FOLHA PERDE A PACIÊNCIA, CHAMA BOLSONARO DE BOÇAL E MANDA ELE SAIR DO TWITTER E GOVERNAR

Olha aí o Bozo governando… Na Globo, até o Merval e a Miriam Leitão também já perderam a paciência com ele. Só o Alexandre Garcia ainda é capaz de elogiar o “Mito”. Deve ter um bom motivo para estar fazendo isso. Deu no Brasil 247:

A elite brasileira perdeu a paciência com o presidente que ajudou a eleger, ao apoiar a deposição ilegal da ex-presidente Dilma Rousseff e a prisão política do ex-presidente Lula, que, em condições normais, hoje seria o presidente. Prova desse cansaço com Bolsonaro é o editorial da Folha de S. Paulo, desta quinta-feira, que reflete o sentimento da plutocracia nacional. Para o jornal, Bolsonaro não pode mais ser um boçal do Twitter.

“A esta altura, até mesmo os mais fanáticos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) perceberam o tamanho e a dificuldade da travessia à frente da administração. A reforma da Previdência, na hipótese de ser aprovada, dificilmente se resolverá no primeiro semestre. A atividade econômica, que em tese reagiria ao incremento das expectativas com o novo governo, não dá mostras de se animar. Pelo contrário, as estimativas profissionais recuam e anteveem mais um ano de semiestagnação da renda per capita e elevado desemprego”, diz o texto.

Ou seja: caiu a ficha. Bolsonaro não aponta caminhos para o crescimento. Mas a Folha vai além e o considera um boçal. “No Brasil, um presidente da República há 66 dias no cargo tem mais a fazer do que publicar boçalidades e frases trôpegas numa rede social. A dedicação que sobra à frente da telinha falta na reforma da Previdência, na condução da crise na Venezuela, na cobrança de retidão e competência dos ministros e na articulação com os outros Poderes. Governe, presidente.”

12 comentários

  • Marreta

    BOLSONARO O MILICIANO NÃO ESTA AGRANDANDO OS MILITARES–TOMARA QUE PEGA FOGO ESSA ADMINISTRAÇÃO.

    Fala de Bolsonaro desagrada ala militar; Mourão tenta contornar crise

    A fala do presidente Jair Bolsonaro trazendo as Forças Armadas para seu lado no contexto da crise do tuíte do Carnaval desagradou a ala militar do governo, que buscou desta vez colocar panos quentes em público à situação com o comentário do vice-presidente, general Hamilton Mourão.
    Na realidade, com a manifestação, os militares buscam tratar o assunto “interna corporis”, ou seja, dentro da instituição governo. Se serão bem-sucedidos, isso é algo a ver. A depender da evolução do caso, pode ser uma inflexão na relação entre o capitão reformado eleito presidente e os generais dos quais se cercou uma vez no poder.
    Segundo a Folha apurou, a cúpula militar no governo e a da ativa por óbvio concorda com a frase de Bolsonaro segundo a qual não há liberdade e democracia sem as Forças Armadas. Rejeitaram a construção “se a respectiva Força Armada assim o quer”, pela insinuação de tutela —justamente a crítica feita à esquerda ao discurso.
    ​Um general do Alto Comando comentou o caso lembrando o discurso de despedida do presidente Barack Obama às forças americanas, no qual ele preza justamente esse papel garantidor.
    Mas o problema maior, para os militares, está no primeiro período da fala, no qual o presidente disse que “a missão será cumprida ao lado” dos que “amam a pátria”, “respeitam a família”, “querem aproximação com países que têm ideologia semelhante à nossa” e “amam a democracia”.
    Um almirante afirmou que empacotar tudo isso no mesmo discurso deu a entender que as Forças Armadas estão prontas para combater o dissenso, aqueles que Bolsonaro considera adversários em suas postagens no Twitter e Facebook, notoriamente controladas pelo filho Carlos e assessores.
    Nas palavras de um outro militar muito próximo pessoalmente do presidente, ele foi “extremamente infeliz” na colocação, e isso levou à intervenção do general Mourão.

