MAIS UMA MORALISTA SEM MORAL: DEPUTADA COXINHA É AFASTADA POR SUSPEITA DE CORRUPÇÃO

celina e temerOs prezados leitores devem ter visto as notícias vindas de Brasília, nesta terça-feira, sobre a “Operação Dracon”, da Polícia Civil e da Procuradora Geral de Justiça do Distrito Federal.

A operação investiga um esquema criminoso envolvendo deputados que integram a Mesa Diretora da Câmara Distrital de Brasília e empresas que prestam serviços à Secretaria de Saúde local, com desvios estimados em R$ 31 milhões, só no ano de 2015.

Uma das envolvidas é a presidente – ou presidenta – da Câmara de Brasília, deputada Celina Leão(PPS). Ela foi afastada cautelarmente de suas funções na Mesa Diretora, juntamente com outros três nobres deputados, todos acusados de falcatruas com o dinheiro público. Há suspeitas de que, na noite anterior à operação, um assessor da deputada tenha destruído provas.

celina e moroMas, já que, como se diz por aí, o demônio mora nos detalhes, vamos ao detalhe: Celina Leão, a deputada afastada, se apresentava como uma campeã da moralidade. Ela chegou a posar para fotos ao lado do seu ídolo, o juiz Sérgio Moro, e dizia que ambos eram “caçadores de corruptos”.

Sempre que podia, a deputada fazia pose ao lado de outro ídolo, o interino Michel Temer. Além de posar com Moro e Temer, Celina também costumava frequentar manifestações coxinhas, carregando “pixulecos” e cartazes com o “tchau, querida”. Resta saber se o afastamento dela significa mesmo um “tchau querida” ou apenas um “até breve”. 

Concluindo: tudo indica que, ao fim e ao cabo, a deputada Celina seja apenas mais uma “moralista sem moral”.

6 comentários

  • Tudo por amor

    Cardosinho mais uma vez os coxinhas desesperados vão dizer que é invenção. Eles não devem ver a TV golpista deles que deu a reportagem no Jornal Nacional.

  • BOECHAT: ‘PMDB É A MAIOR AGLOMERAÇÃO DE SALTEADORES DA REPÚBLICA’

    Jornalista fez duras críticas ao encontro que o PMDB realiza nesta terça-feira 17 em Brasília; Ricardo Boechat lembrou que o PMDB integrou “rigorosamente” todos os governos desde o fim da ditadura e que assumiu fatias importantes de poder nos governos Lula e Dilma; “Nossa inflação está sendo pressionada sucessivamente por conta dos aumentos na tarifa de energia elétrica e isso é obra do Ministério de Minas e Energia, que esteve nas mãos do PMDB durante os últimos muitos anos”, afirmou; “Essa reunião de hoje é um movimento de traição mais vil que possa acontecer. Vocês são o maior aglomerado de salteadores que a República brasileira já viu”, criticou.
    O jornalista Ricardo Boechat, comentarista da rádio Band News, fez duras críticas na manhã desta terça-feira, 17, ao encontro que o PMDB realiza nesta terça, em Brasília, que deve marcar um primeiro movimento de afastamento gradual do partido da administração da presidente Dilma Rousseff.
    Boechat lembrou que o PMDB integrou “rigorosamente” todos os governos desde o fim da ditadura. “E não integrou com uma fatiazinha de poder, com um Ministério da Pesca, o partido sempre teve pastas importantes, estatais, diretorias e fundos de pensão importantes, detendo uma parcela significativa de poder”, afirmou.
    Jalesenses não votem em candidatos do PMDB;;;;;;;PSDB;;;;;;;;;;DEM. Vote em Branco ou anula o voto.

  • EU

    A VERDADE ESTA APARECENDO—FORMOU-SE UMA QUADRILHA COMANDADA POR TEMER DO PMDB–PSDB–DEM E STF, PARA CRIAREM O IMPEACHMENT DE DILMA E TIRA-LÁ DO PODER.DA NOJO E VONTADE DE VOMITAR NA CARA DOS POLÍTICOS DO PMDB—-PSDB—-DEM E STF, SEM EXCEÇÃO SÃO TODOS UNS ESCROTOS.

