DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, o principal destaque é a arrecadação da Prefeitura de Jales com o IPVA no primeiro mês do segundo ano da triste “Era Bozozóica”. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Fazenda e Planejamento, o município de Jales recebeu no mês de janeiro de 2.020, R$ 4.279.196,39 provenientes da arrecadação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Em janeiro de 2019, foi repassada pelo governo do Estado, a importância de R$ 4.050.610,70 ao Tesouro Municipal. Isso significa que, em janeiro deste ano, a arrecadação com o IPVA foi 5,64% maior que a de janeiro do ano passado. Em 31 de dezembro do ano passado, o município de Jales possuía 46.354 veículos automotores licenciados, dos quais, 21.926 eram automóveis; 15.036 motocicletas/motonetas; 4.911 caminhonetes e 1.224 caminhões.

O jornal está destacando, também, que o governador João Doria e o secretário da Educação do Estado, Rossieli Soares, anunciaram na sexta-feira, 21, o pagamento de um abono de até 12,84% nos salários dos professores da rede estadual de São Paulo. Para garantir o benefício, o governo de São Paulo vai investir por ano R$ 590,6 milhões. No total, 260.142 docentes ativos e inativos serão beneficiados. O pagamento será retroativo ao mês de janeiro e estará disponível a partir de março.

Na coluna FolhaGeral, o impávido redator-chefe Roberto Carvalho informa que, segundo conversas de bastidores, alguns pequenos partidos aqui de Jales poderão se unir em torno do lançamento de uma candidatura a prefeito diferente das que estão sendo comentadas. O colunista destaca, também, conversas de matildes segundo as quais, se o prefeito Flá assumir algum compromisso no sentido de, caso reeleito, deixar o cargo em 2022 para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, isso poderá causar desconforto entre integrantes do seu time. Roberto relata, por fim, outra conversa de bastidores que, segundo ele, está correndo de boca em boca, dando conta sobre a existência de um tal “mensalinho” em Jales. O colunista afirmou que tentou apurar a veracidade do boato, mas não obteve êxito.

BOLSONARO É RIDICULARIZADO NO CARNAVAL DO RIO

No primeiro dia do carnaval carioca de 2020 já apareceu a primeira chacota com o chefe da familícia.  Um grande Bozo – ele mesmo, o palhaço – usando uma faixa presidencial e fazendo arminha com a mão, fez parte do desfile da Acadêmicos de Vigário Geral. O enredo da escola é “O conto do vigário”.

BOLSONARO É RIDICULARIZADO EM CARNAVAL DA ALEMANHA

Deu no Blog da Cidadania:

Neste ano, Jair Bolsonaro é uma das estrelas dos festejos carnavalescos de Colônia. Entre as atrações no tradicional desfile da próxima segunda-feira (24/02), ponto alto do Carnaval da cidade no oeste da Alemanha, está um carro alegórico com um boneco do presidente brasileiro, segurando a bandeira do Brasil atada a um palito de fósforo tamanho família e exibindo um largo sorriso, diante de árvores carbonizadas e sambistas seminuas e chamuscadas.

“Esse é meu carro preferido”, derrete-se Holger Kirsch, diretor do desfile, em entrevista ao jornal local Kölner Stadt-Anzeiger. A alegoria, crítica bem-humorada às queimadas na Amazônia, deve produzir fumaça literalmente. “Nós trabalhamos com verdadeiras sacas de café e ainda instalamos um sistema de tubulação para que fumegue bastante”, acrescentou.

Essa não é a primeira vez que o presidente brasileiro é alvo do humor alemão. Em agosto, ele foi ridicularizado em horário nobre num programa humorístico transmitido pela principal rede de televisão pública da Alemanha, que criticou as políticas ambientais e agrícolas de Bolsonaro e chamou presidente de o “boçal de Ipanema’”.

