Na segunda-feira, 15, em seu comentário diário repercutido pelo programa Antena Ligada, da rádio Antena 102, o ex-urubólogo Alexandre Garcia – depois de puxar o saco do Bolsonaro, um exercício que ele pratica diariamente – resolveu falar de dois casos de pessoas que morreram de Covid, dias depois de vacinadas.
O comentário deixa implícita uma mensagem mal intencionada que poderia levar pessoas ingênuas a acreditar que a vacina teria provocado as mortes. Tanto que um site esquisito, de nome Eu Confesso, pareceu ter entendido a mensagem e reproduziu ipsis litteris o comentário infeliz do ex-urubólogo, com a sugestiva manchete “A vacina da Covid-19 está matando as pessoas”.
Eis o que disse Alexandre Garcia, reverberado pelo site negacionista:
Eu queria lamentar a morte de uma médica, que estava na linha de frente contra a Covid, e morreu de Covid depois de ter sido vacinada.
Ela é a doutora Ivana Carmem Nascimento Ivo Liberal, de 54 anos. Segundo a nota do Sindicato dos Médicos do Pará, ela foi imunizada dia 21 de janeiro. Ela inclusive postou nas redes sociais:
“Estou sendo vacinada graças a Deus. Vou continuar meu trabalho de um ano para combater a Covid”.
Ela morreu de Covid 17 dias depois. Segundo a nota dos médicos. Teve uma outra morte de quem já foi vacinado, do Cacique Katukina do Acre, de 56 anos. Foi vacinado dia 19 de janeiro e morreu dia 1º de fevereiro.
Se estivesse interessado em informar – e não em desinformar – o ex-urubólogo poderia ter explicado que ninguém fica imunizado logo depois de tomar a vacina. Segundo os cientistas, somente depois de 15 a 20 dias depois de tomar a segunda dose, é que a pessoa desenvolve os anticorpos contra o vírus.
Assim, é provável que outras pessoas irão morrer mesmo já tendo tomado a vacina. Isso não quer dizer, no entanto, que foi a vacina que provocou a morte. Muito pelo contrário, ela irá impedir muitas mortes, para tristeza do Bozo e seus baba-ovos.
As Forças Armadas não se limitaram a consumir milhares de quilos de picanha e garrafas de cerveja ao longo de 2020. Agora aparecem mais de 140 mil quilos de bacalhau com preços que chegam até a R$ 150 o quilo e garrafas de uísque 12 anos e de conhaque – todas compradas a preços muito acima do mercado.
A denúncia é do deputado federal Elias Vaz (PSB-GO), que divulgou as compras identificadas no Painel de Preços do Ministério da Economia. Só de bacalhau foram 9.748 quilos de filé e 139.468 quilos de lombo para os militares. “O lombo é o corte mais nobre do bacalhau, usado para pratos requintados e caros em restaurantes sofisticados, algo muito distante do cardápio da maioria dos brasileiros”, diz o parlamentar.
Em uma das compras registradas pelos militares, consta um pedido homologado pelo Comando da Aeronáutica, para aquisição de 500 quilos de lombo de bacalhau, em que o preço de referência usado pelo órgão público foi de nada menos que R$ 150 o quilo. Uma busca na internet indica que o quilo do lombo de bacalhau, comprado no varejo (não no atacado, como as Forças Armadas o fazem), no Extra, custa bem menos da metade do preço, R$ 69,90.
No site atacadista Cota Best, o preço equivale a 1/4 do valor comprado pelo Comando da Aeronáutica: R$ 37,70. Os preços também chamam a atenção em outros casos. O valor informado por quilo de picanha foi de R$ 84,14 (num processo para compra de 13.670 quilos), obtido por meio do Pregão Eletrônico n° 37/2019, concluído em 29 de janeiro de 2020 e conduzido pela Diretoria de Abastecimento da Marinha – no supermercado Extra, a picanha comprada no varejo tem preço de R$ 53,89 o quilo.
“É um poço sem fundo. Quanto mais investigamos, mais absurdos e irregularidades encontramos. Se não bastasse o governo comprar picanha e cerveja, ainda tem o corte mais caro do bacalhau, uísque e conhaque e com indícios de superfaturamento”, diz o deputado, que assina, com a bancada do PSB a representação enviada ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que investigue os gastos militares.
“Além da PGR, eu e mais nove deputados do PSB vamos levar essas informações ao Tribunal de Contas da União. Também estamos discutindo propor a instalação da CPI das compras do governo na Câmara Federal.”
