SOB SUSPEITA DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO, EDSON APARECIDO PEDE PARA DEIXAR GOVERNO ALCKMIN

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Segundo o Estadão, Edson Aparecido vai ser candidato a vereador em São Paulo. O jornal diz, também, que a relação entre Aparecido e Alckmin azedou depois que ele fez um discurso em que não declarou apoio a João Dória, candidato do governador à Prefeitura de São Paulo. Vejamos a notícia do Brasil 247:

O secretário-chefe da Casa Civil de São Paulo, Edson Aparecido, anunciou nesta terça-feira (22) que vai deixar o cargo no governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

Ele afirma que a decisão não tem nada a ver com a condição de investigado pela Promotoria por suspeita de enriquecimento ilícito.

“Eu pedi para sair para o governador no dia 22 de fevereiro, antes de acontecer esse episódio. No meu primeiro pedido de saída do governo, esse episódio nem tinha surgido ainda”, afirmou. “Então, portanto, não tem nenhum vínculo.”

Braço direito de Alckmin, ele é investigado por irregularidades na compra do apartamento onde ele mora, na Vila Nova Conceição, Zona Sul de São Paulo, que pertencia a um empresário cuja empresa presta serviços ao governo estadual. O Ministério Público suspeita que ele tenha pago apenas um terço do valor de mercado em 2007. O tucano teria adquirido um apartamento que pertencia a um empresário cuja empresa presta serviços ao governo estadual.

8 comentários

  • jales....

    TEM QUE MANDAR PRENDER TAMBÉM….
    QUEM CORROMPEU OU FOI CORROMPIDO, TEM QUE SER PRESO.
    SEJA QUEM FOR….
    NÃO IREMOS DEFENDER BANDIDOS,,,PORQUE É DE TAL PARTIDO….
    IMPARCIALIDADE…. NESSE PAÍS DA IMPUNIDADE…..
    INCLUSIVE QUEM BENEFICIA BANDIDOS, COMO O MINISTRO DO STF…..DEVE SER CONDENADO TMB….

  • K ga H chado não é mole

    Vai faltar cadeia pra todo esse povo;

  • QUE LEGAL

    AGORA A CASA VAI REALMENTE CAIR:—

    Documentos da Odebrecht listam mais de 200 políticos e valores recebidos

    Fernando Rodrigues 23/03/2016
    Papéis foram apreendidos na “Acarajé” e liberados ontem (22.mar)
    Planilhas listam nomes, valores e apelidos de cada político

    Material é de Benedicto Barbosa, alto executivo do grupo
    Informações de tabela são incompatíveis com doações declaradas

    Agentes da PF na sede de São Paulo da Odebrecht, na fase Acarajé

    Documentos apreendidos pela Polícia Federal listam possíveis repasses da Odebrecht para mais de 200 políticos de 18 partidos políticos. É o mais completo acervo do que pode ser a contabilidade paralela descoberta e revelada ontem (22.mar.2016) pela força-tarefa a Operação Lava Jato.
    As planilhas estavam com Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, e conhecido no mundo empresarial como “BJ”. Foram apreendidas na 23ª fase da operação Lava Jato, batizada de “Acarajé”, realizada no dia 22.fev.2016.
    Como eram de uma operação de 1 mês atrás e só foram divulgados públicos ontem (22.mar) pelo juiz federal Sérgio Moro, os documentos acabaram não sendo mencionados no noticiário sobre a Lava Jato.
    As planilhas são riquíssimas em detalhes –embora os nomes dos políticos e os valores relacionados não devam ser automaticamente ser considerados como prova de que houve dinheiro de caixa 2 da empreiteira para os citados. São indícios que serão esclarecidos no curso das investigações da Lava Jato.
    Os documentos relacionam nomes da oposição e do governo: são mencionados, por exemplo, Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Jucá (PMDB-RR), Humberto Costa (PT-PE) e Eduardo Campos (PSB), morto em 2014, entre vários outros.
    A apuração é dos repórteres do UOL André Shalders e Mateus Netzel. Eis exemplos de planilhas apreendidas (clique nas imagens para ampliar):

    Na planilha, Renan é “atleta”; Eduardo Paes, “nervosinho”; Sérgio Cabral, “próximus”.