    Desde a campanha eleitoral os militares do entorno de Bolsonaro se batem com o estilo do presidente, que consideram impulsivo demais, e a influência do círculo familiar —notadamente o vereador carioca Carlos, o deputado federal Eduardo e o senador Flávio.
    Embora a ala militar englobe diversas facções, algumas divergentes, há uma certa convergência na figura do vice Mourão, por ter sido eleito com os mesmos votos da chapa de Bolsonaro. Indemissível, pode passar recados da cúpula e os seus próprios com mais liberdade.
    Mourão já fez pública a intervenção reservada dos militares contra o voluntarismo do Itamaraty chefiado por Ernesto Araújo, protegido de Eduardo e indicado pelo ideólogo Olavo de Carvalho. Demoveu a ideia da mudança da embaixada brasileira em Israel e assumiu negociações sobre a crise na Venezuela, afastando especulações de ação militar. Por fim, o vice troca farpas públicas com Olavo sempre que pode.
    Internamente, Bolsonaro ouve nomes como o dos também generais da reserva Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria de Governo). Eles, Mourão e o general da reserva Floriano Peixoto (Secretaria-Geral) são o núcleo militar dentro do Planalto.
    O grupo é reforçado pelo general da ativa Otávio do Rêgo Barros, porta-voz da Presidência que deu forma à nota na qual Bolsonaro mantinha a censura aos atos obscenos em públicos divulgados pelo mandatário no Twitter, mas afirmava que a postagem não implicava crítica ao Carnaval em si.
    VAI EXPLODIR SE TUDO CORRER BEM!!!!

  • Juliano Pereira

    “deu no Brasil 247”

    2 + 4 + 7 igual a 13 igual PT – Portanto sem credibilidade

  • SUCO DE LARAJA

    O SUKO DE LARANJA TEM BANDIDO DE ESTIMAÇÃO. KKK.

  • Marreta

    A AMEAÇA DO PRESIDENTE MILICIANO.

    “O Cofre do Adhemar”, “A guerra do apagão” e “O domador de sonhos”.
    Bolsonaro faz ameaça velada ao Congresso: se o cassarem, ele fecha
    Por Alex Solnik, para o Jornalistas pela Democracia – Um dia depois de a hashtag impeachmentbolsonaro ter bombado na rede em reação à sua postagem do vídeo sadomasoquista, Bolsonaro reagiu, partindo para o ataque.
    Ao dizer que a liberdade e a democracia dependem das Forças Armadas mandou um recado – ou lançou uma ameaça – para o Congresso Nacional.
    O que se lê nas entrelinhas é: se deputados se meterem a bestas e tentarem me cassar eu chamo as Forças Armadas e acabo com a alegria deles. (Não será difícil convencer seus seguidores do twitter e WhatsApp que deputado é corrupto e gasta os tubos, fechar o Congresso seria uma bela duma economia.)
    Mais ou menos na linha do que o seu vice Hamilton Mourão preconizou em entrevista à Globo News antes da posse: um autogolpe.
    No dia 11 de novembro de 1937, Getúlio Vargas, com apoio das Forças Armadas, cercou o Congresso Nacional, mandou deputados e senadores para casa, fechou os partidos e decidiu falar diretamente aos brasileiros, sem intermediários.
    E ele não tinha twitter.

  • Sérgio

    Devia deixar o planeta… Já confirmado, é um imbecil disfarçado de presidente da República.

  • Uma coisa não tem nada a ver com outra

    A elite não queria Bolsonaro mas o povo quis. A deposição de Dilma foi legal. A prisão de Lula não foi politica. Lula não seria presidente porque está preso e merecido! Tudo isso, o texto do Cardozinho mente.
    A incapacidade de Bolsonaro não tem nada a ver com a decadência do PT pois não é porque Bolsonaro perde seu tempo com banalidades das redes sociais que vamos agora, trazer de volta o PT. Pelo contrario, queremos o PT bem longe!
    Se temos um presidente boçal? Vamos ficar com ele. Respeitem a vontade do povo

  • Enfermeiro cubano

    LAVA JATO ESTA ROUBANDO O BRASIL ATRAVÉS DA PETROBRAS.

