DEPUTADO É DONO DA DEMOP, ACUSA TESTEMUNHA AO GAECO

A notícia é do jornal Diário da Região:

Testemunha protegida ouvida pelo Ministério Público Estadual apontou o deputado estadual e ex-prefeito de Votuporanga Carlos Eduardo Pignatari (PSDB), o Carlão, como sócio oculto da empreiteira Demop Participações e outras ligadas aos grupo dos irmãos Scamatti. O grupo é investigado por fraudar licitações com verbas de emendas parlamentares em pelo menos 78 prefeituras na região Noroeste paulista.

A testemunha foi ouvida por promotores do Gaeco em meados de 2009 e apontou Carlão como o verdadeiro dono das empresas do Grupo Scamatti. “É de se destacar também a notícia da existência de um outro envolvido que até o momento não foi pesquisado, qual seja, o senhor Carlos Eduardo Pignatari, que segundo noticia a testemunha ouvida às fls 180/81 seria o real proprietário das empresas referidas nos autos”, diz trecho do relatório dos promotores.

De acordo com a testemunha, as ligações de Olívio e Carlão são antigas, da época em que ele foi gerente financeiro do frigorífico da família do parlamentar. A informação ganha peso quando somada ao conteúdo das escutas feitas nos telefones dos investigados entre os anos de 2010 e 2013. A ligação do deputado com os acusados de integrar a apelidada Máfia do Asfalto, principalmente com Olívio – apontado como o chefe do esquema – seria tão forte, que Carlão chega a ser chamado de “padrinho” nos diálogos dos empresários captados pela investigação.

O tucano é citado com frequência em várias conversas recentes da cúpula do grupo. Ele próprio aparece em ligações com Olívio que, em uma das ligações, é chamado de “sócio de Carlão” por interlocutor. Em outras conversas, a referência usada a Carlão é “amigo do Juninho” (Júnior Marão, prefeito de Votuporanga), ou até mesmo “chefe.”

A proximidade de Olívio e Carlão também fica evidenciadas nas brincadeiras de colegas e amigos. Numa das ligações grampeadas pela PF, o deputado Itamar Borges (PMDB) liga no celular de Olívio e provoca: “Carlão?”. Em seguida, Itamar cai na risada. Em outra ligação, um homem desconhecido liga para Olívio e pergunta: “É o sócio do Carlão?”

A notícia completa pode ser lida aqui.

11 comentários

  • pretinho

    GOZADO SÓ A POLICIA QUE NÃO SABIA QUE O CARLÃO ÉRA O DONO DA DEMOP ESTA CONVERSA CIRCULA HÁ ANOS ,AGORA QUERO VER O QUE VAI ACONTECER??? .SERA O PORQUE A TV TEM AFILIADA DA REDE GLOBO NÃO COMMENTA NADA SOBRE ISTO E SÓ FALA DE EX PREFEITOS E DA FAMILIA SCAMATTI????FALA TAMBEM DOS DEPUTADOS TV TEM OU VCS TEM MEDO???

  • Anônimo

    ENTÃO SERIA ESTE OLIVIO UM TESTA DE FERRO; NOSSA SE ISSO FOR VERDADE JÁ ERA CARLÃO PIGNATARI

  • Philco

    Tão jogando merda no ventilador!
    Bem que o cardosinho podia fazer o mesmo com o que ele sabe aqui de Jales!

  • Anônimo

    Cardosinho:
    Publica essa bomba do senhor Lula:

