Categoria: Cidade

A TRIBUNA: OS POLÊMICOS BANHEIROS DO COMBOIO NÃO FUNCIONARAM A CONTENTO NO DIA DA INAUGURAÇÃO

No jornal A Tribuna deste final de semana, o principal destaque é a inauguração dos polêmicos banheiros do Comboio. Matéria do Alexandre Ribeiro, o Carioca, diz que, poucas horas depois da inauguração que teve a presença do prefeito, vice, vereadores e outras autoridades, as redes sociais foram invadidas por vídeo mostrando que não havia mais água nas torneiras dos lavatórios, nem nas descargas dos sanitários, aumentando a fila de críticas que a reforma dos banheiros causaram. Segundo a matéria, a população não engole o valor da obra – R$ 170 mil – que, de acordo com estimativas, daria para construir pelo menos duas casas populares.

Destaque, também, para a Comissão de Sindicância instalada pelo prefeito Flá Prandi para investigar os desvios descobertos pela operação Farra no Tesouro, da Polícia Federal. Nesta semana, a Comissão – que já ouviu diversas pessoas, entre ex-prefeitos, ex-secretários e servidores ligados à Secretaria de Fazenda – está pedindo, através de petição encaminhada ao juiz Adílson Vagner Balotti, autorização para ouvir a ex-tesoureira Érica Carpi. Por medida de segurança, a Comissão quer ouvir Érica na casa dela ou em alguma das delegacias da cidade. O Ministério Público sugeriu que a oitiva seja realizada na sede da Polícia Federal.

O sucesso do 4º Sarau no Ponto, realizado no feriado de 07 de setembro; o convênio assinado pelo prefeito Flá Prandi para revitalização da praça “Euphly Jalles”; a decisão da Justiça que inocentou a ex-prefeita Nice Mistilides e quatro de seus ex-assessores dos prejuízos causados à Casa da Criança pela Exposhow 2013; os rumores sobre a substituição da Coopersol na coleta do lixo reciclável; o retorno da assistente social Maria Aparecida Moreira Martins ao comando da Secretaria Municipal de Saúde; e a conclusão do mutirão de limpeza realizado pela Prefeitura, que recolheu cerca de 300 toneladas de entulhos, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, informação dando conta de que a Polícia Federal não comenta investigações em curso, mas continua trabalhando pesado para apurar responsabilidades nos desvios ocorridos na Prefeitura de Jales. Na página de opinião, o ex-prefeito Pedro Callado escreve sobre as especulações do mercado financeiro que elevaram o valor do dólar a R$ 4,20 e fizeram a Bolsa de Valores cair mais de 2%. No caderno social, destaque para a festa do 30º aniversário da jovem Andressa Domingues. E na coluna do Douglas Zílio, os melhores flashes da festa de formatura da nova médica Isabela Altomari.

DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

Na edição digital da Folha Noroeste deste sábado o principal destaque é o retorno da assistente social Maria Aparecida Moreira Martins ao comando da Secretaria de Saúde. Maria Aparecida havia sido exonerada do cargo no dia 31 de julho, em função das investigações da Operação Farra no Tesouro, deflagrada pela Polícia Federal. A exoneração foi, segundo o jornal, um ato precipitado da administração municipal, uma vez que, logo após prestar depoimento, Maria Aparecida – que chegou a ser detida pela PF – teve sua prisão revogada pela Justiça e não teve seu nome incluído entre os denunciados em ação penal ajuizada pelo Ministério Público. O retorno da secretária ocorreu na quinta-feira, 13.

Destaque, igualmente, para a carreata “Outubro Rosa” programada para o dia 06 de outubro, em Fernandópolis, como parte da campanha de prevenção ao câncer de mama. A campanha “Outubro Rosa” tem como objetivo a chamar atenção da sociedade, alertando as mulheres sobre a importância da prevenção, através da realização do exame de mamografia, para o diagnóstico precoce do câncer de mama. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva, (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano.

Na coluna FolhaGeral, o destemido redator-chefe Roberto “Pestinha” Carvalho faz uma crítica aos eleitores jalesenses que, há muito tempo, preferem votar em candidatos “estrangeiros”, ou seja, candidatos que não representam Jales. Segundo o colunista, isso ocorre porque as lideranças políticas locais, ao apoiar candidatos de outras plagas, visam mais os interesses pessoais do que os interesses coletivos. Roberto lembra que, nas últimas décadas, os candidatos de Jales nunca chegaram a obter o apoio de pelo menos 40% do eleitorado local. O ex-prefeito Guisso, em 1998, foi o que mais se aproximou dessa marca, alcançando 39,81% dos votos válidos em Jales.

