Categoria: Administração

O CENTRO CULTURAL DE VOTUPORANGA

E agora, morram de inveja! A foto acima é do Centro de Informações Culturais e Turísticas “Marão Abdo Alfagali”, que está sendo construído em Votuporanga. O Centro vai abrigar a Biblioteca Escolar “Castro Alves”, e, além disso, contará com museu, cinema, área de shows e oficinas de artesanato, dança, pintura e diversas mostras.

O novo prédio vai abrigar os departamentos de Cultura e Turismo da Prefeitura de Votuporanga. O investimento total gira em torno de R$ 7 milhões, dos quais, R$ 4 milhões repassados pelo Ministério do Turismo, com intervenção do deputado federal João Dado, e o restante, como contrapartida da Prefeitura.

Pois é, enquanto o prefeito de Votuporanga, Marão Júnior, que é do PSDB, conseguiu R$ 4 milhões no Ministério do Turismo para a construção do tal Centro, o nosso prefeito petista passou quase oito anos prometendo obter R$ 6 milhões para a construção de dois viadutos. E pensar que eu ajudei a propagar a falácia de que Parini tinha prestígio junto aos ministérios de Brasília…

Mais detalhes sobre a obra podem ser vistos no portal da Prefeitura de Votuporanga.

AGORA VAI! – 3

E na Praça “Euphly Jalles”, os problemas que atrasaram as reformas, ao que parece, estavam na placa da obra. Comecemos pelo começo:

Tudo começou em 2007, quando o Ministério do Turismo enviou recursos para a reforma da Praça. As reformas incluíam uma repaginação nos banheiros e a instalação de uma fonte luminosa. Depois de tudo contratado, o prefeito Parini – ou talvez a primeira-dama, que é quem entende de praças – resolveu mudar o projeto. Fez-se apenas a reforma dos banheiros. Repare que o valor do investimento era R$ 81.900,00.

Quase cinco anos depois, em fevereiro de 2012, as reformas foram, finalmente, retomadas. O gênio que se senta à cadeira de prefeito – ou, quem sabe, a primeira-dama – trocou a fonte luminosa por melhorias na iluminação da Praça, construção de estacionamentos e pela troca dos bancos. Os bancos foram retirados antes do aniversário da cidade e, até hoje cedo, não haviam sido repostos. Ah!, repare que o valor do investimento era de R$ 64.573,67.

A obra está paralisada há dois meses, mas, pelo menos, ganhou uma nova placa. A novidade foi instalada na semana passada. As letrinhas da placa são miúdas, mas, com algum esforço, dá pra ver que o “valor total da obra”, ou seja, do investimeno, mudou para R$ 95.106,01. Bom, agora que já está resolvido esse problema das placas, só nos resta torcer para que a “obra” seja, finalmente, concluída.  

AGORA VAI! – 2

O campo de futebol da Facip começou a ser terraplenado em 2008, por coincidência, nas vésperas da eleições onde o premiado estadista foi reeleito. Naquela época, à falta de máquinas na Prefeitura, o prefeito “contratou” uma máquina do DAAE para fazer a terraplenagem. Passadas as eleições, a máquina sumiu.

Me lembro bem do episódio, pois, numa certa manhã de setembro, o então secretário municipal de Obras, Antonio Marcos Miranda me convidou para ir ver a “obra”. O vereador Rivelino Rodrigues também foi. Quatro anos depois, o campo ainda não ficou pronto. Em abril do ano passado, uma empresa recomeçou a “obra”, mas, aparentemente, desistiu dela. 

E agora, novamente às vésperas das eleições, nosso prefeito está dando um jeito de, mais uma vez, tentar enganar os incautos. Quem passou lá pelos lados da Facip, nesta segunda-feira, viu algumas novidades na “obra”. Temos lá uma betoneira e um monte de pedras, mas, ao que parece, não tem nada a ver com a empresa que devia estar construindo o campo. 

Segundo fiquei sabendo, a Prefeitura teria contratado uma outra empresa para fazer um muro de arrimo no local. Vai ver, então, que era por isso que a “obra” estava parada. Faltava o muro de arrimo.  

BLOG COLABORA COM ADMINISTRAÇÃO PARINI

Os puxa-sacos do prefeito Humberto Parini gostam de criticar este aprendiz de blogueiro, mas, a meu ver, sem razão. Na verdade, tenho sido um grande colaborador da administração Parini: na semana passada, por exemplo, publiquei três posts sobre algumas situações que incomodavam leitores do blog, e, no dia seguinte, a Prefeitura já tinha providenciado uma solução. Confiram as fotos:

 

 

 

 

 

 

Um leitor do blog mandou e-mail reclamando das condições da Avenida da Integração. O blog registrou como estava a situação de um trecho daquela avenida, em frente ao Kumon, e, no dia seguinte, os buracos estavam tapados. 

 

 

 

 

 

 

Na Rua Rubião Meira, de mão dupla, a situação não era das melhores, mas, após a publicação da foto da esquerda, a Prefeitura providenciou uma operação tapa-buracos, como se vê na foto da direita.

 

 

 

 

 

 

A árvore ficou caída durante 16 dias na Rua 24 e foi preciso que ela ganhasse um cartaz dando nota zero à administração Parini para que fosse retirada. É uma pena que a Prefeitura não fez nada com relação aos buracos da rua, mas aí também já seria querer demais. Melhor ir por partes, como diria a Elize Matsunaga. 

APENAS UMA EMPRESA SE INTERESSOU EM PREGÃO REALIZADO PELA PREFEITURA DE JALES

A Prefeitura de Jales realizou, na quarta-feira passada, um pregão para aquisição de máquinas, equipamentos, ferramentas, etc., para uso da tal Cooperativa de Catadores de Resíduos – Coopersol. Segundo informações, apenas uma empresa – se não me falha a memória, de Santa Bárbara D’Oeste –  teve coragem de comparecer ao pregão, mas, ainda assim, apresentando proposta para apenas três dos vários ítens que a Prefeitura queria comprar.

Nenhuma empresa de Jales se interessou em vender, por exemplo, os ítens de informática que constavam do pregão. O episódio é mais uma pequena amostra de a quantas anda o prestígio da nossa Prefeitura junto aos fornecedores.  

MORADORES DA VILA UNIÃO INAUGURAM PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA

Cansados de esperar pelo poder público, alguns moradores de duas ruas da Vila União resolveram fazer uma PPP (Parceria Público Privada) com a Prefeitura de Jales. Nossa Prefeitura, como de costume, entrou com a má vontade e a incompetência, enquanto os moradores entraram com o material, a mão-de-obra e a disposição para resolver o problema.

Eles se juntaram, compraram o material e, no domingo passado, reconstruíram dois quebra-molas, como esse da foto. Os quebra-molas estavam destruídos há dois anos e, apesar dos insistentes pedidos dos moradores, a administração Parini não tomou nenhuma providência para reformá-los. Os detalhes dessa PPP vão estar na edição de domingo do jornal A Tribuna.

TRIBUNAL SUSPENDE LICITAÇÃO DA PREFEITURA DE JALES

Foi suspensa, por tempo indeterminado, a Concorrência Pública 06/12, da Prefeitura de Jales, aberta para contratação de empresa visando o recape e pavimentação asfáltica em algumas ruas da cidade, além da construção de galerias. Se eu não estiver enganado, as galerias serão construídas na Avenida Industrial, no Distrito Industrial I.

A novidade foi publicada no Diário Oficial de hoje, suspendendo a abertura dos envelopes que estava prevista para amanhã, dia 15. Esta é a segunda vez que o Tribunal de Contas suspende a concorrência, por conta de representações contra o edital, feitas por um advogado de São Paulo, Eduardo José de Faria Lopes.

Os recursos – R$ 3 milhões – para a execução das obras previstas na concorrência suspensa virão do Ministério das Cidades. O prefeito Humberto Parini terá quinze dias para resolver essa pendenga. Como se sabe, em anos eleitorais, as obras, obrigatoriamente, precisam ser iniciadas antes do período das eleições.

Para alguns petistas, as obras previstas na concorrência suspensa – orçadas, repito, em R$ 3 milhões – representam um dos principais trunfos da administração Parini para turbinar a candidatura do professor Luís Especiato.

LEITOR ALERTA PARA ESCURIDÃO DA RODOVIÁRIA

Recebi, um dia desses, um e-mail enviado à caixa de contatos do blog. Aliás, eu gostaria de dizer que somente este aprendiz de blogueiro tem acesso aos e-mails enviados através do “Formulário de Contato”, aí do lado direito. Não há nenhum risco deles serem publicados como comentários.  Portanto, quem quiser fazer alguma sugestão ou reclamação, pode fazê-lo tranquilamente, através da caixa de contatos. Mas, vamos a um trecho do e-mail:

Boa noite Cardosinho, sou um internauta assíduo do seu blog e venho aqui deixar uma queixa do descaso com a Rodoviária de nossa cidade. Acabei de chegar de lá, pois fui com a noiva comprar uma passagem, e chegando no terminal observei que estava super escuro, com muitas lâmpadas queimadas. Acredito que aquelas pessoas que vieram visitar os parentes no feriadão devem ter observado a escuridão e até comentado que ‘Jales não mudou nada mesmo’.

Ontem, depois de degustar um churrasco preparado pelo amigo Celso Silveira – um mestre na arte de temperar e assar carnes – resolvi passar pela Rodoviária para conferir a suposta escuridão. O Terminal, propriamente dito, até que não estava tão escuro, mas o seu entorno…

 Nos fundos da Rodoviária, existem seis ou sete postes com luminárias, mas nenhuma delas estava acesa. Nas laterais do Terminal, quase a mesma coisa.

Claridade mesmo, só na Academia da Terceira Idade. O local vive às moscas, mas, registre-se, parece bem iluminado, talvez até em função do contraste com a escuridão dos fundos da Rodoviária. A Academia, vocês sabem, é uma obra da nossa doce e generosa primeira-dama e, portanto,  não poderia ficar às escuras. Já o resto…

MORADOR QUER RECAPE NA RUA ANGELO GASPARETO

A Rua Roma, da foto acima, é a rua que passa bem na frente ao Santuário da Trindade, no Jardim Paulo VI. Recentemente, como se pode ver pelos restos de areia que ainda estão por lá, a Rua Roma recebeu aquele recape meia-boca executado pela Prefeitura de Jales. É um recape com prazo de validade curto, especial para anos eleitorais, quando os políticos usam toda criatividade possível para enganar os eleitores.

Com efeito, a Rua Roma estava mesmo precisando de uma repaginada. Em janeiro, ela ostentava um dos maiores buracos da cidade, conforme se pode ver na foto ao lado. Mas o pessoal da nossa Prefeitura bem que poderia ter seguido uns oitenta metros adiante e chegado até a Rua Ângelo Gasparetto, que passa ao lado do Santuário.

Ontem, no Antena Ligada, um ouvinte ligou para reclamar da situação da rua. Confiram, abaixo, se ele tem alguma razão:

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