“GOVERNO BOLSONARO É UM DESERTO DE IDEIAS”, DIZ RODRIGO MAIA

Vejam bem, quem está dizendo essa verdade que já sabíamos é um aliado de Bolsonaro. Ele disse, ainda, que o Brasil não aguenta um dia de guerra com a Venezuela, o que também é verdade. Deu no Brasil 247:

Em entrevista às jornalistas Vera Rosa, Naira Trindade e Renata Agostini (do Estadão), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, revelou o óbvio: o governo Bolsonaro é um deserto de ideias e não tem projeto algum para o Brasil.

“O Brasil precisa sair do Twitter e ir para a vida real. Ninguém consegue emprego, vaga na escola, creche, hospital por causa do Twitter. Precisamos que o País volte a ter projeto. Qual é o projeto do governo Bolsonaro, fora a Previdência? Não se sabe. Qual é o projeto de um partido de direita para acabar com a extrema pobreza? Criticaram tanto o Bolsa Família e não propuseram nada até agora no lugar. O governo é um deserto de ideias”, disse ele.

Na semana em que o dólar subiu e a Bovespa perdeu 5,45%, Maia falou também sobre a crise em torno da reforma da Previdência. “O governo eleito não pode terceirizar sua responsabilidade. O presidente precisa assumir a liderança, ser mais proativo. O discurso dele é: sou contra a reforma, mas fui obrigado a mandá-la ou o Brasil quebra. Ele dá sinalização de insegurança ao Parlamento. Hoje, o governo não tem base. Não sou eu que vou organizar a base. O presidente da Câmara sozinho, em uma matéria como a reforma da Previdência, não tem capacidade de conseguir 308 votos”, afirmou.

Maia também criticou Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que defendeu uma guerra contra a Venezuela. “Respeito o deputado Eduardo Bolsonaro, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores, mas acho que a interferência de outros países na Venezuela não é o melhor caminho e que essa não é a posição dos ministros militares do governo. Nós estamos com a estrutura das Forças Armadas desabastecida. Vamos dizer que alguns concordem com isso. O Brasil não tem nem condições de segurar 24 horas de confronto com a Venezuela”. 

15 comentários

  • Leandro

    Esse Maia é do msm nível de Eduardo Cunha, Temer, Sérgio Cabral, AÉCIO, LULA, Dilma…..então ele tá vendo q a casa vai cair…..e tá apavorado…

  • Anonimo

    erceirizar a articulação’
    De acordo com o presidente da Câmara, o presidente Jair Bolsonaro diz que está sendo pressionado pela ‘velha política’, mas precisa dizer o quão polítice é a ‘nova política’.
    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado que o governo de Jair Bolsonaro não pode “terceirizar a articulação” política com o Congresso.
    Maia deu a declaração ao chegar para uma reunião do PPS, em Brasília.
    Segundo o deputado, Bolsonaro não pode transferir para os presidentes da Câmara e do Senado a responsabilidade que, na visão de Maia, deveria ser do presidente da República.
    “É importante que o governo acerte na articulação. E ele não pode terceirizar a articulação como ele estava fazendo. Quer dizer, transfere para o presidente da Câmara e para o presidente do Senado uma responsabilidade que é dele e fica transferindo e criticando: ‘Ah, a velha política está me pressionando, estão me pressionando’. Então ele precisa assumir essa articulação, porque ele precisa dizer o que é a nova política”, afirmou Maia.

  • anonimo

    GOVERNO NÃO TEM PROPOSTA PARA O PAÍS DECLARA RODRIGO MAIA.

