20 comentários

  • Enfermeiro cubano

    PARA QUEM NÃO ASSINA A FOLHA NEM A VEJA.
    A DIREITA BURRA -FASCISTA-CORRUPTA-CAIU KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    https://www.conversaafiada.com.br/brasil/dallanhinho-quis-fazer-dinheiro-com-os-contatos-da-lava-jato/PPT_Dallagnol.jpg/@@images/9e110335-f8da-4c2b-8a6b-89daa32596f1.jpeg

    Palestras e congressos deveriam ter “uma pegada de pirotecnia”, disse Deltan.

    Deltan montou plano para lucrar com fama da Lava Jato, apontam mensagens

    ​O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, montou um plano de negócios de eventos e palestras para lucrar com a fama e contatos obtidos durante as investigações do caso de corrupção, apontam mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil e analisadas em conjunto com a Folha.
    Em um chat sobre o tema criado no fim de 2018, Deltan e um colega da Lava Jato discutiram a constituição de uma empresa na qual eles não apareceriam formalmente como sócios, para evitar questionamentos legais e críticas.
    A justificativa da iniciativa foi apresentada por Deltan em um diálogo com a mulher dele. “Vamos organizar congressos e eventos e lucrar, ok? É um bom jeito de aproveitar nosso networking e visibilidade”, escreveu.
    Os procuradores cogitaram ainda uma estratégia para criar um instituto e obter elevados cachês. “Se fizéssemos algo sem fins lucrativos e pagássemos valores altos de palestras pra nós, escaparíamos das críticas, mas teria que ver o quanto perderíamos em termos monetários”, comentou Deltan no grupo com o integrante da força-tarefa.
    A realização de parcerias com uma firma organizadora de formaturas e outras duas empresas de eventos também foi debatida nessa conversa.
    A lei proíbe que procuradores gerenciem empresas e permite que essas autoridades apenas sejam sócios ou acionistas de companhias.
    Os diálogos examinados pela Folha e pelo Intercept indicam que Deltan ocupou os serviços de duas funcionárias da Procuradoria em Curitiba para organizar sua atividade pessoal de palestrante no decorrer da Lava Jato.
    As mensagens mostram ainda que o procurador incentivava outras autoridades ligadas ao caso a realizar palestras remuneradas, entre eles o ex-juiz e atual ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro.
    Os chats pelo aplicativo Telegram que envolvem a força-tarefa da Lava Jato foram enviados por uma fonte anônima ao Intercept, que divulgou a primeira reportagem em 9 de junho. Na última terça (9), o site publicou o primeiro áudio do material, no qual Deltan comemora uma proibição de entrevista do ex-presidente Lula (PT) à Folha.
    Sempre que questionado sobre a sua atividade como palestrante, Deltan enfatiza que sua atuação neste campo tem como objetivo promover a cidadania e que grande parte dos recursos é destinada a entidades filantrópicas ou de combate à corrupção.
    Pouco antes do primeiro aniversário da Lava Jato, em fevereiro de 2015, a dedicação de Deltan a cursos e viagens já gerava descontentamento entre os colegas da Procuradoria em Curitiba. Em uma conversa, o procurador buscou justificar suas atividades, dizendo que ela compensava um prejuízo financeiro decorrente da Lava Jato.
    “Essas viagens são o que compensa a perda financeira do caso, pq fora eu fazia itinerancias [trabalho extraordinário em que, ao assumir tarefas de outro procurador, é possível engordar o contracheque] e agora faria substituições”, disse o procurador.
    “Enfim, acho bem justo e se reclamar quero discutir isso porque acho errado reclamar disso. Acho que o crescimento é via de mão dupla. Não estamos em 100 metros livres. Esse caso já virou maratona. Devemos ter bom senso e respeitar o bom senso alheio”, completou Deltan.
    A intensa atividade de Deltan como palestrante chamou a atenção da imprensa e levou os deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS) e Wadih Damous (PT-RJ) a pedirem abertura de um procedimento disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público.
    O requerimento, porém, foi arquivado, pois o órgão entendeu à época que as palestras se enquadravam como atividade docente, o que é permitido por lei, e ressaltou que grande parte dos recursos era destinada a instituições filantrópicas.
    A ideia de criar uma empresa de eventos para aproveitar a repercussão da Lava Jato foi manifestada por Deltan em dezembro de 2018 em um diálogo com a mulher dele.
    No mesmo mês, o procurador e o colega dele na força-tarefa da Lava Jato Roberson Pozzobon criaram um grupo de mensagens específico para discutir o tema, com a participação das esposas deles.
    “Antes de darmos passos para abrir empresa, teríamos que ter um plano de negócios e ter claras as expectativas em relação a cada um. Para ter plano de negócios, seria bom ver os últimos eventos e preço”, afirmou Deltan no chat.
    Pozzobon respondeu: “Temos que ver se o evento que vale mais a pena é: i) Mais gente, mais barato ii) Menos gente, mais caro. E um formato não exclui o outro”.
    Após discussões sobre formatos do negócio, em 14 de fevereiro de 2019 Deltan propôs que a empresa fosse aberta em nome das mulheres deles, e que a organização dos eventos ficasse a cargo de Fernanda Cunha, dona da firma Star Palestras e Eventos.
    Deltan detalhou então como seria a organização formal da empresa. “Só vamos ter que separar as tratativas de coordenação pedagógica do curso que podem ser minhas e do Robito [Pozzobon] e as tratativas gerenciais que precisam ser de Vcs duas, por questão legal.”
