No jornal A Tribuna deste final de semana, o principal destaque é a condenação da ex-tesoureira Érica Cristina Carpi pelos desvios praticados contra os cofres da Prefeitura de Jales. A matéria informa que o juiz Fábio Antonio Camargo Dantas, da 1ª Vara Criminal, condenou Érica a 10 anos, 6 meses e 13 dias de reclusão e 37 dias-multa, no regime inicial fechado. A reportagem informa, ainda, que o magistrado absolveu Érica do crime de falsidade ideológica. Absolveu, também, os demais réus – Roberto Santos Oliveira, Simone Carpi Brandt, Marlon Brandt e Patrícia Albarello – das acusações apresentadas pelo Ministério Público.
O jornal traz, também, matéria do repórter Alexandre Ribeiro, sobre o ônibus que teria levado jalesenses para o quebra-quebra em Brasília. Segundo o texto, uma propaganda que circulou pelas redes sociais convocava os interessados em participar dos protestos de domingo passado. O cartaz dizia que a “excursão” sairia de Três Lagoas(MS) na sexta-feira e pegaria manifestantes bolsonaristas em Jales, Ilha Solteira e Santa Fé do Sul. O MPF e a Polícia Civil chegaram a investigar a possível participação de jalesenses nos atos violentos, mas não há notícias de que algum morador da cidade tenha sido identificado entre os arruaceiros.
Na coluna Enfoque, informação dá conta de que a jalesense Priscila Pinheiro de Carvalho está entre os 140 procuradores da República que assinaram um ofício cobrando providências por parte do procurador-geral, Augusto Aras, visando enquadrar os terroristas bolsonaristas que tentaram emplacar um golpe de estado no domingo passado, 08, em Brasília. Priscila, que estudou no Anglo-Jales, é filha do saudoso médico Getúlio de Carvalho e da psicóloga Regina Pinheiro Carvalho. Antes de ser aprovada no concurso para procuradora da República, ela foi procuradora jurídica da Prefeitura de São Paulo. Atualmente, ela está lotada na Procuradoria de República de São Paulo.
O ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro Anderson Torres chegou ao Brasil na manhã deste sábado (14). O também ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal (DF) chegou a Brasília por volta das 7h20. Ele recebeu voz de prisão após o desembarque.
Anderson Torres saiu do avião escoltado por policiais da Polícia Federal (PF). Ele estava em Miami, nos Estados Unidos, onde passava férias. O voo saiu da cidade norte-americana nesta sexta-feira (13). Lá, o ministro chegou a ser escoltado pela polícia de Miami antes de embarcar ao Brasil.
O ex-ministro da Justiça chegou ao país para se entregar à Polícia Federal. A prisão de Anderson Torres foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes após os atos golpistas no último domingo (8).
Anderson Torres era secretário de Segurança Pública do DF quando ocorreu a invasão, depredação e roubo do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e da sede do STF, em Brasília.
A suspeita é que os ataques de bolsonaristas teriam sido facilitados pelo ex-secretário e setores da Polícia Militar do DF. Os radicais ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) defendem um golpe de estado.
A PF também encontrou na casa do ex-ministro uma minuta, que é uma proposta de decreto antes da publicação, para que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) instaurasse um estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O objetivo da ação era reverter o resultado do segundo turno da eleição presidencial em que o presidente Lula (PT) foi o vencedor.
Segundo a Folha de S. Paulo, o documento foi encontrado no armário do ex-ministro durante a busca e apreensão realizada na última terça-feira (10). A PF ainda investiga as circunstâncias da elaboração da minuta, considerada inconstitucional por representar uma interferência indevida do Executivo na Justiça eleitoral.
A notícia da revista Fórum é extensa e quem quiser vê-la por inteiro pode clicar aqui. Abaixo, alguns trechos:
A invasão das sedes dos Três Poderes ocorrida no último domingo (8) marcou uma “Intentona fascista” completamente patética e, após seu desfecho, as provas produzidas pelos próprios golpistas e postadas nas redes sociais, viralizavam ao passo que a notícia da prisão dos autores ia chegando.
Um desses casos foi o de Kingo Takahashi, de Votuporanga, interior de São Paulo. Um senhor de 60 anos, nascido em 1962, mas com trejeitos adolescentes, que postou um vídeo afirmando que a invasão de Brasília seria “melhor que um show de Rock”.
Não demorou até que ele fosse preso e enviado ao Complexo Penintenciário da Papuda, de onde aparentemente foi pedida uma fiança de R$ 10 mil – não confirmada – para que respondesse em liberdade pelo processo que o acusa de tentativa de abolição do Estado de Direito por meio da força.
A imagem contraposta entre uma foto dele deitado em poltrona do Palácio do Planalto ao lado do cartaz em que promove a “vaquinha da fiança” viralizaram de maneira jocosa na internet, no entanto escondem uma história sórdida do bolsonarista.
Ele é acusado de pedofilia, e há relatos de cerca de uma dezena de vítimas. Uma delas, que formalizou denúncia no Ministério Público nesta semana, acusa o golpista por suspeita de abuso contra sua filha quando tinha apenas 3 anos de idade. Ela conversou com a Revista Fórum, com exclusividade.
Logo no começo da conversa, Paula* nos explica que fez a denúncia de abuso sexual contra sua filha Tina*, ao Ministério Público, mas em outra cidade, onde vive atualmente.
Ela conta que deixou Votuporanga com medo de Kingo e que nunca o denunciou por imaginar que a denúncia seria desacreditada, mas que agora, com o suposto abusador de sua filha preso pelos atentados em Brasília, sentiu um pouco mais de confiança na Justiça e espera que ele fique preso enquanto as acusações de pedofilia são investigadas.
Kingo Starr é o apelido que Kingo Takahashi se deu como um personagem roqueiro de Votuporanga. Em seu canal de Youtube, que tem esse nome, ele aparece sempre com os cabelos longos e alguma camiseta de banda de heavy metal, tocando guitarra. Em uma primeira olhada, parece ser um cara legal, bem humorado e vidrado em música.
No entanto, em um olhar mais atento ao canal, é possível encontrar vídeo no qual gravou o clipe da música “Menina”, onde aparece em cenas que simulam clichês românticos do cinema, com uma menina claramente menor de 5 anos de idade.
Kingo teria começado a encarnar sua persona política nas eleições de 2014, quando Aécio Neves perdeu a presidência para Dilma Rousseff por uma margem pequena de votos. Antipetista, focava na figura do tucano mineiro então. Mais tarde, com a ascensão de Jair Bolsonaro (PL) como candidato à presidência, a partir de 2017, tornou-se bolsonarista.
No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, destaque para a visita que o prefeito Luís Henrique Moreira fez à sede da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública e da Defesa Civil, onde foi recebido pelo titular da pasta, Wagner Roberto Coneglian. A Secretaria, que saiu do Paço e agora está instalada na Rua Seis, é responsável, entre outras coisas, pela administração das atividades de segurança pública. Entre os serviços ofertados à população estão compreendidos a expedição de cartões de estacionamento em vagas especiais para pessoas com deficiência física e idosos, registro de protocolos de recursos de multa de trânsito, etc.
Destaque, também, para decisão da 10ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP, que manteve sentença do juiz Marcos Hideaki Sato, da 2ª Vara da Comarca de Santa Fé do Sul, condenando uma mulher que deixou o filho de três anos sozinho em casa para comparecer a uma festa. A pena por abandono de incapaz foi fixada em 8 meses e 26 dias de prestação de serviços à comunidade. Segundo os autos, a criança acordou sozinha no meio da madrugada e deixou a residência, sendo encontrada descalça, urinada e tremendo de frio por um morador local. Em juízo, a ré confessou o ocorrido e disse não imaginar que o filho sairia de casa em sua ausência.
Na coluna FolhaGeral, o intrêmulo redator-chefe Roberto Carvalho, o Pestinha, comenta que os vereadores Carol Amador (MDB), Elder Mansueli (Pode) e Hilton Marques (PT) questionaram se a Prefeitura vai encaminhar à Câmara um projeto de lei revogando a Lei 5429/22, que triplicou o valor dos subsídios repassados à concessionária de transporte coletivo na cidade, a Viação Jauense. Os vereadores alegam que a empresa não está cumprindo as condições estabelecidas na lei. Em resposta, a Prefeitura informou que a empresa foi notificada, mas não assinou o Termo Aditivo que aumentaria os subsídios concedidos pela rei. Segundo a resposta, o Executivo vai tomar providências legais para a eventual revogação da lei.
Entre as dezenas de milhares de despesas que o governo de Jair Bolsonaro registrou em seu cartão corporativo, uma segue sem resposta: uma despesa de R$ 44.447 no crédito para hospedagens na Vila Angatu, um spa à beira-mar em Santa Cruz Cabrália, no litoral sul baiano. O resort de alto padrão cobra diárias a partir de R$ 986.
O valor foi cobrado em 10 de março, dia em que Bolsonaro teve agendas em Brasília, participando inclusive de uma live semanal.
O presidente não tinha ido àquela região do estado até aquele momento do seu governo – na verdade, ele iria à cidade vizinha de Porto Seguro apenas um mês depois, para uma rápida visita em abril.
Na longa lista de compras com o cartão corporativo reveladas nesta quinta-feira (12) pela Presidência da República, não há maiores detalhes sobre a compra, ou quem teria utilizado das reservas. Procurado pela reportagem, o hotel não se manifestou.
Da euforia à desolação, os humor dos entusiastas da chamada “revolta dos manés” mudou após a prisão de extremistas no levante contra o Congresso, o Palácio do Planalto e a sede do Supremo Tribunal Federal (STF). Sobre grupos e canais de aplicativos de mensagem pairam os sentimentos de frustração, receio e tensão. Há usuários que só fazem lamentar o desfecho da investida golpista em Brasília.
Os atos de vandalismo no domingo passado tinham por mote uma fala do ministro Luís Roberto Barroso, do STF: “Perdeu, mané”. A declaração foi dada em Nova York, quando o magistrado foi abordado por um apoiador de Jair Bolsonaro, candidato derrotado por Luís Inácio Lula da Silva. Desde as eleições, nas ruas, nas redes sociais e em redes sociais como WhatsApp e Telegram, bolsonaristas põem em xeque a vitória do petista.
A reportagem do Estadão acompanhou a troca frenética de mensagens em dois grupos no WhatsApp – um deles restrito – e em 15 no Telegram. “Que mistura de sentimentos. Eu sinto raiva, tristeza, decepção. É como estar em luto e não saber quando vai terminar. Sinto muito pelas pessoas de bem que lá estão (presas) e as pessoas de mal soltas por aí”, afirmou uma integrante do grupo Peladeiros 1. Há também, relatos de desilusão: “Exército nos abandonando mais uma vez”.
O grupo, que é fechado, já se chamou ‘Resistência Joinville’. Após a prisão dos extremistas em Brasília, dezenas deles mudaram de nome, mensagens foram apagadas e membros debandaram.
Moradora de Itajobi que participou do ato golpista de Brasília, Mari Bizari não foi presa, mas encontra-se bem encrencada. Com camisa da Seleção Brasileira, máscara e um óculos de natação, ela deixou-se fotografar em frente a uma janela estilhaçada apontando uma faca pontiaguda.
A imagem, que viralizou no universo virtual, a transformou, nas redes sociais, na “suspeita número um” de ter esfaqueado Di Cavalcanti, ou melhor, o quadro do célebre pintor exposto no Palácio do Planalto. Não há, porém, qualquer evidência que a ligue ao dano no quadro.
Candidata a deputada estadual pelo União Brasil nas últimas eleições, Mari Bizari recebeu R$ 248 mil do Fundão Eleitoral para fazer sua campanha e obteve 862 votos.
Após a repercussão de sua foto nas redes sociais, ela gravou longos vídeos, de cara limpa e expressão constrita, com o objetivo de explicar a cena. Disse que não tem coragem de matar uma barata, que foi para uma manifestação “ordeira e pacífica” com o objetivo de defender o País e apelou à narrativa de infiltrados, além de jurar que a foto, enviada a um grupo de Itajobi, foi só uma brincadeira.
A vida da pastora e dentista Thea Dallas é realmente muito movimentada. Depois de ser pega no motel com um homem enquanto era casada com o deputado estadual do Amazonas Wanderley Dallas, ela agora confirmou que está namorando um homem casado: o senador Omar Aziz.
Segundo informações do site “Em Off”, Thea publicou a nova informação em sua bio no Instagram e, em seguida, começou a coletar diversas críticas na seção dos comentários.
A pastora ganhou notoriedade quando foi flagrada em um motel na cidade de Manaus com um homem que não era seu cônjuge. O flagrante aconteceu devido a uma operação policial para prender traficantes no local. À época, ela estava casada com o deputado estadual Wanderley Dallas, que se divorciou dela após a divulgação da traição.
No Instagram, ela posta fotos sensuais e diversos versículos da Bíblia. Inclusive, na bio mantém escrita a célebre frase “o senhor é meu pastor e nada me faltará”, que serviu como motivação para ironias por parte dos seguidores. Um deles escreveu: “Só faltou vergonha na cara, né mana”.
O pessoal da segurança do Bozo devia estar com muita fome. Deu no DCM:
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) gastou mais de R$ 109.266,00 no restaurante Sabor de Casa, localizado no centro de Boa Vista, em Roraima, em apenas um dia.
Entre os R$ 27,6 milhões gastos com cartões corporativos, essa é a maior despesa única com alimentação registrada em um cartão da Presidência durante os quatro anos de mandato de Bolsonaro. Ele passou por lá quando foi verificar a situação de refugiados vindos da Venezuela.
De acordo com o colunista Thiago Herdy, do UOL, o Sabor de Casa é um restaurante que oferece marmita nas versões econômica (R$ 17,00) e tradicional (R$ 23,00). Frango assado com farofa e baião, o “carro chefe” dos estabelecimento, é vendido a R$ 50.
Diante disso, com a quantia que ex-presidente gastou no restaurante, seria possível comprar 6,4 mil marmitas econômicas, ou 4,7 mil marmitas tradicionais, ou até mesmo 2,1 mil encomendas do frango assado com farofa e baião.
Roberta Rizzo, dona do restaurante, confirmou ao UOL a compra realizada pela equipe do ex-capitão. “Eles solicitaram almoço e uns kits de lanche para atender à equipe de segurança. Era um kit bem completo, com pão, queijo, presunto, fruta, água e biscoito”, disse.
Ela também foi questionada sobre o valor da despesa e de como poderia ter custado R$ 109,2 mil. “Não lembro exatamente a quantidade, mas foi um serviço que entregamos direitinho e que seguiu o padrão de preços da cidade”, destacou.