    Um dia após ameaçar deixar as articulações sobre a Reforma da Previdência, devido às declarações virtuais de Carlos Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, voltou a criticar o governo Bolsonaro.
    Ele declarou que o governo é um “deserto de ideias” e que não tem propostas para o País, além da Reforma da Previdência. “Se tem propostas, eu não as conheço. Qual é o projeto do governo Bolsonaro fora a Previdência? Não se sabe”.
    Maia ainda cobrou o presidente de que assuma a liderança de articulação do governo para aprovar a proposta, sem terceirizar responsabilidade. “Ele não pode terceirizar a articulação como ele estava fazendo. Transfere para o presidente da Câmara e do Senado uma responsabilidade que é dele e fica criticando”.
    Também fez críticas à intensa presença de Jair Bolsonaro no Twitter, alegando que ele precisa deixar a rede de lado, “além da disputa do mal contra o bem”, e se empenhar para melhorar a vida da população.
    Depois de ter dito que deixaria as articulações da Reforma da Previdência, Maia afirmou que seguirá defendendo o projeto, mas dentro do Congresso. Ele também alfinetou o presidente em relação à declaração de que as dificuldades com Maia pareciam um namoro e que ele estaria aberto ao diálogo.
    “Não preciso falar com ele. O problema é que ele tem de conseguir várias namoradas no Congresso. São os outros 307 votos que ele precisa conseguir. Eu já sou a favor. Ele pode me deixar para o fim da fila”, declarou à imprensa. Por fim, o presidente da Câmara afirmou que os atritos com o governo são página virada.

  • anonimo

    UM DOS CORRUPTOS DA FAMÍLIA BOLSONARO COMO SEMPRE DANDO SUAS CAGADAS;

    No Chile, Eduardo Bolsonaro diz que “uso da força” será necessário na Venezuela e espalha fake news
    O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que estava acompanhando o pai Jair na viagem ao Chile, continua espalhando fake news.
    Agora em nível internacional.
    Entrevistado nesta manhã no programa LT ao Vivo, da versão digital do diário La Tercera, de Santiago, foi indagado por um dos apresentadores sobre se o escândalo envolvendo seu irmão mais velho, Flávio, com as maracutaias do ex-motorista e assessor Fabricio Queiroz, bem como a demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno, por conta do laranjal do PSL, não eram uma prova de que a corrupção continuava permeando a política brasileira.
    Num portunhol fluente, o Zero 2 não titubeou em reproduzir as mentiras espalhadas pelo site de extrema direita Terça Livre, que atribuiu à repórter Constança Rezende, do Estadão, a declaração de que sua intenção ao escrever reportagens sobre o esquema de apropriação dos salários de funcionários do gabinete do irmão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, era arruinar Flávio Bolsonaro e o governo.
    “São casos muito diferentes. Cada um com a sua peculiaridade. Por exemplo, no caso de meu irmão Flávio, estou muito tranquilo”, disse.
    “Na realidade, nesta semana, a jornalista que tornou público o caso de Flávio, numa conversa com outro jornalista francês disse que sua motivação era meramente política. Que sabia que não ia acontecer nada, porém, para atingir o presidente Jair Bolsonaro estava fazendo o máximo contra Flávio.”
    Na mesma entrevista, Eduardo, que acompanha o pai na reunião de cúpula com os presidentes do Chile, Argentina, Colômbia, Paraguai, Peru, Equador para a criação do Prosul, pontificou sobre a Venezuela na sua condição de chanceler ad hoc do Brasil.
    Para ele, todas as formas de pressão deverão ser utilizadas.
    “Ninguém quer uma guerra, a guerra é ruim, haverá vidas perdidas e consequências colaterais, mas Maduro não vai sair do poder de maneira pacífica”, falou.
    “De alguma maneira, vai ser necessário o uso da força, porque Maduro é um criminoso”.

  • mané

    MORO PODE AMANHECER SEM SER MINISTRO, SEM SER JUIZ E SEM TER CARTEIRINHA DA OAB.
    https://i1.wp.com/urbsmagna.com/wp-content/uploads/2018/11/sergio-moro.jpg?resize=699%2C420&ssl=1

    Sérgio Moro pode ser tudo, só não é, nem nunca foi um político hábil. A prova é a movimentação da Polícia Federal, em resposta ao passa-fora que Rodrigo Maia deu no Ministro da Justiça de Bolsonaro. O cálculo foi muito ruim, típico de uma pessoa arrogante que não pensa que tanto quanto o presidente da República, o presidente da Câmara é um dos cargos mais poderosos do país.

