SERRA APARECE EM DELAÇÕES DA ODEBRECHT E OAS

A notícia está pendurada no blog do Lauro Jardim, de O Globo:

josé serra 3José Serra já sabe que terá um segundo semestre de cão. Seus problemas nada têm a ver com Nicolás Maduro ou qualquer outro bolivariano, mas com a Lava-Jato.

Serra aparece nas duas megadelações que estão sendo negociadas, as da Odebrecht e OAS. As duas empreiteiras revelarão histórias de propinas em obras públicas nos tempos em que Serra era governador de São Paulo, entre 2007 e 2010.

No caso da OAS, a história a ser relatada gira em torno de uma propina negociada (e paga) diretamente entre Léo Pinheiro, sócio e ex-presidente da empreiteira, e uma pessoa muito próxima de Serra, que dizia falar em nome do então governador.

O rolo com a Odebrecht é relativo ao Rodoanel, a maior obra viária de São Paulo.

A Odebrecht promete detalhar a propina que teria dado a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, o controverso ex-diretor da empresa que administrava a construção de rodovias no estado.

José Serra dá uma resposta sucinta, sobre o conteúdo das delações: “Não cometi nenhuma irregularidade, tampouco autorizei terceiros a falar em meu nome”.

13 comentários

  • Pica Pau

    Depois de ganharem muito dinheiro com obras, no governo Lula e Dilma, pagando propinas para os políticos dos partidos PT e PMDB.
    Agora, presos, Odebrecht e Léo Pinheiro querem sair da cadeia, entregando todos os políticos que eles pagaram propinas ao longo de suas vidas pois é uma lista imensa. Também para provar que são honestos!
    Acho que vai ser dificil, provar que pagou propinas a 19 anos atrás e ainda, pagou a intermediarios pois nunca vi isso?
    Essa história de propina a Paulo Preto é velha e não virou nada mas vamos ver se eles contam, como foi?

  • Abraham Lincoln

    Ouvi dizer por aí que essas megadelações vão, enfim, capturar os grandes pirarucus do planalto central. Espero que entre eles esteja o grande bagre barbudo.

    • Você, a revista “Vesga” e todos os coxinhas esperam por isso desde a terceira fase da Lava Jato. E a operação já está na trigésima-segunda fase.

    • kkkkkkkkkkkkkkk

      Vai pra avenida, Lincoln, e não esquece do narizinho de palhaço e a camisa da CBF…Agora você representa o Temer, o Cunha, o Renan, o Aécio, o Sarney, o Serra, o Jucá e o Aloysio Nunes. Eles foram escolhidos por você para acabar com a corrupção no país. A primeira parte você conseguiu. A corrupção acabou. kkkk

      • Abraham Lincoln

        Eles foram escolhidos por mim? Hã? Não sei se você já morava no país à época das eleições presidenciais, mas Temer e toda a horda que o acompanhava, integrava ou dava apoio à coligação liderada pelo Partido dos “Trabalhadores”. Se você chegou ao Brasil depois de 2014, provavelmente vindo de algum país sul-americano, subdesenvolvido, governado pela esquerda obtusa, tenha a bondade de ler sobre o tema antes de escrever acerca dele. É bem verdade que o papel tem mais paciência que aqueles que o utilizam para a leitura; o pobrezinho aceita de tudo.

  • Oscar Alho

    O a Dilma e o Lula, ja apareceram em quantas mesmo?

  • #VOLTAPARANI

    Tem que prender todos os corruptos, independemente de partido, gênero, raça, valores, tem que prender, malandro pra cima de nois não

