E o pessoal do ESF do Jardim São Jorge já está em novo endereço, nesta quinta-feira. O antigo postinho do São Jorge – esse da foto acima – foi fechado, temporariamente, para algumas reformas, que inclui a troca do piso e das janelas, além de melhorias na cobertura e de uma nova pintura. Reparem que a reforma vem em boa hora.
A farmácia do posto continuará funcionando no antigo local, enquanto o atendimento odontológico foi transferido para o Centro de Especialidades Odontológicas-CEO, no Pronto-Socorro. Já os demais atendimentos aos usuários serão feitos no prédio do Núcleo de Formação Profissional “Anísio Martins Ferreira” – foto ao lado – na Rua Santa Rosa, bem pertinho da Creche do São Jorge.
A reforma do antigo posto, que deve ser iniciada ainda nesta semana, está prevista para terminar em noventa dias.
Parece que o prefeito Humberto Parini resolveu investir uns caraminguás no término, ou, pelo menos, na continuação da construção da futura Secretaria Municipal de Fazenda, o prédio localizado na Avenida Jânio Quadros, que pode ser visto na foto acima. Como se sabe, a primeira fase custou R$ 140 mil e foi custeada com recursos do BNDES.
A obra está paralisada desde 2009, mas, com a proximidade das eleições, o nosso estadista resolveu dar continuidade ao projeto. Ou fingir que vai dar continuidade. O Diário Oficial de hoje é o portador da novidade. Segundo o que foi publicado, a empresa Calt Construções e Projetos Ltda foi a vencedora da licitação.
A Calt Ltda, do engenheiro Laurentino Tonin Júnior, foi a responsável também pela construção da primeira fase. De acordo com o que consta do Diário Oficial, a segunda fase vai custar cerca de R$ 215 mil. Resta saber se a continuidade do projeto é pra valer e se, passadas as eleições, a obra não será interrompida.
E o vereador Macetão, que estaria pretendendo ser o secretário municipal de Saúde num eventual governo Nice Mistilides, continua se mostrando mal informado sobre as coisas do município. Recentemente, ele queria saber quais as providências que o prefeito Humberto Parini estaria tomando a respeito da agressão sofrida por um aluno de uma escola de… Campo Grande(MS).
Para sessão de hoje, ele está apresentando um requerimento questionando o prefeito sobre a “rescisão” do contrato firmado entre a Prefeitura de Jales e o Instituto de Saúde e Meio Ambiente – ISAMA, do petista Francisco Bernal. Talvez fosse o caso de o vereador se informar melhor, antes de perguntar asneiras.
Na verdade, o contrato, aliás o Termo de Parceria, não foi rescindido. Ele simplesmente terminou ontem, dia 01/07, já que foi firmado em janeiro e, por se tratar de uma contratação emergencial, tem prazo de apenas seis meses. Diga-se, por sinal, que Prefeitura já realizou um Concurso de Projetos para uma nova contratação, por mais 12 meses. Saiu-se vencedor o Instituto Corpore, uma Oscip com sede em Matinhos(PR).
O que Macetão deveria perguntar é por que o valor do novo Termo é de R$ 1,8 milhão por 12 meses, enquanto o anterior era de R$ 1,2 por apenas seis meses. Não é preciso ser bom em matemática para perceber que o Termo de Parceria anterior estava 33% mais caro.
Cerca de 100 usuários da ESF “Setuo Suetugo”, também conhecida como “Postinho do São Jorge”, compareceram hoje à reunião realizada no Centro de Convivência da Terceira Idade, que é vizinho ao posto. Na pauta, o fechamento temporário daquela Unidade de Saúde, por conta da reforma autorizada pelo Ministério da Saúde.
Notícias divulgadas nos bairros atendidos pelo posto davam conta de que a Prefeitura pretendia transferir o atendimento para a ESF do Jardim Oiti, durante o período da reforma, o que teria deixado os usuários da unidade do São Jorge contrariados.
O secretário de Saúde, Donisetti Santos Oliveira, desmentiu que os serviços vão ser transferidos para o Jardim Oiti, mas confirmou que, em função da reforma, alguns atendimentos terão que ser feitos em outros locais. Ele disse, também, que a sua Secretaria estaria buscando uma solução alternativa e estuda a possibilidade de alugar uma casa próxima ao “Postinho do São Jorge”.
Representantes dos usuários criticaram a reforma que, na opinião deles, não vai resolver os problemas do posto. O repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, acompanhou a reunião e certamente trará mais detalhes sobre o caso na edição de A Tribuna, do próximo final de semana.
Há algum tempo, a Prefeitura de Jales patrocinou um programa na TV Bandeirantes, onde se dizia, implicitamente, que a administração atual construiu novas praças e restaurou as antigas, uma mentira deslavada.
Hoje, enquanto aguardava o início do evento sobre drogas, promovido pela Polícia Civil na ‘Praça do Jacaré’, este aprendiz de blogueiro foi abordado por um cidadão, o qual me pediu que fotografasse o banheiro masculino da praça. Segundo ele, o banheiro não tinha uma única torneira onde se pudesse lavar as mãos
Fiz o que ele me pediu. A foto está aí acima. Reparem que, em uma das pias, a torneira já não existe, enquanto na outra, ela está “amarrada” com uma borracha. Nenhuma das duas está em condições de uso. O governo Parini gastou R$ 180 mil na “revitalização” da Praça ‘João Mariano de Freitas’, para deixá-la pior do que estava.