    Maia não perdeu tempo e entregou o projeto anti-corrupção do ex-super-juiz para o grupo político que simplesmente detesta a República de Curitiba, entregou o “copia e cola” do Moro para Marcelo Freixo do PSOL, inimigo de Bolsonaro e Paulo Teixeira, do PT, do partido que inimigo número um do Moro e da Lava Jato. Na prática, Rodrigo Maia entregou para Freixo e Teixeira e disse: “Toma aí, pode jogar no lixo.”
    O cenário é tão ruim para Sérgio Moro, que não lembrou que quem aceita um pedido de impeachment contra Bolsonaro é o próprio Rodrigo Maia que pode condicionar uma eventual aceitação, à saída de Moro do governo. Bolsonaro não teria saída, ou jogaria seu super-ministro do precipício político ou enfrentaria um processo de impeachment no congresso. Qual seria a escolha do capitão pateta?
    Resumo, Moro pode amanhecer qualquer dia desses, sem ser ministro, sem ser juiz e sem carteira da OAB. Ficaria quicando na cara do gol, pro primeiro que chegar e chutar.

  • jALES

    TRAMITAÇÃO DE PACOTE ANTICRIME CAUSA DIVERGÊNCIAS E DESENTENDIMENTO ENTRE MORO E MAIA.

    A tramitação de propostas de combate ao crime provocou um desentendimento entre o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
    Os três projetos do ministro da Justiça, Sérgio Moro, foram entregues em fevereiro à Câmara. Logo depois, o líder do PSL, deputado Delegado Waldir, pediu para juntar dois desses projetos: o da criminalização do caixa dois e o das medidas anticorrupção. O pedido foi negado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Agora, os projetos vão tramitar separadamente.

    Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, criou um grupo de trabalho formado por nove deputados para analisar as propostas: a de combate à corrupção e ao crime organizado, do ministro Sérgio Moro, e os projetos de uma comissão de juristas presidida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo. Pela regra, o grupo tem até 90 dias para debater e comparar as propostas – ver se elas podem ser unificadas ou não. Só um dos projetos de Moro está na Comissão de Constituição de Justiça.
    Na quarta-feira (20), no lançamento da frente parlamentar de segurança, o ministro defendeu que a discussão do pacote anticrime não pare: “na minha avaliação, isso pode tramitar em conjunto. O desejo do governo é que isso fosse desde logo encaminhado às comissões para debate, mas isso vai ser conversado respeitosamente com o deputado Rodrigo Maia”.
    A declaração de Moro não foi bem recebida por Rodrigo Maia: “o funcionário do presidente Bolsonaro conversa com o presidente Bolsonaro, e, se o presidente Bolsonaro quiser, conversa comigo. Eu fiz aquilo que eu acho correto. O projeto é importante. Aliás ele está copiando o projeto do ministro Alexandre de Moraes. Copia e cola. Então, não tem nenhuma novidade. Poucas novidades no projeto dele. Nós vamos apensar um ao outro. O projeto prioritário é o do ministro Alexandre de Moraes e, no momento adequado, depois que a gente tiver votado a Previdência, nós vamos votar o projeto dele”.

  • Eurico

    MUDANDO UM POUCO DE ASSUNTO–MAS CONTINUA SOBRE O ROUBO–AGORA DE ALKIMIM CONTRA A EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO.