    Em seguida, o procurador alertou para a possibilidade de a estratégia levantar suspeitas. “É bem possível que um dia ela [Fernanda Cunha, da Star Palestras] seja ouvida sobre isso pra nos pegarem por gerenciarmos empresa”, disse.
    Pozzobon então comentou, em tom jocoso: “Se chegarem nesse grau de verificação é pq o negócio ficou lucrativo mesmo rsrsrs. Que veeeenham”.
    No dia seguinte, Deltan sugeriu também estabelecer uma parceria com uma empresa de eventos e formaturas de um tio dele chamada Polyndia.
    “Eles [Polyndia] podem oferecer comissão pra aluno da comissão de formatura pelo número de vendas de ingressos que ele fizer. Isso alavancaria total o negócio. E nós faríamos contatos com os palestrantes pra convidar. Eles cuidariam de preparação e promoção, nós do conteúdo pedagógico e dividiríamos os lucros”, afirmou Deltan.
    No último dia 3 de março, Deltan postou no diálogo detalhes sobre um evento organizado por uma entidade que se apresentava como um instituto. Ele comentou que esse formato jurídico também poderia servir para evitar questionamentos jurídicos e a repercussão negativa quanto à atividade deles.
    “Deu o nome de instituto, que dá uma ideia de conhecimento… não me surpreenderia se não tiver fins lucrativos e pagar seu administrador via valor da palestra. Se fizéssemos algo sem fins lucrativos e pagássemos valores altos de palestras pra nós, escaparíamos das críticas, mas teria que ver o quanto perderíamos em termos monetários”, escreveu.
    A Folha pesquisou registros na Junta Comercial do Paraná e em cartórios de Curitiba e as buscas indicaram que, por enquanto, não houve a constituição de empresa de palestras em nome das mulheres dos procuradores ou de um instituto em nome deles.
    As mensagens no Telegram indicam a intenção dos procuradores de tocar o projeto mesmo sem que a empresa de eventos e palestras estivesse formalizada. “Podemos tentar alguma coisa agora em maio tvz. Ou fim de abril. Nem que o primeiro evento a empresa não esteja 100% fechada”, afirmou Pozzobon.
    Em dezenas de conversas analisadas pela Folha e pelo Intercept, Deltan mostrou grande interesse quanto ao valor de cada palestra.
    Cerca de três meses antes de iniciar o grupo para discutir a abertura da empresa, Deltan informou a esposa sobre a lucratividade das palestras apurada até setembro de 2018.
    “As palestras e aulas já tabeladas neste ano estão dando líquido 232k [R$ 232 mil]. Ótimo… 23 aulas/palestras. Dá uma média de 10k [R$ 10 mil] limpo.”
    No mês seguinte, o procurador manifestou a expectativa para o fechamento de 2018.
    “Se tudo der certo nas palestras, vai entrar ainda uns 100k [R$ 100 mil] limpos até o fim do ano. Total líquido das palestras e livros daria uns 400k [R$ 400 mil]. Total de 40 aulas/palestras. Média de 10k limpo”, disse o procurador.
    Caso tenha atingido a meta de faturamento líquido de R$ 400 mil em 2018, essa remuneração pode ter superado a soma dos salários de Deltan como procurador da República naquele ano.
    Dados do Portal da Transparência do Ministério Público Federal mostram que ele recebeu cerca de R$ 300 mil em rendimentos líquidos em 2018, sem considerar valores de indenizações.
    As mensagens apontam que Deltan usou os serviços de duas funcionárias da secretaria da Procuradoria, tendo realizado pedidos de registro de recibos e documentos relativos aos eventos, além de solicitações para que elas organizassem os convites que ele recebia.
    As palestras remuneradas também são tema de muitas conversas de Deltan com autoridades. Um dos episódios em que ele encorajou interlocutores a atuar nessa área ocorreu em abril de 2017.
    Na ocasião, o procurador antecipou um convite ao então juiz responsável pela Lava Jato, Sergio Moro, para participar de um evento em São Paulo e contou como estava cobrando pela atividade.
    “Caro, o Edilson Mougenot [fundador da Escola de Altos Estudos em Ciências Criminais] vai te convidar nesta semana pra um curso interessante em agosto. Eles pagam para o palestrante 3 mil”, escreveu Deltan a Moro.
    “Pedi 5 mil reais para dar aulas lá ou palestra, porque assim compenso um pouco o tempo que a família perde (esses valores menores recebo pra mim… é diferente das palestras pra grandes eventos que pagam cachê alto, caso em que estava doando e agora estou reservando contratualmente para custos decorrentes da Lava Jato ou destinação a entidades anticorrupção – explico melhor depois)…”, emendou.
    O procurador ainda completou: “Achei bom te deixar saber para caso queira pedir algo mais, se achar que é o caso (Vc poderia pedir bem mais se quisesse, evidentemente, e aposto que pagam)”.
    A princípio, Moro disse que já estava com a agenda cheia, mas posteriormente aceitou o convite e participou com Deltan em 26 de agosto de 2017 do 1º Congresso Brasileiro da Escola de Altos Estudos Criminais em São Paulo.
    Em junho do ano passado, o chefe da Lava Jato em Curitiba convidou o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot para participar de um evento em São Paulo.
    Depois de abordar o curso, ele comentou: “Tava aqui gerenciando msgs e vi que fui direto ao ponto kkkk Tudo bem com Vc? Espero que esteja aproveitando bastante, tomando muita água de coco e dormindo o sono dos justos rs Agora, vou te dizer, Vc faz uma faaaaaaaltaaaaa”.
    “Oi amigo kkkkkk”, respondeu Janot. “Considero sim mas teremos que falar sobre cache. Grato pela lembra”.