  • Enfim todos os elementos da quadrilha ( ratos ), estão surgindo nesta Fase da Lava Jato, pois os buracos foram abertos, só vai sobrar para 2018 o Bagre Barbudo Ensaboado, que ninguém consegue colocar a mão.. Nem tendo estudado um pouco, conseguiu apreender nada, tem que voltar para a escola, pena que desta vez não estarei lá.
    Algumas coisinhas feitas pelo Bagre durante seu governo:
    O Governo Lula terminou com aprovação recorde da população, com número superior a 80% de avaliação positiva. Teve como principais marcas a manutenção da estabilidade econômica, a retomada do crescimento do País e a redução da pobreza e da desigualdade social.
    O Governo Lula caracterizou-se pela baixa inflação, que ficou controlada , redução do desemprego e constantes recordes da balança comercial. Na gestão do presidente Lula observou-se o recorde na produção da indústria automobilística em 2005, e o maior crescimento real do salário mínimo.
    Em 2010, Alan Mulally, presidente mundial da Ford afirmou que graças aos programas de incentivo do Governo Lula foi possível ao país sair de forma efetiva da crise mundial. Durante a crise a retração do PIB foi de apenas 0,2%, mostrando um resultado melhor que as grandes economias do mundo obtiveram.
    Nos oito anos do Governo Lula, a taxa de inflação oficial do País, representada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em sete oportunidades dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A exceção ficou por conta justamente do primeiro ano da gestão, em 2003.
    Em 2004, depois de o CMN estipular uma meta de inflação acumulada de 5,5% para aquele ano, com tolerância de 2,5 pontos porcentuais para baixo ou para cima, o IPCA atingiu uma taxa final de 7,60%, bem próxima do teto estabelecido. a inflação oficial do País fechou o período com uma alta acumulada de 5,69%, dentro da meta de 4,5%, com tolerância de 2,5 pontos para cima ou para baixo.
    A partir de 2006, o CMN manteve o ponto central da meta inflacionária do Brasil em 4,5%, mas reduziu as margens para 2 pontos porcentuais para cima ou para baixo.[19] Foi exatamente nesse ano que o IPCA atingiu a marca de 3,14%, a menor taxa desde o início de implantação das metas, em 1999.
    Em 2007 e 2008, a inflação acumulada avançou para os níveis de 4,46% e de 5,90%, respectivamente, mas ainda continuaram dentro do intervalo perseguido pelo Banco Central. Em 2009, em virtude principalmente da alta menor no preços dos alimentos, o IPCA acumulado desacelerou para a marca de 4,31%. No último ano do governo Lula, a inflação apresentou importante aceleração, registrando alta de 5,91%.
    O PIB no Governo Lula apresentou expansão média de 4% ao ano, entre 2003 e 2010. O desempenho superou o do governo anterior, Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que mostrou expansão média do PIB de 2,3% ao ano.
    Lula iniciou o governo com uma expansão modesta, de 1,1% em 2003.Teve seu melhor resultado justamente em 2010, após uma retração de 0,6% registrada no ano anterior. O segundo melhor resultado do PIB brasileiro nos oito anos de governo foi em 2007, com expansão de 6,1%. Em 2004, a economia cresceu 5,7%; em 2005, 3,2%; em 2006, 4%; e, em 2008, 5,2%.
    De acordo com o IBGE, em dezembro de 2010, a taxa de desemprego atingiu 5,3% da população economicamente ativa (PEA), o que representou o menor resultado da série histórica, iniciada em 2002 pelo instituto.
    O desemprego médio do último ano do Governo Lula foi de 6,7%, também o menor da série histórica. Em 2009, essa mesma taxa era de 8,9%.
    Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o volume de vagas criadas em 2010 foi o melhor do Governo Lula na geração de emprego com carteira de trabalho assinada e também representou resultado histórico. Descontadas as demissões de 2010, foram criados 2.524.678 postos de trabalho formal. No acumulado de oito anos da era Lula, o Ministério do Trabalho contabilizou a criação de 15.048.311 novas vagas com carteira assinada, já descontadas as demissões.
    No ano de 2010, o total de arrecadação de impostos foi de R$ 805,7 bilhões, o que representou o maior valor da história do País, segundo informação divulgada pela Secretaria da Receita Federal.
    Durante a gestão de Lula, a liquidação do pagamento das dívidas com o FMI contraídas em governos anteriores foram antecipadas. Esta ação resultou em melhor prestígio internacional e maior atenção do mercado financeiro para investir no Brasil. A dívida externa brasileira, passou de US$ 214,93 bilhões no ano de 2003, para em dezembro de 2010, US$ 255,664 bilhões. Em dezembro de 2010, o valor referente ao estoque da dívida pública mobiliária federal interna (DPMFI) atingiu nível recorde, depois de subir para R$ 1,603 trilhão ante o valor de R$ 1,574 trilhão de novembro do mesmo ano.
    O Governo Lula terminou com um valor total de US$ 288,575 bilhões em reservas internacionais em 31 de dezembro de 2010, o que representou recorde histórico.[33] No início do governo, as reservas totalizavam US$ 37,65 bilhões.
    Viva o Bagre Barbudo Ensaboado presidente do Brasil em 2018.
    Não aprendeu nada nem indo a escola.