    O promotor de Justiça Ricardo Manuel Castro moveu ação de improbidade administrativa contra o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) por suposto desvio de R$ 3 bilhões do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) para cobrir déficit financeiro do SPPrev (sistema previdenciário estadual), destinado a servidores do Estado, em 2018.
    O Ministério Público pede que o tucano e o ex-secretário da Fazenda, Helcio Tokeshi, também no polo passivo da ação, devolvam aos cofres públicos o mesmo valor que teria sido alocado indevidamente.
    O cálculo foi feito pelo Ministério Público de Contas, que já havia emitido parecer contrário a prática na análise das contas de 2016 do governo Alckmin.
    Em 2017, o TCE (Tribunal de Contas do Estado) recomendou que o governo paulista deixasse de computar como gasto mínimo obrigatório em educação o pagamento de aposentados. A Constituição Estadual exige que 30% das receitas sejam investidas na manutenção e desenvolvimento da Educação, enquanto que a Constituição Federal determina um piso de 25%.
    O governo paulista, contudo, só atingia o piso constitucional paulista de 30% aplicados em Educação contabilizando os gastos com os servidores inativos. Sem incluir os repasses à previdência, o índice só atenderia à Constituição Federal. Só de 2011 até 2018, segundo o Ministério Público de Contas, o governo repassou R$ 25 bilhões do Fundeb para cobrir o déficit da previdência estadual.
    “Considerando que a conduta acima descrita se repete, no âmbito da gestão orçamentária do Estado de São Paulo, desde o exercício de 2011 e considerando, ainda, que, a partir do exercício de 2017, houve afronta a recomendação expressa do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo no sentido de que os recursos provenientes do Fundeb fossem utilizados com exclusividade para a manutenção e desenvolvimento do ensino, resta caracterizado evidente desvio de finalidade, apto a evidenciar a prática de ato de improbidade administrativa”, afirma o promotor.
    Na ação, que foi distribuída na 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, Castro pede que a Justiça proíba imediatamente o governo do Estado de custear as despesas com pagamento de pensões e aposentadorias com recursos do Fundeb e de considerar esses gastos como investimento em Educação.
    O promotor também pediu à Justiça o bloqueio de bens de Alckmin, Tokeshi e da SPPrev até o valor de R$ 9,1 milhões, a restituição dos R$ 3 bilhões que teriam sido desviados e a condenação do tucano e do ex-secretário a perda de cargo público e suspensão dos direitos políticos.
    O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ao Estado que a destinação de recursos da Educação para a previdência estadual sempre foi aceita pelo TCE e que após a recomendação feita pelo tribunal para as contas de 2018, a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) aprovou uma lei regulamentando a prática.
    “O governo do Estado sempre fez dessa forma e isso sempre foi aceito pelo Tribunal de Contas. Como surgiu uma nova interpretação do tribunal, a Assembeia aprovou uma lei específica em 2018 regulamentando que esses 5% a mais que São Paulo gasta com Educação pode ter essa flexibilidade”, disse Alckmin
    “São Paulo é o único Estado que investe 30% em Educação. Mesmo tirando os inativos (do cálculo) estamos acima dos 25% que exige a Constituição Federal. No fundo é uma questão de interpretação, porque o Estado sempre fez desta forma. Agora para ficar mais claro foi aprovada lei específica no ano passado”, completou o tucano.

  • mané

    171 DEPUTADOS E 27 SENADORES LANÇAM FRENTE CONTRÁRIA À REFORMA DA PREVIDÊNCIA

    Deputados e senadores de oposição e de partidos de centro lançaram nesta quarta-feira a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social. O grupo é contrário à proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo Bolsonaro ao Congresso, mas, de acordo com coordenadores da bancada, ela deverá apresentar uma proposta de alteração das regras para aposentadoria que possa ser discutida como uma alternativa ao que o governo propôs.
    “A reforma, como está, não interessa a ninguém a não ser ao mercado financeiro. […] O povo brasileiro não quer essa reforma porque o que está sendo proposto para a capitalização é o fim da previdência. Ataca inclusive a seguridade. Queremos fortalecer a Constituição que defende um pacto social”, afirmou o senador Paulo Paim (PT-RS), um dos coordenadores da frente.
    Para o senador, o texto enviado pelo governo “desmonta o projeto social” construído ao longo dos últimos anos no Brasil. “Ninguém fez um desmonte como esse”, disse.
    O lançamento da frente parlamentar está sendo realizado na Câmara dos Deputados ao longo desta manhã e contou com mais de 171 assinaturas de deputados e de 27 senadores. A composição dela, no entanto, ainda não está totalmente definida porque quem quiser aderir ainda poderá fazê-lo ao longo do dia.
    A bancada deverá formalizar um substitutivo que será apresentado na fase em que a reforma for discutida pela comissão especial. A ideia do grupo é contribuir com a discussão e não apenas criticar a proposta governista.
    “A gente não quer só ser do contra. Sabemos que é importante discutir a Previdência, mas de outra forma. Precisamos de uma alternativa a essa proposta que é tão maléfica para a base da nossa sociedade”, afirmou o líder do PDT na Câmara, André Figueiredo (CE). O partido fechou questão contra a proposta de Bolsonaro.
    Segundo Paim, integrantes da frente viajarão por Estados nas próximas semanas para discutir a reforma da Previdência com lideranças locais.