    Deltan perguntou se o cachê oficial do ex-chefe era de R$ 30 mil e sinalizou que faculdades normalmente “não pagam esse valor”¦ mas se pedir uns 15k [R$ 15 mil], acho que pagam”.
    Em julho de 2016, Deltan trocou mensagens com a procuradora da República em São Paulo Thaméa Danelon sobre uma operação que ela estava coordenando contra o superfaturamento na aquisição de equipamentos para implante em doentes com mal de Parkinson.
    Após comentar sobre a melhor forma de divulgar a operação, Deltan sugeriu que a procuradora aproveitasse o tema de fraude na área da saúde para montar uma palestra para a empresa de planos de saúde Unimed, uma das que mais contratou o procurador nos últimos anos.
    “Vc podia até fazer palestra sobre esse caso mais tarde em unimeds. Eles fazem palestras remuneradas até”, disse Deltan no diálogo.
    A procuradora informou por meio da assessoria de imprensa do Ministério Público Federal em São Paulo que jamais realizou palestra para a Unimed.
    A exemplo de seus colegas da força-tarefa de Curitiba, Thaméa disse que “não reconhece o conteúdo das supostas mensagens que não foram submetidas a qualquer verificação de integridade” e por isso não iria comentá-las.
    Na conversa sobre a empresa de palestras e eventos, os procuradores da Lava Jato discutiram também maneiras de sair da linha tradicional do ensino jurídico para conseguir clientes jovens e interessados em cursos motivacionais.
    No dia 27 de dezembro de 2018, Deltan postou no diálogo: “Curiosidade não basta, até porque a maior parte dos jovens não têm interesse em Lava Jato. Para o modelo dar certo, teria que incluir coisas que envolvam como lucrar, como crescer na vida, como desenvolver habilidades de que precisa e não são ensinadas na faculdade. Exatamente na linha da Conquer”.
    A firma Conquer mencionada pelo procurador organiza palestras na linha motivacional e se apresenta como uma escola “aceleradora de pessoas”. À época, Deltan já havia ministrado palestras em eventos da Conquer.
    O procurador então sugeriu o desenvolvimento de um evento com o título “Turbine Sua Vida Profissional com Ferramentas Indispensáveis”.
    Os temas do curso, segundo Deltan, seriam “Empreendedorismo e governança: seja dono do seu negócio e saiba como governá-lo”, “Negociação: domine essa habilidade ou ela vai dominar Você”, “Liderança: influencie e leve seu time ao topo”, “Ética nos Negócios e Lava Jato: prepare-se para o mundo que te espera lá fora”.
    Deltan propôs ainda que o curso tivesse “uma pegada de pirotecnia” e servisse como ponte para faturar com outros eventos da Conquer.
    “Todas as palestras deixariam um gostinho de quero mais (tempo limitado) e direcionariam pra Conquer, com retorno de percentual sobre cada aluno que se inscrever no curso da Conquer nos 4 meses seguintes”, planejou o procurador.
    Um mês depois, Pozzobon voltou ao assunto propondo um curso jurídico mais tradicional sobre ética e combate à corrupção, com o objetivo de atrair clientes de alta renda.
    “Curso de sexta a noite e sábado de manhã. E poderíamos cobrar bem. Tipo uns 3 ou 5 mil. Público alvo: empresários, advs e altos executivos.”
    O coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirma que realiza palestras para promover a cidadania e o combate à corrupção e que esse trabalho ocorre de maneira compatível com a atuação no Ministério Público Federal.
    Deltan e o procurador Roberson Pozzobon informam que não abriram empresa ou instituto de palestras em nome deles ou de suas esposas e que não atuam como administradores de empresas.
    Em nota enviada pela assessoria de imprensa da Procuradoria no Paraná, os integrantes da força-tarefa da Lava Jato declaram que “não reconhecem as mensagens que têm sido atribuídas a eles” e que “esse material é oriundo de crime cibernético e não pôde ter seu contexto e veracidade comprovado”.
    Quanto ao tema das palestras, a nota afirma que “é lícito a qualquer procurador, como já decidido pelas corregedorias do Ministério Público Federal e do Conselho Nacional do Ministério Público, aceitar convites para ministrar cursos e palestras gratuitos ou remunerados”.
    “Palestras remuneradas são prática comum no meio jurídico por parte de autoridades públicas e em outras profissões”, completa a nota.
    Segundo a manifestação do Ministério Público Federal no Paraná, Deltan e Pozzobon “não têm empresa ou instituto de palestras em nome próprio nem de seus familiares. Tampouco eles atuam como administradores de empresas”.
    Quanto à atividade específica de Deltan, a nota afirma que ele “realiza palestras para promover a cidadania e o combate à corrupção de modo sempre compatível com o trabalho. A maior parte delas é gratuita e, quando são remuneradas, são declaradas em imposto de renda e ele doa parte dos valores para fins beneficentes”.
    Sobre o fato de as mensagens do aplicativo Telegram mostrarem a utilização de duas funcionárias da Procuradoria em tarefas de organização das atividades de palestrante de Deltan, a nota relata que “a secretaria da força-tarefa cuida da agenda do procurador quando há eventos gratuitos relacionados a pautas de interesse institucional”.
    “Convites para palestras com remuneração ao procurador, quando recebidos pela secretaria, são redirecionados para pessoa de fora dos quadros do Ministério Público, a qual se encarrega de fazer a interlocução com os organizadores do evento”, segundo a nota enviada pela força-tarefa. (…)

