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  • O discurso de Bolsonaro na ONU, agradou à grande maioria dos brasileiros

    No dia seguinte, eu acho que Bolsonaro tem orgulho em representar a ruptura da velha ordem política no Brasil. Bolsonaro não dissimula. Ele assume ser a estrela dessa mudança. Ele age como se recebesse uma missão divina.
    Quando jornalistas escrevem, desaprovando, que Bolsonaro “falou apenas para seu público”, se esquecem que o público dele representa a maioria da nação. Não me refiro apenas aos ferrenhos “bolsonaristas”.
    Gente como eu, que votei nele, para evitar o retorno do PT ao poder, dele espera exatamente isso: que reafirme, na ONU e os outros países, que o Brasil se cansou daquela sua política velhaca, que valoriza a figuração para esconder a malandragem. Como também a nossa soberania sobre a floresta.
    Menos importa, neste momento, as bravatas ideológicas e culturais. Decência na vida pública é o que manda agora. Botar a casa em ordem, enfrentar a desgraça que desmoralizou nossa democracia.
    Bolsonaro não foi eleito pela sua simpatia. Nós queremos coerência. Vimos isso na ONU. A Assembleia Geral se calou ouvindo o presidente do Brasil dizer, com todas as letras, que nossa bandeira voltou a ser verde-amarela.
    E a honestidade tomou conta da República. O resto, vemos depois.

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