Além de vereador, o cidadão é motorista de ambulância. A notícia é do Diário da Região:
Dois vereadores foram presos ontem por dirigir embriagados ontem na região de Rio Preto. Um deles é o parlamentar Nelson de Souza (PSD), mais conhecido como Nelsinho da Ambulância (foto), de 49 anos, do município de São Francisco, preso em flagrante na manhã de ontem em Votuporanga acusado de dirigir supostamente embriagado um veículo oficial do departamento de Saúde do município localizado na região de Jales. O outro é o vereador Hércules Torres Rodrigues (PSDB), da cidade de Lourdes, preso em flagrante por dirigir embriagado, na madrugada de ontem, no centro de Buritama.
O vereador Nelsinho da Ambulância é motorista concursado do departamento de Saúde de São Francisco e havia levado pacientes para a realização de exames no setor de ressonância magnética da Santa Casa de Votuporanga. Ele confirmou que havia passado a noite anterior em uma festa. Souza foi preso por volta das 8h e encaminhado pela Polícia Militar para a delegacia. O teste do bafômetro indicou a presença de 0,72 miligrama de álcool por litro de ar expelido. Ele foi flagrado pelos fiscais no momento em que retirava o carro VW/Gol com placas de São Francisco do estacionamento rotativo existente ao lado da Santa Casa, na rua Osvaldo Padovez, no Parque da Saudade.
De acordo com o boletim de ocorrência, o vereador apresentava sinais comuns a pessoas embriagadas, como a fala pastosa, olhos avermelhados e forte cheiro de álcool. Levado para a delegacia, ele se recusou a fornecer sangue para exame. O delegado Gilberto Jesus de Freitas precisou entrar em contato com o médico legista Paulo Torres, que confirmou o estado de embriaguez do motorista. Souza foi levado para uma das celas da cadeia de Votuporanga e liberado após pagamento de fiança no valor de R$ 5 mil no fim da tarde. Já o veículo foi liberado a outro motorista da Prefeitura de São Francisco.
A notícia completa do Diário da Região, com as providências que a Câmara e a Prefeitura de São Francisco pretendem tomar para punir o vereador-motorista, pode ser lida aqui.
Nada como as redes sociais para mostrar a realidade das nossas cidades. Em Paranapuã, parece que a administração do prefeito Antônio Melhado não vai nada bem.
A reclamação quanto à falta de limpeza na cidade é quase geral. E a sujeira, pelo jeito, está proporcionando o aparecimento de visitas indesejáveis. Vejam o que a internauta Rose Castro publicou em sua página, no Facebook:
#Essa cobra foi encontrada na sala do meu vizinho# Minha rua tah um descaso total, água parada, lixo acumulado pq o lixeiro não passa, mato alto# Cadê os órgãos competentes para fiscalizar os problemas da nossa rua…..
O Dr.podia pegar o carro dele e dar umas voltas por aqui, porque apesar da política ter acabado e ele ter se esquecido de que eh prefeito, podia ao menos se lembrar que eh médico e ele mais do que ninguém sabe os riscos que lixo acumulado causa a nossa saúde…… sapos,ratos,mal cheiro e agora cobra…..
Sou cidadã paranapuense, voto aqui, sou contribuinte e independente de lados partidários tenho direito de cobrar o que tah errado…… Fica a reclamação registrada…. e nós da rua Castro de Andrade esperamos uma solução!
O morador de rua conhecido como “professor Aníbal” (de branco, na foto), que, ultimamente, ocupava – juntamente com outros moradores de rua – um galpão da antiga estação ferroviária de Jales, sofreu um grave acidente neste domingo.
Segundo informações ele foi atropelado por uma composição da ALL e teve as duas pernas decepadas. O “professor Aníbal” foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e pelo SAMU, tendo sido levado por este último para a Santa Casa de Jales. O estado dele era gravíssimo.
Os galpões da antiga estação ferroviária eram utilizados, até alguns anos atrás, por algumas empresas, numa espécie de incubadora. Desocupados durante a administração Parini, eles se transformaram em ponto de encontro de moradores de rua.
Post Scriptum: Segundo informações atualizadas, o “professor Aníbal” não resistiu aos ferimentos. Seu corpo está sendo velado em nosso Velório Municipal e deverá ser sepultado ainda neste domingo.
Esta cidade está ficando mesmo divertida. Ontem, por exemplo, o final de tarde foi movimentadíssimo. Três ou quatro assessores da prefeita Nice vasculharam a cidade à caça de um carro de som que estava divulgando uma chamada para que a população compareça à Câmara nessa segunda-feira. Trata-se da mesma chamada divulgada pelo blog, que pode ser ouvida em um post anterior.
Depois de muita procura, o carro foi, finalmente, encontrado e interpelado pelo supersecretário Aldo José Nunes de Sá, por volta das 18:15 horas, no Jardim Arapuã. Segundo consta, depois de verificar a documentação (sem ter autoridade para isso) do veículo e do motorista, o supersecretário mandou chamar a polícia.