  • eu

    DELTAN REAPARECE, SE FAZ DE VÍTIMA E É MASSACRADO NAS REDES SOCIAIS

    O procurador Deltan Dallagnol, que forjou a acusação contra Lula e orou pela ascensão da extrema-direita no Brasil, diz que suas ações, demonstradas ilegais pela Vaza Jato, reduziram o sofrimento humano no Brasil. As respostas dos internautas foram desvastadoras.

    O procurador Deltan Dallagnol, que forjou a acusação contra o ex-presidente Lula, participou de um conluio com o ex-juiz Sergio Moro para condená-lo, orou pela ascensão de um governo de extrema-direita que avacalha a imagem do Brasil no mundo e produz desemprego e estagnação econômica, diz que suas ações na Lava Jato contribuem para mitigar o sofrimento humano. “Trabalhar na Lava Jato gera um grande custo pessoal. Mas todos da força-tarefa estamos dispostos a pagá-lo para cumprir nosso dever e contribuir para um país com menos corrupção e menos sofrimento humano causado por essas práticas espúrias”, afirmou.

    As reações ao seu tweet, no entanto, foram extremamente negativas. Confira abaixo:

    Deltan Dallagnol

    @deltanmd
    · 22h
    Trabalhar na Lava Jato gera um grande custo pessoal. Mas todos da força-tarefa estamos dispostos a pagá-lo para cumprir nosso dever e contribuir para um país com menos corrupção e menos sofrimento humano causado por essas práticas espúrias. https://bit.ly/2Y4Bu6X

    ‘Se buscássemos aliados, seriam importantes Lula, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral’, diz Deltan da…
    Em entrevista ao Estadão , procurador da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná, base e origem da maior

    politica.estadao.com.br

    carol proner
    @carolproner
    Você está encrencado, Deltan, ainda bem que ainda existe liberdade de imprensa e constituição para que possamos descobrir seus crimes a tempo de impedir mais prejuízos ao erário. Terá que explicar tanta leniência, meu caro.

    2.469
    19:06 – 13 de jul de 2019
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    529 pessoas estão falando sobre isso

    carol proner
    @carolproner
    · 21h
    Respondendo a @deltanmd
    Você está encrencado, Deltan, ainda bem que ainda existe liberdade de imprensa e constituição para que possamos descobrir seus crimes a tempo de impedir mais prejuízos ao erário. Terá que explicar tanta leniência, meu caro.

    Renilton Oliveira
    @renilton
    O enorme “sacrifício” de DD e seus asseclas foi precificado em US$ 2.5 bi. Mesmo sob a ameaça do marreco e a leniência do parceiros de toga, a farsa da operação (já bem conhecida) vai sendo exposta em seus mínimos detalhes. O cinismo dessa gente não tem limite.

