas e advogados exigiram o afastamento imediato de Dallagnol e Moro de suas respectivas funções. Só nesta segunda-feira (10), mais de 320 profissionais de Direito assinaram manifesto em virtude do escândalo divulgado

  • Tiririca

    VIVA A OAB:::

    OAB recomenda afastamento temporário de Moro e Deltan.
    Não se pode desconsiderar gravidade dos fatos, diz entidade, que pede investigação plena, imparcial e isenta sobre possível promiscuidade em ações penais..

    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou por unanimidade nesta segunda-feira, 10, recomendar o afastamento temporário de suas funções do ministro da Justiça, Sergio Moro, do coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, e dos demais procuradores da República citados em diálogos revelados por uma série de reportagens do site The Intercept Brasil.
    O afastamento ocorreria até o encerramento das investigações. Em nota, o conselho federal da entidade defende “investigação plena, imparcial e isenta”, diante da “gravidade dos fatos” e do que chama de “possível relação de promiscuidade” na condução de ações penais no âmbito da operação.
    A entidade também afirma ter ficado “perplexa” não só pelo conteúdo das conversas gravadas, “que ameaçam caros alicerces do Estado democrático de Direito”, mas também pelo fato de autoridades públicas supostamente terem sido hackeadas, “com grave risco à segurança institucional”.
    Para a OAB, a eventual investigação do caso deve preservar a independência e imparcialidade do Poder Judiciário, a liberdade de imprensa e a prerrogativa Constitucional de sigilo da fonte. “Tudo como forma de garantir a solidez dos pilares democráticos da República.”
    Mensagens atribuídas a Moro e Dallagnol, divulgadas pelo site neste domingo, 9, mostram que ambos trocavam colaborações enquanto integravam a força-tarefa da Lava Jato.
    Moro e Dallagnol são dois Canalhas.

  • Tiririca

    ONDE ESTA A DIREITA ORDINÁRIA.

    GLENN AVISA: VAZA JATO DIVULGARÁ ÁUDIOS DE MORO, UM MENTIROSO SOCIOPATA.

    O jornalista Glenn Grenwald concedeu uma entrevista ao canal norte-americano Democracy Now na qual avisou: serão divulgados áudios, com mensagens de voz trocadas entre Moro e a membros da Lava Jato; Greenwald afirmou que Moro “mente de forma sociopata” e que há muito material a ser divulgado “o mais rapidamente possível”.; assista à entrevista
    .O jornalista Glenn Grenwald, que lidera a equipe do site Intercept na série de reportagens Vaza Jato concedeu uma entrevista ao canal norte-americano Democracy Now na qual avisou: serão divulgados áudios, com mensagens de voz trocadas entre Moro e a membros da Lava Jato. Greenwald afirmou que Moro “mente de forma sociopata”, que há muito material a ser divulgado “o mais rapidamente possível”. Assista à entrevista abaixo.
    Falando do Rio com a âncora Amy Goodman e o jornalista Juan González, dos estúdios do Democracy Now em Nova York, Greenwald afirmou que as revelações da Vaza Jato mostram que “o presidente Lula estava certo” quando acusava Moro e seus associados de perseguição política. “O objetivo de Moro era prender Lula e torná-lo inelegível”, disse Greenwald, acrescentando que o ex-juiz estava “obcecado por isso”.
    Para o líder da Vaza Jato, Moro e seu grupo “abusaram da lei para derrota o partido que não conseguiam derrotar em eleições” e o escândalo causará enorme desestabilização ao governo Bolsonaro, pois “Moro é um dos pilares do governo”.

  • eu

    PARCIALIDADE..
    Globo tem medo de ser a próxima ‘vítima’ da ‘Vaza Jato’ e desqualifica provas contra Moro, Avaliação é da secretária-geral do Barão de Itararé, Renata Mielli, sobre o que chama de “cobertura desigual” em denúncias contra membros da Lava Jato
    Desde a divulgação das conversas, a mídia tradicional tem procurado questionar legalidade das provas mais do que conteúdo das conversas
    Para a secretária geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Renata Mielli, a mídia tradicional tem feito uma “cobertura desigual” a respeito das conversas que evidenciam um conluio entre o então juiz Sergio Moro e o procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol. Integrante da direção executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Renata avalia que, principalmente a Rede Globo, tem procurado questionar a legalidade das provas apresentadas pelo site The Intercept Brasil, ao invés de investigar as denúncias, por ter “medo de ser a próxima vítima”.
    “Eles precisam desesperadamente desqualificar esse conteúdo, a forma como foi conseguido. Essa é a tentativa da Globo, desqualificar e tentar, não sei se manter o mito Sergio Moro, ou um possível vazamento envolvendo a empresa”, afirma a secretária geral aos jornalistas Marilu Cabañas e Glauco Faria, da Rádio Brasil Atual.
    De acordo com Renata, não é uma novidade que os veículos da mídia privada adotem a posição da classe política, “eles têm agenda em comum e isso se reflete na cobertura deles”, observa, mas, desde a divulgação das conversas no domingo (9), a Globo tem, mais do que outros jornais, buscado fontes para sustentar a narrativa de que as provas seriam ilegais, fruto de vazamento de hackers, ou ainda, que as conversas foram adulteradas. Neste domingo (16), o programa da emissora Fantástico veiculou uma reportagem sobre a segurança do serviço de mensagens Telegram a despeito do conteúdo das conversas entre o ex-juiz e o procurador, contribuindo para que a população fique à parte do debate.
    “Era aí que era necessário ter se realizado uma regulação democrática da mídia, com parâmetros republicanos de concessão das outorgas de rádio e televisão, para que grupos pudessem ocupar esses espaços a partir de uma visão pela diversidade, pluralidade. As pessoas precisam entender que ter quatro ou cinco emissoras de televisão não é um ambiente democrático, porque elas dizem a mesma coisa”, defende a secretária geral sobre o mecanismo para regulamentação da mídia, usado em vários países para impedir o monopólio da informação.