O carro foi encaminhado à Delegacia de Polícia e liberado em seguida. Vejam, agora, o que o ex-aliado da prefeita, Beto Mariano, publicou em sua página, no Facebook, a respeito do assunto:
Carro de som incomoda assessores da Prefeita. O carro de som que circulou neste sábado convocando a população a comparecer na Câmara Municipal de Jales, para votação de abertura da Comissão Processante parece que incomodou o Chefe de Gabinete da Prefeita que aliás já parece bem ágil nesses assuntos, capaz de se locomover rapidamente quando lhe convém, bem ao contrário das alegações de incapacidade. E também o Secretário do ‘BEM INCOMUM”.
Eles tentaram prestar queixa sobre alegações de ataque pessoal a patroa deles, mas literalmente quebraram a cara. A incompetência de fato enferruja a mente das pessoas, o nobre ‘PROFESSOR” que também é chefe de gabinete do executivo, fugiu da escola e se esqueceu do do que diz a Constituição Federal. DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS – IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; Liberdade de expressão é o direito de manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos.
É um conceito basilar nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral. Agora vamos lá hein professor, do “BEM INCOMUM” a gente até que perdoa, MAS TÚ BRUTU’S ? Fica a dica, ao invés de correr atrás de carro de som, porque não vai procurar um bom advogado para sua patroa , ela vai precisar, e muiiiiiiitoooooo !!!!
O Jornal de Jales está chegando às bancas e aos assinantes com uma longa entrevista do vice-prefeito Pedro Callado, onde ele confirma que amanhã, dia 17 de março, estará fazendo um ano que a relação com a prefeita Nice Mistilides azedou. Ele diz, também, que a prefeita nunca convidou o pessoal do PSDB de Jales para acompanhá-la em suas visitas a órgãos estaduais.
Destaque, igualmente, para o evento realizado na Associação Comercial, com a presença dos deputados Carlão Pignatari e Itamar Borges, quando o novo presidente Carlos Roberto Altimari tomou posse.
O JJ destacou, ainda, que a prefeita Nice vai mesmo promover o corte das portarias de designação concedidas a servidores e consideradas irregulares. A medida, segundo o jornal, é o primeiro passo para cortar despesas com o pagamento de pessoal.
O novo curso da Fatec, anunciado durante a semana; a 5ª Festa das Mulheres, realizada no sábado passado; e a iniciativa da Unimed, que notificou a Prefeitura de Jales quanto à preocupação dos seus diretores com relação ao uso do recinto “Juvena Giraldelli”, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior registra que, depois de classificar a greve dos servidores de “palhaçada”, o vereador Tiquinho recuperou um pouco de seu prestígio ao atuar como intermediário do acordo entre o Sindicato e a prefeita.
Um grupo de ciclistas tirou a roupa e pedalou pelas ruas de São Paulo na noite deste sábado para pedir segurança no trânsito para os fãs da magrela.
Essa é a sétima edição do Pedalada Pelada, a versão brasileira do World Naked Bike Ride (WNBR), movimento que ocorre em várias partes do mundo e tem um número de adeptos cada vez maior nas cidades brasileiras.
Com o lema “Obsceno é o trânsito”, os participantes são convidados a tirarem a roupa para mostrar como estão expostos os ciclistas no trânsito das cidades. O trajeto teve início na praça dos Ciclistas, na avenida Paulista e seguiu até a Vila Madalena, na região oeste, passando pelas avenidas Nove de Julho, Faria Lima e rua Teodoro Sampaio.
Segundo os organizadores, os participantes não precisam ficar totalmente nus, mas a nudez é encorajada.
O ponto luminoso da foto não é nenhum OVNI. Pode não parecer, mas é a lua. Ela foi testemunha do encontro entre o deputado estadual Hamilton Pereira(PT) e alguns empresários do Distrito Industrial III, realizado ontem, na Rap Rações, do amigo Éberson Barnabé.
A reunião, seguida de um churrasco, foi a última atividade da agenda de ontem do deputado, que passou o dia visitando a região. Ele estava acompanhado dos petistas Antônio Carlos “Cacaio” Nogueira, Luís Especiato e Luís Rosalino.
Hamilton veio posicionar os empresários sobre a aprovação de uma emenda de sua autoria – no valor de R$ 2,5 milhões – para obras de infraestrutura (galerias e asfalto) no Distrito Industrial III.
Resta saber agora, se os recursos vão ser liberados pelo governo estadual ou se vai ser apenas mais uma promessa em ano de eleição. Eu não conheço o deputado, mas ele me pareceu uma pessoa séria e, pelo que ouvi dizer, é de origem simples.
A liberação dos R$ 2,5 milhões não depende, evidentemente, apenas do deputado, mas a aprovação da emenda é um importante passo inicial.
Agora, os empresários terão que continuar mobilizados para cobrar, principalmente, os deputados aliados do governador Alckmim, que é, afinal, quem libera os recursos.