    A maior parte do material é formada por tabelas com menções a políticos e a partidos.
    Várias dessas planilhas trazem nomes, cargos, partidos, valores recebidos e até apelidos atribuídos aos políticos.
    Algumas tabelas parecem fazer menção a doações de campanha registradas no TSE. Há CNPJs e números de contas usadas pelos partidos em 2010, por exemplo.
    Parte significativa da contabilidade se refere à campanha eleitoral de 2012, quando foram eleitos prefeitos e vereadores. As informações declaradas no SPCE (Sistema de Prestação de Contas Eleitorais, do TSE) desse ano não correspondem às dispostas nas tabelas. Na planilha acima, por exemplo, as siglas OTP e FOZ aparecem assinaladas ao lado de diversos candidatos, mas nem Odebrecht TransPort nem Odebrecht Ambiental (Foz do Brasil) realizaram doações registradas naquela eleição.
    Em 2012, a Construtora Norberto Odebrecht doou R$ 25.490.000 para partidos e comitês de campanha e apenas R$50 mil para uma candidatura em particular –a de Luiz Marinho, candidato do PT à prefeitura de São Bernardo do Campo (SP).
    Em 2014, a soma de doações da construtora foi de R$ 48.478.100, divididos entre candidaturas individuais e comitês dos partidos. Em 2010, o total foi de R$ 5,9 milhões, apenas para partidos e comitês de campanha.

    APELIDOS
    Eis alguns apelidos atribuídos aos políticos nos documentos da Odebrecht, vários com conteúdo derrogatório:
    Jaques Wagner: Passivo
    Eduardo Cunha: Carangueijo
    Renan (Calheiros): Atleta
    José Sarney: Escritor
    Eduardo Paes: Nervosinho
    Humberto Costa: Drácula
    Lindbergh Farias: Lindinho
    Manuela D’Ávila: Avião
    Aécio Neves; Chorão

    O material da Odebrecht é farto em nomes da oposição

    COPA E LEBLON
    A papelada que serve de base para este post foi apreendida por 4 equipes da PF em 2 endereços ligados a Benedicto Barbosa Jr. no Rio de Janeiro nos bairros do Leblon e de Copacabana.
    Além das tabelas, há dezenas de bilhetes manuscritos, comprovantes bancários e textos impressos. Alguns dos bilhetes fazem menção a obras públicas, como a Linha 3 do Metrô do Rio.
    Um dos textos refere-se, de forma cifrada, às regras internas de funcionamento do cartel de empreiteiras da Lava Jato. O grupo é chamado de “Sport Club Unidos Venceremos”.
    O juiz federal Sérgio Moro liberou ontem (22.mar.2016) o acesso ao material apreendido com outros alvos da Acarajé. São públicos os documentos apreendidos com Mônica Moura, mulher do publicitário João Santana, e com o doleiro Zwi Skornicki, entre outros.

    “A empresa e seus integrantes têm prestado todo o auxílio às autoridades nas investigações em curso, colaborando com os esclarecimentos necessários”.

    TOUTRO LADO
    A Odebrecht foi procurada pelo Blog. Nesta 4ª (23.mar.2016), a assessoria da empreiteira enviou esta nota: odos os políticos citados, já procurados por causa de outras reportagens, negam ter recebido doações ilegais em suas campanhas.

    QUE GOSTOSO. COMO FICA O PSDB E O DEM AGORA?

  • Dr. Pedro GoGó

    Nossa a lista de mais de 200 politicos, dessa vez será que a casa cai..tem politicos de todos os partidos….figurões , prefeitos, governandores, senadores deputados federais estaduais…adivinha o menino de Minas Gerais candidato ao palacio tá, o presidente da camara tá também…até o governador picole de chuchu e vampiro vampiro brasileiro…. e não para por ai chega até la pra bandas de goias no governo…adivida de que partido PS PS PS… DDDd………. BBBBBBBB… além de todas as outras figuras que não tem novidade nenhuma…

  • Brasileiro na Espanha

    Mi Dios, ahora hasta el pre candidato del Diputado Rodrigo tendrá su nombre en lista, hube tomado que los naranjas de él del futsal no encala también, porque es presupuesto de evento para todo lado. Ministerio Público para cima de ellos.

  • Essa turma do PT e' muito ruim

    O secretario de Alckimin esta’ sendo investigado a muito tempo e os deputados do PT não conseguem provar nada, além disso, ficam so’ no campo da “suspeita”.
    Ate’ agora os petistas não provaram nada sobre o “caso de merendas” pois falaram, falaram e nada

  • Pizza das merendas

    O secretario que vive enrolado com escandalos financeiros disse que pegou dinheiro emprestado de sua mulher sendo que nao declarou esse dinheiro, em sua declaraçao de renda. Como tambem, logicamente declarou valor menor (todos fazem isso).
    Ele deve pagar uma multa, pois dinheiro e’ o que nao falta, alem disso vai ser candidato a vereador
    Lembrando que o secretario esteve envolvido com o caso das merendas. Quem nao tem Petrobras, pega as merendas das criancinhas.
    E tudo termina em pizza

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