Essa notícia o ex-urubólogo Alexandre Garcia não irá comentar. Deu no portal Pragmatismo Político:
O médico pneumologista e presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), Frederico Fernandes, revelou em seu perfil no Twitter o caso de uma paciente que contraiu hepatite medicamentosa devido ao uso de ivermectina no tratamento contra a Covid-19. A mensagem publicada no sábado (6/2) logo viralizou na internet.
“Me solicitaram uma avaliação para uma paciente com hepatite medicamentosa. Ganha um troféu quem adivinhar qual medicação foi a culpada”, diz uma das mensagem de Fernandes. “Pois é… Hepatite medicamentosa por ivermectina. 18 mg por dia por uma semana. Por covid leve em jovem”, completa o pneumologista em outra mensagem.
De acordo com o médico, a jovem “está a um passo de precisar de um transplante de fígado” por usar ivermectina. “Muito triste ver uma pessoa jovem a ponto de precisar de transplante por usar uma medicação que não funciona em uma situação que não precisa de remédio algum”, assinalou o médico na rede social.
A ivermectina é um vermífugo, eficaz contra parasitas, como piolhos, mas não tem resultado contra a Covid-19, como atestou o próprio laboratório que o criou, Merck. Em comunicado distribuído no dia 4/2, a empresa informa não haver evidência de que o produto funcione contra a infecção causada pelo novo coronavírus.
Ao longo da pandemia ganhou força no Brasil a informação sem base científica de que o medicamento seria eficaz contra a Covid-19. Um dos grande impulsionadores do uso da substância foi o presidente Jair Bolsonaro. Ele chegou a anunciar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) facilitaria o acesso ao medicamento para uso contra a Covid-19 ao não cobrar mais retenção de receita.
Mas a Anvisa contestou essas informações, sustentando que não existiam estudos conclusivos sobre o uso do medicamento no contexto da Covid-19. “As indicações aprovadas para a ivermectina são aquelas constantes da bula do medicamento”, reforçou a Agência.
Deputados do PSB na Câmara protocolaram uma representação na Procuradoria Geral da República (PGR) contra o que consideraram “uso de recursos com ostentação e superfaturamento” por parte das Forças Armadas.
O documento endereçado ao procurador-geral da República, Augusto Aras, inclui gastos exorbitantes com itens para churrasco, tais como carne, cerveja e carvão. Foram compradas toneladas de picanha, milhares de litros de cerveja, e centenas de latas de Skol Beats, segundo a denúncia.
Os parlamentares indicam sobrepreço de até 60% do preço de itens adquiridos pelas Forças Armadas.
Em um pregão eletrônico realizado em 2020 para o 38º Batalhão de Infantaria, foram adquiridos 500 garrafas da cerveja Stella Artois a R$ 9,05 cada; no mesmo certame, o batalhão adquiriu também 3.000 garrafas de Heineken, a R$ 9,80 cada. Já a 23ª Brigada de Infantaria de Selva foi agraciada com 3.050 garrafas de Eisenbahn, a R$5,99.
“Verifica-se que a maioria dos processos de compras desses produtos seguiu o procedimento da licitação. A Administração Pública, portanto, teve a coragem de mover a estrutura federal para conduzir certames com o objetivo de comprar grande quantidade de cerveja”, argumentam os autores da representação.
Segundo o levantamento, o Comando do Exército foi o que mais comprou picanha. Os dados do Portal da Transparência mostram que o órgão adquiriu 569,2 toneladas da iguaria. A Marinha adquiriu 88 toneladas. No total, 76 processos licitatórios garantiram a compra de 714 toneladas do corte.
Em um destes leilões, para a Diretoria de Abastecimento da Marinha, o valor da picanha foi de R$ 84,14 o quilo. Segundo os deputados, foram adquiridos 13.670 quilos da carne. Em outro,62.370 kg de miolo da alcatra foram comprados por R$ 82,37 o quilo.
“A compra desse produto não é crível em tempos de crise financeira, uma vez que este não é um corte para se comer no dia a dia diante de sua especialização e preço”, escrevem os autores da representação.
“Enquanto milhões de brasileiros sofrem com os efeitos trágicos da pandemia nos campos sanitário e financeiro, nossos militares consumem cortes nobres como a picanha e tomam cervejas, algumas especiais.”