    Em condição de anonimato, procurador confessa que Lava Jato foi criada para derrubar Dilma Rousseff
    24 de agosto de 2016
    Sob anonimato, um procurador da Operação Lava Jato disse à jornalista Natuza Nery, responsável pelo Painel da Folha desta quarta (24), que o sentimento comum na força-tarefa hoje é de que eles foram usados para derrubar a presidente Dilma Rousseff e, agora que o impeachment está quase consolidado, estão sendo descartados. “Éramos lindos até o impeachment ser irreversível. Agora que já nos usaram, dizem chega”, disse o procurador.
    Conforme a Folha mostrou semanas atrás, a Lava Jato bateu recorde de aparecimento nas manchetes de jornais durante o mês de março de 2016, criando o clima favorável ao impeachment de Dilma Rousseff na Câmara. Mais de um terço das capas da Folha foram dedicadas à operação e a outras investigações contra Lula. O próprio Datafolha nunca usou as pedaladas fiscais para questionar à população se Dilma merecia o impeachment. A pergunta feita era se as “revelações” da Lava Jato deveriam render o seu afastamento.
    A fala do procurador ocorre após o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes reagir ao vazamento de suposta delação da OAS citando Dias Toffoli, membro da Corte, apenas para criar constrangimentos. Segundo a colunista, “o Estado-maior da Lava Jato é unânime: o avanço das investigações sobre setores do Judiciário pode acabar se transformando em um freio na operação.”
    Após o episódio, Gilmar deu uma série de entrevistas sinalizando que a Lava Jato está se comportando como um grupo de “heróis” sem limites e que deveria, ao invés disso, “calçar as sandálias da humildade”. O ministro também disparou contra uma das propostas defendida pelos membros da operação no Congresso, que trata da permissão de usar provas obtidas de maneira irregular, desde que de boa-fé. Chegou a dizer que isso é coisa de “cretino”.
    Com a reação do ministro do STF, o procurador-geral da República Rodrigo Janot veio à tona defender a Lava Jato do vazamento. Disse que a responsabilidade pelo factóide entregue à Veja era dos advogados da OAS, que estariam fazendo pressão para fechar a delação de Leo Pinheiro. Ele também afirmou que não existe nenhuma menção a Toffoli no depoimento. O PGR usou esse argumento para suspender as negociações.

    HISTÓRICO DE ABUSOS

    A suspensão e a pressão do Supremo para isso são atitudes inéditas na Lava Jato. Não é como se a operação já não tivesse se envolvido em episódios polêmicos que colocaram em xeque os limites de sua atuação. A título de exemplo, no caso do vazamento de um grampo presidencial, por exemplo, o máximo que ocorreu foi o juiz federal Sergio Moro pedir desculpas a Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. Dilma Rousseff, que foi derrubada na Câmara dias após esse vazamento, aponta que esse tipo de vazamento “é crime em qualquer lugar do mundo”.
    NESSES PARTIDOS SÓ TEM BANDIDO SEM ESCRÚPULO.

  • EU

    PF PRENDE PRESIDENTE DO PSDB DE GOIÁS E MIRA DESVIOS DE 4,5 MILHÕES DE EMPRESAS DE SANEAMENTO.
    Operação Decantação tenta recuperar recursos desviados do PAC para obras no Estado.

    POR O GLOBO 24/08/2016
    RIO – Uma força-tarefa da Polícia Federal e do Ministério Público deflagrou nesta quarta-feira “Operação Decantação” com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pelo desvio de cerca de R$ 4,5 milhões em recursos federais a partir da empresa de saneamento público do estado de Goiás, a SANEAGO. Segundo o “Bom Dia Brasil” da TV GLOBO, na ação foram presos os presidentes do PSDB-GO, Afrênio Gonçalves, e da SANEAGO José Taveira Rocha.
    A operação, que contou com apoio do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, evitou um prejuízo de quase R$ 7 milhões. Cerca de 300 policiais federais cumprem 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e de um partido político, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados.
    As ordens judiciais foram cumpridas em Goiânia/GO, Aparecida de Goiânia/GO, Formosa/GO, Itumbiara/GO, São Paulo/SP e Florianópolis/SC. Também foi determinado o afastamento da função pública de oito servidores e a proibição de comunicação entre nove envolvidos. A PF identificou que dirigentes e colaboradores da empresa Saneamento de Goiás S/A – SANEAGO promoveram licitações fraudulentas mediante a contratação de uma empresa de consultoria envolvida no esquema criminoso.
    Esquema de como funcionava a fraude alvo da Operação Decantação – Divulgação
    Recursos públicos federais, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, de financiamentos do BNDES e da Caixa Econômica Federal, foram desviados para pagamento de propinas e dívidas de campanhas políticas. Outra forma de atuação da organização criminosa consistia no favorecimento pela consultoria contratada pela SANEAGO a empresas que participavam do conluio e que eram responsáveis, posteriormente, por doações eleitorais.
    Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e fraudes em processos licitatórios.
    O nome Decantação faz alusão a um dos processos de tratamento de água, em que ocorre a separação de elementos heterogêneos.
    A CORJA POLITICA DO PSDB TAMBÉM ESTA APARECENDO. É SÓ GRITAR PEGA LADRÃO NÃO FICA UM NO PSDB, NO PMDB, NO DEM E NO STF.

  • BLOG ITAMAR CALADO
    Pinheiro e Marcelo Odebrecht, às autoridades, disseram que apontavam os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por considerá-lo oportunista

    Por Redação – de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e São Paulo

    As delações premiadas na Operação Lava Jato acabam de causar o comprometimento dos três principais líderes do PSDB. O senador Aécio Neves (PSDB/MG), o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o chanceler do governo golpista, José Serra, foram citados em delações premiadas e, agora, homologadas no Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto o presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, quanto Marcelo Odebrecht, principal executivo da empresa que leva seu nome, confessaram em juízo que os três líderes tucanos receberam propina de esquemas fraudulentos montados na Petrobras e em outras empresas públicas.

