REINALDO AZEVEDO: “MORO RASGOU A LEI CONTRA LULA E TENTA VENDER SEU ABUSO COMO ERRO”

Para quem não está acompanhado o caso, a Polícia Federal abriu um inquérito, a pedido do Ministério da Justiça de Sérgio Moro, para, com base no artigo 26 da Lei de Segurança Nacional, investigar possível crime de calúnia e difamação que teria sido cometido pelo ex-presidente Lula.

O que disse o ex-presidente de tão grave? Que estamos sendo governados por milicianos que são responsáveis pela morte da ex-vereadora Marielle. A PF, depois de ouvir Lula na semana passada, concluiu que ele não cometeu nenhum crime.

Ao ver que a opinião pública e a comunidade jurídica condenaram a utilização de uma lei da ditadura militar contra Lula, Sérgio Moro apresentou a versão de que não pediu o enquadramento do ex-presidente na LSN e que teria havido “uma confusão” no Ministério da Justiça.

Você acredita? O Reinaldo Azevedo, que já foi fã de Moro e um dos maiores críticos do PT e de Lula, não acreditou. Deu no Brasil 247:

O jornalista Reinaldo Azevedo critica a postura do ministro Sérgio Moro (Justiça) sobre a possibilidade de enquadrar o ex-presidente Lula na Lei de Segurança Nacional – o ex-juiz negou que tenha dado ordens. “Moro tinha plena consciência do que estava em curso e nada fez”, afirma em sua coluna publicada no UOL.

“E o que disse Moro quando o despropósito se tornou público? Esta maravilha: ‘A informação sobre a Lei de Segurança Nacional foi repassada de forma equivocada aos jornalistas, devido a um erro interno do Ministério da Justiça, pelo qual pedimos desculpas'”, reforça o jornalista. “O alvo do pedido de desculpas é que está errado: não é a imprensa, mas Lula”.

De acordo com o jornalista, “Moro quer a Presidência da República”. “Há quem diga que acabará no Supremo. Sua verdadeira vocação já está mais do que revelada: fazer discurso cafona em casamento cafona de gente cafona ao som de um piano cafona. Eis o Moro lírico. Mas também há o épico, que pretende fazer história. Esse é o que corrói as instituições, o Estado de Direito e a democracia”, diz. 

VEREADOR ZANETONI QUESTIONA PREFEITURA SOBRE PROBLEMAS EM CASAS DO CONJUNTO ‘HONÓRIO AMADEU’

O conjunto habitacional “Honório Amadeu”, com 99 casas, começou a ser construído em 2012, ainda no governo Parini, e só foi concluído em 2019. O local, totalmente inapropriado, obrigou a empresa a fazer muros de arrimo que não estavam no projeto original. A construção das casas custaria R$ 6,6 milhões, mas acabou custando cerca de R$ 8,5 milhões.

A notícia é da assessoria de imprensa da Câmara:

O vereador João Zanetoni (PSB) apresentou, na última sessão da Câmara, um requerimento questionando se a Prefeitura sabe dos problemas de infraestrutura que há nas casas do recém-entregue Conjunto Habitacional “Honório Amadeu”.

O vereador justificou que os moradores reclamam que as casas apresentam infiltrações nas paredes, goteiras, a água escorre por tubos da fiação elétrica e pisos de cerâmica que descolam. A situação é grave, causa prejuízo para os moradores e  já foi matéria em uma rede de televisão regional.

Zanetoni falou sobre a propositura: “Faz um ano da inauguração, teve reportagem na TV e temos acompanhado fotos e vídeos que são enviados para nós. É um descaso. A pessoa não ganhou aquilo, ela está pagando, apenas foi sorteada. Espero que a administração municipal, através do órgão competente, possa buscar a solução”.

O vereador Vanderley Vieira – Deley comentou o requerimento: “A população merece respeito e o nosso apoio. Eu estive lá, vi que muitas casas estão com rachaduras e outros problemas. Um engenheiro precisa ir lá, fazer um relatório para levarmos à CDHU e ela cobrar da empresa construtora”.

Zanetoni indagou quem é responsável por solucionar os danos nas casas e o que a Prefeitura pretende fazer quanto ao problema.

O requerimento foi aprovado por unanimidade e encaminhado ao Poder Executivo, que tem até 15 dias úteis para enviar resposta ao Legislativo.

COM BOLSONARO, APENAS 03 FAMÍLIAS DE JALES CONSEGUIRAM ENTRAR NO BOLSA FAMÍLIA EM SETE MESES

A ojeriza do governo Bolsonaro aos mais pobres não fica apenas nas palavras – como na fala de Paulo Guedes sobre as domésticas – mas também nas ações. Uma dessas ações é o corte orçamentário na assistência social, que, em Jales, e no resto do país, já produz efeitos maléficos, como o aumento da extrema pobreza.