O documento inclui fotos de supermercados onde os preços aparecem muito menores que os registrados em leilão. Em uma delas, a foto mostra latas de Bohemia Puro Malte a R$ 2,59, valor 67% menor que os R$ 4,33 pagos pela 9ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército. Na ocasião, o batalhão adquiriu 1.008 latinhas.
Para a mãe, vacina. Para o gado, alfafa e cloroquina. Deu no Brasil 247:
Em entrevista ao programa Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena, Jair Bolsonaro disse que votou ‘sim’, numa decisão tomada entre irmãos, para que sua mãe, de 93 anos, seja vacinada contra a Covid-19. “Votei ‘sim’, mesmo a vacina não sendo aí comprovada cientificamente”, declarou.
O relato é feito depois de alguns discursos de Bolsonaro em que ele debochou ou duvidou da eficácia da CoronaVac, produzida na China, principal imunizante que vem sendo usado no Brasil. Desta vez, voltou a questionar a eficácia, apesar do apoio à vacinação da mãe.
Na entrevista, ele também voltou a criticar o isolamento social como medida contra a transmissão do vírus. “Não funcionou lá atrás, por que vai funcionar agora?”. E defendeu que a economia precisa “voltar a funcionar”.
A dupla sertaneja Bruno e Barreto foi condenada a pagar uma indenização de R$ 21 mil à família de uma idosa exposta em uma entrevista concedida em 2016 ao programa “The Noite”, do SBT.
Na conversa com o apresentador Danilo Gentili, os sertanejos disseram que, durante uma viagem para um show no interior paulista, Bruno havia se relacionado sexualmente com uma idosa.
Embora não tenham mencionado nenhum nome, eles citaram a cidade na qual o show foi realizado e deram tantos detalhes que muitas pessoas da região conseguiram identificar a mulher.
A família afirma que a história é mentirosa, que a idosa estava debilitada à época, em tratamento de câncer, e que, a partir a entrevista, a vida de todos se transformou em um caos. “Viramos motivo de piada e chacota”, disseram os familiares à Justiça.
Os filhos passaram a receber ligações telefônicas, trotes, mensagens de WhatsApp com piadinhas sobre a história contada pela dupla sertaneja. “Nos sentimos humilhados”, afirmaram no processo.
“Nossa genitora ficou em prantos, arrasada, envergonhada, sentindo-se humilhada, adoentada e com o quadro depressivo se agravando”, disseram. “Impiedosamente, eles a difamaram e a injuriaram com declarações falsas”.
Na defesa apresentada à Justiça, a dupla sertaneja alegou que, na “anedota”, fazia referência a outra pessoa. “As declarações proferidas foram genéricas, sem menção expressa a qualquer pessoa e realizadas em programa de cunho humorístico, sem qualquer conotação ofensiva”.
Segundo Bruno e Barreto, não há provas de que falavam da mãe dos autores do processo. Os músicos foram condenados em primeira instância e, no final de janeiro, a decisão foi confirmada pelo Tribunal de Justiça.
“Ao contrário do que alegam, as menções da história, supostamente hilária, não foram genéricas, e foi perfeitamente possível identificar a pessoa”, afirmou o desembargador Rezende Silveira, relator do processo.
Segundo o desembargador, na entrevista, eles foram “sexistas” e preconceituosos, gabando-se de uma situação artificialmente hilária, às custas da privacidade alheia”, com o objetivo de “autopromover os dotes masculinos e alavancar a audiência do programa”.
Pelo visto, a tornozeleira não está atrapalhando em nada. A notícia é do jornal Extra:
Entre pessoas próximas a Flordelis, não se comenta outra coisa. A deputada federal, acusada de ser a mandante do assassinato do ex-marido, o pastor Anderson do Carmo, tem um novo amor. Em sua festa de aniversário de 60 anos, que reuniu alguns de seus filhos e netos, na última sexta-feira, a presença do produtor Allan Soares chamou atenção.
Os dois chegaram a posar juntos, abraçadinhos, na mesa do bolo. O eleito também estava presente ao culto, no Ministério Cidade do Fogo, realizado na manhã de domingo em homenagem ao aniversário da pastora. Allan sentou-se na primeira fila, gravou vídeos e depois deixou o local acompanhado da deputada.
Evangélico, Allan Soares tem 25 anos e trabalha como produtor artístico de cantores do segmento gospel. Ele e Flordelis se conhecem pessoalmente há pelo menos três anos. Em agosto de 2018, Allan postou uma foto do encontro com a pastora e Anderson, durante uma visita do então casal a Macaé, sua cidade natal.