    19:42 – 13 de jul de 2019
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    Veja outros Tweets de Renilton Oliveira

    Deltan Dallagnol

    @deltanmd
    · 22h
    Trabalhar na Lava Jato gera um grande custo pessoal. Mas todos da força-tarefa estamos dispostos a pagá-lo para cumprir nosso dever e contribuir para um país com menos corrupção e menos sofrimento humano causado por essas práticas espúrias. https://bit.ly/2Y4Bu6X

    ‘Se buscássemos aliados, seriam importantes Lula, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral’, diz Deltan da…
    Em entrevista ao Estadão , procurador da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná, base e origem da maior

    politica.estadao.com.br

    Kepler & Kopernikus
    @kepler_johann
    Deltan, você, Gebran e Moro são três desqualificados. Foram desmascarados agindo em conluio. Agiram para prejudicar o único candidato que derrotaria o fascista Bolsonaro. Hoje o país passa vergonha no mundo, graças a gente como vocês e o mentecapto que ajudaram a eleger.

    415
    19:37 – 13 de jul de 2019 · Santos, Brasil
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    116 pessoas estão falando sobre isso

    Deltan Dallagnol

    @deltanmd
    · 22h
    Trabalhar na Lava Jato gera um grande custo pessoal. Mas todos da força-tarefa estamos dispostos a pagá-lo para cumprir nosso dever e contribuir para um país com menos corrupção e menos sofrimento humano causado por essas práticas espúrias. https://bit.ly/2Y4Bu6X

    ‘Se buscássemos aliados, seriam importantes Lula, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral’, diz Deltan da…
    Em entrevista ao Estadão , procurador da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná, base e origem da maior

    politica.estadao.com.br

    Leonardo Boff
    @LeonardoBoff
    Alguém precisa ser muito corrupto na mente para ser contra a corrupção.A Lava Jato o fez corrompendo as relações que não podem ser corrompidas entre o juiz e os procuradores.A corrupção de vocês é diferente mas tb é corrupção.Propuseram-se prender Lula.Fizeram-no corruptamente.

    2.406
    18:42 – 13 de jul de 2019 · Petrópolis, Brasil

  • O meu, o seu dinheiro indo pro ralo

    PARA QUEM NÃO ASSINA A REVISTA ISTO É…..
    PTRALHAS CORRUPTOS…

    O meu dinheiro, o seu dinheiro, que é público banca o Lula Livre…..
    Documentos obtidos por ISTO É comprovam que a mobilização petista iniciada em abril do ano passado em favor da libertação de Lula é PAGA com recursos do Fundo Partidário. Valores podem chegar a R$ 1 milhão.
    O PT sempre cantarolou que o movimento “Lula Livre” era de iniciativa intrinsecamente popular, bancada pelo militante abnegado ou no máximo pelos cofres de sindicatos devotos ao petismo.
    O PT usou dinheiro da União para comprar passagens aéreas, diárias de hotéis e alimentação para os petistas irem a Curitiba pedir a soltura do ex-presidente, no pagamento de locação de salas, no aluguel de veículos, no aluguel de salas para reuniões e, até mesmo, no custeio do trabalho de seguranças privados em atos registrados em favor do “Lula Livre”…….

  • SÓ JUMENTO VOTOU EM BOZONARO.,

    AQUI ESPERANDO O WEBER KITAYAMA MARCAR PASSEATA CONTRA A CORRUPÇÃO . . . . . . . DOS ÍDOLOS DELE. V ERGONHA WEBER.

  • Rapizodia

    Li há pouco, que 39% da cúpula do governo ainda é formada por petistas, ou melhor, por técnicos que trabalharam em governos petistas. Prá você que me lê, isso mostra que o Presidente acéfalo nepotista, além de ser totalmente desarticulado politicamente, também não entende nada de nada de administração, portanto não sabe o que fazer para substituir este pessoal sem colapsar o Estado. Vejam os técnicos com notório saber que ele alardeava e depois colocou no governo, de notório somente a burrice e subserviência destes. Não escapa nem o senhor Paulo Guedes, que teve um dos seus trabalhos classificados pela comissão de assuntos econômicos do senado como grotesco, baixíssima qualidade e vagabunda. Sim, este foi o termo. Vamos ver até quando vai está fachada sem polimento do discaratismo na enganação aos brasileiros ao nos ridicularizar com a tentativa de alçar o fritador de hambúrguer como diplomata. Fazer concurso o sujeito não quer, só quer os louros! Qual o adjetivo adequado ao subsenador Eduardo Bolsonaro!?

  • Enfermeiro cubano

    PARA QUEM NÃO ASSINA A FOLHA NEM A VEJA.
    A DIREITA BURRA -FASCISTA-CORRUPTA-CAIU KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    O meu, o seu dinheiro indo pro ralo ——Iniciando a conversa PTRAHAS CORRUPTOS é a sua genitora. Você deve ser um animal, então não tem dinheiro mesmo e o meu faço com ele o que bem entendo pois trabalhei e trabalho, para ganhar o mesmo.
    Finalizando tu és um FDP e para não esquecer vai a PQP você, acho eu que estas querendo ver a mortadela do Lula entrando e isso não é comigo, precisa falar com seus assessores .

    • O meu, o seu dinheiro indo pro ralo....

