DATAFOLHA: BOLSONARO É REJEITADO POR 46% DOS MORADORES DA CIDADE DE SÃO PAULO. E DÓRIA, POR 39%

Perguntados se votariam em um candidato a prefeito apoiado por Bolsonaro, apenas 11% dos pesquisados disseram que votariam com certeza e 23% disseram que talvez votassem. Em contrapartida, 64% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum no candidato apoiado pelo Bozo.

Deu no Brasil 247

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha apontou que 46% dos eleitores da cidade de São Paulo consideram o trabalho de Jair Bolsonaro (sem partido) ruim ou péssimo. A aprovação dele no município é de 29%, mesmo percentual das pessoas que o avaliam como regular. Não souberam responder 2%.

Segundo o levantamento, divulgado nesta sexta-feira (25) pela Folha de S. Paulo, Bolsonaro tem mais aprovação (39%) das pessoas com idade superior a 60 anos, 43% dos mais ricos (acima de 10 salários mínimos) e 40% dos evangélicos.

A rejeição é maior entre mulheres (50%), jovens (54% entre quem tem de 16 a 24 anos e 55% dos entre 25 e 34 anos). No quesito etnia, 59% dos negros acham o presidente ruim ou péssimo.

Na pesquisa Datafolha, foram entrevistadas 1.092 pessoas em 21 e 22 de setembro, presencialmente. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. 

Doria

Ainda de acordo com o levantamento, 39% dos paulistanos reprovam o governador João Doria (PSDB), ex-aliado de Bolsonaro. Apenas 21% aprovam e 39% consideram regular. 

O governo é mais bem aprovado na zona oeste da capital (22%), entre quem ganha entre 5 e 10 salários mínimos (33%) e entre os que aprovam a gestão do prefeito tucano Bruno Covas (52% de ótimo e bom).

As estatísticas mostraram que Doria tem mais rejeição entre moradores do centro (43%) e da zona leste (40%). Ele é considerado ruim ou péssimo por 52% das pessoas com maior poder aquisitivo (acima de 10 salários mínimos).

1 comentário

  • Começou a dança do sobe e desce

    Rivais, Bolsonaro e Dória são os piores cabos eleitorais para a prefeitura de SP. Porem seus candidatos associados a eles na capital, o prefeito Covas no caso de Dória e o Russomanno, no de Bolsonaro. Estão na frente!
    Bolsonaro não queria “botar a sua cara a tapa”. Não apoiar ninguém. Mas sofreu pressão e apoia Russomanno. Na capital paulista, os R$ 600 não afetou o apoio do eleitor. É muito pouco!
    Além disso, há também a pandemia. Bolsonaro, segundo o Datafolha, foi relativamente bem sucedido em evitar a associação de suas políticas negacionistas com as mortes no país. Quem diria!
    O desgaste de Doria, que já havia sido derrotado na capital pelo Márcio França na disputa de 2018. Ainda, reflete sua decisão de deixar a prefeitura com 1 ano e 3 meses no cargo, para ser candidato. Dória viu sua aprovação, no manejo da crise da Covid-19, cair ao longo dos meses.

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