VENDAS EM DOMICÍLIO RESISTEM AO TEMPO

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Pelo jeito, não é só aqui em Jales que o comércio de bolsas anda aquecido. Vejam a notícia da Folha da Região, de Araçatuba:

É na antiga prática da venda de mercadorias nas ruas e casas de clientes que muitos empreendedores encontram uma forma de “ganhar a vida”. Com o auxílio das redes sociais, principalmente o Facebook, Whatsapp, Instagram e Twitter, esse tipo de negócio tem se expandido cada vez mais e feito com que muitas pessoas, mesmo com formação acadêmica em outras profissões, abandonassem o emprego para ser tornar comerciantes.  

Esse é o caso da advogada Fabiana Tavares Lopes Farias, 39 anos, de Araçatuba. Ela deixou de advogar em 2012 para um escritório de Ribeirão Preto e, como estava difícil manter a família  com a renda que possuía como auxiliar de coordenação de um curso universitário, passou a vender bolsas no mesmo ano.

Segundo ela, o segundo emprego surgiu quando estava em uma loja de calçados em Birigui e conheceu um fornecedor de bolsas.  “As bolsas eram lindas e ele disse que não tinha nenhum fornecedor em Araçatuba. Como eu estava procurando uma tarefa para ocupar o tempo que estava ocioso, decidi apostar na venda de bolsas e deu certo”, informou.

Fabiana contou que no ano passado incrementou a cartela de produtos com carteiras, semijoias e relógios. Ela disse que todas as mercadorias são colocadas no carro, um Vectra, que funciona como uma loja ambulante.

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