  • Enfermeiro cubano

    EMPRESAS DE CARLOS LIMA E ROSANGELA MORO-ZUCOLOTTO SURGIRAM POUCO ANTES DO ACORÃO DE 2,5 MILHÕES NA LAVA

    https://novobloglimpinhoecheiroso.files.wordpress.com/2019/03/sergio_moro466_empresas_lava_jato.jpg?w=400&h=400

    Recursos da futura ONG da Lava-Jato poderão ser usados para financiar ações sociais, promover cursos, palestras, “formação de lideranças políticas” e outras atividades que possivelmente favorecem sociedades como a de Rosângela Moro e Carlos Zucolotto e o novo escritório de advocacia de Carlos Lima, especializado em compliance.
    Um dos agentes mais combativos e midiáticos da Lava-Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima está oficialmente aposentado do Ministério Público Federal desde segunda-feira [18/3]. Mas seu afastamento da operação ocorreu antes, em 14 de setembro de 2018. Duas semanas depois, em 27 de setembro de 2018, a Petrobras assinou nos Estados Unidos um acordo de “não-acusação” com o Departamento de Justiça (DoJ) norte-americano que resultou no pagamento de uma multa de R$2,5 bilhões em solo brasileiro.
    Mesmo sob uma enxurrada de críticas, hoje os procuradores de Curitiba travam uma batalha pelo controle de metade desse dinheiro, R$1,25 bilhão. A pretensão da equipe de Deltan Dallagnol é injetar esses recursos num fundo patrimonial administrado por uma ONG ou fundação privada sob a influência da Lava-Jato.
    Se tudo sair conforme o planejamento da “República de Curitiba”, a instituição poderá contratar escritórios de advocacia como o que será inaugurado por Santos Lima. Em entrevista ao Estadão, ele prometeu só não advogar contra o MPF e em ações ligadas à Lava-Jato. No ramo de compliance, pretende vender seu know how em forma de palestras e cursos.
    Quem também investiu numa empresa de palestras, em sociedade com Carlos Zucolotto e outros advogados, foi a esposa do ex-juiz Sérgio Moro, Rosangela Moro.
    A HZM2 Cursos e Palestras foi revelada pela Agência Pública em julho de 2018 – cerca de dois meses antes do acordo EUA-Petrobras.
    Por ter sido afastado da Lava-Jato em 14 de setembro de 2018, o nome de Carlos Lima não aparece no acordo assinado entre Petrobras e MPF, em Curitiba, em janeiro de 2019.

    https://novobloglimpinhoecheiroso.files.wordpress.com/2019/03/mpf_assinaturas_lava_jato01.jpg?w=350&h=290

    Foi neste acordo de janeiro de 2019 – um desdobramento do termo assinado entre Petrobras-EUA, em 2018 – que a estatal se submeteu ao pagamento de R$2,5 bilhões numa conta bancária vinculada à 13ª Vara Federal em Curitiba. Também concordou que metade do dinheiro iria para o fundo da Lava-Jato e a outra fatia, para indenização de acionistas brasileiros.
    A validade do acordo é questionada pela Procuradoria Geral da República no Supremo Tribunal Federal, que congelou o dinheiro.
    Isto porque, no contrato original entre Petrobras e EUA, consta que o pagamento da multa deveria se dar em benefício das “autoridades brasileiras”, não da força-tarefa do MPF em Curitiba, que escanteou qualquer órgão ligado ao Executivo nas negociações.

