O Diário Oficial desta quarta-feira está publicando o extrato de um aditivo contratual firmado entre a Prefeitura de Jales e a BX Eventos Ltda, relativo à realização da Facip deste ano.
De acordo com o aditivo, a BX Eventos está autorizada a realizar o show de aniversário da cidade – aquele em que não há cobrança de ingressos – no dia 13 de abril, uma quarta-feira.
A autorização da Prefeitura é necessária, uma vez que a lei 2.695/02, que autoriza a terceirização da Facip, diz que o show gratuito da festa deve ser realizado no dia 15 de abril “ou em data pré-estabelecida pela Municipalidade”.
O show deste ano, ao qual os jalesenses – e os não jalesenses – terão acesso gratuito é o da dupla sertaneja Fiduma e Jeca.
A notícia é da assessoria de imprensa da Santa Casa:
O provedor, José Devanir Rodrigues, Garça, definiu a data para a cerimônia de posse da nova diretoria da Santa Casa, que será realizada no dia 12 de fevereiro (sexta-feira), às 19h30, no anfiteatro da Associação Comercial e Industrial de Jales (ACIJ).
Garça, que assumiu durante seis anos consecutivos a provedoria do hospital, voltou ao cargo após a gestão do José Pedro Venturini (2012-2015).
“Desde o dia 1º de janeiro estou dando continuidade ao trabalho benéfico realizado pelo José Pedro. É um desafio recomeçar os trabalhos, precisei conversar com todos os gestores para compreender o andamento do serviço, me inteirar da situação da instituição e pensar junto a administração, novas estratégias para que o hospital supere essa crise. A posse é um momento muito importante para cada um de nós, que vamos receber uma grande responsabilidade de continuar os trabalhos da melhor maneira possível”.
O provedor aguarda a presença de autoridades, deputados federais, estaduais, gestores da Santa Casa e toda imprensa para participar da solenidade.
A Secretaria Municipal de Saúde de Jales aguarda o resultado dos exames feitos em uma moradora do Jardim Estados Unidos para saber se ela é a primeira vítima da febre Chikungunya em Jales. O resultado deve levar ainda cerca de 15 dias. A mulher não teve a identidade revelada, mas a Secretaria informou que ela apresentou os sintomas típicos da doença e seus exames descartaram a dengue. Essa é uma das condições principais para surgir a suspeita.
A porta-voz do Comitê de Controle de Vetores de Jales, Vanessa Luzia da Silva Tonholi, tem esperanças de que o resultado seja negativo. “Ela não viajou para área com incidência da Chikungunya, não teve contato com ninguém com a doença. Ela mora em Jales e trabalha em Fernandópolis, então eu acredito que não se confirme, mas vamos esperar o resultado”.
Os exames, porém, são muito mais complicados do que os da dengue e demoram o dobro do tempo para ficarem prontos. Segundo Vanessa, a mortalidade da febre é menor, mas ela debilita muitos mais que a dengue. “As dores são bem mais fortes, chegam a incapacitar o doente para o trabalho, incha a pessoa e podem persistir por até três anos”.
A contaminação é semelhante à da dengue e a transmissão é feita através do mesmo mosquito. “O Aedes pica a pessoa contaminada, se contamina com o vírus e a partir daí vai transmitindo para outras pessoas”, explicou Vanessa.
Procurador da República quer saber se a Sabesp tem alguma culpa. Ou se o problema foi a má qualidade dos serviços executados pelas empresas responsáveis pelo recape. A notícia é da Assessoria de Comunicação do MPF:
O Ministério Público Federal em Jales, no interior de São Paulo, recomendou à Prefeitura da cidade que exija dos responsáveis a reparação dos danos causados ao asfalto em diversas vias do município. Apesar de terem sido recentemente submetidas a obras de recapeamento, custeadas por verbas federais, as ruas já apresentam pavimentação em estado crítico. A municipalidade tem 60 dias para identificar o responsável pela deterioração do asfalto e requerer os reparos.
Os danos podem ter sido provocados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que, após realizar escavações, não teria restaurado o pavimento da forma devida. A companhia afirma, no entanto, que os defeitos verificados resultam da má qualidade do asfaltamento original, e seriam, dessa forma, de responsabilidade das empresas Demop Participações LTDA. e G.P. Pavimentações LTDA., que realizaram as obras de pavimentação.
