GOVERNO ESCONDE FOTO EM QUE ALUNOS DE COLÉGIO DA ELITE PEDEM ‘LULA LIVRE’ DURANTE ENCONTRO COM BOLSONARO

A “foto oficial” do encontro de Jair Bolsonaro com alunos do Colégio Bandeirantes na noite de sábado (18) acabou engavetada pelo governo e pela direção da escola de elite de São Paulo. A razão é a presença na foto de dois estudantes, Ivan, de 15 anos, e G., de 16 anos, que corajosamente, fizeram o sinal de Lula Livre ao lado de Bolsonaro. 

Segundo reportagem do site Jornalistas Livres, pelo menos quatro alunas não quiseram sair na foto e se retiraram. O encontro com alunos do colégio – que cobra mensalidades de até R$ 4 mil – foi armado pela assessoria de Bolsonaro, com o objetivo de mostrar que o mito ainda tem “apoio” entre estudantes. E Bolsonaro aproveitou o encontro para xingar novamente os estudantes que foram às ruas no dia 15, chamando-os de “idiotas”.

9 comentários

  • Quando verem um eleitor de direita usando uma camiseta com os dizeres “Flávio livre” talvez percebam o tamanho da idiotice desses defensores de bandidos

  • Professores bem remunerados e alunos ricos reclamam!

    Na foto, temos mais de 30 alunos e “filhos de papai”. Parabéns, aos petistas que viram só 2 crianças (menos de 10%) com sinais de “Lula Livre”. Muito pouco, para quem saiu com mais de 80% de aprovação nas pesquisas.
    Bolsonaro resolveu atacar uma reivindicação legítima, classificando os estudantes de “idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo usados como massa de manobra”. Chegou a dizer que não sabiam nem a tabuada. Você acha que ele xingou? Aliás não é a primeira vez que alunos são usados como massa de manobra.
    Os alunos das escolas federais estão certos em defender o seu ensino gratuito nas universidades federais, bem como recebem dormitórios e refeições praticamente de graça subsidiados pelo governo. Até eu queria!!! kkkk
    Certamente são, em sua maioria, são alunos de classe media e alta que estudam nas escolas publicas e seus mestres são altamente remunerados pois, respectivamente, o vestibular e o concurso são muito difíceis.

  • Tiririca

    O Barco Esta Afundando junto com a Milicia do Bolsonaro.

    ***É gravíssimo propagar a ideia de que o presidente é um enviado de Deus’
    Carlos Alberto Sardenberg critica a postura de Jair Bolsonaro, de divulgar um vídeo em que um pastor diz que ele é um enviado de Deus. Seguindo essa lógica, quem está contra o presidente não é um adversário político, mas alguém que está se rebelando contra a vontade de Deus. “Situação está ficando muito perigosa”, avalia.

    ***Ambiente de conflito político pressiona cenário de economia instável.
    Sardenberg comenta boletim Focus, do Banco Central, que prevê inflação mais alta e PIB mais baixo do que o esperado para o Brasil. ‘A economia real está enfraquecida, desde vendas do varejo até confiança do consumidor. A responsabilidade disso é do ambiente político. E o ambiente internacional não ajuda em nada’.
    ***Em discurso na Firjan, Bolsonaro declara que empresários são os verdadeiros heróis do país
    O presidente, que recebeu a Medalha do Mérito Industrial na sede da federação, no Rio, afirmou à plateia que não quer atrapalhar o grupo. No evento, o porta-voz da presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que o presidente está otimista quanto aos índices econômicos do país.
    ***Governo tenta evitar novos bloqueios na educação após protestos;Míriam Leitão diz que existe movimentação para que novo pacote de contingenciamento de gastos anunciado para essa semana não faça novos cortes no setor. Ela explica que o governo lança mão dessas medidas para não ter que pedir para estourar a meta.

  • Tiririca

    Brasil e o lodo do Fundo do Poço.