FACIP 2013: JUSTIÇA DE JALES INOCENTA EX-PREFEITA NICE E ASSESSORES ACUSADOS DE CAUSAR PREJUIZOS À CASA DA CRIANÇA

O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, julgou improcedente a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público local em 2016, na qual a ex-prefeita Nice Mistilides e seus ex-assessores Renato Preto, Roberto Timpurim, Aldo Nunes de Sá e Adriano Lisboa são acusados de improbidade administrativa e de ter causado prejuízos à Casa da Criança.

Os prejuízos – calculados em R$ 425 mil – teriam ocorrido com a realização da Exposhow Uva e Mel, em setembro de 2013. A Exposhow foi a festa que substituiu a Facip 2013, cancelada às vésperas do evento, em abril daquele ano.

Para o magistrado, as provas apresentadas pelo MP não seriam robustas para levar à condenação dos acusados. “As condutas imputadas aos requeridos, na condição de agentes públicos, são extremamente graves e a existência delas exige a produção de provas suficientemente fortes a demonstrar que houve, de fato, má-fé ou desonestidade dos requeridos”.

Mais detalhes sobre o caso na edição de a Tribuna, no final de semana. É bom lembrar que esta não é a única ação contra Nice por conta de suas experiências com festas de peão.

Em junho do ano passado a ex-prefeita e quatro ex-assessores – Adriano Lisboa, Angélica Boleta, Roberto Timpurim e Renato Luís Lima e Silva, o Renato Preto – foram condenados pela juíza Maria Paula Branquinho Pini a devolver R$ 67 mil aos cofres públicos, por conta dos gastos com a fracassada Facip 2013.

CÂMARA PARTICIPA DA ENTREGA DE CERTIFICADOS DE DISPENSA DO SERVIÇO MILITAR A 260 JOVENS

A notícia é da assessoria de imprensa da Câmara:

Na manhã de hoje (11), a Prefeitura de Jales, através da 20ª Delegacia de Serviço Militar de Jales e da 148ª Junta de Serviço Militar, entregou Certificados de Dispensa de Incorporação ao Serviço Militar (CDI), para 260 jovens de Jales e Dirce Reis, da Classe de 2000, ou seja, aos que completaram 18 anos em 2018.

A cerimônia, realizada no Plenário “Presidente Tancredo Neves” da Câmara Municipal, teve a presença do prefeito e presidente da Junta Militar de Jales, Flávio Prandi Franco, do delegado da 20ª Delegacia de Serviço Militar de Jales, Eder Ribeiro Borba, do presidente da Câmara, Vagner Selis – Pintinho, do vice-prefeito de Dirce Reis, Moisés de Souza, do presidente da Câmara Municipal de Dirce Reis, Osmair Minucci, do Major da Reserva, Luís Carlos Saqueto, do vereador de Dirce Reis, Valdir Zanardi e do provedor da Santa Casa de Misericórdia de Jales, Júnior Ferreira.

O presidente da Câmara ressaltou em seu discurso: “Cabe a cada um de nós zelar pela paz na sociedade. Uma paz que será alcançada com respeito aos demais, às leis e às instituições, mas também com justiça e igualdade. Desejo a vocês, nossos jovens, um futuro de realizações e que juntos possamos construir uma pátria cada vez mais valorosa e respeitada”.

Durante a cerimônia foram arrecadados alimentos que serão doados para a Santa Casa de Jales.

EM AÇÃO POPULAR, ADVOGADO ALEGA QUE GOVERNO ESTADUAL ESTARIA DEVENDO R$ 30 MILHÕES PARA PREFEITURA DE JALES

Eu não sou advogado, de modo que algumas coisas no campo jurídico – e em outros campos também – escapam à minha compreensão.

Uma ação popular protocolada na Justiça de Jales, antes do feriado da Independência, traz como autor um advogado mineiro e, como acusados, o governo do estado de São Paulo e a Prefeitura de Jales, mas, se eu entendi bem, nossa Prefeitura seria, digamos assim, vítima.

Na ação, o advogado diz que está defendendo os interesses dos munícipes jalesenses e acusa o governo estadual de ter causado prejuízo ao erário municipal – R$ 30,2 milhões, nas contas dele – por ter deixado de repassar recursos que, constitucionalmente, deveriam ter sido destinados à Saúde de nosso município, nos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017. De seu lado, a Prefeitura de Jales – a suposta vítima – está sendo acusada de omissa.