O imbróglio chegou ao MPF, que recomendou ao Município que vistorie os locais onde foram detectadas as falhas, a fim de identificar o causador dos danos e exigir a reparação. O procurador da República Carlos Alberto dos Rios Junior, autor da recomendação, destacou que, segundo o Código Civil, a solidez e segurança do trabalho é de responsabilidade do empreiteiro pelo prazo irredutível de cinco anos. “É fato notório que o atual estado do asfalto das vias de Jales é incompatível com o tempo de vida útil que se espera do pavimento, haja vista que as obras realizadas, de natureza durável, são recentes”, afirmou.
Assim, caso se comprove a culpa das empresas que realizaram o recapeamento, a Prefeitura poderá aplicar as sanções previstas em contrato e requerer que a obra seja refeita. Na hipótese de responsabilidade da Sabesp, a administração municipal pode provocar a companhia, inclusive judicialmente, para que repare os danos causados por sua intervenção.
A presidenta Dilma Rousseff está editando uma Medida Provisória para dar mais poder aos agentes de combate ao mosquito Aedes, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A partir de agora, eles poderão entrar em imóveis, sem a autorização do proprietário e, se for o caso, poderão até requerer o auxílio da autoridade policial.
Talvez fosse conveniente que a Medida Provisória reservasse um artigo – ou um inciso que fosse – para obrigar os municípios a manter completas as suas equipes de agentes. Vejam o caso de Jales: desde a época do nosso estadista, o ex-prefeito Parini, que a equipe de combate à dengue não tem nem a metade dos agentes que deveria ter.
Essa situação – que colabora para que o Aedes e as doenças transmitidas por ele se multipliquem – atravessou o governo Nice e continua perdurando até hoje, na administração Callado. Sem contar que a classe dos agentes de saúde é a mais mal paga da nossa Prefeitura.
Não bastasse isso, o Poder Público ainda dá péssimos exemplos à população. Querem uma prova? Deem uma volta pelo recinto da Facip. Aquele monstrengo que é utilizado apenas uma vez por ano está completamente abandonado. Lá, é possível encontrar várias caixas d’água – como as das fotos acima – destampadas e com água.
Além das caixas d’água, em alguns locais, completamente tomados pelo mato, é possível encontrar “coxos” como o da foto ao lado, também com água. Ou seja, o ambiente perfeito para que as fêmeas do Aedes deposite seus ovos.
É claro que a principal causa para a multiplicação do Aedes, ainda continua sendo a falta de conscientização de uma parcela da população, provavelmente a mesma parcela que vive reclamando da falta de remédios ou do mau atendimento da rede pública de saúde.
Não obstante isso, o Poder Público, pelo menos o de Jales, bem que podia fazer a sua parte. Não apenas fazendo campanhas ou convocando voluntários para realizar mutirões, mas cuidando melhor dos imóveis sob sua responsabilidade.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cuja principal manchete destaca o prêmio recebido pelo prefeiturável Flávio Prandi Franco, o Flá, por seu desempenho como gerente regional da CDHU. Entre as nove regionais da CDHU, a Regional de São José do Rio Preto, gerenciada por Flá, foi a que mais se destacou no ranking de desempenho da Companhia. Flá recebeu o prêmio das mãos do presidente da CDHU, Marcos Penido.
Destaque, também, para o anúncio do prefeito Pedro Callado, feito durante a assembleia geral dos servidores, realizada na quinta-feira, 28, sobre sua intenção de realizar um concurso público para preenchimento de vagas na Prefeitura. O prefeito já recomendou a todas as secretarias um levantamento dos cargos vagos e vai tentar realizar o concurso antes do período eleitoral.
Uma entrevista com o novo bispo, dom Reginaldo Andrietta, que está tomando posse neste domingo; o furto ocorrido no Ginásio Municipal de Esportes, logo após a final do campeonato de futsal, quando ladrões levaram o cofre com o dinheiro das premiações; a incursão que o professor Eduardo Britto fez ao Peru, onde visitou Machupichu, uma das sete maravilhas do mundo; e a doação feita ao Hospital de Câncer pelo empresário Fábio Batistela, da Leona Jóias, são outros destaques do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que o prefeito Pedro Callado chamou para si a responsabilidade de conceder 10,67% de reposição salarial aos servidores. Em princípio, a assessoria da área financeira da Prefeitura defendia um reajuste de apenas 8,70%, correspondente à estimativa de aumento das receitas municipais em 2016, mas o prefeito fincou o pé nos 10,67%, que foi o índice solicitado pelo Sindicato dos Servidores.