    “FUNDAÇÃO DA LAVA JATO” NÃO FOI PREVISTA EM ACORDO COM EUA
    Ministério Público destina R$ 1,2 bi pagos pela Petrobras para criar uma organização privada de combate à corrupção
    O depósito judicial de US$ 682,5 milhões (R$ 2,5 bilhões) feito pela Petrobras em uma conta vinculada à 13ª Vara Federal de Curitiba no fim de janeiro deste ano está causando polêmica entre o mundo jurídico que trabalha na área de combate à corrupção. Para não responder a um processo criminal nos Estados Unidos em função da corrupção na empresa, a Petrobras aceitou um acordo no valor de US$ 853,2 milhões (cerca de R$ 3,5 bilhões) com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) em setembro do ano passado. O Ministério Público Federal (MPF) disse ter sugerido às autoridades americanas que 80% desse montante fosse pago pela empresa no Brasil, o que ficou acordado com o DoJ. A contenda se instalou porque o MPF decidiu que parte do que foi recebido será destinado ao financiamento de uma fundação de direito privado, que será constituída por “integrantes da sociedade civil”. Isso, que não estava no acordo formalizado com as autoridades americanas, já está consumado. O acordo entre MPF e Petrobras para a criação da fundação já foi homologado pelo Judiciário.
    “O dinheiro não vai para o MPF. Não vamos gerir isso, não vamos usar o dinheiro”, afirmou a ÉPOCA, o procurador Paulo Roberto Galvão, integrante da força-tarefa da Lava Jato, ao responder às críticas que acusaram o órgão de se “apossar” do valor. “Os acordos têm previsão legal e isso é feito todo dia no país, mas com valores menores”, completou ele, admitindo que a figura da fundação não foi prevista no acordo com os EUA. Quando ela ficar pronta, será gerida por um conselho constituído por esses integrantes da sociedade. Há previsão de uma cadeira ser ocupada pelo MPF.
    No documento, firmado pela Petrobras e pelo DoJ há somente a menção ao pagamento de 80% do total da multa no Brasil. Foi o MPF em Curitiba que decidiu a destinação dos R$ 2,5 bilhões. No acordo brasileiro, a empresa se comprometeu a realizar o pagamento numa conta-corrente da Caixa Econômica Federal vinculada à 13ª Vara Federal de Curitiba e os procuradores definiram que 50% do valor — R$ 1,2 bilhão — será destinado ao fundo que será gerido por uma fundação de direito privado que deve desenvolver uma enormidade de projetos na área de combate à corrupção.
    De acordo com Galvão, a Petrobras celebrou o acordo com o MPF em Curitiba porque é lá que tramita o caso desde 2014 e, como partiu de lá a investigação do caso, os americanos aceitaram destinar a maior parte da multa para o Brasil, o maior lesado com o crime. A justificativa pela opção pela fundação, porém, é de que os procuradores não sabiam como definir qual setor tinha maior necessidade.
    “Nesse caso, como era um valor muito alto, nós entendemos que não tínhamos sequer condições de definir onde esse valor vai ser aplicado, em qual projeto. Essa questão da fundação e do endowment [dotação] foi a melhor maneira que a gente identificou para dar uma destinação a esses valores”, explicou Galvão, ao dizer que a opção pela fundação veio recentemente, pouco depois da celebração do acordo nos EUA.
    Para auxiliar a constituição da Fundação, o MPF diz ter solicitado auxílio à Advocacia-Geral da União (AGU), à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Ministério Público do Paraná (MPPR). Um comitê será criado até o fim de abril para dar início aos trabalhos da Fundação e será composto por cinco membros indicados por uma série de organizações como Fundações e Empresas (GIFE), Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), Transparência Internacional (TI), Observatório Social do Brasil, Associação Contas Abertas, Instituto Ethos, Amarribo, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Instituto Não Aceito Corrupção, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (INGC) e Fundação Dom Cabral (FDC).
    Prática internacional
    As ideias, porém, não surgiram em Curitiba. O próprio DoJ, nos EUA, tem como prática usual ficar com parte das multas que aplica em casos de corrupção. “As multas de aplicação nos EUA acabam retornando ao próprio órgão aplicador para fortalecer a atividade de investigação”, explicou Bruno Brandão, diretor-executivo da Transparência Internacional. Ele lembrou ainda que a Siemens — empresa também envolta em corrupção na Europa e nos EUA — celebrou há cerca de cinco anos um acordo para a criação de um fundo gerido pelo Banco Mundial, mas que destina sua verba a ações diversas na área de integridade e combate à corrupção.
    Só no Brasil e no governo do Bolsomerda, utiliza-se dinheiro público para socar no c…………. da Lava jaro. Esse dinheiro vai é ser dividido entre os promotores do MPF.

  • Enfermeiro cubano

    LEIAM COMO ANDAM OS MILICIANOS DA FAMÍLIA TRAPO::

    Eduardo Bolsonaro, filho mais novo do presidente da República, Jair Bolsonaro, vem circulando armado por órgãos do governo, informa o jornalista Vicente Nunes, do Correio Braziliense. Na terça-feira, 26 de fevereiro, em visita à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Eduardo estava com a arma na cintura, constrangendo os servidores
    Eduardo Bolsonaro, filho mais novo do presidente da República, Jair Bolsonaro, vem circulando armado por órgãos do governo. Ele tem direito a porte de armas.
    Na terça-feira, 26 de fevereiro, em visita à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Eduardo estava com a arma na cintura, constrangendo os servidores.
    O filho número três do presidente só encobriu a arma quando foi tirar fotos para o registro de sua visita à Apex. Pediram para que ele colocasse o paletó. Foi um alívio. Ninguém queria aparecer nas fotos em Eduardo mostrando a arma na cintura.
    E O MORO O QUE DIZ DESTAS ATITUDES?