    O grande problema do Brasil é a classe política, diz Bolsonaro.
    Em discurso no Rio de Janeiro, presidente repetiu conceitos da carta que endossou na sexta-feira (17)
    No início da semana na qual tenta reorganizar a frágil articulação com o Legislativo para a aprovação de projetos prioritários do governo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda (20) que “o grande problema do Brasil é a classe política”.
    Em discurso na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), ele repetiu conceitos da mensagem que compartilhou na sexta (17) segundo a qual o país “é ingovernável” sem os “conchavos” que ele se recusa a fazer. O texto ainda acusava “corporações” de boicotar seu governo
    “O Brasil é um país maravilhoso, que tem tudo para dar certo. Mas o grande problema é a nossa classe política”, disse ele, ao pedir apoio do governador e do prefeito do Rio, Wilson Witzel (PSC) e Marcelo Crivella (PRB), respectivamente.
    “É nós [sic] Witzel, é nós [sic] Crivella, sou eu, Bolsonaro, é o Parlamento, em grande parte, é a Câmara Municipal, é a Assembleia Legislativa. Nós temos que mudar isso.”
    Nesta semana, o presidente precisa de votos no Congresso para garantir a aprovação de 11 medidas provisórias prestes a expirar. A maioria delas tem relevante impacto econômico e na estrutura administrativa do governo.
    Em outra frente, o presidente tentará mostrar que mantém o apoio popular conquistado nas urnas em outubro, quando ele foi eleito com quase 58 milhões de votos. Está marcada para o próximo domingo (26) uma série de atos em defesa da gestão Bolsonaro.
    “Cada vez que eu toco o dedo numa ferida, um exército de pessoas influentes se vira contra mim, buscam de todas as maneiras me desacreditar”, afirmou, nesse evento no Rio, conclamando os presentes a pressionar seus parlamentares a votar propostas do governo.
    “Nós temos uma oportunidade ímpar de mudar o Brasil. Mas não vou ser eu sozinho –apesar de meu nome ser Messias– que vou conseguir.”
    O texto compartilhado pelo presidente em seus grupos de WhatsaApp vem sendo usado para incentivar a convocação de apoiadores para manifestações de domingo (26). Os protestos pedem a aprovação de pautas do governo, como a reestruturação dos ministérios e a reforma da Previdência.
    Em seu discurso na Firjan, Bolsonaro afirmou que não há crise entre poderes e voltou a criticar a imprensa. “O que há é uma grande fofoca. E parece que, lamentavelmente, grande parte da nossa mídia se preocupa mais com isso do que com a realidade e o futuro do Brasil”, disse.
    Ele criticou, porém, o ritmo das votações no Congresso, dizendo que a convocação das manifestações de domingo foi mais ágil. “O que mais quero é conversar [com o Congresso]. Mas eu sei que tem gente que não quer apenas conversar”, disse, sem especificar quem seriam e quais os interesses desses últimos.
    No Rio, Bolsonaro recebeu a Medalha do Mérito Industrial concedida pela Firjan –segundo o presidente da federação, Eduardo Eugenio Gouvea Vieira, por ter editado a MP da liberdade econômica, com medidas para desburocratizar os investimentos. ​
    Na lista de prioridades do governo, está a MP que mudou a estrutura da Esplanada, mexeu com funções de ministérios e reduziu para 22 o número de pastas. Se a medida provisória não for aprovada por Câmara e Senado em duas semanas, o texto expira e o governo será obrigado a retomar a estrutura anterior, com 29 ministérios.
    Além da oposição, as derrotas recentes do governo no Congresso contam como patrocinador o chamado centrão, grupo informal de partidos formado por DEM, PSD, PTB, PP, PR, entre outros.
    O DEM, por exemplo, comanda a Câmara, o Senado e três ministérios do governo.
    O governo enfrenta dificuldades para consolidar uma base de apoio no Congresso e coleciona derrotas. A mais recente foi a convocação na semana passada do ministro da Educação, Abraham Weintraub. O ministro foi obrigado a comparecer ao Congresso por uma esmagadora maioria –307 votos favoráveis e apenas 82 contrários.
    Em meio à ausência de apoio no Legislativo, Bolsonaro tenta fazer um apelo à população para se mostrar forte.
    Em entrevista após a cerimônia, o porta-voz da presidência, Otávio do Rego Barros, disse que Bolsonaro ainda não decidiu se participará de manifestações no domingo.

  • eu

    O GOVERNO ESTA CAINDO E O MILICIANO ESTA APELANDO-CONVOCANDO ATÉ OS QUE PARTICIPARAM DOS LARANJAIS, DAS RACHADINHAS, DOS CAMINHONEIROS DESESPERADOS, DO ONYS DO CX.2, DOS ASSESSORES QUE RECEBIAM SEUS SALÁRIOS E DAVAM 80% AO FLÁVIO BOLSONARO, DOS CONGES DOS FASCISTAS DA DIREITA, DOS TROUXAS ETC… A TENTATIVA DE BOLSONARO É FECHAR O CONGRESSO E O STF OU SEJA BATEU O DESESPERO.

