PROFESSORAS PODERÃO TER QUE TRABALHAR 400% A MAIS PARA SE APOSENTAR

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Os professores estaduais já estão se movimentando, mas eu não estou vendo, por exemplo, nenhuma reação dos professores da rede municipal de Jales. A notícia é da Revista Fórum:

Segundo dados do Sindicato dos Professores da Rede Particular de São Paulo, a reforma previdenciária (PEC 287) pode resultar num acréscimo superior a 400% no tempo de contribuição das professoras de educação básica. Esse acréscimo deve-se ao fim da aposentadoria especial da categoria, aos 25 de contribuição para mulheres e 30 anos para homens.

As professoras da educação básica serão duplamente penalizadas, além revogação do parágrafo 8º do artigo 201, que garante aos professores de educação básica redução de cinco anos na aposentadoria por tempo de contribuição, a Proposta de Emenda Constitucional também institui um limite de idade de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres.

A unificação entre homens e mulheres da idade mínima para aposentadoria atinge diretamente a categoria. Segundo dados do Censo as Educação Básica (2015), 80% do magistério da educação básica no Brasil é composto por mulheres.

Se uma professora leciona há 20 anos e tem 40 anos de idade, hoje, ela pode optar por aposentar-se em cinco anos. Caso as novas regras vierem a ser aprovadas, ela será obrigada a trabalhar por mais 25 anos, ou seja, um acréscimo de 400% em relação aos 5 anos que faltam hoje para ela se aposentar.

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP) considera a reforma “injusta e inaceitável”. Segundo o material divulgado pelo Sindicato, o governo de Temer não leva em conta que a docência é considerada uma profissão penosa. “ Lidamos com um grande número de estudantes, das mais diversas idades, durante 200 dias por ano, na maior parte das vezes em condições inadequadas, sujeitos inclusive a situações de violência”.

8 comentários

  • As professoras merecem isso,pois só pensam individualmente e muitas são da direita, pois ajudaram Alkimin a se eleger no primeiro turno e foram grandes paneleiras. Bem feito.

    • Segura o choro de seu rancor

      Ao petista ANTONIO
      Qualquer profissional contratado pelo governo ou não tem o direito de apoiar qualquer candidato sendo de seu partido ou não.
      Se o seu partido nunca teve competencia para governar o estado de SP, o problema é seu

  • Se fosse só as professoras daríamos um jeito.Pelas minhas contas,minha sobrinha-neta que acaba de nascer só vai aposentar no ano 3.018.

  • mordomias classista

    Se a previdencia, no Brasil, passa por essa crise sob o risco de não ter dinheiro para pagar os aposentados, no futuro.
    Deve começar tirando as “mordomias classistas” já que todos vão ter que trabalhar mais para aposentar.
    Desculpe as professoras, mas não é viavel, o governo permitir que uma professora se aposente com 40 anos de idade.
    O governo deverá tirar as mordomias de todas as classes.
    Tenho dito

  • SEGURA O CHORO DE SEU RANCOR–seu partido ( PSDB ), tem través da Roubalheira da Merenda Escolar, da corrupção do Metrô, da corrupção do Banestado, da corrupção do Metrô, dos Não Investimentos na Educação e Saúde. Ai então o problema é seu Burraldo.

    • Segura o choro de seu rancor

      ANTOINIO (vc está bebado? mudou de nome?)
      Se aconteceu tudo isso que voce disse,
      Como os tucanos estão no governo a 20 anos e não se abriu nenhum processo contra eles? Voce viu como voces apanharam na ultima eleição, em SP?
      Seus deputados petralhas são incompetentes?

  • SEGURA O CHORO DE SEU RANCOR, meu amigo troglodita, desde o dia 20 março precisamente após ler suas besteiras escrita tenho certeza pela incompetência de um mentalmente deficiente politicamente, como tu aparenta ser, depois dos absurdo que escreveste, resolvi, procurar alguma coisa sobre o governo Alkimin e vuja o que achei é muito interessante:–

    Da Merenda ao Metrô, uma lista dos escândalos no Estado de São Paulo. Isso tudo pesquisado na Folha de São Paulo, Estadão, UOL, Istoé, Carta Capital, Veja, o Globo etc.