Desde que o nome de Flordelis foi parar no noticiário policial, o produtor sempre fez questão de defendê-la publicamente através de suas postagens nas redes sociais. Eles foram se aproximando mais nos últimos meses, e os encontros foram ficando mais frequentes. Entre os amigos, o que se diz é que o romance entre eles teria ficado sério a partir do começo deste ano.
Em Jales, o Diário Oficial do Município publicou, na quinta-feira passada, 04/02, o decreto nº 8.349 do prefeito Luís Henrique Moreira, que revogou outro decreto – o de nº 8.333, que tinha decretado ponto facultativo nos dias 15, 16 e 17. Desse modo, não haverá neste ano, a tradicional folga de carnaval nas repartições públicas municipais.
E, como o governador João Dória também já tinha decretado a suspensão dos famosos folguedos de momo, os órgãos estaduais, incluindo as escolas e a Justiça, deverão funcionar normalmente nos dias 15, 16 e 17. Em Jales, apenas os órgãos federais ficarão fechados nesses dias, uma vez que o presidente Bolsonaro resolveu manter os pontos facultativos de carnaval.
Mas, vamos à notícia do site Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues:
Vários Estados e municípios cancelaram a folga nos dias de Carnaval em 2021. A medida tenta evitar aglomerações, festas e viagens, comuns nesta época do ano, e diminuir a transmissão da covid-19. As festas e desfiles carnavalescos de 2021 já vinham sendo cancelados desde 2020.
São 20 os Estados que terão expediente normal nas repartições públicas, conforme levantamento do Poder360. Nesses locais, haverá aula nas escolas que já retomaram as atividades depois da parada na pandemia.
O governo federal resolveu manter o ponto facultativo. Os quase 600 mil servidores de órgãos e entidades da administração federal, autarquias e fundações do Executivo ficarão em casa na 2ª (15.fev) e 3ª feira (16.fev) e na 4ª feira (17.fev), até as 14h. A exceção fica com os serviços públicos essenciais, que continuam funcionando.
Legislativo e Judiciário federais têm independência para decidir sobre o assunto, e seguiram a mesma linha. Dispensarão servidores nos dias de Carnaval, com diferenças só na volta ao trabalho na 4ª feira.
O Carnaval não é um feriado nacional. Os governos precisam decretar ponto facultativo para não haver expediente no setor público. No Brasil, existem 9 feriados nacionais, segundo portaria do Ministério da Economia.
Já o setor privado pode operar sem restrições no ponto facultativo. No Brasil, tradicionalmente os empregadores liberam seus funcionários na 3ª feira, dia em que o funcionamento do comércio fica mais restrito nas cidades.
Neste ano será diferente. Depois de meses com faturamento oscilante devido à pandemia, federações de comércio vêm recomendando o funcionamento das empresas no Carnaval.
Um homem de 34 anos foi preso em flagrante em São Domingos, na região Oeste de São Paulo, após desferir diversos golpes de faca contra sua mulher durante um desentendimento na madrugada deste domingo, dia 31, informou a Polícia Civil em um comunicado emitido nesta segunda-feira, dia 1º.
De acordo com os investigadores, o suspeito contou que a briga ocorreu por causa de futebol. O marido alegou ter sido agredido pela vítima primeiro, que lhe teria golpeado com uma faca. Ele, contudo, disse ter conseguido pegar o objeto, desferindo diversos golpes contra a mulher.
A vítima, Érica Fernandes Ceschini, torcia para o Palmeiras e comemorou vitória do clube no fim de semana como campeão da Libertadores, o que teria desagradado seu marido corinthiano. Nas redes sociais, amigos lamentam a morte dela.
“Ainda estou atônita com sua partida tão precoce, tão cheia de vida e sonhos que foram interrompidos! Descanse em paz, amiga, vou sentir saudades pra sempre”, postou uma amiga nos Stories do Instagram.
Com lesões no abdômen, o autor, identificado como Leonardo Ceschini, foi socorrido ao Hospital do Mandaqui, onde permaneceu internado sob escolta policial, tendo sido autuado por homicídio qualificado.
O caso ocorreu na Rua Rubens de Souza Araújo, onde o casal vivia com seus filhos gêmeos pequenos.
Policiais Militares foram acionados para atendimento da ocorrência e, no local, encontraram a vítima caída no chão da cozinha. Embora tenham chamado o serviço de emergência, ela já estava morta. A perícia da Polícia Civil foi realizada e o caso foi registrado no 33º DP (Pirituba).