    BNDES e BB são os maiores credores da usina de etanol de amigo de Lula

    por David Friedlander

    Mais da metade da dívida bilionária da usina de açúcar e álcool do empresário José Carlos Bumlai, amigo e conselheiro do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, está nas mãos de bancos do governo federal. A Usina São Fernando entrou em recuperação judicial dias atrás e pendurou uma dívida de R$ 1,2 bilhão. Desse montante, cerca de R$ 540 milhões são financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Banco do Brasil (BB) ainda no governo Lula.
    A São Fernando deve impostos, pagamentos a fornecedores e salários de empregados, mas seu principal problema é com 15 bancos, credores de mais de R$ 1 bilhão. Entre eles estão Bradesco, Santander, BTG, Itaú e BNP. Mas as dívidas com essas instituições são bem inferiores aos cerca de R$ 300 milhões que o BNDES tem a receber ou aos R$ 240 milhões emprestados pelo BB.
    Foram essas duas instituições que financiaram a construção da Usina São Fernando, localizada em Dourados, no Mato Grosso do Sul. A operação com o BNDES foi aprovada em dezembro de 2008, logo depois do início da crise financeira global, numa fase em que os bancos privados se recolheram e pararam de emprestar. Mas o projeto da família Bumlai já estava em andamento, embalado pelo estímulo do governo Lula ao aumento da produção brasileira de etanol.
    “O BNDES financia a indústria e o Banco do Brasil financia o agronegócio. São bancos voltados para esse tipo de investimento”, disse ao Estado o empresário Guilherme Bumlai, filho de José Carlos. “É preciso separar as coisas: o amigo do ex-presidente é meu pai, quem toca a usina sou eu e meu irmão Maurício”. Procurados o BNDES e o BB não quiseram se manifestar.
    Amizade. Pecuarista tradicional do Centro-Oeste, José Carlos Bumlai conheceu Lula por intermédio do ex-governador do Mato Grosso do Sul, José Orcírio Miranda, o Zeca do PT. Na campanha de 2002, o então candidato Lula gravou peças para o horário político numa das fazendas de Bumlai. Tornaram-se amigos a tal ponto que o pecuarista era recebido mesmo sem marcar hora pelo ex-presidente no Palácio do Planalto. Bumlai virou uma espécie de conselheiro de Lula para o agronegócio e passou a fazer parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social de Lula.
    A ideia da Usina São Fernando surgiu entre 2006 e 2007, numa parceria entre Bumlai e uma família do agronegócio que progrediu muito no governo Lula, a Bertin. Donos de um grupo de frigoríficos que foi fortemente apoiado pelo BNDES, os Bertin acabaram quebrando e seus frigoríficos foram comprados pelo concorrente JBS, com mais dinheiro do BNDES. Bumlai ficou sozinho no negócio, mas as margens apertadas e o endividamento acabaram pressionando a empresa. A usina, com capacidade para moer 4,8 milhões de toneladas de cana por ano, faturou cerca de R$ 500 milhões no ano passado.
    Plano, No fim do ano passado, os Bumlai capitalizaram a usina com mais de R$ 300 milhões e renegociaram dívidas com alguns credores. Treze dias atrás, pediram recuperação judicial. Agora, vão deixar de pagar suas dívidas pelos próximos seis meses.
    “A intenção é apresentar aos credores um plano de recuperação em 60 dias”, afirma o advogado Joel Bastos, do escritório Felsberg e Associados. “O que buscamos com a recuperação é alongar os prazos de pagamento e conseguir taxas de juros compatíveis com 0 setor”, o que não acontece hoje, diz Guilherme Bumlai.

  • Anônimo

    Éhh minha gente existem “José Genuinos” e “José Diceus” no PSDB também…

  • anônimo

    O´padrinho da Nice/calado kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Só aos domingos

    Sabe-se que uma das grandes fortunas de Votuporanga e da região noroeste paulista é a de Carlão Pignatari e o fato de existir indícios da uma esta estreita ligação Carlão X DEMOP reforça que existem muitas “coisas” a se averiguar. A Polícia Federal e o GAECO terão muito a fazer.

  • ANONIMO

    DEPOIS FALAVAM DO VADÃO, PELO MENOS O VADÃO FAZIA PRA REGIÃO, QUANTOS EMPREGOS DIRETOS E INDIRETOS. JALES MESMO TROUXE HOSPITAL DO CANCER… NEGUIM VAI SENTIR FALTA DE VADÃO GOMES.

  • Anônimo

    ouvi hoje em Votuporanga que o carlão tinha planos de voltar a prefeitura em 2016. parece que estão repensando o assunto. e o prefeito marão, nada teria a ver com isso

  • pretinho

    anonimo vc publicando estas coisas do lula vc só pode ser do tucanato pois o assunto aqui é carlão pignatari de votuporanga a qual voce deve estar querendo desviar o foco da reportagem pois vc deve ser eleitor dele .
    e não adianta mudar o foco da conversa pois dos dois lados tem ladrão sim. tanto pt-psdb-dem- e mais alguns mas vvamos voltar a falar do Carlão certo.

    e se for verdade mesmo estes deputados e sua turminha tem que ir todos presos juntos com prefeitos ,ex prefeitos pessoal de licitações fali e ta falado .

  • VIUVAS DO FLA

    PIZZA, PIZZA, PIZZA

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