  • eu

    MAIA DEU UM CALA BOCA NO SEI LÁ– PRESIDENTE DA REPÚBLICA OU BLOGUEIRO OU QUE VIVE NO TWITTER E NÃO SABE O QUE É GOVERNAR.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na tarde de hoje que não usa suas redes sociais para agredir ninguém e que “em uma de democracia, o Executivo não está acima dos outros Poderes”. “Não uso minhas redes sociais para agredir ninguém, e sim para apresentar propostas, ideias e discussões para a sociedade”, afirmou Maia após um almoço com João Doria (PSDB) na casa do governador de São Paulo na capital paulista para discutir a articulação da reforma da previdência. Bolsonaro diz “confiar” no Congresso para aprovar reforma da previdência Bolsonaro confirma participação na COP25, no Chile A fal… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/03/23/nao-uso-redes-sociais-para-agredir-ninguem-responde-maia-a-bolsonaro.htm?cmpid=copiaecola

  • Enfermeiro cubano

    COMPLICOU: DEPUTADOS ACONSELHAM MAIA A NÃO PARTICIPAR DE REFORMA DA PREVIDÊNCIA DE BOLSONARO

    Rodrigo Maia recebeu o apoio de líderes partidários para pisar no freio e diminuir seu protagonismo na articulação política da reforma da Previdência.
    Arthur Lira, líder do PP na Câmara, disse que ele mesmo orientou Maia a “cumprir apenas seu papel constitucional” de presidir a Casa e fazer a reforma tramitar, mas “não exercer uma função que é do governo”.
    “Quem apresenta um projeto tem que lutar pela aprovação dele. Não podem colocar no nosso colo uma atribuição que é do governo, não nossa. Em meio a tantos encontros e desencontros, vamos continuar fazendo o nosso papel e ver o que pode ser feito. Mas não é o Rodrigo que tem que ficar construindo base para o governo. Simplesmente não é função dele. O governo que construa seus votos, para que o Rodrigo, como presidente da Casa e interessado na reforma, paute a matéria. É o governo que tem que conquistar os votos, não o Rodrigo.”
    Lira acrescentou:
    “A impressão que fica é que não há uma vontade real deste governo aí, com exceção do Paulo Guedes, em aprovar a reforma. Não querem aprovar reforma, porque reforma desgasta. Aí mandaram o projeto e querem que o Rodrigo faça toda a articulação. O Congresso não vai ser a Geni da vez.”

  • Maia, genro de quem ?

    Rodrigo Maia é casado com a filha de quem mesmo ?.
    Há, havia me esquecido……
    TUDO do mesmo saco essa corja de vagabundos, seja de qual partido for, é pilantra, ladrão, e quem os seguem, também são da mesma qualidade.

  • eu

    JUIZES SE MANIFESTAM SOLIDARIEDADE A LULA E DÃO INJEÇÃO DE ÂNIMO NA MILITÂNCIA

    https://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/lula-livre-juristas-eduardo.jpg

