FRASE

“As únicas vezes que o presidente conversou comigo foram durante a campanha eleitoral. Obviamente porque eu não sou político, então o que tenho que falar, pego e falo”.

(Do vice-presidente, general Hamilton Mourão, em entrevista ao jornal O Globo, expondo seu relacionamento com Bolsonaro)

4 comentários

  • Falou a verdade, esse é honesto

    Militar firme em suas convicções, é de pessoas assim que o país precisa, falou a verdade, fim de conversas…..

  • eu

    BOLSONARO O MILICIANO.

    Mourão diz que fãs de Bolsonaro têm “radicalismo nas ideias”
    General da reserva, Hamilton Mourão também afirmou que campanha do PSL nas eleições 2018 ainda está ‘amadora’
    Leonencio Nossa
    26 JUL 2018 05h12 atualizado às 11h11
    separator33COMENTÁRIOS
    Um dos consultores da candidatura à Presidência de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), de 64 anos, afirma que há um “certo radicalismo nas ideias, até meio boçal”, entre os apoiadores do candidato nas eleições 2018. Ao Estado, ele diz que a campanha é “meio amadora” e reclama que a imprensa trata Bolsonaro com “preconceito”. Há dois meses no comando do Clube Militar, entidade que teve espaço de destaque na política até os anos 1960, Mourão, gaúcho de Porto Alegre, diz que o setor ficou dentro do “casco” como tartaruga desde o fim do regime militar, mas voltou disposto a atuar em disputas eleitorais.

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    O general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), de 64 anos, afirma que há um “certo radicalismo nas ideias, até meio boçal”, entre os apoiadores do candidato nas eleições 2018
    Mourão chegou a ser cogitado como vice na chapa do presidenciável. Em almoço em 19 de julho, Bolsonaro questionou a correligionários se o nome do general seria uma boa ideia para sua chapa. Em setembro de 2017, Mourão foi criticado por ter citado em discurso a possibilidade de intervenção militar como solução para resolver a crise enfrentada pelo País.

  • eu

    Começou a amizade entre os dois farsantes:

    Bolsonaro expõe briga com Mourão e retira nome de vice pela primeira vez na história em mensagem oficial ao Congresso
    O clima de acirramento entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e seu vice Hamilton Mourão (PRTB) ganhou mais um capítulo nesta segunda-feira (4). Na carta enviada ao Congresso, o presidente quebrou uma tradição desde a redemocratização e não incluiu a assinatura de seu vice na mensagem, dando a entender que o conteúdo não tem a anuência de Mourão.
    Todos os últimos ex-presidentes incluíram seus respectivos vices em suas mensagens: Michel Temer, em dois mandatos de Dilma Rousseff, José Alencar, em dois mandatos de Lula, Marco Maciel, em dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, e finalmente Itamar Franco, na mensagem de Fernando Collor.
    A decisão de retirar o vice-presidente da mensagem coloca mais evidente a ruptura entre Bolsonaro e Mourão, que começou mesmo antes da eleição.
    Eles já haviam se desentendido em relação a leis trabalhistas em setembro do ano passado, sobre a política externa do presidente, no episódio da mudança da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém e, mais recentemente, sobre a transparência da família presidencial em relação ao caso do motorista Fabrício Queiroz, acusado de integrar um esquema de corrupção ligado ao senador Flávio Bolsonaro.
    Legal.

  • eu

    A Amizade Interessante e o Brasil sem Presidente.

    A verdade que não se diz sobre Bolsonaro: estamos sem presidente.
    Para não se deixar a presidência nas mãos do vice Hamilton Mourão, hoje odiado pela família Bolsonaro, o Brasil ficou sem nenhum presidente.
    Estamos no meio da maior tragédia ambiental brasileira ( Brumadinho), iniciando as negociações para a reforma da Previdência sem a qual o Brasil quebra, um ministro do PSL ( Marcelo Antonio, do Turismo) acusado de desviar dinheiro público em sua campanha eleitoral.
    Mas Jair Bolsonaro está proibido pelos médicos de falar para aumentar a produção de gases no estômago e dificultar a cicatrização da cirurgia.
    Falava-se que ele sairia amanhã do hospital, mas, na melhor das hipóteses, terá alta na segunda.
    Melhor das hipóteses porque há chance, admitida oficialmente, de uma nova cirurgia.
    Já está às claras o ódio da família Bolsonaro e de seus assessores mais próximos ao vice Hamilton Mourão.
    Essa notícia do Jornal Valor é um sinal.;;;;;;
    Vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, não vai visitar o presidente Jair Bolsonaro no hospital a pedido da família. “Ele não pode ficar falando”, disse o vice, ao chegar para os despachos da tarde no Palácio do Planalto. O general afirmou que o ideal é o presidente descansar para se recuperar. “Estava previsto ir lá amanhã, mas a família pediu para não ter visita. Vou deixar ele quietinho para voltar rápido”, completou.
    A família está convencida de que o general se prepara para assumir um dia o lugar de Bolsonaro, vendendo a imagem de ser alguém mais preparado e ponderado.
    Sub Mundo não precisa de presidente, pois os dois são uma Merda.

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