      O senhor, e os seus comentários (contro C, contro V), e uma descarga de “privada” é a mesma coisa, ou seja, UM ESTRUME, pra não dizer, UMA BOSTA.

  • Enfermeiro cubano

    Num só dia, o Deltan contador do Paraíso e o mundano das mulheres-laranjas 01:19 Reinaldo Azevedo 15/07/2019 05h18 Deltan em uma de suas catilinárias contra a corrupção e em favor da moral (Montagem sobre foto de Felipe Rau/Estadão Conteúdo) Nas páginas dos jornais deste domingo — ou em suas respectivas edições eletrônicas —, havia dois Deltans: o Dallagnol que é contador do Paraíso concedeu uma entrevista ao Estadão. Nunca houve homem mais reto do que ele. Ainda se atreve a falar como um missionário. Já o Dallagnol que está nos diálogos publicados pela Folha é um tantinho mais mundano, não é mesmo? Só em 2018, estimou em R$ 400 mil o ganho líquido com palestras, R$ 100 mil a … – Veja mais em https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/2019/07/15/num-so-dia-o-deltan-contador-do-paraiso-e-o-mundano-das-mulheres-laranjas/?cmpid=copiaecola

  • Enfermeiro cubano

    O dinheiro dele no c..dele e o resto pro ralo.

    Na reforma da Previdência Maia diz que Bolsonaro relegou os pobres à própria sorte então seu dinheiro não vai pro ralo, mas vai a PQP.
    Em entrevista ao jornal O Globo, Rodrigo Maia, presidente na Câmara dos deputados, disse que o plano de Bolsonaro na reforma da Previdência era um só: cuidar dos interesses das empresas.
    O parlamento fez sua parte?

    *****Rodrigo Maia: A única clareza que todos têm hoje na sociedade é que o parlamento assumiu a responsabilidade, organizou a votação e aprovou. Se tivéssemos deixado na mão do governo, a reforma estava na comissão especial. Isso todo mundo já sabe. Espero que eles comemorem até domingo (hoje) e na segunda-feira eles comecem a pensar em como vão cuidar dos vulneráveis. Porque o governo, através de seu líder, só tratou das corporações na reforma da Previdência. A gente quer que eles cuidem dos brasileiros mais simples, é para isso que a gente aprovou a Previdência, é uma reforma de Estado. Ele é o presidente, eu não posso esperar até 2023 para fazer a reforma da Previdência, porque isso ia gerar 20 milhões de desempregados, um incremento dos brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza que já são quase 10 milhões. O lugar que representa de forma mais legítima toda a sociedade brasileira é o parlamento, não o poder Executivo.

  • mané

    Militar preso com drogas já fez quase 30 viagens; algumas com Bolsonaro e Temer
    Por Jovem Pan.

    ESTADÃO CONTEÚDO :—o ministério da Defesa já anunciou a abertura de um inquérito policial militar sobre o caso
    O sargento da Aeronáutica, Manoel Silva Rodrigues, preso nesta quarta-feira (26) em Sevilha, na Espanha, transportando 39 kg de cocaína em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) já fez pelo menos 30 viagens pelo Brasil e exterior. O militar, que faz parte do grupo especiais da FAB e atua como comissário de bordo, já fez inclusive outras viagens presidenciais, não só para o atual chefe do executivo, Jair Bolsonaro (PSL), como também para o ex-presidente Michel Temer (MDB).
    Rodrigues embarcou em Brasília e só foi descoberto na Espanha, quando precisou passar pela alfândega levando uma maleta com 37 tijolos da droga. Ele voltaria ao Brasil no mesmo avião de Bolsonaro no próximo sábado (29), mas não fazia parte da equipe do presidente.
    Pelo Twitter, Bolsonaro afirmou que exigiu “investigação imediata” e “punição severa” ao responsável. Segundo ele, “tamanho desrespeito ao nosso país não pode ser tolerado”. O sargento faz parte do grupo de trasportes.
    @jairbolsonaro
    Apesar de não ter relação com minha equipe, o episódio de ontem, ocorrido na Espanha, é inaceitável. Exigi investigação imediata e punição severa ao responsável pelo material entorpecente encontrado no avião da FAB. Não toleraremos tamanho desrespeito ao nosso país!

    O presidente em exercício, Hamilton Mourão, também comentou o caso. Ele negou problemas no controle de embarque na base área de Brasília. “Não houve falha na segurança, ela não era a aeronave presidencial e sim via apoio”, explicou.

    Surpreenda-se com “O Cara do Jaguar” (Jaguar
    19 Coisas que os americanos fazem e nós brasileiros não entendemos (desafio mundial)
    Mouão defendeu a “punição rigorosa” do sargento depois da devida investigação. Segundo ele, essa questão do tráfico de drogas atinge a população como um todo e as Forças Armadas, infelizmente, também não estão imunes.
    Ainda de acordo com ele, o militar brasileiro deve ter sido usado por algum esquema internacional de tráfico de drogas. “Agora é investigação. Porque é obvio que, pela quantidade de drogas que o cara estava levando, ele não comprou na esquina e levou, né. Ele estava trabalhando como mula e uma mula qualificada“, disse.
    O ministério da Defesa já anunciou a abertura de um inquérito policial militar.

  • eu

    Teu dinheiro vai pro teu rab……..

    Principal jornal da Espanha e uma das publicações mais importantes do mundo, o jornal El Pais acaba de soltar uma reportagem que é uma verdadeira bomba, atestando a autenticidade do conteúdo vazado pelo Intercept, Folha de São Paulo, Band News FM e revista Veja.
    Confira um trecho:
    Com o auxílio de uma fonte externa ao The Intercept, que prefere preservar sua identidade, tivemos acesso a parte de um arquivo de mensagens de um dos chats mencionados nas reportagens e comparamos seu conteúdo com o material disponibilizado pelo site. O conteúdo é idêntico. À parte imagens, que não estavam disponíveis nos documentos consultados, as informações são as mesmas em ambos os chats e mostram o dia a dia de conversas de trabalho entre procuradores, assessores de imprensa e jornalistas. A partir deste material, identificamos outras conversas com potencial de verificação.
    Inclusive, mensagens do EL PAÍS com pedidos de informações enviados à Lava Jato puderam ser identificadas. É o caso de um pedido feito pelo repórter Gil Alessi por email no dia 2 de março de 2017 para a assessoria do Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR), e que foi compartilhado em um dos chats do Telegrampor um assessor de imprensa.
    Ao ter acesso aos arquivos do The Intercept, vemos que a consulta ao material é artesanal, e depende de busca por termos em diversos chats – o site não mapeou o número total de documentos nem de chats disponíveis. A quantidade do material faz com que o processo de entrevista dos dados seja lento e bastante trabalhoso. A maioria das conversas traz apenas conteúdos corriqueiros que, certamente, não geram interesse público, logo, não haveria motivo para terem sido inventadas.
    O EL PAÍS acompanhou o percurso de algumas destas conversas, cujo conteúdo foi possível checar com fonte externa ao The Intercept, para tentar verificar possíveis fraudes. Por exemplo, quando a Lava jato fez quatro anos, o procurador Deltan Dellagnol conversou com assessores de imprensa da força tarefa sobre material a ser divulgado. Um esboço de texto foi preparado e compartilhado em alguns chats com pessoas de interesse, como assessores e jornalistas.
    Já entrou todo teu dinheiro no seu rab…………..?

    • O meu, o seu dinheiro indo pro ralo....

      Entre a minha cachorrinha, e o seu post, prefiro milhões de vezes a minha cachorrinha, visto que o senhor para chegar ao nível intelectual dela, terá pastar muito, já que é um ASNO……
      Claro, não desmerecendo o coitadinho do animal……….

  • Eurico

    Principal jornal da Espanha e uma das publicações mais importantes do mundo, o jornal El Pais acaba de soltar uma reportagem que é uma verdadeira bomba, atestando a autenticidade do conteúdo vazado pelo Intercept, Folha de São Paulo, Band News FM e revista Veja.
    Confira um trecho:

    Com o auxílio de uma fonte externa ao The Intercept, que prefere preservar sua identidade, tivemos acesso a parte de um arquivo de mensagens de um dos chats mencionados nas reportagens e comparamos seu conteúdo com o material disponibilizado pelo site. O conteúdo é idêntico. À parte imagens, que não estavam disponíveis nos documentos consultados, as informações são as mesmas em ambos os chats e mostram o dia a dia de conversas de trabalho entre procuradores, assessores de imprensa e jornalistas. A partir deste material, identificamos outras conversas com potencial de verificação.
    Inclusive, mensagens do EL PAÍS com pedidos de informações enviados à Lava Jato puderam ser identificadas. É o caso de um pedido feito pelo repórter Gil Alessi por email no dia 2 de março de 2017 para a assessoria do Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR), e que foi compartilhado em um dos chats do Telegrampor um assessor de imprensa.

    Ao ter acesso aos arquivos do The Intercept, vemos que a consulta ao material é artesanal, e depende de busca por termos em diversos chats – o site não mapeou o número total de documentos nem de chats disponíveis. A quantidade do material faz com que o processo de entrevista dos dados seja lento e bastante trabalhoso. A maioria das conversas traz apenas conteúdos corriqueiros que, certamente, não geram interesse público, logo, não haveria motivo para terem sido inventadas.

    O EL PAÍS acompanhou o percurso de algumas destas conversas, cujo conteúdo foi possível checar com fonte externa ao The Intercept, para tentar verificar possíveis fraudes. Por exemplo, quando a Lava jato fez quatro anos, o procurador Deltan Dellagnol conversou com assessores de imprensa da força tarefa sobre material a ser divulgado. Um esboço de texto foi preparado e compartilhado em alguns chats com pessoas de interesse, como assessores e jornalistas.