UNIVERSIDADE BRASIL TERÁ QUE DEVOLVER DINHEIRO AOS IRMÃOS MACETÃO

O juiz da Vara Especial Cível e Criminal de Jales, Fernando Antonio de Lima, julgou procedente as duas ações impetradas pelos irmãos Macetão – o vereador Luiz Henrique Viotto e o ex-vereador André Ricardo Viotto – contra a Universidade Brasil.

Os dois irmãos, que frequentam o curso de Medicina da UniBrasil, no campus de Fernandópolis, foram à Justiça para requerer, entre outras coisas, a devolução de R$ 40 mil para cada um deles, referentes ao valor que, segundo eles, teria sido cobrado a mais nas mensalidades da Universidade, durante o terceiro e quarto semestres do curso.

Os dois irmãos já são formados em Fisioterapia e, por conta disso, estão dispensados de frequentar algumas matérias do curso de medicina – Anatomia, Histologia, Fisiologia, Embriologia e Patologia – mas, apesar de dispensados de tais matérias, tiveram que pagar integralmente a mensalidade cobrada pela Universidade, desde o início do curso.

Há duas semanas, o magistrado jalesense condenou a Universidade a devolver os valores cobrados a mais dos dois alunos. Os valores a serem restituídos deverão ser calculados somente por ocasião do cumprimento da sentença.

A Universidade ainda poderá recorrer ao Colégio Recursal. Ela está sendo defendida pelo escritório do ex-reitor da UniBrasil, Adib Abdouni, que foi defenestrado do cargo depois que a Justiça Federal de Jales determinou uma intervenção do MEC na Universidade.

COM SALÁRIO DE R$ 42 MIL, SUBPROCURADOR RECLAMA QUE ESTÁ GANHANDO POUCO

Deu na coluna do Guilherme Amado, na revista Época:

O subprocurador Nívio de Freitas Silva Filho reclamou diretamente a Augusto Aras de sua remuneração na PGR e se disse “muito preocupado” em ter condições para seguir no cargo.

Sua remuneração bruta geralmente é de R$ 42,2 mil. Em janeiro, com gratificação natalina, o valor chegou a R$ 74,9 mil.

A reclamação foi feita em uma reunião extraordinária do Conselho Superior do Ministério Público Federal em 29 novembro.

“Está nos afligindo, está muito difícil, os vencimentos já não chegam ao final do mês. É uma situação aflitiva. Há uma quebra de paridade. Confesso que estou ficando muito preocupado se tenho condições de me manter no exercício da minha função. Facilmente posso demonstrar para todos como é oneroso para mim o exercício do cargo de subprocurador-geral da República. Tenho que manter aqui residência, todas as despesas e me preocupo profundamente”, disse o subprocurador.

Ele foi o primeiro a falar na reunião, logo após a abertura dos trabalhos por Augusto Aras. 

REVISTA ISTOÉ, QUEM DIRIA, PEDE O IMPEACHMENT DE BOLSONARO

Deu na Fórum:

A revista IstoÉ vem dando sinais de que pretende desembarcar de vez do apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Conhecida por ser uma das principais referências do antipetismo, a publicação vem adotando um tom mais crítico com relação ao governo e deve ir às bancas no próximo final de semana com uma capa em que prega o impeachment do presidente.

“Basta!”, diz a chamada de uma versão de capa que foi antecipada e que circula nas redes sociais e em ferramentas de clipping na noite desta quarta-feira (19). Na imagem, Bolsonaro aparece fazendo uma “banana” com os braços.

“Ao fazer menções abjetas de conotação sexual contra a jornalista Patrícia Campos Mello, Bolsonaro volta a dar demonstrações inequívocas de que fere o decoro e a liturgia do cargo que ocupa. De acordo com a Constituição, o chefe de Estado já deu caudalosas razões para a abertura de processo de impeachment. Cabe agora aos demais poderes o papel e o dever de investigar e julgar a conduta do inquilino do Planalto”, diz o texto que acompanha a manchete.