    A PODRIDÃO DAS QUADRILHAS DO PSDB====PMDB====DEM, estão aparecendo por isso os políticos desses partidos junto com Gilmar Mendes, estão querendo acabar com a Lava Jato.

    Pinheiro,disse às autoridades, que apontava os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por considerá-lo oportunista ao se beneficiar do ambiente de instabilidade política instaurado, com apoio da mídia conservadora, e golpista, após as eleições de 2014. Em seu depoimento, Léo Pinheiro revela pagamentos de propinas, ao então governador, no total de 3% sobre os valores superfaturados nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais. Quem recebeu, segundo o empreiteiro, foi o tesoureiro informal da campanha de Aécio Neves, o empresário Oswaldo Borges da Costa.
    O segundo a cair na malha fina da Lava Jato foi o senador José Serra. O candidato derrotado por Dilma Rousseff, em 2010, já deixou pegadas no lodo do escândalo conhecido como ‘Privataria Tucana’ e, dessa vez, foi apontado como beneficiário do dinheiro ilícito apurado nas obras viárias do Rodoanel, pagas por Marcelo Odebrecht. Em sua defesa, disse apenas que nunca autorizou ninguém a falar em seu nome, sem admitir, ou negar, os fatos.
    Alckmin, por último, mas não menos importante, vê-se enredado na Operação Alba Branca, na qual o aliado e seu ex-secretário-chefe da Casa Civil Luiz Roberto dos Santos – ou Moita, como é conhecidio – posa ao lado de Edson Aparecido, acusado de comandar a máfia da merenda. Aparecido foi fotografado ao lado de Alckmin, em seu gabinete no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
    Moita, segundo os investigadores, comandava também — a partir de seu gabinete — contatos diretos com suspeitos de fraudar licitações e superfaturar produtos agrícolas destinados à merenda escolar. Um dia antes de deflagrada a operação policial, Luiz Roberto foi exonerado do cargo de confiança por Geraldo Alckmin e voltou para sua função de origem, na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Na CPTM, o Moita é apontado como um dos suspeitos na formação do cartel que superfaturou as obras do Metrô paulista, em um escândalo de proporções internacionais, com a participação de gigantes do setor, como a empreiteira francesa Alston e a alemã Siemens.
    Depois de comprometidas as possíveis candidaturas dos chefes tucanos, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) — líder do governo golpista, no Senado, suspeito de trair o líder guerrilheiro Carlos Marighella, na década de 70, e levá-lo para a morte em armadilha montada na capital paulista — foi tragado nas investigações da Lava Jato. Nunes fora também citado na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia e da Constran. Pessoa confessou pagamentos ao caixa 2 de Aloysio, na campanha dele em 2010.
    O senador repele a denúncia, ao afirmar que “não há nem haverá provas” de que ele usou dinheiro sujo na campanha, mas a partir desta segunda-feira, passa a enfrentar uma nova denúncia, dessa vez, com origem em seu passado nebuloso. Diretor financeiro da UTC, Walmir Pinheiro teve aprovada, no STF, a denúncia contra Aloysio, de que entregara a um amigo do senador da década de 1970, quando integravam o grupo guerrilheiro Aliança Libertadora Nacional (ALN), liderado por Marighella.
    O delator confirmou à PF uma doação de R$ 200 mil em dinheiro vivo, para a campanha de Aloysio, entregue na sede da empresa em São Paulo ao advogado Marco Moro, que mantém relação de amizade com Nunes desde a década de 70, quando ambos, perseguidos da ditadura, exilaram-se na Europa. Moro nega a denúncia.
    Além dos R$ 200 mil alegadamente destinados ao caixa dois da campanha tucana, Pinheiro relatou aos investigadores que a UTC doou R$ 300 mil, por vias oficiais, em duas parcelas, uma de R$ 100 mil e outra de R$ 200 mil, registradas na prestação de contas de Nunes, o que confirma a delação de Pessoa sobre o dinheiro vivo pago a contratados na boca de urna, uma prática considerada também ilegal pelas autoridades eleitorais do país.
    Mais podres de Alckmin a Serra
    O calvário dos tucanos até o cadafalso eleitoral, porém, está longe de terminar. Nesta manhã, o advogado responsável pelas negociações da delação premiada de Marcos Valério com o Ministério Público de Minas Gerais confirmou que pretende revelar “entre 15 e 20” autoridades, que incluiriam atuais integrantes do governo do presidente de facto, Michel Temer, até políticos do PT, do PSDB, do PMDB e de outras siglas, em troca da redução nas penas previstas em Lei.

  • Anyone

    O amigo aí em cima (JALESENSE, EU e ME DIGA), que apesar de mudar o nome, identifica-se com o mesmo endereço de e-mail (acha que ta enganando quem?), posta mais texto do que a própria matéria. Ta com falta do que fazer, amigo? Quanto a matéria em si, acho ótimo! Moralista sem moral é o que não falta nessa política… vimos nessas ultimas 48h uma moralista levantando a questão sobre “quem tem moral pra julgar a presidenta” e, menos de um dia depois estoura a notícia de que o presidente do senado teve que intervir pra tirar o nominho lindo dela e de seu marido de uma indiciação no STF. Moralistas sem moral!

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