  • Marreta

    BOLSONARO CORTA REPASSE PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA E ESVAZIA PROGRAMAS

    O governo de Jair Bolsonaro esvaziou no primeiro semestre deste ano ações voltadas para a educação básica; foram afetados, por exemplo, repasses de apoio a educação em tempo integral, construção de creches, alfabetização e ensino técnico.
    O governo de Jair Bolsonaro esvaziou no primeiro semestre deste ano ações voltadas para a educação básica. Foram afetados, por exemplo, repasses de apoio a educação em tempo integral, construção de creches, alfabetização e ensino técnico. A reportagem é do jornal Folhade S.Paulo.
    O jornal obteve dados por meio da Lei de Acesso à Informação e do Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento do Governo).
    Não houve repasse para o apoio à educação integral nos ensinos fundamental e médio. Em todo o ano passado, foram transferidos R$ 399,6 milhões para 9.197 escolas.
    Como os alunos estão matriculados nas redes municipais e estaduais, o governo federal realiza transferências para redes e escolas para apoiar governos e induzir políticas. O fomento para o ensino integral, por exemplo, vinha ocorrendo por meio do PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola).
    A reportagem ainda informa que não havia expectativa de redução de verba porque o PDDE não está incluído nas rubricas do orçamento que compõem o contingenciamento de R$ 5,7 bilhões determinado para o MEC (Ministério da Educação) neste ano.

  • eu

    O meu, o seu dinheiro indo pro ralo caro amigo o meu dinheiro ganho com meu suor é muito bem gasto, principalmente com Churrascos, Skoll, Piscina, Praias etc…… Enquanto o seu ( se é que ganha alguma coisa ), vai realmente para a privada, ou seja a latrina de sua Mutter, pois a mesma agora com seu dinheiro come ESTRUME E BOSTA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK BABACA.
    Eu não tenho cachorrinha mas tenho um cachorrão, que sua Mutter conhece muito bem , na falta de seu
    Vater, não desmerecendo vossa senhoria de quatro patas ou seja o animal conhecido como uma cachorra vira lata.

  • Enfermeiro cubano

    Deltan pede, e Moro topa, dinheiro da 13ª Vara para campanha publicitária Reinaldo Azevedo 15/07/2019 18h47 Por Reinaldo Azevedo, deste blog e do programa “O É da Coisa”, e Leandro Demori, do site The Intercept Brasil: Diálogos inéditos mantidos entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol — oficialmente ao menos, coordenador da Lava Jato — evidenciam que nunca existiu uma distinção entre a atuação do magistrado, a dos procuradores da força-tarefa e, pasmem!, a da própria Polícia Federal. As conversas revelam que a promiscuidade era de tal sorte que não poupava nem mesmo recursos — dinheiro! — recolhidos à 13ª Vara Federal de Curitiba, onde Moro se comportav… – Veja mais em https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/2019/07/15/deltan-pede-e-moro-topa-dinheiro-da-13o-vara-para-campanha-publicitaria/?cmpid=copiaecola

    Você prefere a cachorrinha pois a sua Ehefrau não dá conta. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • eu

    Após novas revelações, Raquel Dodge chama Dallagnol para ‘reunião institucional’.
    Segundo o jornalista Alex Tajra, do UOL, Raquel Dodge vai receber Dallagnol nesta terça-feira, 15, em Brasília, para uma “reunião institucional”. Além dele, todos os membros da operação participarão do encontro, que ainda não tem horário definido
    Após a revelação de que o procurador Deltan Dallagnol pediu ao então juiz Sérgio Moro dinheiro do Poder Judiciário para financiar uma propagada do Ministério Público, a procuradora-geral da República, Raquel, Raquel Dodge, anunciou que terá encontro com Deltan.
    Segundo o jornalista Alex Tajra, do UOL, Raquel Dodge vai receber Dallagnol nesta terça-feira, 15, em Brasília, para uma “reunião institucional”. Além dele, todos os membros da operação participarão do encontro, que ainda não tem horário definido.
    Questionada se o encontro trataria da divulgação de mensagens atribuídas aos procuradores do MPF e ao ex-juiz Sergio Moro, a assessoria da PGR não negou, nem confirmou.

    Diga para tua cachorrinha, que eu sou um belo cachorrão . Babaca kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • O meu, o seu dinheiro indo pro ralo....

    Tudo na vida tem, inicio, meio e fim, e quando este blog acabar, que será uma coisa natural, vários doentes PTralhas estarão fodidos, nem o Bezerra de Menezes ira aceita-los, visto que esses pseudos conhecedores de qualquer assunto, sofrem de uma paranóia, chamada “política”, defendem a qualquer preço, principalmente os “CORRUPTOS”, pessoas deste nível, com certeza não possuem uma verdadeira ” família “, normalmente moram sozinhos, porque seus familiares já os deixaram, normalmente são aposentados, alguns até com um bom salário, normalmente são desocupados, e normalmente são gays, ou estão no armário, e normalmente são defensores ferrenhos do “Lula Livre”.

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