    Participantes das atividades de solidariedade ao ex-presidente Lula, começando pelos três que estão atrás, da esquerda para a direita: André Luiz Machado (juiz titular da 1ª Vara do Trabalho do Cabo de Santo Agostinho/PE), José Augusto Segundo Neto (juiz do Trabalho – TRT 6ª) e José Antonio Correa Francisco (juiz do Trabalho Substituto da 11ª Região).
    Na frente, também da esquerda para a direita: Rui Portanova (desembargador no Tribunal de Justiça do RS),.Leador Machado ( juiz do Trabalho no TRT 10, Araguaína,TO), Raquel Rodrigues Braga (TRT RJ), Germana de Morelo (juíza do Trabalho TRT/17, Vitória-ES); Edevaldo de Medeiros, juiz titular da Primeira Vara Federal de Itapeva-SP), Magda Biavaschi, desembargadora aposentada do TRT4), Maurício Brasil (juiz de Família em Salvador-BA) e Mario Sergio M. Pinheiro (desembargador do Trabalho 1ª Região). Foto: Ricardo Stuckert
    Lula foi visitado nesta quinta-feira (21) por um grupo de juristas de várias regiões do país. O encontro foi organizado pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) e teve a presença de juízes e desembargadores, entre eles Edevaldo de Medeiros, Leador Machado, Rui Portanova, André Luiz Machado, Luciana Bauer, Mário Sergio Pinheiro, Germana de Morelo, Magda Barros Biavaschi, José Antonio Correa Francisco, entre outros.
    Os juristas, antes da visita, passaram pela Vigília Lula Livre e falaram com a militância. Leador Machado, juiz do trabalho no estado do Tocantins, fez um alerta: “Ou a gente consegue efetivamente fazer com que o Supremo Tribunal Federal (STF) assuma novamente a sua função de garantir a Constituição, que ele não fez até agora neste processo. Ele foi omisso durante o tempo todo, ou então nós não vamos ter mais o regime democrático, onde as instituições funcionam neste país.”
    Quem também deu seu parecer sobre a prisão política de Lula foi a desembargadora Magda Barros Biavaschi. “Todos os grandes líderes, e foram poucos, que minimamente buscaram reduzir as profundas e abissais desigualdades deste país escravocrata foram defenestrados.”
    A juíza Luciana Bauer, da 17ª Vara Federal de Curitiba foi categórica. “A Lava Jato é uma quebra na democracia”. Ela ainda acrescentou. “Todo juiz tem que ter a neutralidade, a gentileza, a paciência e a temperança pra julgar aquele que está sob a clava, sob a espada penal.”
    Após o encontro com o ex-presidente, o juiz federal Edevaldo de Medeiros, de Itapeva, no interior de São Paulo, trouxe um recado de Lula. “A História não é compreendida no momento em que ela acontece.”
    SALVE NOSSO PRESIDENTE.

  • Enfermeiro cubano

    PARTIDOS SAEM EM DEFESA DE MAIA APÓS CRISE COM O GOVERNO BOLSONARO.

    Líderes do PPS, PSD e PP saíram em defesa do presidente da Câmara após crise instalada com o desgoverno de Bolsonaro.
    Partidos saíram em defesa do presidente da Câmara, p deputado Maia ( DEM ), após a crise instalada com o desgoverno de Bolsonaro que fez com que ele ameaçasse se afastar ( como se afastou ), da articulação para a reforma da Previdência.
    O líder do PPS . Daniel Coelho, disse que o governo não pode gerar ruídos. Temos um assunto muito difícil por si só que é a Previdência, disse “Algumas declarações em redes sociais, seja do presidente e de seu filho, não contribuem “, afirmou;
    Em um gesto de apoio a Maia, o PPS recebeu o presidente da Câmara em sua convenção nacional, evento acompanhado do Dp. Alex Manente.
    Mais cedo o PSD emitiu nota com apoio enfático a Maia e para expressar ” seu veemente repúdio aos ataques desferidos nas mídias contra Maia “. Para o PPS os ataques à pessoa do Presidente. além de agredir covardemente a sua dignidade pessoal e política, buscam erodir, sobretudo o Poder Legislativo, esteio do regime democrático” diz o partido.
    O líder do PP Arthur Lira, acompanhou de perto a movimentação de Maia nos ultimos dias e disse que ele foi ” cirúrgico e correto “.
    ” Maia tinha ou tem a Previdência como foco. Não é reforma do presidente, ele tem essa defesa desde sempre”, afirmou Lira. Para o líder,falta ao governo dizer quais são suas metas, mais claramente.
    E os líderes comentaram também que a proposta de Moro vai ter que esperar, o seu momento pois Maia não quer ter mais dialogo com o empregado de Bolsonaro o ministro Moro.

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