PRESO DESDE FEVEREIRO DE 2017, EX-PREFEITO DE DOLCINÓPOLIS TERIA OBTIDO A LIBERDADE HÁ UM MÊS

Um amigo deste aprendiz de blogueiro garantiu, na semana passada, que o afamado ex-prefeito de Dolcinópolis, José Luiz Reis Inácio de Azevedo, já está livre como um passarinho. Preso em fevereiro de 2017, no âmbito da operação “Catatau”, da Polícia Federal, José Luiz teria deixado o presídio há menos de um mês.

Segundo o amigo bem informado, José Luiz estaria morando em uma das principais cidades da região. Tudo indica que o novo endereço do ex-prefeito seja em São José do Rio Preto.

Condenado em primeira instância a 11 anos e 04 meses de prisão, José Luiz teve sua pena reduzida para 09 anos e quatro meses pelo Tribunal de Justiça-SP, em outubro deste ano. Segundo a minha fonte, ele já teria cumprido 1/6 da pena. Mas pode ser que tenha sido beneficiado pela decisão do STF sobre 2ª instância.

José Luiz disputa com o ex-prefeito de Mesópolis, Tavinho Cianci, o posto de recordista em processos da região. O ex-prefeito de Dolcinópolis responde a mais de 30 ações na Justiça de Estrela D’Oeste, sendo pelo menos duas delas na esfera criminal.

4 comentários

  • Soltaram um rato gordo junto com os ratinhos

    Para soltar Lula, o STF mudou a lei que determinou a prisão de um condenado após o trânsito em julgado (quando se esgotam os recursos). Desde 2016, a jurisprudência tem permitido a prisão logo após a condenação em segunda instância.
    Vamos soltar cerca de 5 mil presos, entre eles traficantes, aliciadores, políticos corruptos, assassinos etc. Uma vergonha! Soltou também o ex prefeito de Dolcinópolis.
    Entretanto, esses presos poderão voltar a cadeia se o congresso, votar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da prisão em segunda instância no ano que vem. Resta saber se os políticos envolvidos na corrupção, vão votar a favor da PEC.

  • BOTELHO PINTO

    DEIXA O HOMI TRABAIA

  • Deu no Jornal

    Olha o que a Tribuna publicou. Quem tá mentindo?

    Prevista para começar no primeiro semestre do ano que vem, obra é contrapartida da empresa por renovação de contrato de concessão e não tem influencia da prefeitura
    Não é emenda parlamentar indicada por deputado, nem convênio assinado entre o prefeito e o governo. A construção do pontilhão que vai substituir a passagem sobre o trilho da linha férrea na rua Maranhão, em Jales, é responsabilidade da RUMO e não tem qualquer participação da prefeitura, que apenas acompanha o projeto. A empresa detém a concessão para o uso da malha ferroviária paulista até 2028 e negocia antecipadamente, agora, a renovação do contrato até 31 de dezembro de 2058. Para que isso ocorra, terá de promover intervenções para resolver conflitos urbanos (impactos gerados sobre o trânsito ou sobre a circulação de pessoas) nas cidades que atravessa. Uma dessas intervenções é exatamente a construção do pontilhão em Jales. Mas não apenas Jales. A malha ferroviária paulista atravessa outras 70 cidades que também devem ser beneficiadas. Esses investimentos são estimados em R$ 2,6 bilhões

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