No jornal A Tribunadeste final de semana, a principal manchete destaca a presença do cantor Wesley Safadão na grade de shows da Facip 2016. O pintassilgo do momento deverá soltar seus trinados em solo jalesense no dia 14 de abril, véspera do aniversário da cidade. O empresário Osvaldo Costa Júnior, o Bexiga, dono da BX Eventos, assinou os contratos na sexta-feira e deverá anunciar a grade completa na próxima segunda-feira.
A posse do novo bispo da Diocese de Jales, dom Reginaldo Andrietta, marcada para esse domingo, às 10:00 horas, é outro destaque desta edição de A Tribuna. São esperadas mais de 3.000 pessoas para acompanhar a missa da posse, vindas dos 46 municípios da Diocese. Como a Catedral comporta cerca de 950 pessoas sentadas, a organização da cerimônia providenciou tendas com cadeiras do lado de fora, além de dois telões de Led, para que os diocesanos possam acompanhar a missa. As rádios Assunção AM e Regional FM transmitirão a missa.
Denúncias de cidadãos sobre possíveis criadouros do mosquito Aedes, incluindo a piscina do Clube do Ipê; o cancelamento do carnaval popular de Jales; as investigações da Secretaria Municipal de Saúde sobre um caso suspeito de Chikungunya em Jales; e a intenção do prefeito Pedro Callado de realizar um concurso público, ainda antes do período eleitoral, são outros assuntos de A Tribuna.
Na página de opinião, o infatigável Marco Antônio Poletto escreve artigo sobre o compositor Chico Buarque, enquanto o Victor Pereira, filho do meu amigo Fernando Pereira, escreve sobre o campeonato da Liga Sul-Minas-Rio. Na coluna Enfoque, a grande possibilidade de que Flá e Garça repitam a dobradinha de 2012. No caderno social, destaque para o casamento da Thaís Geraldelli com o Pablo Morais Rosa. O casamento dos dois médicos é também o principal assunto da disputada coluna do Douglas Zílio.
No jornal Folha Noroestedeste sábado, o principal destaque é para a posse do bispo, dom Reginaldo Andrietta, que escolheu como lema episcopal e programa de vida a expressão “a serviço do bem comum”. Em entrevista ao jornal, o novo bispo disse que “num primeiro momento, quero conhecer a realidade do povo, suas situações de vida familiar, de estudo, trabalho e suas aflições, demonstrar a caridade do Cristo, estando a serviço desse povo, seguindo o lema que escolhi”.
O balanço da atuação do Ministério Público Federal de Jales, em 2015; o mutirão voluntário de combate ao mosquito Aedes, que está sendo organizado pela Secretaria Municipal de Saúde; o fim do recesso dos vereadores, que voltam a se reunir em sessão ordinária na segunda-feira, 1º de fevereiro, são outros assuntos da Folha Noroeste. O jornal traz, ainda, um artigo da professora Rosângela Bigulim sobre a história de vida da também professora Ruth de Carvalho Ceneviva, que faleceu no domingo passado, 24.
Na coluna FolhaGeral, o editor chefe Roberto Carvalho está informando que o vereador Gilbertão(DEM) votou contra o pedido de afastamento do prefeito Pedro Callado, que foi discutido pela Câmara. O colunista avalia que, pelo jeito, o vereador vai ficar atirando para todos os lados, em 2016, já que não será candidato à reeleição. Na opinião de Gilbertão, Callado não precisaria solicitar um afastamento de 05 dias, já que, de acordo com a Lei Orgânica, o prefeito pode se ausentar da cidade por até 15 dias, sem necessidade de passar o cargo ao substituto legal.
Na quarta-feira, 27, tive um encontro com o novo bispo, dom Reginaldo, que já trabalhou em vários países – Estados Unidos, Argentina, Congo, Bélgica, Haiti, África do Sul, Equador, Colômbia, Ghana, etc. Ele falou, entre outras coisas, sobre o time pelo qual tem simpatia, sobre o tipo de música que gosta e sobre o país onde viveu sua experiência mais marcante.