Em Jales, um dos principais exemplos do ataque de Bolsonaro & Cia aos mais pobres está no Bolsa Família, que, em maio de 2019, tinha 1.153 famílias cadastradas e, em janeiro deste ano, esse número já tinha sido reduzido para 904.

Segundo números informados pela Secretaria Municipal de Promoção Social, entre junho e dezembro de 2019, ou seja, em sete meses, apenas três famílias jalesenses foram incluídas no Bolsa Família. E não é por falta de candidatos: os mesmos números mostram que em Jales nós temos 1.101 famílias em situação de extrema pobreza, das quais 374 estão fora do programa.

Nos primeiros cinco meses de Bolsonaro, quando os cortes orçamentários ainda não tinham causado efeitos, 174 famílias jalesenses foram incluídas no Bolsa Família. Parece muito, mas não é. Para se ter uma ideia, no últimos três meses do governo Temer, Jales conseguiu incluir 172 famílias. E olhem que Temer também fez cortes no programa.

Em 2016, quando Temer assumiu o assento presidencial, Jales tinha 1.671 famílias no Bolsa Família, que, juntas, receberam R$ 2,5 milhões. Em 2019, primeiro ano de Bolsonaro, o Bolsa Família transferiu R$ 2,2 milhões para 1.208 famílias jalesenses. Queda de 27% no número de famílias e de 12% no valor transferido.

AGENTES DE EDUCAÇÃO INFANTIL BUSCAM REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

A notícia está pendurada no site do Sindicato dos Servidores:

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Jales e Região promoveu uma reunião entre as agentes de educação infantil que atuam nas oito EMEIs do município e o prefeito Flávio Prandi Franco. O encontro aconteceu na sede da Associação dos Funcionários Públicos do Município de Jales na noite de quarta-feira, 19 de fevereiro. As servidoras reivindicavam redução da carga horária diária de oito para seis horas.

Elas reclamaram das condições de trabalho e carga horária extensa e contaram que fizeram um levantamento sobre o número de funcionárias que seria necessário para cobrir as horas que deixarão de cumprir. Porém, segundo elas,as gestoras educacionais do município discordaram desse levantamento e apresentaram números muito superiores.

Na EMEI Vera Lúcia Oliveira Vilela, por exemplo, as árvores foram retiradas e não é possível levar as crianças para passear do lado de fora do prédio porque não tem sombra. As salas não têm ar condicionado e em algumas, nem o ventilador funciona.

Na EMEI Gema Prandi Rosa, a capacidade de atendimento é de 150 crianças, mas são atendidas 180. Atualmente há 18 funcionários e elas levantaram que seriam necessárias mais sete, caso a jornada fosse reduzida. Entretanto, no dia seguinte a vice-diretora disse que era para pedir 23 funcionárias novas, mais que o número total da unidade.

O presidente do Sindicato, José Luís Francisco, disse que pretende pedir a colocação de placas informando a capacidade de crianças de cada unidade para frisar a proporção de funcionários necessários para atender a todas as crianças nela matriculadas.

Ficou definido que uma nova reunião será realizada na semana que vem. Participarão da discussão as vice-diretoras e uma assistente de cada um das oito EMEIs, o presidente do Sindicato e a sua assessoria jurídica, o prefeito e as gestoras educacionais do município.

FRASE

“Desejo que ele se assuma, que ele seja feliz, que ele possa realmente desfilar com o namorado dele e que estamos de braços abertos para recebê-lo”.

(da cantora Gretchen ao UOL, sobre Carlos Bolsonaro, o Carluxo, com quem ela andou trocando farpas no Twitter. Em janeiro, ela disse ter pena de Carlos, “um homem que não pode assumir sua sexualidade por causa do pai”.)

 

JORNAL DE JALES: EMPRESÁRIO FABRÍCIO FUGA, DA FUGA COUROS, É HOMENAGEADO EM SUA CIDADE NATAL

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, onde uma das manchetes diz que os ricos também dependem dos repasses do SUS. A matéria trata do cadastramento da população no Sistema Único de Saúde, que, segundo a secretária municipal de Saúde, Maria Aparecida Moreira Martins, é fundamental para que o município melhore a arrecadação através dos repasses do SUS. A secretária lembrou que mesmo quem não usa o SUS depende dele para muitos serviços que são executados nos municípios. Segundo ela, o cadastramento é uma meta imposta pelo governo e, em Jales, será necessário ampliar o número de cadastrados em seis ou sete mil pessoas, a fim de que os repasses de recursos para o município não sejam reduzidos.