    ‘Operação Abafa’: como o tucanato se mantém no poder:——-********

    ***Desde o propinoduto e o caso Alstom até a ‘máfia da merenda’, reportagem lista 16 escândalos que os tucanos habilmente abafaram na imprensa e na Câmara
    Mais um escândalo envolvendo governos tucanos veio à tona. Desta vez, a acusação é o superfaturamento em contratos para o fornecimento de merenda escolar à Secretaria de Educação e mais 22 prefeituras do estado de São Paulo. Em delação, na “Operação Alba Branca”, dirigentes da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (COAF) citaram o deputado Fernando Capez (PSDB-SP), presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), e o ex-chefe de gabinete da Casa Civil do Governo Alckmin, Luiz Roberto dos Santos, o Moita, como participantes do esquema. Ambos negam.
    Segundo denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), o superfaturamento chegava a 25% no valor de cada contrato firmado entre a cooperativa e o setor público. O dinheiro era escoado do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O MPE aponta, ainda, o pagamento de propina pela Coaf para burlar a disputa com outras cooperativas no fornecimento da merenda. A fragilidade na fiscalização do Governo Alckmin já havia sido denunciada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Em artigo publicado no Diário do Centro do Mundo e republicado aqui, na Carta Maior, Mauro Donato detalha o esquema.
    Em 2012, o MPE denunciou o cartel da merenda à Justiça, apontando fraudes em licitação em 57 municípios paulistas, entre 2001 e 2011. Apesar de todas as denúncias, como destaca a reportagem da Carta Capital, de 14.01.2016, nos últimos anos (2001 a 2015) foram fechados vários contratos entre a empresa de Sérgio de Nadai e as secretarias do Governo Alckmin – Educação, Planejamento e Saúde – totalizando R$ 75 milhões em vendas.
    Com apoio da mídia e folgada maioria entre os parlamentares na Alesp, os tucanos têm trânsito livre para comandar e derrubar investigações e CPIs na Casa legislativa. Uma verdadeira “operação abafa” como comprova o destino dos principais escândalos envolvendo os governos de Mário Covas (1995 a 2001), Geraldo Alckmin (2001-2006 / 2011 até hoje) e José Serra (2007 a 2011). Confiram alguns:
    1 – Crise no abastecimento de água. Ocultamento de informações e da real situação da crise de abastecimento de água em São Paulo, durante a disputa eleitoral de 2014. Os gastos com publicidade saltaram, enquanto se mantinha o discurso da ausência de racionamento, à revelia do que atestava a população nas periferias. Ficou patente a má gestão e a omissão dos governos Alckmin e Serra diante dos alertas sobre riscos no Sistema Cantareira, como, por exemplo, o alerta da Fundação de Apoio à USP, em 2009 (FSP, 13.03.2014). Em meio à crise, também foi denunciado, pelo MPE, o favorecimento de 13 empresas de engenharia em contratos realizados pela Sabesp, entre 2008 a 2013, no escopo do programa de redução de perdas de água no estado (OESP, 21.05.2014).
    Com ativos privatizados na Bovespa e na Bolsa de Nova York, em março de 2015, Alckmin anunciou o pagamento de uma dívida de R$ 1 bilhão para cobrir os rombos financeiros da “estatal”. A crise escancarou a quem realmente serve a “estatal” tucana. Criada na Câmara Municipal de São Paulo, a CPI da Sabesp defendeu a necessidade de criação de uma autoridade fiscalizadora municipal para monitorar a política de saneamento básico. Autoridades tucanas permanecem intocáveis. Alckmin, inclusive, foi agraciado com o “Prêmio Lucio Costa de Mobilidade, Saneamento e Habitação”. O documentário “O escândalo da Sabesp” produzido pelo Diário do Centro do Mundo detalha as irregularidades na “estatal” tucana.
    2 – Socorro à Folha, Estadão e Veja. Gastos de mais de R$ 3,8 milhões na compra de 15.600 assinaturas da Folha, Estadão e Veja, utilizando-se verbas do orçamento da Secretaria de Educação. As assinaturas foram destinadas às escolas da rede estadual de ensino em um projeto chamado “sala de leitura”, como mostra a reportagem publicada por Altamiro Borges do Centro de Mídia Barão de Itararé.
    3 – Propinoduto tucano. O esquema envolvendo multinacionais da área de transporte sobre trilhos em sucessivos governos tucanos – desde 1998 – veio à tona em meados de 2012. Documentos encaminhados pela Justiça Suíça ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) apontavam fraudes em licitações de trens e metrôs, pagamento de propina, superfaturamento de obras e subcontratação de empresas derrotadas em concorrências. O escândalo só foi descoberto porque a Siemens estava sendo investigada pela Justiça suíça. Reportagem da Isto É (16.08.2013) apontava que na delação da multinacional, foram citados nomes de várias autoridades tucanas, como os secretários de Transporte Metropolitano, José Luiz Portella (Governo Serra) e Jurandir Fernandes (Governo Alckmin). Entre 2008 e 2013, segundo reportagem da Rede Brasil Atual, mais de 15 representações haviam sido encaminhadas aos ministérios públicos Estadual e Federal pela oposição paulista. Entre os indiciados até agora estão os executivos das empresas envolvidas.