E agora, mais um caso de “eficiência” da administração Parini. Dia desses, a pedido de um atento leitor, este aprendiz de blogueiro escreveu alguma coisa sobre a escuridão dos fundos da rodoviária. O post sobre o assunto pode ser visto aqui.
Ontem de manhã, ao passar pelo Terminal Rodoviário, encontrei por lá a eficiente equipe de eletricistas da Prefeitura, comandada pelo experiente Joabe. Os eletricistas estavam trocando as lâmpadas que, segundo informações, estavam queimadas há muito tempo. Na administração Parini é assim: se ninguém reclamar, as coisas vão ficando como estão.
Ah!, e eu ia me esquecendo: para realizar a troca das lâmpadas, os funcionários da Prefeitura tiveram que pedir alguns equipamentos emprestados a uma empresa particular.
É comum ouvir-se, aqui e acolá, algumas críticas à eficiência da administração Parini, que, reconhecidamente, não é lá grande coisa. Mas, de vez em quando, até mesmo a administração Parini surpreende.
Vejam o caso acima: na foto à esquerda, o buraco que foi aberto pelas chuvas da semana passada, nas proximidades do “Trevo da Vila União” . E, na foto à direita, o mesmo local já devidamente repaginado pela equipe da Secretaria Municipal de Obras. É ou não é surpreendente?
Está marcada para o dia 11 de julho a audiência em que o juiz da Vara Especial Cível e Criminal, Fernando Antônio de Lima, ouvirá o ex-caminhoneiro Genésio de Souza Filho (à esquerda), que, em uma noite de novembro do ano passado, caiu em um escoadouro de água, localizado no final (ou seria no início?) da Rua Doze, nas proximidades do campo da Fepasa.
Aquele ponto da Rua Doze, por ser um tanto quanto escuro, é utilizado pelos travestis que circulam ali por perto para atender alguns clientes mais apressados, ou, quem sabe, menos endinheirados. É comum, encontrar-se preservativos jogados pelas redondezas, o que demonstra que os clientes, apesar de apressados e pouco endinheirados, são precavidos.
Voltando ao caso do senhor Genésio, ao cair ele sofreu algumas pequenas fraturas, tendo que passar alguns dias na Santa Casa de Jales, e, por conta disso, ajuizou uma Ação de Reparação de Danos – no valor de R$ 24 mil – contra a nossa Prefeitura. Ele alega, entre outras coisas, que caiu porque o escoadouro de água (à direita) é uma obra de engenharia mal acabada.
Agora, o dado curioso: a Prefeitura alega que não tem nenhuma responsabilidade pelo acidente, uma vez que o ex-caminhoneiro estaria bêbado e teria caído ao tentar pular um muro. Não se tem notícia, no entanto, de que tenha sido realizado algum exame de dosagem alcoólica.
Quem passa pela Rua Nova Iorque não tem muito o que reclamar do asfalto. Afinal, boa parte daquela via foi recapeada em 2008 e ainda está em boas condições. O serviço foi executado pela empresa CBR – Construtora Brasileira, de Santa Fé do Sul.
Mas, como em tudo o que faz, a administração Parini deixou também por lá um rastro de incompetência. Por algum inexplicável mistério, ao programar o serviço, a Prefeitura, ao invés de mandar recapear a via inteira, excluiu um trecho situado mais ou menos na metade da rua.
A foto abaixo mostra onde termina o recape e onde começam os buracos. Por coincidência, a fronteira entre o recape e os buracos fica bem em frente aquele ex-açougue que era utilizado como endereço das duas empresas pertencentes a dois amigos da primeira-dama. Cerca de dois quarteirões adiante, o recape teve sequência, restando esse trecho esburacado.
O prefeito Humberto Parini declarou ontem, no Jornal do Povo, da Rádio Assunção, que espera reverter junto ao Tribunal de Contas – até amanhã, quarta-feira – a suspensão da licitação de R$ 3 milhões. Como já noticiado por este blog, a licitação que prevê o recape, asfaltamento e construção de galerias, foi suspensa pelo TC por conta de uma representação do advogado Eduardo José de Faria Lopes, de São Paulo.
Todo mundo sabe que isso é briga de cachorro grande e envolve muitos interesses ocultos. Ou quase ocultos. O mesmo advogado tem entrado com representações contra licitações também em outras cidades, como Olímpia, por exemplo. Lá, como cá, a Demop Participações Ltda domina as licitações para recape e asfaltamento.
Não duvidem que o caso seja julgado até amanhã pelo Tribunal, como quer o prefeito Parini. O nosso premiado estadista tem muita pressa de resolver essa pendenga, pois conta com as obras previstas nessa licitação para fazer decolar a candidatura de Luís Especiato.
A Prefeitura de Jales é defendida, nesses casos, pelo escritório Ibanez Advogados Associados, de São Paulo, que tem, entre seus sócios, o advogado Marcos Ibanez, um corintiano fanático, daqueles que ficam roucos depois dos jogos do Timão. Marcão conhece todos os atalhos do Tribunal de Contas, uma vez que sua mãe foi funcionária daquele órgão durante muito tempo