Incoerentemente, no entanto, a mesma IstoÉ, em outubro de 2018, às vésperas do segundo turno das eleições, fez uma capa colocando o adversário de Bolsonaro, Fernando Haddad, como um “cavalo de Tróia”, em um claro apoio à eleição do presidente que agora critica.

GLOBO DESCOBRE AGORA QUE BOLSONARO É INIMIGO DA DEMOCRACIA

O jornal O Globo, que se vê como parte de uma dita “imprensa profissional” no Brasil, embora tenha apoiado os golpes de 1964 e 2016 no Brasil, descobriu agora que Jair Bolsonaro é uma ameaça à democracia.

“O ataque à imprensa profissional e as torpes agressões a Patrícia Campos Mello, jornalista da ‘Folha de S.Paulo’, são parte de um desejo autoritário de garrotear as instituições. Nada é por acaso. A radicalização avança com suporte nas redes, onde atuam milicianos digitais facilmente identificados. Trata-se de um fenômeno, de antes dos nossos tempos, em que autoritários já chegavam ao poder usando os canais da democracia — o voto, a representação popular — para destruir por dentro a própria democracia”, diz editorial publicado nesta quinta-feira.

O jornal também condena os ataques do general Augusto Heleno ao Congresso Nacional. “É neste ambiente que o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, aparece, gravado involuntariamente na manhã de terça, irritado com o que chama de ‘chantagens’ de parlamentares nas negociações sobre os vetos presidenciais à Lei de Diretrizes Orçamentárias. Depois, em uma reunião, Heleno conclamou o presidente a chamar o ‘povo às ruas’ contra o Congresso. Bolsonaro pediu calma ao ministro. Mas é ele que tem contribuído para este ambiente que já vinha polarizado. Quando o chefe sobe o tom, e até toma atitudes desqualificadas, a tropa acha que é sinal de avançar”, aponta o texto.

BOLSONARO DEIXA O BRASIL DESGOVERNADO, APONTA O JORNAL ESTADÃO

O jornal Estado de S. Paulo, que apoiou o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff e a prisão do ex-presidente Lula, agora vê o Brasil desgovernado sob Jair Bolsonaro.

“O destempero do presidente Jair Bolsonaro atingiu nesta semana um nível inaceitável para quem ocupa tão elevado cargo. Já não é mais possível dizer que o presidente está ‘testando os limites’ da democracia e do decoro, pois estes há muito tempo foram superados. O que aconteceu nos últimos dias é mais do que simplesmente uma reiteração da falta de moderação de Bolsonaro; trata-se de demonstração cabal da incapacidade do presidente de controlar a própria língua e, por extensão, o governo que chefia”, diz o texto do editorial desta quinta-feira.

“Quando um presidente dá indícios claros de que ignora, em todos os aspectos, a liturgia e o peso político e institucional de seu cargo, estamos diante de um desgoverno”, aponta ainda o editorial.

“Num governo em permanente autocombustão, os bombeiros infelizmente ainda terão muito trabalho, pois o próprio presidente Bolsonaro, desde sempre, quando se manifesta sobre qualquer assunto, costuma adicionar gasolina ao fogo. A confusão de seu governo é reflexo de uma profunda incompreensão acerca de seu papel como presidente. Governar não é ofender – seja a honra das pessoas, seja a inteligência alheia”, finaliza o editorialista.

MPF DENUNCIA DIRIGENTE DA UNIJALES POR FALSIDADE IDEOLÓGICA EM CUMPRIMENTO DE PENA

A notícia é da assessoria de Comunicação do MPF:

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou duas mulheres por uso de documentos ideologicamente falsos por quatro vezes. Maria Christina Soler e Adriana da Silva Valle são acusadas de falsificar relatórios informativos de cumprimento de penas de prestações de serviços à comunidade impostas a Maria Christina.