    TUDO OU NADA: BOLSONARO CONVOCA CAMINHONEIROS E RADICAIS PARA DEFENDÊ-LO NAS RUAS
    Nos grupos, os mais inflamados tratam o Congresso e o STF como “um câncer”.
    O presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) quer usar os atos convocados para o próximo domingo (26) para mostrar força. Sua bancada monitora o debate nas redes.
    De acordo com informações do Painel, da Folha, os chamados disparados até agora no WhatsApp miram o núcleo mais radical do bolsonarismo. Há um esforço para reengajar caminhoneiros e Evangélicos.
    O objetivo é levar mais gente às ruas do que o protesto da última quarta (15) contra os cortes na Educação.
    Nos grupos, os mais inflamados tratam o Congresso e o STF como “um câncer”.
    O áudio de um dos líderes afirma o seguinte: “O ideal é todos partirem para Brasília (…). Fechar o Congresso e sitiar aquele povo. Chamar o Bolsonaro para tomar uma atitude. Se não deixarem, as Forças Armadas.”
    Bolsonarto esta querendo colocar o Brasil além de fascista, mas também socialistas e comunismo.
    Em Jales quem vai comandar a passeata é o Kitayama e o Jales Clube.

  • Sérgio

    Flávio livre ou “BOZO LIVRE”. Afinal quem é o dono do LARANJAL?

  • Enfermeiro cubano

    MARCELO ELEVA TOM CONTRA BOLSONARO, FALA EM IMPEACHMENT
    Presidente da comissão especial que analisa o mérito da reforma da Previdência, na qual Jair Bolsonaro (PSL) aposta todas as fichas de seu sucesso, o deputado federal Marcelo Ramos (PR) engrossou o tom de sua fala em relação ao presidente.
    Disse que, a partir de agora, em regime semiparlamentarista, o Legislativo é quem vai dar a pauta e não o Executivo.
    Marcelo disse também que, sobre Bolsonaro, “há um sentimento de desilusão” e fala a palavra “impeachment”
    As declarações do parlamentar amazonense foram publicadas nesta segunda-feira, dia 20, pelo jornal Valor Econômico e já repercutida no começo desta manhã pelo site O Antagonista.

  • Enfermeiro cubano

    A EDUCAÇÃO NO BRASIL DIFERENTEMENTE DE IDEIAS DE ALGUNS IMBECIS DANDO RAZÃO AO PSICOPATA QUE CLASSIFICOU NOSSOS ESTUDANTES EM IDIOTAS ÚTEIS OU IMBECIS QUE ESTÃO SENDO USADOS COMO MASSA DE MANOBRA, IDEIA ESTA QUE CABE ESPECIALMENTE A QUEM ESCREVEU E PENSA ASSIM, POIS A EDUCAÇÃO SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ O ALICERCE DE QUALQUER PAÍS, QUE QUER CRESCER POLITICA E ECONOMICAMENTE, DIFERENTEMENTE DO QUE PENSA QUEM ESCREVEU TAMANHA BALBURDIA, MOSTRANDO SER UM DESPREPARADO, DENTRO DA ÁREA. POR ISSO PODE-SE DIZER QUE PARA ANALISAR A EDUCAÇÃO DO BRASIL TEMOS QUE ::::***********
    propor uma reflexão sobre a mesma, valendo lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.
    Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:
    O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).
    Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.
    Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.
    Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.
    O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.
    É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.
    Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.
    Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.
    Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.
    Não se mistura educação com nível social e muito menos entre escola pública com escola privada ( criada para enriquecer alguns empresários, que tentam colocar suas escolas como as melhores e feitas para os filhos dos riquinhos burros da vida, pois o normal nesses casos é a compra de fagas nas escolas particulares para os alunos esses sim inúteis uteis de seus próprios pais.

  • Rapizodia

    Aos alunos que foram a foto e se manifestaram, meus parabéns! Tem meu respeito, pois pelo ato vemos que ao menos entendem o momento do país e não estão alienados. Quem lê este relato pode concordar ou não, mas temos que olhar com preocupação os demais da foto, que demonstram seu desinteresse pelos problemas do país, se deixando usar como gado levados ao cadafalso da história, sem vontade própria, estes são sim idiotas úteis, infelizmente!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *