Em nações que já passaram pelo flagelo do fascismo e do nazismo, as pessoas não conseguem entender o Brasil votando no Bolsonaro. A notícia é do UOL:
O francês Eric Cantona criticou o fato de a seleção brasileira ter aceitado jogar na Arábia Saudita, um país acusado de ser autoritário e com violações de direitos humanos. Em um vídeo postado em seu Instagram, o ex-jogador diz agora entender o porquê de as pessoas estarem dispostas a votarem em Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência – o candidato convive com acusações constantes de ser autoritário.
“Quando vejo a seleção brasileira de futebol aceitar jogar um amistoso na Arábia Saudita – por muito dinheiro, tenho certeza -, consigo entender por que milhões de brasileiros estão dispostos a votar em Bolsonaro”, afirmou Cantona, que colocou na legenda a hashtag “#EleNão”, do movimento contrário a Jair Bolsonaro.
A Arábia Saudita convive no momento com o desaparecimento de um jornalista local. Jamal Khashoggi sumiu após entrar no consulado do país em Istambul, na Turquia. O Governo de Riad chamou de “mentirosas” e acusações “sem fundamento”, as informações sobre o possível assassinato do jornalista dentro do consulado.
Neste sábado, o secretário-geral da ONU, António Guterres, exigiu a verdade sobre o desaparecimento de Jamal Khashoggi.
A seleção brasileira está na Arábia Saudita para dois amistosos. O primeiro aconteceu na última sexta-feira (12), quando os comandados de Tite venceram os donos da casa por 2 a 0. Na terça-feira (16), o adversário será a Argentina.
Júlio Santana, procurador jurídico da Prefeitura de Vitória Brasil, deu a versão da municipalidade para a falta de pagamento do aluguel do prédio onde funciona a agência dos Correios daquele município. Ei-la:
Nota de esclarecimento
A Prefeitura Municipal de Vitória Brasil, informa que o convênio para locação do prédio onde se encontra em funcionamento os Correios venceu em 31 de dezembro de 2016, não sendo o mesmo renovado, pois foi oferecido e aceito pelos Correios outro prédio de propriedade do Município para instalação e funcionamento da agência, sem custo para o Município, ficando a cargo do correio a devida adequação do prédio.
O proprietário do imóvel onde atualmente funciona os Correios foi devidamente comunicado que a partir de 01 de Janeiro de 2017 a responsabilidade pelos alugueis seriam dos Correios. Ocorre que, para surpresa da prefeitura, no início desse ano, fomos informados que o correio não estava fazendo os devidos pagamentos.
Em razão disso, o procurador jurídico do município e o chefe de gabinete da prefeitura foram até a sede dos Correios em Bauru, para tratar do assunto, onde ficou novamente decidido que a responsabilidade dos aluguéis enquanto não fosse reformado o prédio cedido pelo Município, seria do correio.
Nota do blogueiro: o dono do prédio, senhor Jair Gobati, confirmou ao blog que pretende entrar com ação de cobrança dos alugueis contra a PREFEITURA. Ele alega que o imóvel foi alugado pela municipalidade e não pelos Correios.
No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, o principal assunto ainda é a história do bafômetro, que a Câmara Municipal andou cogitando comprar para avaliar as condições de vereadores que, vez em quando, participam das sessões em estado de aparente embriaguez. O presidente do Legislativo, Vagner Selis, o Pintinho, desmentiu a aquisição do bafômetro. Ele explicou que o projeto aprovado quase por unanimidade – Macetão foi a exceção – não prevê a compra do aparelho e, ao contrário, apenas promove uma adequação no Código de Ética, que não estipulava nenhuma punição aos vereadores que comparecessem “mamados” às sessões.
As eleições de domingo passado também são destaque na Folha Noroeste. Levantamento do jornal mostra que a votação dos deputados Itamar Borges(MDB), Carlão Pignatari(PSDB) e Analice Fernandes(PSDB), todos reeleitos, caiu bastante em 24 municípios da região de Jales e Santa Fé do Sul. Analice, por exemplo, teve 20.017 votos em 2014, nesses 24 municípios, e agora em 2018 sua votação caiu para 9.828. Já Itamar Borges teve 27.882 (2014) e caiu para 18.815 (2018). Carlão Pignatari, de seu lado, caiu de 11.237 (2014) para 6.643 (2018). Juntos, os três deputados perderam quase 24.000 votos na região.
Na coluna FolhaGeral, o estatístico redator-chefe Roberto Carvalho diz que o eleitorado brasileiro deu uma dura e justa resposta aos políticos nas eleições deste ano, principalmente aos velhinhos do Senado. O colunista lembra que, nestas eleições, estiveram em disputa 54 vagas para o Senado e que 46 dessas vagas serão ocupadas por novos senadores, o que significa uma renovação de 85%. Roberto lembrou, ainda, que 24 dos atuais senadores foram rejeitados pelos eleitores, entre eles os veteranos Edson Lobão(MDB-MA), Cássio Cunha Lima(PSDB-PB), Eunício Oliveira(MDB-CE), Romero Jucá(MDB-RR), Roberto Requião(MDB-PR) e Cristovam Buarque(PPS-DF).
No jornal A Tribunadeste final de semana prolongado, destaque para as eleições de domingo passado, quando Jales, mais uma vez, não conseguiu eleger um deputado para chamar de seu. O candidato local Luiz Henrique Moreira, o mais votado para deputado estadual em Jales, falou sobre o assunto ao repórter Alexandre Ribeiro e criticou a preferência do prefeito Flá Prandi e do vice-prefeito Garça por apoiar candidatos “estrangeiros”. O outro candidato nativo – Delegado Sakashita, o terceiro mais votado em Jales – também deu entrevista ao jornal e disse que, “sem eleger um deputado estadual, Jales continuará sem prestígio e recebendo apenas o que sobra de outras regiões”.
O jornal destacou, também, as reclamações de moradores que estariam indignados com a Prefeitura. Segundo eles, a administração não permitiu – a pedido do vereador Deley – que servidores braçais deixassem de limpar uma praça, para ajudar na limpeza da ESF do Roque Viola, invadida pela água e a lama trazidas pelas chuvas da quarta-feira, 10. O vereador desmentiu que tenha pedido a limpeza da praça para realização de uma festa e disse que os serviços foram solicitados, na verdade, por um padre que rezaria uma missa no local.
A decisão do ministro Gilmar Mendes, que manteve preso o empresário Roberto Santos Oliveira, ex-marido da ex-tesoureira Érica Carpi; a decisão da ministra Rosa Weber, que mandou a Prefeitura pagar o décimo-terceiro salário pleiteado pela ex-prefeita Nice Mistilides; os resultados das eleições de domingo em Jales; o caso da professora que veio a Jales à procura de um emprego e foi sequestrada e estuprada por um comerciante; e a repaginação de algumas praças da cidade, que está sendo realizada pela Prefeitura, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, a informação de que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) confirmou multa de 500 Ufesp’s (R$ 12,8 mil) ao ex-prefeito Humberto Parini, por conta de uma licitação realizada em 2008. Na página de opinião, o estudante de jornalismo Lucas Rossafa comenta a falta de um deputado genuinamente jalesense, enquanto o ex-vereador Rivelino Rodrigues – eleito três vezes em coligações do seu partido com o PT – confessa, em artigo-resposta ao petista Luís Especiato, que nunca votou no PT. No caderno social, destaque para o 3º baile solidário do Rotary Clube e para a coluna do Douglas Zílio.
Notícias vindas de Vitória Brasil dão conta de que a agência dos Correios daquela cidade poderá fechar a qualquer momento, com graves consequências para a população. A agência é correspondente do Banco do Brasil e, com o fechamento, os idosos que recebem suas aposentadorias através do banco terão que “se virar nos trinta”.
Segundo as informações, Prefeitura e Correios firmaram um contrato para funcionamento da agência por 20 anos – de 2010 a 2030 – no qual a municipalidade se incumbiria de disponibilizar um prédio. Para cumprir o contrato, a Prefeitura alugou o prédio da foto.
Ocorre que, em janeiro de 2017, a Prefeitura teria rompido o acordo com os Correios, rescindindo unilateralmente o contrato de locação do prédio e, de lá para cá, não mais pagou o aluguel. O proprietário já teria inclusive recorrido à Justiça com uma ação de despejo e com cobrança dos 20 meses de aluguel atrasado.
A população, é claro, está preocupada com o desfecho do caso, pois, segundo se comenta, se a cidade perder a agência dos Correios, não conseguirá recuperá-la tão cedo.