    4 – Nova Marginal Tietê. Em 2012, no escopo das investigações sobre o bicheiro Carlinhos Cachoeira, o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, mais conhecido como Paulo Preto, tornou-se suspeito por contratos firmados entre a Dersa e a Delta Construções. Quando da denúncia, Alckmin afirmou sobre os contratos à Folha: “Nem sei se tem, se tem são ínfimos”. Porém, levantamento do blogTransparência SP apontava que, de 2002 a 2011, a Delta Construções havia fechado pelo menos 27 contratos com empresas e órgãos públicos do governo do Estado de São Paulo.
    Entre os contratos suspeitos: a ampliação da Nova Marginal Tietê. Com valor previsto em R$ 1 bilhão, em 2008; a obra superou o valor de 1,75 bilhão, sem estar concluída. A Delta venceu a concorrência do segundo lote da Nova Marginal Tietê, recebendo aditivos de R$ 71 milhões que despertaram denúncias no MPE. Entre os suspeitos, estava seu ex-diretor-executivo Fernando Cavendish, suspeito de ter fraudado a concorrência. Parlamentares da oposição ao governo paulista também protocolaram um requerimento no Ministério Público para investigar o aumento dos valores na obra da empreiteira, denunciando outros consórcios entre órgãos públicos do estado e a Delta: um total de R$ 800 milhões – R$ 664 milhões celebrados na gestão Serra e R$ 140 milhões na gestão Alckmin.
    5 – Rodoanel 1. Em 2010, durante as investigações da Construtora Camargo Corrêa, no escopo da Operação Castelo de Areia, a PF encontrou um pen drive e documentos que indicavam o pagamento de propina pela empreiteira a autoridades tucanas. Reportagem da revista Época (14.05.2010) apontava que entre os nomes citados pela PF estavam Arnaldo Madeira, ex-chefe da Casa Civil (Governo Alckmin), responsável pela checagem das obras do Rodoanel e do Metrô; Luiz Carlos Frayze David, presidente do Metrô entre 2003 e 2007; e o ex-diretor da Dersa, Paulo Preto. Coordenador do programa de governo de Aécio Neves na última eleição, Madeira negou ter recebido dinheiro ou doações de campanha da empreiteira. Luiz Carlos saiu do governo 40 dias após o acidente nas obras da Estação Pinheiros. Já o ex-diretor da Dersa, Paulo Preto – acusado naquele ano de ter desaparecido com cerca de R$ 4 milhões da campanha de Serra – foi demitido oito dias após a inauguração do trecho sul do Rodoanel. No dia 5 de abril de 2011 a operação Castelo de Areia foi anulada pela 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.
    6 – CPI da Eletropaulo. Privatizada em 1998, a Eletropaulo foi vendida para o consórcio Lightgás, liderado pela AES Corporation, por R$ 2 bilhões – parte do valor financiado pelo BNDES. À frente da negociação, estava o governador Geraldo Alckmin, na época presidente do Programa Estadual de Desestatização (PED) do Governo Covas. Após a demissão de metade dos funcionários da estatal e das suspeitas sobre o baixo valor da venda, parlamentares da oposição tentaram instalar uma CPI. Apenas em 2008, após o escândalo Alstom vir à tona, ela pode ser instalada. Além do baixo preço da venda, os deputados denunciavam (veja aqui) ilegalidades formais e improbidade administrativa praticada pelo BNDES na concessão do empréstimo. Os parlamentares também pediam que se incluísse a Alstom no bojo das investigações. A CPI foi encerrada naquele, sem mencionar a multinacional francesa em seu relatório. Em 2013, nova tentativa de investigação foi enterrada pelos deputados da situação na Alesp.
    7 – Cartões de Pagamento. Em 2008, no auge das denúncias sobre cartões corporativos do Governo Federal, a Folha de S. Paulo trouxe uma matéria apontando que o Governo Serra havia gastado R$ 108,3 milhões em cartões de pagamento de despesas. A denúncia motivou o primeiro pedido de CPI da bancada petista naquele ano, enterrada pela situação na Alesp. Três anos depois, outra reportagem do jornal, afirmava que em dez anos, o Governo paulista gastara R$ 609 milhões em cartões de pagamento. “O valor é 70% maior que o registrado pelo governo federal no período”, afirmava o texto.
    8 – Cratera do Metro. Em novembro de 2004, começaram as obras da Linha 4 – Amarela do Metrô, com previsão de inauguração em 2008. Em janeiro de 2007, porém, ocorreu um desmoronamento vitimando sete pessoas e abalando a estrutura de vários imóveis na região. Dados do Sindicato dos Metroviários, à época, apontavam a existência de 11 acidentes desde o início das obras na Linha 4, um deles com vítima fatal. Em junho de 2008, laudo do Instituto de Pesquisa Tecnológicas (IPT)denunciava a execução inadequada do projeto, culpando o Consórcio Via Amarela pelo acidente. Em agosto de 2008, o laudo final do Instituto de Criminalística (IC) apontava falhas na fiscalização do Metrô. O processo foi lentamente arrastado pela Justiça paulista. Reportagem da Rede Brasil Atual, em 2014, denunciava a impunidade e o fato de ninguém ter sido julgado pelas mortes.
    9 – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). A Operação Pomar, deflagrada em 2007, apontava um esquema de superfaturamento e fraudes em licitações para construção de casas em 23 municípios paulistas. A partir do exame do livro-caixa da empreiteira FT Construções,entre os suspeitos estavam prefeitos, vereadores, empresários, diretores da CDHU e o ex-secretário de Habitação de Alckmin, Mauro Bragato, absolvido pelo Conselho de Ética da Alesp.
    Em novembro de 2007, o Legislativo paulista chegou, inclusive, a mudar pareceres do TCE que indicava irregularidades em quatro obras das gestões Alckmin e Covas. O novo parecer do TCE foi elaborado por Bruno Covas (PSDB), neto do ex-governador que afirmara ser obrigação do Legislativo analisar os casos julgador irregulares pelo TCE, referendando ou reformando a decisão. Houve uma CPI da CDHU, mas sob a presidência do deputado José Augusto (PSDB) e sem dar o prazo necessário às investigações, como demandavam os parlamentares da oposição, ela foi encerrada em 2009.
    10 – CPI das obras do Tietê. Em 2005, o rebaixamento da calha do Tietê foi tema de várias reportagens questionando os gastos acima de R$ 1 bilhão, a partir de aditivos e acréscimos aos valores iniciais do empreendimento. O acerto prévio pelo financiamento do JBIC (banco japonês), garantia que não seriam toleradas elevações de preços superiores ao limite legal de 25%. O Governo Alckmin, porém, fez alterações no contrato da obra, contratou consultorias, aumentando os valores iniciais em 148%, como denunciava reportagem da FSP. A oposição tentou instaurar uma CPI, mas jamais conseguiram.
    Além das suspeitas de irregularidades, como detalha Henrique Costa, no artigo As tragédias anunciadas do Rio Tietê, neste site (15.05.2011), após a entrega da obra de ampliação da calha do Tietê, técnicos alertaram que a eficiência da obra (que custou quase R$ 2 bilhões) dependia, fundamentalmente, da limpeza da calha do rio. O sucessor de Alckmin no Estado, José Serra não deu atenção ao alerta: retirou do rio apenas 200 mil m3 de resíduos, quando a média anual necessária deveria ficar entre 400 e 600 mil m2.
    11 – Nossa Caixa. Esquema de favorecimento da Nossa Caixa – banco estadual na época e terceiro maior banco público do país – para distribuição de verbas públicas para deputados ligados à base aliada do Governo Alckmin. A denúncia dizia respeito a irregularidades nas verbas publicitárias do banco, que operou por um ano e meio com contratos vencidos (R$ 28 milhões no total) com duas agências de publicidade: Colucci & Associados Propaganda Ltda. e Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda. O gerente de marketing Jaime de Castro Júnior foi afastado e uma sindicância interna encaminhada ao Tribunal de Contas Estadual. Em posse dos documentos, a Folha de S. Paulo publicou uma reportagem – Banco estatal beneficiou aliados de Alckmin (23.03.2006) – afirmando que o Palácio dos Bandeirantes “interferiu para beneficiar com anúncios e patrocínios” deputados da base aliada na Assembleia Legislativa. Com a quebra do sigilo da correspondência de Castro Júnior, foi revelado que os pedidos de benefício haviam partido de Roger Ferreira, então assessor-chefe de comunicação de Geraldo Alckmin, e também assessor da presidência da Nossa Caixa. Ele atuou nas equipes de marketing das campanhas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso e José Serra. Geraldo Alckmin exonerou Roger Ferreira após as denúncias. Duas tentativas de se convocar uma CPI sobre o assunto foram abafadas.
    12 – Compra de votos. Em julho de 2005, reportagem da Folha de S. Paulo trazia à tona uma conversa telefônica entre os deputados estaduais Romeu Tuma Jr. (PMDB-SP) e Paschoal Thomeu (PTB-SP), às vésperas da eleição do novo presidente da Alesp. Entre os candidatos estava Rodrigo Garcia (PFL), apoiado por Tuma Jr. e Edson Aparecido (PSDB), apoiado por Alckmin. Na gravação, Thomeu afirmava que votaria em Edson Aparecido, alegando que suas “seis firmas” estavam em situação muito difícil e mencionava a venda de terras para a CDHU. Dizia ainda que o governador em pessoa havia lhe prometido ajuda. Confrontado com a gravação, o deputado afirmou que a conversa foi uma desculpa que inventou para não magoar Romeu Tuma, como apontava a reportagem do jornal.
    Dada a quantidade de escândalos,conforme sua escolha eu posso parar ou não. Fica a cargo do Retrogrado.