Segundo o ilustre causídico mineiro, a Constituição prevê que 12% dos recursos arrecadados com o IPVA e ICMS devem ser repassados aos municípios, para financiamento da Saúde. No caso de Jales, o advogado diz que os 12% corresponderiam – nos quatro anos – a R$ 31,5 milhões, mas o governo estadual só nos teria repassado cerca de R$ 1,2 milhão.

Maxoel – isso mesmo, com xis! – de Jesus Ferreira (OAB 410920-SP) é o nome do advogado que, aparentemente, mora em Iturama(MG) mas tem escritório em São José do Rio Preto. Deve estar em início de carreira, uma vez que, no site do TJ-SP é possível encontrar apenas 08 ações patrocinadas por ele, todas deste ano.

Além da ordeira população jalesense, também a brava gente de Rio Preto, Votuporanga e Fernandópolis está tendo seus interesses defendidos por Maxoel. Os santafessulenses não mereceram, por enquanto, a atenção do advogado. Os valores vão de R$ 45,9 milhões (Fernandópolis), R$ 59,9 milhões (Votuporanga) a R$ 338,4 milhões (Rio Preto) 

E, pelo jeito, o governo mineiro também não está cumprindo a Constituição: uma quinta ação popular de Maxoel tem como objetivo garantir que a Prefeitura de Iturama receba os recursos necessários para oferecer um bom sistema de saúde aos ituramenses.

EX-PREFEITO JOSÉ CARLOS GUISSO ESTARIA COMPLETANDO 65 ANOS NESTA SEGUNDA-FEIRA

Se o acidente fatal do dia 21 de novembro de 2001 não o tivesse levado prematuramente para o outro lado do mistério, o ex-prefeito José Carlos Guisso estaria completando, nesta segunda-feira, 65 anos de idade.

Nascido aqui em Jales, no dia 10 de setembro de 1953, Guisso foi vice-prefeito de nossa cidade no período 1989-1992, quando o prefeito era José Antônio Caparroz. Depois, ele foi eleito prefeito duas vezes. O primeiro mandato, de 1993 a 1996, ele cumpriu por inteiro e não concorreu à reeleição que, naquela época, não era permitida.

O segundo mandato, que seria de 2001 a 2004, durou apenas onze meses. Guisso formou-se em veterinária pela Unesp de Jaboticabal. Ele foi responsável, entre outras coisas, pela vinda da Justiça Federal e da Polícia Federal para Jales. Sua morte aconteceu a dois dias da inauguração do prédio da PF.

CRÔNICA: “UM 2001 QUE NÃO CHEGAVA NUNCA!” (PASCOALINO S.AZORDS)

Na crônica publicada ontem, 09/09, pelo jornal Debate, de Santa Cruz do Rio Pardo, o jalesense Pascoalino S.Azords fala, mais uma vez, do seu tempo de engraxate aqui em Jales, nos anos 60. Na esquina vazia citada por ele, temos hoje uma sorveteria.

E, daquele tempo para cá, só uma coisa se multiplicou mais do que as farmácias: as igrejas. Eis a crônica:

Meu filme favorito está fazendo 50 anos. Aliás, ultimamente, muitas coisas boas estão chegando aos 50 anos. E é melhor a gente aproveitar porque, pelo jeito, daqui para frente menos coisas boas farão 50 anos.

Eu me lembro quando o “2001 Uma Odisséia no Espaço” chegou à minha cidade. Foi bem no ano em que também chegou o asfalto. Eu estava lá quando pavimentaram o primeiro quarteirão em frente à velha rodoviária. Num extremo daquela quadra tinha uma esquina baldia onde estacionavam mascates, raizeiros, faquires… Por algumas semanas ali esteve o ônibus da mulher aranha. E quando não aparecia ninguém, aquele terreno era nosso, dos engraxates. Na outra esquina ficava o Jeca’s Bar. No meio, a farmácia em que meu pai trabalhava, o Luiz fumeiro e o Cine Jales.

Na minha cidade tinha cinco farmácias e dois cines. Quantas farmácias e quantos cinemas tem hoje aí onde você mora? Viu como as coisas estão piorando? É muito remédio pra pouco cinema!

A bem da verdade, o 2001 passou no Cine São José, numa rua paralela que só seria asfaltada no ano seguinte. Mas no revezamento dos plantões noturnos, a farmácia em que meu pai trabalhava abriu justamente naquela semana em que esteve em cartaz o tal filme que só duas pessoas disseram ter entendido: um agrônomo que era chamado de doutor e o farmacêutico surdo que, mesmo aposentado, comparecia todos os dias à farmácia para conversar com o meu pai.

Na verdade, não me lembro de mais ninguém que tivesse “entendido” o filme. Nenhum dos nossos professores do ginásio, por exemplo, arriscou uma explicação para aquele monólito preto que intrigava tanto macacos como astronautas. E já que não era impróprio para menores, eu fui assistir ao 2001 – dormi como uma criança. Pudera, na primeira meia hora de projeção, não se ouvia um único diálogo, uma única palavra! Na sua folga semanal, meu pai também foi ver. Voltou sem fazer comentários, mas, desde então deu pra assobiar uma valsa do Strauss quando estava em casa.

O ano era 1968. Uma farmácia de cada vez ficava aberta até 22 horas e não aparecia ninguém para assaltar. Em cada farmácia tinha um banco de madeira para se sentar e conversar. Naquela esquina, do outro lado da rua, tinha um carrinho de doces caseiros a preços de criança. Em cada cidade tinha pelo menos duas pessoas inteligentes; na minha tinha o farmacêutico surdo e o agrônomo que bebia uísque de milho. E todos nós tínhamos uma única e mesma certeza: que 2001 ia demorar para chegar. Mas que quando chegasse, em compensação, a gente teria evoluído.

JORNAL DE JALES: APESAR DA ‘FARRA NO TESOURO’, PESQUISA DE DEPUTADO DIZ QUE AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FLÁ É POSITIVA

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, onde o principal destaque é o desempenho do ensino municipal de Jales no IDEB de 2017, cujos resultados foram divulgados na segunda-feira, 03. A matéria informa que a média 7,8 obtida pelas nossas escolas municipais deu a Jales o primeiro lugar no estado e a terceira posição no país, dentre as cidades com mais de 48 mil habitantes. Para o prefeito Flá, o desafio agora é continuar priorizando a Educação como um todo. O prefeito disse ao jornal que “não é fácil manter essas notas, mas temos que insistir, porque chegar ao topo é difícil, mas cair é fácil”.

O JJ está destacando, também, o caso do fotógrafo jalesense Jeferson Bergamo, que está fazendo uma “vaquinha” virtual para voltar a trabalhar. Jeferson teve todo o seu equipamento – avaliado em cerca de R$ 40 mil – roubado na noite de 25 de agosto, enquanto fazia um trabalho próximo ao Sesc de São José do Rio Preto e, com a ajuda dos internautas, espera repor pelo menos parte do que foi levado pelos ladrões. O drama do fotógrafo repercutiu em Rio Preto, pois a fotografia era sua principal fonte de renda, contribuindo para ajudar a família, depois que seu pai sofreu quatro AVCs.

A disposição da Diretoria de Ensino de Jales em repor o mais rápido possível os computadores destruídos pelo incêndio ocorrido na escola “Juvenal Giraldelli”; o crescimento da Feira da Uva e do Mel, que surpreendeu até os organizadores; a apresentação sobre o funcionamento da nova Zona Azul que será implantada na cidade com sistema totalmente digital; o Trabalho de Conclusão de Curso(TCC) do radialista Cléo Garcia, um dos formandos do curso de Sistemas para Internet, da Fatec-Jales; e a entrevista com o presidente do IBPC, o psicanalista, sociólogo, teatrólogo, historiador, cientista político e escritor Roberto Gonçalves, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que a notícia sobre o desempenho de Jales no IDEB teria afastado o baixo astral que se apoderou do prefeito Flá desde a descoberta dos malfeitos da ex-tesoureira Érica. O colunista explica, ainda, que o IDEB não foi o único motivo que fez o prefeito voltar a sorrir. Segundo Deonel, o prefeito recebeu os resultados de uma pesquisa encomendada por um deputado federal e os números demonstraram que o escândalo dos desvios descobertos pela operação Farra no Tesouro não colou em Flá. A pesquisa constatou, também, que a avaliação da administração é positiva.

A TRIBUNA: EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE JALES É UMA DAS MELHORES DO PAÍS, SEGUNDO IDEB

No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca o desempenho das escolas municipais de Jales no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), de 2017. Segundo a matéria, Jales tem a melhor Educação Municipal do estado e a terceira melhor do país, entre as cidades com mais de 48 mil habitantes. A média obtida pelos alunos de Jales foi de 7,8, superando de longe as médias estadual (6,6) e nacional (5,8). Além disso, os alunos do 5º ano da Escola Municipal “Prof. Maria Olympia” obtiveram a incrível nota de 8,7 o que a classificou como a melhor escola pública do Estado de São Paulo entre as que oferecem ensino municipalizado para crianças do 1º ao 5º ano.

Destaque, também para a 13ª Feira do Agronegócio da Uva e do Mel, que atraiu milhares de pessoas e foi sucesso mais vez. A festa – que teve música, dança, barracas gastronômicas, feira livre e exposições – aconteceu na sexta-feira, 31, e no sábado, 01, atraindo cerca de 130 produtores de uva e mel de toda a região. Segundo a engenheira agrônoma da Secretaria Municipal de Agricultura, Sílvia Avelhaneda Pigari, integrante da comissão organizadora, o objetivo da feira é estimular a produção e a comercialização de produtos vinícolas, bem como do mel, proporcionando aos produtores a troca de experiência e conhecimento com os demais expositores.

Os argumentos dos advogados das irmãs Érica e Simone, que já apresentaram a defesa prévia de suas clientes e estão contestando algumas acusações do Ministério Público; o incêndio na escola “Juvenal Giraldelli”, que causou pânico e levou 07 alunos para a UPA; as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública que mostram a queda dos roubos em Jales; a apresentação da nova Zona Azul, que terá estacionamento rotativo 100% digital; a condenação do ex-prefeito de Mesópolis, Tavinho Cianci; e a condenação da Prefeitura de Santa Albertina, por conta de maus tratos a crianças em uma creche do município, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, a informação de que o Ministério Público de Jales instaurou procedimento para investigar a prefeita de Vitória Brasil, Ana Lúcia Olhier, por possível prejuízo ao erário público. Na página de opinião, o ex-prefeito Pedro Callado explica o significado do termo jurídico “esponsais”, que tem a ver com promessa de casamento, enquanto a crônica da Taísa Selis questiona se as metas do país são também as nossas metas. No caderno social, destaque para a coluna do Douglas Zílio, para o aniversário do empresário Valdemar Cândido da Silva e para os melhores cliques do movimentado Boteko da Apae. 

DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

Na edição digital do jornal Folha Noroeste deste sábado, o principal assunto é a posição da nossa Associação Comercial e Industrial em relação ao novo sistema de Zona Azul Digital que será implantado em Jales no próximo mês. De acordo com o presidente da ACIJ, Leandro Rocca de Lima, a implantação da nova Zona Azul “deverá contribuir muito para melhorar o estacionamento do centro da cidade, atendendo uma antiga reivindicação não só da população, mas dos próprios lojistas, pois o comércio também tem muito a ganhar com essa organização”. Leandro participou da apresentação do novo sistema, em evento realizado na segunda-feira, 03, no Grandes Lagos Park Hotel.

Destaque, também, para o projeto cultural que está sendo desenvolvido pela ativista cultural Marilene Pacheco Teubner nas escolas municipais de Urânia, com o objetivo de estimular o hábito da leitura e da escrita junto às crianças do município. Entre outras atividades, o projeto prevê a realização do 1º Concurso de Poesia de Urânia “Brincando com as Palavras”. Além do concurso, a programação inclui também o 2º Festival Literário de Urânia, onde os alunos terão a oportunidade de conhecer a escritora Liz Rabello e outros escritores da Academia Nacional de Letras. O Festival Literário está marcado para os dias 21 e 22 de setembro.

Na coluna FolhaGeral, o aguerrido redator-chefe Roberto Carvalho faz uma retrospectiva dos candidatos a deputados estaduais por Jales e a votação recebida por eles em nossa cidade. Em 1974, tivemos Oswaldo Carvalho com 5.372 votos. Em 1982, João Arnaldo Andreu Avelhaneda (6.400 votos); em 1986, Dirceu Gonçalves Rezende (1.581); em 1990, Oswaldo Soler (5.106), Masaru Kitayama (1.488) e José Edson Freitas Nogueira (1.148); em 1994, José Devanir Rodrigues, Garça (7.450) e Fábio Amaral (2.789); em 1998, José Carlos Guisso (7.452) e Luís Especiato (3.460); Em 2006, Claudir Aranda (4.960); em 2010, Paulo César Mariani (4.927) e, em 2014, Demétrio Cesar de Souza Pinto (161 votos). Dessa turma toda, o único eleito foi Oswaldo Carvalho, por sinal, irmão do redator-chefe.

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