Dom Reginaldo é o quarto bispo de Jales, desde que a Diocese foi instalada, em 1960. Por coincidência, ele concluiu o mestrado em Teologia Pastoral pela Universidade Católica de Lovaina, mesma cidade da Bélgica onde o primeiro bispo de Jales, dom Arthur Horsthuis, também estudou Teologia. A expectativa de dom Reginaldo com relação à posse e ao seu trabalho em Jales estará no jornal A Tribuna, deste final de semana.
Na mesma quarta-feira, falei também com o rapaz da foto ao lado. Ele é uma prova inequívoca de que trabalhar não faz mal a ninguém. Durante 04 anos, foi “guardinha” de um supermercado aqui de Jales. Depois, trabalhou mais três anos em uma empresa de materiais de construção. Nada disso o impediu de estudar.
Tive o prazer de trabalhar com ele no Banco do Brasil, nos anos 1999 e 2000. Àquela época, estudante de Administração de Empresas, na Unijales, e estagiário do Banco, o jovem Valdair já falava do sonho de se tornar padre. Hoje, ele é o padre Valdair Rodrigues, vigário da Catedral, que enche de orgulho os pais, antigos moradores do JACB.
Conversei com ele a respeito dos preparativos para a posse de dom Reginaldo Andrietta, que acontece no próximo domingo, 31, a partir das 10:00 horas. Os preparativos estão sob a responsabilidade do padre Valdair, que, como já se disse, é o vigário da Catedral.
Segundo Valdair, estão sendo esperadas mais de 3.000 pessoas (150 virão de Americana) para a missa da posse, que será celebrada pelo arcebispo de Ribeirão Preto, dom Moacir Silva. Os detalhes sobre a cerimônia – que deverá reunir 10 bispos, 80 padres e autoridades dos 46 municípios da Diocese – também estarão na próxima edição do jornal A Tribuna.
O release é da assessoria de imprensa da Santa Casa:
Não é novidade para ninguém que as Santas Casas estão passando por momentos difíceis por falta dos repasses do governo Federal, atrasos nos pagamentos dos convênios, cortes orçamentários, entre tantos outros motivos que estão obrigando muitas a desativarem alguns leitos e dispensarem colaboradores.
A Santa Casa de Jales não está imune à crise que assola as instituições filantrópicas que atuam na prestação de serviços na área da saúde, por isso trabalha incansavelmente administrando os escassos recursos, para atender uma crescente demanda de atendimentos. Por isso, a contribuição da população é de extrema importância, afinal, o hospital é um patrimônio público e exerce as funções para o povo.
O provedor, José Devanir Rodrigues, Garça, relatou que janeiro é um dos meses mais complicados, pois as despesas historicamente aumentam, as receitas recuam em função das internações e as cirurgias diminuem expressivamente, por fim, o déficit mensal pode chegar em até R$ 300 mil. “Por mais difícil que esteja o cenário atual, temos a esperança de continuar com a parceria da população dos municípios da nossa microrregião, que ajudam constantemente a nossa Santa Casa a reduzir esses resultados negativos”
Para manter a regularidade nos atendimentos a Santa Casa precisa de você. Existem vários itens que podem ser doados, assim evitando um gasto na compra do produto. A população local e também dos outros 15 municípios referenciados podem contribuir com os itens que menos se recebe doação como: legumes em geral, carne, frango, manteiga, café, chá mate, chocolate em pó, gelatina e produtos de limpeza (detergente, esponja de aço, desinfetante, papel higiênico, sabão em barra, etc.).
De acordo com um levantamento da nutricionista do hospital, Marisa Tonin, há três anos a Santa Casa não compra arroz e óleo, devido a contribuição da sociedade. “A economia é altamente significante. Nosso hospital pode utilizar os recursos financeiros que seriam investidos nas compras desses alimentos para outros fins”.
Mesmo diante das doações de alimentos, o gasto é de aproximadamente R$ 25 mil por mês, porquanto, qualquer ajuda faz toda diferença. Vale ressaltar que vários municípios realizam campanhas anualmente.