6 comentários

  • O advogado do PT livra o filho do presidente

    O então advogado Diaz Toffolli foi indicado por Lula para o STF, depois de ser advogado do sindicato petista. Virou ministro!
    Dizem que ele não tinha capacidade mas era leal ao PT e a Lula. Agora Lula está preso e o presidente é Bolsonaro.
    Nesta terça (16), Toffoli atendeu a pedido do senador Flávio Bolsonaro (filho do presidente) e barrou investigação sobre as movimentações financeiras do ex-assessor Fabrício Queiroz, baseada em dados do COAF, antes da obtenção de autorização judicial.
    Ele livrou o filhinho do presidente kkkkkk Quer agradar o presidente. Fez acordo? Certamente ele quer proteger os bandidos da Lava Jato.

  • jalesexburaco

    Assim que deveria ser sempre,todo mundo preocupado com os cargos e negocios de filhos de Presidente,pq antes ninguem ligava!Essa tal de revolta seletiva nao me engana nao

  • Anônimo

    Uma ressalva: o Eduardo Bolsonaro é:

    formado em direito pela UFRJ,
    advogado,
    e escrivão de Polícia Federal.
    pós graduação em economia gera dúvida.

    Mas com relação a charge, é preciso estudar sim, o mínimo q seja, para concluir o Ensino Médio.

    No caso em referência fez 5 anos de Direito (pelo menos).

  • Enfermeiro cubano

    ******”O ministro da Justiça, Sergio Moro, vai perder seu cargo e será severamente punido, previu nesta terça-feira o jornalista Glenn Greenwald, que nas últimas semanas revelou informações sobre a Operação Lava Jato que mostram viés do ex-juiz no caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).”

    “Ele vai ser severamente punido, perdeu claramente a posição e, provavelmente, não pode praticar a lei”, previu Greenwald em uma audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, em Brasília.
    O jornalista norte-americano lidera a equipe do The Intercept Brasil, que está revelando conversas privadas mantidas via Telegram entre Moro e promotores da Operação Lava Jato, apontando uma possível perseguição judicial contra o petista.
    Greenwald notou que o conteúdo é verdadeiro, que todas as verificações possíveis foram feitas e que ele foi obtido através de uma fonte secreta, e não através de um grupo organizado de hackers, como sugeriu recentemente Moro e outros membros do governo.
    A este respeito, o jornalista, que já revelou o escândalo de escutas ilegais pela Agência de Segurança Nacional (NSA, por sua sigla em Inglês), lamentou que Moro optou por uma estratégia de defesa “cínica”, tentando “enganar” os cidadãos para que pensem que o material não é autêntico.
    Greenwald também argumentou que, ao contrário do que dizem seus detratores, seu objetivo é fortalecer a luta contra a corrupção: “É impossível combater a corrupção mantendo um comportamento corrupto”.
    Moro apareceu na semana passada no Senado para dar explicações sobre o conteúdo das mensagens e salientou que não deve ser levado em conta porque elas foram obtidas ilegalmente, mas em qualquer caso, não se observa qualquer irregularidade neles. Ele era esperado na Câmara, mas adiou a sua ida para falar com os deputados.
    No momento, o presidente Jair Bolsonaro mostrou seu apoio a Moro e não há indicação de que ele pretenda demiti-lo no curto prazo.
    Os advogados do ex-presidente Lula usaram as informações reveladas pelo The Intercept Brasil para reforçar uma petição perante o Supremo Tribunal Federal (STF) que exige que Lula seja libertado.
    Eles argumentam que sua sentença deveria ser anulada porque ele foi julgado e condenado em primeira instância por Moro, que em sua opinião nunca teve um comportamento imparcial.

  • Enfermeiro cubano

    POLÍTICA
    *****OAB contraria Moro e mantém recomendação de afastamento do ministro

    Em audiência na Câmara, ministro afirmou duvidar que a entidade mantenha a posição defendida nos primeiros dias do escândalo
    O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) afirmou a CartaCapital que mantém a posição defendida em nota, em que recomenda o afastamento dos envolvidos nos vazamentos noticiados pelo site The Intercept Brasil. A manutenção do entendimento contraria a declaração do ministro da Justiça, Sérgio Moro, dada em audiência na Câmara nesta terça-feira 2. Na ocasião, o ministro afirmou duvidar que a OAB tenha a mesma opinião que apresentou nos primeiros dias do escândalo.
    O comentário do ex-juiz da Lava Jato ocorreu após pergunta do deputado Idilvan Alencar (PDT-CE). O parlamentar questionou o que Moro pensa sobre o parecer da OAB em relação ao caso. O ministro fez críticas ao parecer e disse acreditar que a entidade teria mudado de ideia. “Respeito muito a OAB, mas ela embarcou no sensacionalismo barato dos primeiros dias. Duvido que teria hoje a mesma posição que teve nos primeiros dias”.
    Procurado, o Conselho Federal da entidade afirmou: “OAB mantém posição defendida na nota conforme deliberado no Conselho Pleno”. Na nota, publicada em 10 de junho, a instituição defende: “Não se pode desconsiderar, contudo, a gravidade dos fatos, o que demanda investigação plena, imparcial e isenta, na medida em que estes envolvem membros do Ministério Público Federal, ex-membro do Poder Judiciário e a possível relação de promiscuidade na condução de ações penais no âmbito da operação lava-jato. Este quadro recomenda que os envolvidos peçam afastamento dos cargos públicos que ocupam, especialmente para que as investigações corram sem qualquer suspeita”.
    Na audiência na Câmara, deputados da oposição pediram o afastamento do ministro da Justiça do cargo, a fim de que as investigações ocorram com lisura. A parlamentar Talíria Petrone (PSOL-RJ) também propôs a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apure a conduta do então juiz da Lava Jato. Já o deputado Afonso Florence (PT-CE) foi mais longe e pediu a demissão de Moro do Ministério da Justiça.

  • eu

    *******PFDC divulga nota contra a Lava Jato: ‘é inadmissível reprimir o crime violando direitos fundamentais’

    “É inadmissível que o Estado, para reprimir um crime, por mais grave que seja, se transforme, ele mesmo, em um agente violador de direitos fundamentais”, aponta Procuradoria
    Ex-juiz Sérgio Moro e procurador que coordena Lava Jato, Deltan Dallagnol atuavam juntos, mostram mensagens reveladas pelo The Intercept Brasil. Foto: José Cruz/Agência Brasil
    A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do Ministério Público Federal (MPF), responsável pela defesa de direitos humanos divulgou uma nota, defendendo que o combate à corrupção deve ser com respeito ao devido processo legal e à liberdade de imprensa.
    O órgão destaca que o texto foi motivado pelas revelações na imprensa de diálogos “mantidos entre agentes públicos do sistema de Justiça no contexto da Operação Lava Jato”. Desde o dia 9 de junho, o site The Intercept Brasil vem publicando uma série de reportagens mostrando que o então juiz Sérgio Moro mantinha contato direto com os procuradores da força tarefa da Lava Jato, inclusive orientando o órgão de acusação e, até mesmo, adiantando suas decisões – ações incompatíveis com o dever de juiz, conforme a legislação nacional e internacional.
    Em parceria com a Folha de S.Paulo, o Intercept revelou ainda que o coordenador da Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol queria aproveitar a fama e contatos obtidos da Lava Jato para lucrar vendendo palestras. Por lei procuradores podem aceitar convites para ministrar cursos e palestras gratuitos ou remunerado.

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