Em tempo: Os recursos da emenda do deputado Hamilton Pereira são para obras de infraestrutura dentro do Distrito Industrial III. Não tem nada a ver com os R$ 790 mil que a deputada Analice Fernandes disse ter arrumado para o asfaltamento da marginal que leva ao Distrito.
O irrequieto Lauro Figueiredo, o Matogrosso, não consegue ficar mais de trinta dias sem pegar no pé da prefeita Nice Mistilides. Dessa vez, ele protocolou um pedido de abertura de uma Comissão Processante na Câmara para apurar eventuais infrações da prefeita.
Eu não faço ideia sobre quais são as acusações, mas o ex-fogueteiro está falando até em cassação de mandato. Ouçam a chamada que Matogrosso estará divulgando a partir de amanhã, através de um carro de som:
A voz, como vocês devem ter notado, é de um velho conhecido da prefeita Nice. Resta saber o que haveria de tão grave nas investigações de Matogrosso, a ponto de se falar em cassação.
Pessoalmente, como já disse algumas vezes por aqui, acho que a prefeita – a menos que ela seja apanhada assaltando uma velhinha na fila da aposentadoria, ou algo parecido – tem que ficar até o final do mandato.
Os que votaram nela merecem aguentá-la pelos próximos 33 meses, 15 dias e algumas horas. E os que não votaram – como é o meu caso – também merecem porque, afinal, não conseguiram evitar que ela fosse eleita.
A foto acima tem dois detalhes interessantes. O primeiro é a presença de um “mala” chamado Leão, que era contra a Democracia Corintiana. O segundo é a presença de um jalesense: Alfinete, o rapaz agachado bem na frente do Sócrates e do Casagrande.
Filho de um policial, Carlos Alberto Dario de Oliveira, o Alfinete, nasceu em Jales e viveu boa parte de sua infância e adolescência por aqui. Aprendeu a jogar futebol num campo que tinha ali pros lados do cemitério, onde também atuava o meu amigo Fausto Kamikawachi.
No Corinthians, ele jogou entre 1981 e 1983, justamente no auge da Democracia Corintiana, tendo sido bicampeão paulista de 82-83. Ele começou sua carreira no XV de Jaú e, depois do Corinthians, atuou também na Ponte Preta, Grêmio, Atlético Mineiro, Fluminense e etc. Mas, vamos à notícia do iG:
No aniversário de 50 anos do golpe militar que derrubou o então presidente João Goulart, e dos 20 anos do comícia das Diretas Já, estreia o filme Democracia em Preto e Branco, que conta a história do movimento que nasceu no Corinthians, encabeçado pelo ex-jogador Sócrates, entre os anos de 1982 e 84. O filme foi selecionado para a edição de 2014 do É Tudo Verdade, maior festival de documentários da América Latina.
“Apesar de ser uma grande coincidência, o fato de o documentário estrear nessa época pode ser um fato importante para a divulgação do trabalho, já que tratamos de assuntos ligados aos anos de chumbo. Se pensarmos que, além disso, o país vive uma convulsão parecida com a de 1984, quando as pessoas resolveram sair às ruas para se manifestar, não resta dúvida de que o filme, embora trate de um tema ocorrido há 30 anos, é super atual”, disse Pedro Asbeg, diretor do documentário.
Os protagonistas do movimento estão entre os principais entrevistados da obra, mas a ideia foi explorar o contexto geral da época, marcado pelas Diretas Já e pelo surgimento de bandas como Barão Vermelho, Titãs e Ultraje a Rigor, ícones do chamado Rock Brasil.
“Quando comecei esse trabalho, a ideia era fazer um filme apenas sobre a Democracia Corintiana. Acredito que seja possível, porque é um tema grande o suficiente. Por outro lado, o próprio movimento ganha em força se você contextualiza a época em que aconteceu. Ou seja, quando percebi que deveria falar também sobre ditadura, cultura e outras coisas que estavam acontecendo no Brasil, o filme mudou”, explicou o cineasta.
A intenção de ampliar o espectro do documentário, narrado pela cantora Rita Lee, fica evidente na escolha dos cerca de 30 personagens. Além de Sócrates, Casagrande e Wladimir, líderes da Democracia Corintiana, foram entrevistados músicos como Frejat, Dado Villa-Lobos, Edgar Scandurra e Paulo Miklos. Assim como os jornalistas Marcelo Rubens Paiva, Marcelo Tas e Serginho Groisman. Os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso também participam.
O ex-jogador Sócrates, ídolo do Corinthians com passagem pelo Flamengo, time de coração do diretor do documentário, foi entrevistado em 2010, alguns meses antes da série de internações que precedeu sua morte, ocorrida em dezembro de 2011. Ele participou ativamente das Diretas Já e, no dia 16 de abril de 1984, diante de mais de 1 milhão de pessoas no Vale do Anhangabaú, chegou a prometer que permaneceria no Brasil caso a emenda Dante de Oliveira fosse aprovada, o que não aconteceu.