  • Paciência na realidade é uma virtude do ser humano ( nem todos ) baseada no auto controle emocional, ou seja, quando um indivíduo suporta situações desagradáveis, injúrias e o incômodo de terceiros sem perder a calma e a concentração. Amarga é a vida de golpistas fascista, que antes defendia Serra, Aloysio Nunes, Agripino, Sarney, Renan , Cunha, Jucá e outros e agora perde a paciência e pensa numa arvore com raízes bem docinhas e frutos podres, que começaram a cair um atras do outro numa ratoeira chamada Lava Jato, mas o Bagre Barbudo Ensaboado, continua firme e forte, para 2018.
    A corrupção acabou ahahahahahahahahahah. viva a paciência, pois a verdade tarda mas não falta.

  • E..U.A. esta reportagem pode ser encontrada no Correio do Brasil, Folha de São Paulo, O Globo e Facebook etc…. Defensor de ratos, leia com atenção, demorou mais chegou nos chefes da quadrilha:
    Pinheiro e Marcelo Odebrecht, às autoridades, disseram que apontavam os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por considerá-lo oportunista

    As delações premiadas na Operação Lava Jato acabam de causar o comprometimento dos três principais líderes do PSDB. O senador Aécio Neves (PSDB/MG), o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o chanceler do governo golpista, José Serra, foram citados em delações premiadas e, agora, homologadas no Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto o presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, quanto Marcelo Odebrecht, principal executivo da empresa que leva seu nome, confessaram em juízo que os três líderes tucanos receberam propina de esquemas fraudulentos montados na Petrobras e em outras empresas públicas.
    Pinheiro, às autoridades, disse que apontava os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por considerá-lo oportunista ao se beneficiar do ambiente de instabilidade política instaurado, com apoio da mídia conservadora, e golpista, após as eleições de 2014. Em seu depoimento, Léo Pinheiro revela pagamentos de propinas, ao então governador, no total de 3% sobre os valores superfaturados nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais. Quem recebeu, segundo o empreiteiro, foi o tesoureiro informal da campanha de Aécio Neves, o empresário Oswaldo Borges da Costa.
    O segundo a cair na malha fina da Lava Jato foi o senador José Serra. O candidato derrotado por Dilma Rousseff, em 2010, já deixou pegadas no lodo do escândalo conhecido como ‘Privataria Tucana’ e, dessa vez, foi apontado como beneficiário do dinheiro ilícito apurado nas obras viárias do Rodoanel, pagas por Marcelo Odebrecht. Em sua defesa, disse apenas que nunca autorizou ninguém a falar em seu nome, sem admitir, ou negar, os fatos.
    Alckmin, por último, mas não menos importante, vê-se enredado na Operação Alba Branca, na qual o aliado e seu ex-secretário-chefe da Casa Civil Luiz Roberto dos Santos – ou Moita, como é conhecidio – posa ao lado de Edson Aparecido, acusado de comandar a máfia da merenda. Aparecido foi fotografado ao lado de Alckmin, em seu gabinete no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
    Moita, segundo os investigadores, comandava também — a partir de seu gabinete — contatos diretos com suspeitos de fraudar licitações e superfaturar produtos agrícolas destinados à merenda escolar. Um dia antes de deflagrada a operação policial, Luiz Roberto foi exonerado do cargo de confiança por Geraldo Alckmin e voltou para sua função de origem, na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Na CPTM, o Moita é apontado como um dos suspeitos na formação do cartel que superfaturou as obras do Metrô paulista, em um escândalo de proporções internacionais, com a participação de gigantes do setor, como a empreiteira francesa Alston e a alemã Siemens.