Condenada em duas ações penais por apropriação indébita da contribuição previdenciária de empregados da Unijales (antigo Inec – Instituição Noroestina de Educação e Cultura) entre julho de 1993 e janeiro de 2000, Maria Christina foi designada a prestar serviços junto à entidade Consórcio Intermunicipal de Direitos da Criança e do Adolescente do Noroeste Paulista (Coreca). A instituição, por sua vez, encaminhava à Justiça relatórios mensais do cumprimento das penas, assinados por Adriana, coordenadora da entidade, contendo as listas de presenças com a assinatura da apenada.

No entanto, informações obtidas pela Polícia Federal comprovaram que Maria Christina encontrava-se fora do país em pelo menos quatro datas que constam nos relatórios apresentados pelo Coreca.

Os delitos foram praticados em conjunto pelas duas denunciadas. Maria Christina assinava os relatórios de presença evidentemente sabendo da falsidade das informações, o que era do conhecimento também de Adriana, já que, como coordenadora do Coreca, era a responsável pelo acompanhamento e fiscalização do cumprimento das penas dos prestadores de serviços naquela entidade.

Informações prestadas por Adriana mostram um total descontrole por parte dos membros da entidade sobre a frequência de Maria Christina, que deveria cumprir oito horas semanais. Como a apenada já era voluntária da instituição antes da sentença e próxima da direção, obteve “tratamento diferenciado” dos demais condenados, mostrando um desrespeito à impessoalidade.

O MPF ofereceu acordo de não persecução penal a Adriana, condicionado à confissão formal e circunstanciada do crime, além do preenchimento de outros requisitos. O mesmo benefício não pode ser estendido a Maria Christina, em razão de seus antecedentes criminais.

Alteração da pena – Pelos motivos expostos, o MPF também solicitou a reconversão da pena restritiva de direitos – prestação de serviços à comunidade – em pena privativa de liberdade, bem como a declaração de nulidade de todos os relatórios apresentados pelo Coreca.

Também foi solicitada a exclusão do Coreca do rol de entidades cadastradas junto à Subseção Judiciária Federal de Jales para o recebimento de prestadores de serviços e verbas para desenvolvimento de projetos com valores provenientes das prestações pecuniárias oriundas das penas das sentenças criminais executadas pelo juízo federal.

Ao solicitar a exclusão da entidade, o Ministério Público Federal manifestou-se no seguinte sentido: “Não se ignora a importância dos trabalhos desenvolvidos pela instituição na região de Jales, tampouco é o caso de se generalizar a ponto de admitir que todos seus colaboradores participam ou concordam com as irregularidades detectadas. Porém, estes fatos demonstram que há sim sérios problemas de governança na instituição, que demandam atenção de seus mantenedores, os municípios consorciados. Não se descarta a possibilidade de, no futuro, após a demonstração da correção das irregularidades e o ajustamento de sua conduta, admiti-la novamente ao rol das entidades cadastradas perante este juízo.”

VEREADORES FORAM À ETEC AVERIGUAR FALTA DE MERENDA

Da assessoria de imprensa da Câmara:

Os vereadores Vanderley Vieira – Deley (PPS) e Bismark Kuwakino (PSDB) estiveram na manhã de hoje (19) na Etec (Escola Técnica Estadual Doutor José Luiz Viana Coutinho) de Jales para averiguar as queixas dos alunos e de seus tutores sobre a suspensão do fornecimento de merendas.

Segundo o diretor da Etec de Jales, Willians Pizolato, a Prefeitura, através de um convênio com o Governo do Estado, é responsável por fornecer as refeições e todos os anos, no mês de janeiro, faltam refeições para oferecer aos alunos: “Recebemos muitos alunos de fora, meninos que chegam às 6:30 horas e vão embora às 18:30 horas e eu não tenho o que dar para eles comerem hoje”.

O vereador Deley disse que vai cobrar uma solução para a regularização do fornecimento de refeições: “Vou pedir ao prefeito municipal de Jales se é possível incorporar a licitação da Etec às das outras escolas para que isso não aconteça em todo início de ano. Eu vi em anos anteriores alunos sem merenda e não quero presenciar isso novamente”.

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