O jornal está destacando, também, o convênio assinado pelo prefeito Flá Prandi junto à Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos que vai possibilitar investimentos de R$ 394 mil em obras de infraestrutura no bairro São Judas Tadeu. Serão realizadas obras de drenagem urbana nas ruas Amazonas, São José, “Joaquim Catarino” e “João Batista de Mello”, com o objetivo de combater a erosão do córrego Tamboril. O prefeito lembrou que recentemente foram realizadas obras de recapeamento no São Judas, com recursos viabilizados pelo vice-governador Rodrigo Garcia. Flá ressaltou que, com esse novo convênio, será possível executar obras que irão transformar a realidade do São Judas.

O encontro que reuniu oito bispos e um arcebispo em Jales, para discutir o Pacto Global Pela Educação, uma iniciativa do papa Francisco; o sucesso do pré-carnaval promovido pelo Lar Transitório e realizado no Almería Eventos; a solenidade de formatura da primeira turma do Curso de Formação de Psicanalistas, realizada na Câmara Municipal; os elogios dos vereadores jalesenses ao desempenho da Fatec Jales, que obteve excelentes notas em avaliação feita pelo MEC; a reeleição do empresário Leandro Rocca Lima para a presidência da ACIJ; e a crise na Santa Casa de Fernandópolis, que resultou na prisão de alguns dirigentes após investigação da Polícia Civil, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior destaca a condecoração recebida pelo empresário jalesense Fabrício Fuga – da Fuga Couros – em sua terra natal, Marau, cidade gaúcha de 36 mil habitantes. Fabrício foi homenageado pela Câmara Municipal daquela cidade com a “Comenda Migrante Grande Empreendedor”, honraria concedida aos filhos de Marau com relevantes serviços prestados dentro e fora do município. A Fuga Couros, gerenciada por Fabrício, se instalou em Jales em meados dos anos 90 graças ao empenho do  então prefeito José Carlos Guisso, que, após algumas viagens ao Rio Grande do Sul, convenceu a cúpula da empresa a trazer uma filial para Jales. 

ELBA RAMALHO E LIAH SOARES – “CHÃO DE GIZ”

Lançada em 1978, no primeiro disco do cantor e compositor paraibano Zé Ramalho, a música “Chão de Giz” não fez muito sucesso. Nem o disco. Mas a música já demonstrava o talento do compositor.

Quase 20 anos depois, em 1996, “Chão de Giz” foi uma das músicas do show “O Grande Encontro”, que juntou Zé Ramalho, sua prima Elba Ramalho, e os pernambucanos Alceu Valença e Geraldo Azevedo. O sucesso foi tamanho que, no ano seguinte, ao gravar o CD “Antologia Acústica”, Zé Ramalho incluiu novamente “Chão de Giz”.

Segundo o ECAD, essa foi a música mais tocada do Zé Ramalho, entre 2010 e 2014. E durante vários anos, sempre atendendo a pedidos, eu tive que tocar essa música todos os domingos no programa que apresento na Regional FM, o Brasil & Cia. Ela continua sendo uma das mais pedidas, mas isso já não acontece todos os domingos.

O mais interessante é que muita gente canta “Chão de Giz” sem saber o que está cantando, já que a letra é repleta de metáforas. Afinal, o que Zé Ramalho quer dizer com coisas como “eu vou te jogar num pano de guardar confetes” ou “mas não vou gozar de nós apenas um cigarro”, ou ainda “disparo balas de canhão, é inútil, pois existe um grão-vizir”?

Só Deus e Zé Ramalho poderiam explicar o que o compositor quis dizer na letra de “Chão de Giz”. O fato é que, segundo a lenda, “Chão de Giz” é uma canção de amor. Ou de desamor, já que teria sido inspirada no fim de um caso amoroso.

Consta que, ainda jovem, na Paraíba, Zé Ramalho se apaixonou por uma mulher mais velha – ou mais experiente, se preferirem – que ele conheceu em um carnaval e com quem manteve um movimentado relacionamento.

A mulher era, no entanto, casada com um homem influente da sociedade de João Pessoa, de modo que, depois de algum tempo, a balzaca resolveu romper o namoro, antes que a história chegasse aos ouvidos do galhudo.  O fora da amante teria deixado em pedaços o coração de Zé Ramalho, que resolveu traduzir sua tristeza em versos pouco compreensíveis.

No vídeo, Elba Ramalho e Liah Soares cantam “Chão de Giz”. Liah (Eliane) nasceu em Tucuruí, no Pará, em 1980. De família conservadora, aos 14 anos ela deixou a casa dos pais, disposta a viver de música.