  • Eurico

    ESCÂNDALO DA VAZA JATO TEM POTENCIAL PARA LEVAR MORO E DALLAGNOL À CADEIA .
    A Vaza Jato tende a ser um escândalo ainda mais potente do que a Lava Jato. Porque desnudará toda a engrenagem que destruiu a economia e a democracia brasileira.
    As primeiras reportagens que vieram à tona na noite deste domingo (9) no The Intercept mostram que o então Juiz Sérgio Moro e procuradores da Lava Jato, como Deltan Dallagnol, conversaram e definiram estratégias sobre os rumos de processos judiciais que levaram, entre outras pessoas, o ex-presidente Lula à cadeia.
    Um leigo pode achar isso algo nem tão importante. Mas é uma bomba que vai colocar o caso da prisão de Lula e do golpe contra Dilma Rousseff em destaque internacional não apenas do ponto de vista midiático, mas jurídico.
    Os maiores juristas do mundo vão querer conhecer o conteúdo dessas conversas e tramas entre um juiz e seus acusadores. E vão se voltar para o veredicto contra Lula. Que é algo que, como apontamos desde sempre, não fica em pé.
    Mas essa é apenas uma parte da história e que por isso só já requer investigação sobre os procedimentos de Moro e de Dallagnol. E que poderiam transformá-los em réus em processos judiciais. Réus em processos nos quais poderiam ser condenados e ter de cumprir pena.
    Veja também: Reino Unido assina pedido da extradição de Assange para os Estados Unidos
    Mas ao que tudo indica os grampos do conluio têm potencial ainda mais explosivo.
    Moro e Dallagnol não teriam conversado sobre o processo apenas entre eles. Ambos teriam também se relacionado com políticos, empresários e outros envolvidos em escândalos. E esses áudios, vídeos e textos estariam para ser publicados em novas reportagens do The Intercept.
    A depender do conteúdo delas, ambos estarão liquidados.
    Moro e Dallagnol podem ter conversas reveladas que exporiam as entranhas da maior fraude da história da República. Com quem falaram. Vamos a algumas hipóteses: Palocci? Aécio Neves? Empreiteiros que acertaram delações? Bolsonaro? Juízes do TRF 4? Os filhos do Roberto Marinho? FHC? Xuxa? Pelé? Ratinho?
    Todos os nomes acima são apenas suposições. Eles podem ter falado com centenas de pessoas que direta ou indiretamente teriam relação com o processo de Lula ou de outros investigados. Pelo que tem tuitado o jornalista Glenn Greenwald tudo isso será revelado em áudios, vídeos e textos nos próximos dias.
    Se isso vier a ocorrer a Vaza Jato tende a ser um escândalo ainda mais potente do que a Lava Jato. Porque desnudará toda a engrenagem que destruiu a economia e a democracia brasileira. Os próximos dias serão tensos. Moro e Dallagnol sabem melhor do que todos nós o quanto.

  • Enfermeiro cubano

    Associação de Magistrados repudia declaração de Moro de que é ‘comum’ contato privado de juízes com procuradoresA AJD – Associação Juízes para a Democracia divulgou há pouco uma nota pública na qual repudia as declarações do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, dadas nesta quarta-feira, 19, na CCJ do Senado, quando questionado sobre conversas com Deltan Dallagnol.;
    Na Casa Legislativa, o ex-juiz Federal, ao justificar as conversas com o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, divulgadas pelo site The Intercept, defendeu que a prática é comum entre magistrados e que não há nada de ilícito com ela.

    Veja a íntegra da Nota.

    A AJD – Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental, de âmbito nacional, sem fins corporativos, que tem como um de seus objetivos estatutários a defesa dos direitos e garantias fundamentais e a manutenção do Estado Democrático de Direito, vem a público externar seu mais veemente repúdio às declarações do Ministro da Justiça e Segurança Pública, que, em repetidos pronunciamentos públicos, tem classificado como “absolutamente normal” e “muito comum” contato privado de juízes com procuradores para tratar de questões e estratégias processuais em feitos sob sua responsabilidade, ampliandose para atuações fora do próprio âmbito do processo, conforme se verifica no conteúdo das mensagens recentemente divulgadas pelo site The Intercept Brasil.Continua depois da publicidade
    Tais práticas não refletem, em absoluto, a conduta das magistradas e dos magistrados brasileiros que cumprem o seu dever funcional. Ao defende-las, o Ministro promove uma inaceitável banalização do exercício distorcido da atividade judicante, ofensiva à sua dignidade, seriedade e respeitabilidade, que é também incompatível com a dignidade, a honra, o decoro e a transparência exigidos pelo Código de Ética da Magistratura, cujo artigo 8º é claro ao estabelecer que “o magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito”.
    É inaceitável que o Ministro confunda a urbanidade na interação entre juízes e membros do Ministério Público, com a fusão de seus distintos papéis processuais, bem delineados em nossa Constituição.Continua depois da publicidade
    É ainda mais deplorável que o Ministro tenha a pretensão de subordinar a perene dignidade institucional da Magistratura ao sabor de estratégias ligadas a meros interesses individuais conjunturais.
    Não aceitaremos, pois, que, para justificar sua conduta inapropriada, o Ministro tente imputar a toda a magistratura nacional a prática das mesmas ilicitudes.

    Brasil, 19 de junho de 2019.

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