  • mané

    A TODOS OS DA DIREITA BOLSONISTAS E GOLPISTAS:

    DIFÍCIL NÃO É PERCEBER QUE BOLSONARO É UM DESEQUILIBRADO MENTAL. DIFÍCIL É ACEITAR A IMBECILIDADE DE MAIS DE 57 MILHÕES DE IDIOTAS

  • Enfermeiro cubano

    O MILICIANO BOLSONARO PAI, ESTA PERDENDO OS AMIGOS AOS POUCOS.

    Apavorado, deputado pastor amigo de Bolsonaro já vê fim do governo, o deputado federal Marco Feliciano é um dos primeiros aliados de Jair Bolsonaro, a se decepcionar com o desempenho do governo.
    Fala em sangramento e, nas entrelinhas, prevê o fim em breve de Bolsonaro.
    Apavorado com a crise na imagem do governo, ele fez oito posts ao presidente e aos filhos dele, o vereador Carlos (PSC-RJ) e o deputado federal Eduardo (PSL-SP).

    Pediu mais empenho:

    “Vocês não pediram minha opinião, mas deixo aqui humildemente a mesma. A comunicação está péssima. O ego daqueles que vocês elegeram está inflado, que só enxergam seus umbigos. Alguns ministros estão deslumbrados com os holofotes” “Ou vocês criam um grupo político e intelectualmente preparado ou todos os dias irão sangrar.”
    A essa notícia se soma a mais um desabafo de impacto.
    Em sua página no Facebook, Olavo aconselhou os alunos de seu curso online a deixarem seus cargos na administração Bolsonaro.
    “Jamais gostei da ideia de meus alunos ocuparem cargos no governo, mas, como eles se entusiasmaram com a ascensão do Bolsonaro e imaginaram que em determinados postos poderiam fazer algo de bom pelo país, achei cruel destruir essa ilusão num primeiro momento. Mas agora já não posso me calar mais”, escreveu o mentor de Bolsonaro.
    Segundo ele, “o presente governo está repleto de inimigos do presidente e inimigos do povo, e andar em companhia desses pústulas só é bom para quem seja como eles”.
    “Todos os meus alunos que ocupam cargos no governo — umas poucas dezenas, creio eu — deveriam, no meu entender, abandoná-los o mais cedo possível e voltar à sua vida de estudos”, escreveu.

  • Enfermeiro cubano

    OLHA A GRANDEZA DE UM GRANDE PRESIDENTE:—

    Pouco antes de deixar a sede da Polícia Federal em Curitiba, onde esteve com Lula por cerca de uma hora, nesta quinta-feira (7), a militante Neudicléia de Oliveira, da coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), foi surpreendida por um chamado do ex-presidente. “Eu sei que não é muito, mas leve esta comida para todos compartilharem na Vigília”, disse Lula, num gesto de humildade que só os grandes seres humanos são capazes de demonstrar.
    Os mantimentos, que haviam sido levados ao ex-presidente por familiares, alimentaram também a alma dos militantes que esperavam ansiosos o retorno de Neudicléia para que lhes confidenciasse a conversa que teve com o ex-presidente. E o recado foi dado em tom de manifesto. “A única luta que a gente perde é a luta que a gente não faz”, declarou Lula, em recado transmitido na íntegra pela militante do MAB – presença constante na Vigília desde o dia 7 de abril de 2018.
    Lula também fez questão de reverenciar o papel de todos os movimentos sociais na árdua e interminável resistência criada desde o golpe de 2016, que passa também por sua prisão política e a decisão arbitrária de tirá-lo da disputa eleitoral – e, de certa medida, em todos os grandes episódios de lutas desde a abertura democrática no Brasil. “Ele pediu para que eu desse um abraço em cada sem terra, cada cutista, cada atingido por barragem, cada militante que desde o dia 7 de abril de 2018 está nesta Vigília. Se pudesse, ele mesmo viria aqui beijar cada um de vocês”, confidenciou Neudicléia.
    A militante, no entanto, garante que, embora esteja chateado com a situação do país (e também com a sua condição de sequestrado pela Justiça brasileira), Lula está longe de mostrar desânimo. “Ele me pediu para dizer a vocês que, assim como ele, não podemos desanimar. Mesmo com cada novo golpe, cada novo retrocesso, nós temos que resistir. Ele quer que, mais do que gritar Lula Livre, precisamos denunciar a farsa do Judiciário e mostrar que esse mentiroso do Sérgio Moro, do Dallagnoll, que inventaram um crime que ele não cometeu baseado apenas numa convicção.
    Por fim, Lula mantém a mesma posição firme desde que iniciou o calvário imposto por um país cuja democracia anda combalida e sob constante ameaça. “Ele novamente garantiu que provará a sua inocência e desafiou o Judiciário para que apresente apenas uma prova contra ele. Lula só sai daqui inocentado e pela porta da frente”, concluiu Neudicléia.

    Por Henrique Nunes

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