EM RIO PRETO, PADRE SE AFASTA DA IGREJA AO DESCOBRIR QUE TEM FILHO

Essa notícia também é do Diarioweb:

Fábio Henrique Paganin, 30 anos, virou pai. O filho, uma criança de pele clara e olhos azulados, está prestes a completar um ano de idade. O detalhe é que Paganin é padre em Rio Preto. Por conta do relacionamento amoroso, teve de solicitar afastamento da paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, no Bosque da Felicidade, enquanto seu caso é analisado pela Diocese. Ele pode ter de abandonar o sacerdócio em definitivo.

O caso de Paganin reacende a polêmica do celibato na Igreja Católica. Padres e teólogos defendem sua flexibilização, para possibilitar a ordenação de padres casados, no momento em que o catolicismo carece de sacerdotes. De acordo com o Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris), o Brasil tem hoje um padre para cada 8,6 mil habitantes – a Itália tem um para cada mil.

Casos de padres pais são raros e costumam ser ocultados pela Igreja. Na região, são conhecidos apenas três padres que tiveram filhos no exercício do ministério – um deles abandonou em definitivo o sacerdócio. Em outros seis casos, os párocos abandonaram a batina formalmente antes de optar pela vida conjugal.

Nascido em Mirassol, Paganin foi ordenado padre há quatro anos. Começou na paróquia São Sebastião, em Talhado, distrito de Rio Preto, e depois passou a acumular também a paróquia do Bosque da Felicidade. Foi quando se relacionou com uma paroquiana. “Caí em tentação e tive um relacionamento afetivo”, disse por meio de carta enviada ao Diário – ele preferiu não dar entrevista.

A matéria do Diário da Região fala de outros padres da região que caíram em tentação e traz uma opinião interessante do nosso bispo, dom Demétrio Valentini, que defende a “flexibilização” do celibato. A notícia completa está aqui

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