  • SEGURA O CHORO DE SEU RANCOR:—–não tens vergonha na cara em falar bem do governo dos coxinhas no Estado de São Paulo, sem ainda eu citar as corrupções na saúde e na educação esses sim, ou os dois assuntos da minha área. Toma Vergonha e desaparece do blog, seu ameba, pois para mim não tens neurõnios, nesta sua cabeça de burro, mas sim tem muita Bost……….

    O Ministério Público de São Paulo, além de não investigar tucanos e amigos de tucanos, ainda lhes enche de medalhas e homenagens.
    Em 2008, o MP fez cerimônia em homenagem a José Maria Marin, ex-presidente da CBF e ex-governador do Estado de São Paulo, dando o Colar do Mérito Institucional do Ministério Público.
    Tudo bem que o MP não podia saber que Marin seria preso alguns anos depois; mesmo assim, vale a dica para o MP ser mais prudente em sua relação com a comunidade política.
    Afinal, o MP deveria tem a função de investigar políticos, não de lhes dar medalhas.
    Sabemos que a promiscuidade entre o PSDB e o Ministério Público espelha, em verdade, a velhíssima promiscuidade entre o MP e a Casa Grande, ou entre políticos e as autoridades que deveriam lhes investigar.
    No caso do trensalão, o procurador responsável, Rodrigo De Grandis, “esqueceu” o processo numa gaveta errada por anos a fio. Muito tempo depois, uma investigação na Suíça obrigou o MP a retomar o caso. De Grandis, no entanto, foi perdoado pelo ministro do STF, Gilmar Mendes (sempre ele). Recentemente, todos os políticos tucanos foram poupados pelo Ministério Público.
    Tucano, como se sabe, só é preso na Suíça…
    Essa promiscuidade entre MP e o partido da Casa Grande (PSDB) se torna ainda mais chocante quando se observa que petistas ou políticos com alguma ligação com o PT tem o tratamento oposto: mesmo sem provas, são condenados, em função do esforço inaudito do Ministério Público para acusá-los, inclusive de crimes que, às vezes, não tinham nada a ver com o escopo inicial da investigação.
    Lembrando que o senador Aécio Neves também organizou, em 2014, uma homenagem à José Marin.
    José Maria Marin recebe o Colar do Mérito Institucional do Ministério Público.
    O Ministério Público do Estado de São Paulo outorgou em 5/3, em sessão solene do Colégio de Procuradores de Justiça, o “Colar do Mérito Institucional do Ministério Público” ao ex-governador do Estado José Maria Marin.
    A cerimônia foi conduzida pelo procurador-geral de Justiça Rodrigo César Rebello Pinho. Pelo Órgão Especial do Colégio dos Procuradores discursou o procurador de Justiça José de Arruda Silveira Filho (leia a íntegra do discurso). Em nome da Associação Paulista do Ministério Público falou o presidente Washington Epaminondas Medeiros Barra, representando o governador do Estado fez uso da palavra o secretário da Justiça e Defesa da Cidadania Luiz Antonio Guimarães Marrey. Também fizeram uso da palavra os deputados estaduais Fernando Capez e Campos Machado, o ex-governador do Estado Luiz Antonio Fleury Filho e o homenageado José Maria Marin que, emocionado, agradeceu a todos os companheiros de política, do esporte, amigos pessoais, familiares e integrantes do Ministério Público que lotaram o auditório Queiroz Filho do prédio-sede da PGJ.