    Depois de comprometidas as possíveis candidaturas dos chefes tucanos, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) — líder do governo golpista, no Senado, suspeito de trair o líder guerrilheiro Carlos Marighella, na década de 70, e levá-lo para a morte em armadilha montada na capital paulista — foi tragado nas investigações da Lava Jato. Nunes fora também citado na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia e da Constran. Pessoa confessou pagamentos ao caixa 2 de Aloysio, na campanha dele em 2010.
    O senador repele a denúncia, ao afirmar que “não há nem haverá provas” de que ele usou dinheiro sujo na campanha, mas a partir desta segunda-feira, passa a enfrentar uma nova denúncia, dessa vez, com origem em seu passado nebuloso. Diretor financeiro da UTC, Walmir Pinheiro teve aprovada, no STF, a denúncia contra Aloysio, de que entregara a um amigo do senador da década de 1970, quando integravam o grupo guerrilheiro Aliança Libertadora Nacional (ALN), liderado por Marighella.
    O delator confirmou à PF uma doação de R$ 200 mil em dinheiro vivo, para a campanha de Aloysio, entregue na sede da empresa em São Paulo ao advogado Marco Moro, que mantém relação de amizade com Nunes desde a década de 70, quando ambos, perseguidos da ditadura, exilaram-se na Europa. Moro nega a denúncia.
    Além dos R$ 200 mil alegadamente destinados ao caixa dois da campanha tucana, Pinheiro relatou aos investigadores que a UTC doou R$ 300 mil, por vias oficiais, em duas parcelas, uma de R$ 100 mil e outra de R$ 200 mil, registradas na prestação de contas de Nunes, o que confirma a delação de Pessoa sobre o dinheiro vivo pago a contratados na boca de urna, uma prática considerada também ilegal pelas autoridades eleitorais do país.
    Mais podres de Alckmin a Serra
    O calvário dos tucanos até o cadafalso eleitoral, porém, está longe de terminar. Nesta manhã, o advogado responsável pelas negociações da delação premiada de Marcos Valério com o Ministério Público de Minas Gerais confirmou que pretende revelar “entre 15 e 20” autoridades, que incluiriam atuais integrantes do governo do presidente de facto, Michel Temer, até políticos do PT, do PSDB, do PMDB e de outras siglas, em troca da redução nas penas previstas em Lei.
    Os acusados, dessa vez, estão envolvidos no escândalo conhecido como ‘mensalão mineiro’, na origem da ação penal 470. Entre os principais envolvidos está o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo (PSDB), do mensalão do PT e da Lava Jato.
    — Tem gente sobre quem ele pode falar e ainda não apareceu. Tem deputados estaduais, federais, senadores e ex-senadores. Alguns não teriam sido reeleitos se ele já tivesse feito a delação. Tem também gente do atual governo de Michel Temer — encerra Jean Robert Kobayashi, em recente entrevista a jornalistas. Valério foi condenado em 2012 a 37 anos de prisão pelo esquema do chamado mensalão do PT.
    Viva a Lava Jato. O ano de 2018 esta chegando. Quem vem lá ?

  • Serrote

    Limpando o salão kkk.

  • kkkkkkkkkkkkkkk

    Cara mais sem noção esse corrupto, Cardoso. Esse dedão no nariz, que porco!..
    Cardoso, você consegue contar nos dedos de uma mão só, mesmo utilizando aquela mão do Lula que falta um dedo, quantos políticos do PMDB são honestos?.
    E ontem o ídolo dos coxinhas de Jales, o Cunha, propôs que prendam ele, mas com pena mais suave, desde que não prendam a mulher e a filha. Se entendi direito ele quer cumprir a pena dos crimes da esposinha e da filha, é isso?

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