Depois de morar com parentes, em Santa Catarina, mudou-se sozinha para São Paulo. Em 2000, aos 19 anos, gravou uma música em dueto com a apresentadora Angélica e, a partir daí, vários outros artistas gravaram canções dela.

Em tempo: quem quiser ler algumas explicações para a letra de “Chão de Giz”, poderá fazê-lo aqui ou aqui.

A TRIBUNA: APÓS APROVAÇÃO DO STF, RUMO LOGÍSTICA JÁ PODE INICIAR OBRAS NA FERROVIA, INCLUINDO PONTILHÃO EM JALES

No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca o imbróglio com a merenda escolar da ETEC. Segundo matéria do repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, a interrupção no fornecimento de gêneros alimentícios revelou que, apesar de receber ajuda financeira do governo estadual para entregar merendas prontas, a Prefeitura entrega apenas alimentos “in natura” e deixa o preparo e a distribuição da merenda por conta da própria ETEC, que é obrigada a utilizar duas faxineiras para preparar a merenda. A notícia diz, ainda, que o Ministério Público de Jales deu cinco dias para a municipalidade enviar explicações.

Destaque, igualmente, para os questionamentos do vereador Chico do Cartório(MDB) sobre a paralisação das obras que estão sendo realizadas no Parque das Flores com parte do empréstimo de R$ 11 milhões. O vereador disse que recebe ligações todos os dias, com reclamações a respeito da paralisação dos serviços. A Prefeitura explicou que a paralisação se deve, em parte, ao fato de dois moradores não permitirem que as obras passem por seus terrenos. Um terceiro morador ofereceu seu terreno para passagem das galerias, mas, para isso, a Prefeitura terá que fazer modificações no projeto e firmar um aditamento contratual com a empresa para incluir as novas despesas. 

As eleições da ACIJ, que tiveram apenas uma chapa concorrendo, liderada pelo atual presidente Leandro Rocca de Lima; as reclamações de pais de alunos contra as péssimas condições em que se encontra a EMEI “Vera Lúcia Vilela”, no prédio da antiga Casa da Criança; as consequências nos cortes promovidos pelo governo Bolsonaro no Bolsa Família que, em Jales, eliminou quase a metade dos beneficiados pelo programa; o alerta da vigilância epidemiológica sobre os objetos que retém água nos cemitérios, transformando-se em criadouros do Aedes; e a atuação da Polícia Militar de Jales, que, em duas semanas, prendeu um mesmo meliante duas vezes, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, a informação de que o prefeito Flá Prandi está comemorando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que aprovou, por 7 a 2, a renovação da concessão da malha paulista da ferrovia à Rumo Logística. O assunto foi parar no STF por obra e graça da ex-procuradora-geral Raquel Dodge, que era contra a renovação. Agora, nada mais impede a Rumo de iniciar as obras que serão realizadas ao longo da ferrovia, o que inclui pelo menos um pontilhão em Jales. Na página de opinião, o professor Felipe Aquino escreve sobre as origens do carnaval e sua cristianização. No caderno social, destaque para a colorida coluna do Douglas Zílio e para a movimentada reinauguração da Dery Crys, loja especializada em moda íntima e sex shop.

CONSIRJ RESCINDE CONTRATO COM POSTO DE COMBUSTÍVEIS DE TIAGO ABRA

Duas notícias da seara dos consórcios intermunicipais.

A primeira: o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região de Jales – CONSIRJ – presidido pelo prefeito Flá Prandi, está rescindindo o contrato com o Posto Universitário, que era o responsável pelo fornecimento de combustíveis para a frota do consórcio, que inclui o SAMU e as ambulância da UPA.

A decisão foi comunicada pelo diretor administrativo do CONSIRJ, José Roberto Pietrobom, o Brigitão. Ele explicou que a rescisão contratual foi decidida assim que a direção do consórcio recebeu a documentação sobre a mudança na administração do posto, que agora pertence ao vereador Tiago Abra. Uma nova licitação será aberta nos próximos dias.

A segunda: O Conselho de Administração do CORECA (Consórcio Intermunicipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Noroeste Paulista), também presidido pelo prefeito Flá Prandi, esteve reunido ontem e decidiu, por unanimidade, demitir a funcionária comissionada A.S.V., acusada pelo MPF de falsificar relatórios de frequência relativos a uma pessoa condenada a prestar serviços comunitários naquela entidade.

A interlocutores, o prefeito Flá confidenciou lamentar a demissão da moça, que ocupava o cargo de coordenadora desde o mandato da ex-prefeita Nice Mistilides. Segundo o prefeito, ela é uma boa profissional, mas, infelizmente, cometeu um deslize ético que levou à quebra de confiança.   

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