    Integraram a mesa, além dos que discursaram, o secretário do órgão Especial do Colégio de Procuradores Irineu Roberto da Costa Lopes, o ex-governador Cláudio Lembo, o deputado estadual Antonio Salim Curiati, o integrante do Conselho Nacional de Justiça Felipe Locke Cavalcante, o corregedor-geral do MPSP Antonio de Pádua Bertone Pereira, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo Eduardo Bittencourt Carvalho, o procurador do Estado José Luiz Souza Moraes, representando o procurador-geral do Estado, o procurador de Justiça e secretário do Conselho Superior do Ministério Público Luís Daniel Pereira Cintra, o desembargador José Emmanoel França representando o presidente da Associação Paulista de Magistrados, o secretário de Estado de Esporte, Lazer e Turismo Claury Santos Alves da Silva, o secretário de Estado da Administração Penitenciária Antonio Ferreira Pinto, a advogada e diretora-adjunta da Mulher Tallulah Kobayashi de Carvalho, representando a OAB – Secção São Paulo, o secretário-executivo da Procuradoria de Justiça Criminal Mágino Alves Barbosa Filho, o vice-secretário-executivo da Procuradoria de Justiça de Habeas Corpus e Mandados de Segurança Criminais Paulo Álvaro chaves Martins Fontes, os desembargadores Ademir Carvalho Benedito e José Carlos Ferreira Alves e o presidente da Federação Paulista de futebol Marco Pólo Del Nero.
    À solenidade estiveram presentes, além das autoridades já mencionadas: ex-vice-governador de São Paulo Manoel Gonçalves Ferreira Filho, ex-procuradores-gerais Paulo Salvador Frontini e José Emanuel Burle Filho, ex-prefeito de São Paulo Miguel Colassuonno, secretário-adjunto da Secretária de Esporte, Lazer e Turismo, Flávio José Oliveira Brizida, conselheiro da OAB Félix Mattar, Robson Tuma representando o senador Tomeu Tuma, secretário de Recursos Humanos da Câmara Municipal de São Paulo Celso Gabriel, representando o presidente, presidente da Associação dos Parlamentares do Estado de São Paulo Ademar de Barros, o conselheiro benemérito César Roberto Leão Granieri, representando o presidente do Esporte Clube Pinheiros, Gabriel Zaninello, representando o deputado federal Frank Aguiar, presidente do Palmeiras Affonso Della Mônica Netto, diretor do Corinthians Isac Wayenztyn, diretor do São Paulo Futebol Clube Otávio Augusto de Almeida Toledo, representando o presidente, ex-deputado Hatiro Shimomoto, ex-deputado federal Marcos Kertzmann, procuradores de Justiça aposentados Antonio Sérgio Pacheco Mercier e Antonio Carlos de Arantes, ex-deputado estadual Wadih Helu, ex-deputados Jacob Pedro Carolo, Mario Hato e Fauzer Carlos, além de autoridades civis, militares, integrantes do secretariado do Governo José Maria Marin, dirigentes de associações esportivas e políticas, amigos e familiares do homenageado.
    Escrito por: Redação

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