Tentei contato com assessores da prefeita Ana Lúcia para ouvir a versão da Prefeitura, mas, provavelmente por conta do feriado, eles não estão atendendo.
Ela ficará presa uns seis ou sete anos, com direito a umas saidinhas no “Dia das Mães”. A notícia é do portal MSN:
A estudante Paloma Vasconcelos, de 21 anos, está presa desde o último sábado, 6, acusada de matar a própria mãe asfixiada, em casa, após usar formol para deixá-la sem reação. Paloma morava com a mãe – a empresária Dircelene Botelho Garcia (foto acima), de 51 anos – e o padrasto em uma casa de três andares em Petrópolis, na Região Serrana fluminense. Segundo a Polícia Civil, Paloma confessou o crime, que praticou junto com o namorado, Gabriel Molter, de 26. Ele também está preso.
Ainda de acordo com a polícia, Paloma alega que em 2017 engravidou do namorado e a mãe a obrigou a abortar.
“Ela diz que a mãe a levou a Cabo Frio (município da Região dos Lagos), fez o aborto e a partir dali ela começou a pensar no que faria para matar a mãe”, afirmou Cláudio Batista Teixeira, delegado da 105ª Delegacia de Polícia (Petrópolis).
Nos últimos meses, Dircelene passou a notar o sumiço de dinheiro que escondia no próprio guarda-roupas. Por isso, ela e o marido, o comerciante português Manoel da Silva, de 68 anos, instalaram uma câmera oculta, voltada para o guarda-roupas. Essa câmera, que Paloma desconhecia, permitiu à polícia esclarecer o crime, cometido no dia 2.
Naquele dia, o namorado de Paloma entrou escondido na casa – a presença dele estava proibida pela mãe dela, desde uma discussão ocorrida cerca de um ano atrás – e ajudou Paloma a imobilizar a mãe. Como ela reagia, o casal usou formol para deixá-la zonza. Depois, a filha tentou dar uma injeção de ar na mãe, para produzir uma embolia, mas não conseguiu. Teria então recorrido à asfixia, segundo a polícia.
Antes de ficar entorpecida pelo formol, a mãe teria pedido à filha para não ser morta. Quando a mãe disse “Não me mata, filha, sou tua mãe e te amo”, a filha respondeu “Eu não tenho mãe”. Esse foi o último diálogo entre elas, conforme a polícia.
O namorado de Paloma usou um estetoscópio para confirmar que a mãe dela havia morrido. Depois, o casal passou a alterar a cena do crime. Segundo a Polícia Civil, a filha chegou a maquiar a mãe e a trancou no quarto, provavelmente saindo pela janela, para levar à falsa conclusão de que a morte teria sido causada por um enfarte.
“Desfizeram a cena do crime e o marido achou que a mulher tinha sofrido um enfarte. A filha vestiu a mãe, pintou seu rosto e colocou o corpo sobre a cama para simular uma morte por causa natural. Quando há asfixia, geralmente há luta corporal. Mas nesse caso não havia sinais evidentes de ferimentos nem no corpo da filha da vítima nem no de seu cúmplice. Acredito que o formol tenha feito a vítima desfalecer, ficando mais fácil a prática da asfixia mecânica”, contou o delegado André Prates Fraga, também da 105ª DP.
Quando o padrasto chegou em casa, verificou que a porta estava trancada, entrou pela janela e encontrou a mulher sem reação. Chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), cujos profissionais constataram a morte, inicialmente por causa indeterminada. O laudo médico constatou a asfixia.
Antes da notícia, um detalhe: o mestre-cuca da Paella, Doutor Gondim, homenageado na foto acima, não conseguiu se reeleger como deputado estadual nas eleições de domingo passado.
E Jales não deu a ele nem 5% dos votos que deu à Janaína Paschoal. O release é da assessoria de imprensa da Santa Casa:
A segunda Paella em comemoração aos 60 anos de fundação da Santa Casa de Jales será em 10 de novembro de 2018, no Almeria Eventos, em Jales, será o último evento do ano do calendário oficial da instituição. A primeira Paella aconteceu em 2017.
O provedor Junior Ferreira deu destaque no sucesso do evento “Nós apostamos e a população abraçou a causa mais uma vez, por isso vamos realizar a segunda Paella para fechar as comemorações de 60 anos com chave de ouro”.
Luciana Vicente gerente do setor de Captação de Recursos informou que está empolgada com os preparativos “É muito bom saber que podemos contar com o público nos eventos em prol da nossa Santa Casa, são resultados de bons atendimentos prestados à população, tenho orgulho de fazer parte dessa equipe maravilhosa.”
Além de uma deliciosa Paella, a novidade desse ano é que a bebida será inclusa no valor do convite preparada pela equipe do deputado estadual Dr. Luiz Carlos Gondim. Para reservar o convite ligue (17)3622-5003 setor de Captação de Recursos.
Muitas mensagens machistas, racistas, homofóbicas e preconceituosas contra diferentes grupos têm se espalhado pelas faculdades, universidades e escolas de todo o país. Em um local onde o debate e a troca de ideias deveria imperar, o que parece dominar é a ignorância e falta de diálogo.
O mais recente ataque aconteceu na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. Uma das portas do banheiro trazia a mensagem “Bolsonaro vai limpar essa faculdade de preto e viado”, seguido do número 17, que representa a candidatura do presidenciável. Abaixo do número ainda estava escrito “preto vai morrer”.
Menos de 12 horas depois do término do primeiro turno da eleição deste ano, pichações racistas foram flagradas em um banheiro unissex da Universidade São Judas Tadeu, no Butantã. Na ocasião, foram escritas nas paredes frases como: “vão se f**** seus negros e feministas de merda, gays do demo, burn jews (queime judeus)”, além de uma grande suástica (símbolo do nazismo). Em outra cabine “ideologia de gênero é o c******” era o que estava pichado.
Cursinhos e escolas também não escaparam. No curso do Anglo Tamandaré, no bairro da Liberdade, em São Paulo, as pichações diziam “Bolsomito 17. Morte aos negros, gays e lésbicas. Já está na hora desse povo morrer!”.
A coordenação do curso publicou uma nota oficial sobre o caso. “A atitude covarde e belicosa de quem opta por tal postura nos causou tristeza e indignação. Não basta uma nota formal de repúdio às pichações: Como educadores, não podemos parar por aqui e achar que esta nota esgotaria nossas responsabilidades em torno do tema. A democracia e a defesa dos Direitos Humanos exigem esforços constantes de todos nós. Sem medo e sem descanso”.
No Rio de Janeiro, em um colégio da Zona Sul, uma pichação homofóbica também foi encontrada. A frase “Sapatas vão morrer kkkk” estava em um prédio anexo do Colégio Franco-Brasileiro, em Laranjeiras.
“É uma escola de 103 anos e não vamos admitir nenhum tipo de preconceito nem pichação. Nosso papel é formar um cidadão crítico, trabalhar com valores, somos uma escola laica. Sei que pode ter sido só uma brincadeira, mas não vai ser permitido, o aluno precisa aprender a respeitar”, disse a diretora-pedagógica Celuta Reissmann.
Apesar das denúncias virem à tona recentemente, desde o ano passado essas pichações já se propagavam. Em fevereiro de 2017, por exemplo, os banheiros dos prédios 4, 6, 24 e 25 da Universidade Presbiteriana Mackenzie também foram atacados. “Gay não é gente, fora do Mackenzie. Bolsonaro 2018”, dizia uma das escritas. Em outro o ataque, a frase era “Viado e feminista no Mack não!! Bolsomito 2018”.
Na última terça-feira (9), a Comissão Especial de Inquérito (CEI) ouviu os ex-prefeitos Humberto Parini, Nice Mistilides, Pedro Callado e o atual prefeito Flávio Prandi Franco sobre o desvio de verbas públicas da Prefeitura de Jales.
A CEI foi criada para apurar suspeitas de desvios de mais de R$ 5 milhões em recursos públicos da Prefeitura Municipal, descobertas após a deflagração da Operação Farra no Tesouro da Polícia Federal. A Comissão tem como membros o vereador Fábio Kazuto (PSB), presidente, Vanderley Vieira (PPS), vice-presidente e Bismark Kuwakino (PSDB), relator.
A Comissão iniciou seus trabalhos no dia 23 de agosto e já ouviu outras quatro testemunhas.
A CEI vai se reunir na próxima terça-feira para dar prosseguimento aos trabalhos.
A Comissão Especial de Inquérito terá duração de 90 dias, podendo ser prorrogada por igual período.