PF FAZ NOVA APREENSÃO DE DOCUMENTOS NA UNIVERSIDADE BRASIL
A notícia é do Diário da Região:
A Polícia Federal de Jales voltou a fazer nova apreensão de documentos de alunos do curso de medicina na Universidade Brasil, na tarde desta segunda-feira, 9. A faculdade é investigada por suposto esquema de R$ 500 milhões em venda de vagas de curso, fraude na prova do Revalida, Prouni e Fies.
Segundo a PF, os policiais foram atrás de prontuários dos alunos, que estariam guardados em uma sala, que não tinha sido vistoriada na semana passada.
Os documentos apreendidos foram levados para a sede da PF em Jales onde vão passar por análise pericial.
O VAZAMENTO SELETIVO DE MORO (E DA GLOBO) PARA MANIPULAR OPINIÃO PÚBLICA CONTRA LULA E DILMA
A Lava Jato tinha 22 gravações de diálogos telefônicos Lula (grampos) e a maioria deles comprovava que o ex-presidente estava preocupado com o país e com a governabilidade de Dilma.
Em nenhum dos diálogos, Lula deixou transparecer que aceitou ser ministro de Dilma para fugir de Sérgio Moro. No entanto, o então juiz, em conluio com a Globo, divulgou apenas um telefonema, com a história do tal “Bessias”.
Como a divulgação foi feita de forma parcial e seletiva, justamente para manipular a opinião pública, o Supremo Tribunal Federal impediu a posse de Lula como chefe da Casa Civil e abriu as portas para o golpe de 2016 contra Dilma.
“Conversas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravadas pela Polícia Federal em 2016 e mantidas em sigilo desde então enfraquecem a tese usada pelo hoje ministro Sergio Moro para justificar a decisão mais controversa que ele tomou como juiz à frente da Lava Jato”, aponta reportagem da Folha em parceria com o Intercept, publicada ontem, domingo.
“Os diálogos, que incluem conversas de Lula com políticos, sindicalistas e o então vice-presidente Michel Temer (MDB), revelam que o petista disse a diferentes interlocutores naquele dia que relutou em aceitar o convite de Dilma para ser ministro e só o aceitou após sofrer pressões de aliados”.
“O ex-presidente só mencionou as investigações em curso uma vez, para orientar um dos seus advogados a dizer aos jornalistas que o procurassem que o único efeito da nomeação seria mudar seu caso de jurisdição, graças à garantia de foro especial para ministros no Supremo”, aponta ainda a reportagem.
O grampo ilegal de Moro foi divulgado pela Globo no dia 16 de março de 2016. Com base nas conversas divulgadas pelo ex-juiz, o ministro Gilmar Mendes, do STF, anulou a posse de Lula dois dias depois, em 18 de março. Com o aprofundamento da crise política, a Câmara aprovou a abertura do processo de impeachment em abril e afastou Dilma do cargo, lembra a reportagem.
O dado curioso é que a Globo – que deu enorme destaque ao vazamento do dia 16 de março de 2016, levando milhares de coxinhas a tentar invadir o Palácio do Planalto – não está divulgando a série de reportagens sobre as irregularidades (pra usar uma palavra mais leve) cometidas por Moro, Dallagnol e outros.
BOLSONARO MUDOU COMANDO DA POLÍCIA FEDERAL NO RIO PARA BRECAR INVESTIGAÇÕES SOBRE MILÍCIAS
Deu no Brasil 247, com informações do Valor Econômico:
Aparece o verdadeiro motivo da crise entre Jair Bolsonaro e o comando da PF no Rio, que teria levado à exoneração do delegado Ricardo Saad: um inquérito sobre as milícias e a lavagem de dinheiro. Há dois meses o inquérito chegou ao conhecimento de Bolsonaro, que teria ficado furioso. A crise ainda poder levar à queda do diretor -geral do órgão, Maurício Valeixo. A informação é do jornalista André Guilherme Vieira, no Valor Econômico.
“A PF chegou aos milicianos ao descobrir que um grupo estaria achacando doleiros investigados por lavagem de dinheiro. Apesar de mantida sob discrição, a notícia sobre a investigação teria sido transmitida ao Palácio do Planalto por policiais federais próximos de Bolsonaro”, informou o jornalista.
A notícia acendeu o sinal vermelho no clã. As relações entre os Bolsonaro e o ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do “Escritório do Crime”, no Rio, são antigas e conhecidas. Sua ex-mulher e mãe trabalharam no gabinete da Assembleia Legislativa do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). A mãe do miliciano participava do esquema de “rachadinha” de funcionários coordenado pelo ex-assessor Fabrício Queiroz.
Informado sobre o perfil técnico de Ricardo Saadi – que é especialista no combate a crimes financeiros e organizações criminosas -, Bolsonaro passou a dizer publicamente que o superintendente precisava ser trocado por “problemas de produtividade”. Saadi terminou exonerado no dia 30 de agosto.
A saída de Ricardo Saadi da PF do Rio marcou o início da crise do ministro Sergio Moro. A iniciativa para deixar a base fluminense da corporação foi do próprio Saadi. Mas acabou antecipada em ao menos quatro meses por decisão de Bolsonaro, alarmado com o rumo das investigações.
RAQUEL DODGE PARALISOU INVESTIGAÇÕES SOBRE FAMÍLIA BOLSONARO PARA TENTAR SEGUNDO MANDATO
Do DCM, com informações da Folha de S.Paulo:
A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, segurou por mais de 120 dias investigações sobre supostas funcionárias-fantasma da família de Jair Bolsonaro (PSL), enquanto tentava garantir um segundo mandato como chefe do Ministério Público Federal.
A indicação do titular da PGR é feita pelo próprio presidente. Os papéis só foram desengavetados e enviados de volta à primeira instância na terça-feira passada (3), depois do nome de Dodge ter perdido força na disputa. As informações são do jornal Folha de São Paulo.
Um dos casos investigados é o de Nathalia Queiroz, que trabalhou no gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, em Brasília, entre dezembro de 2016 e outubro de 2018. Ao mesmo tempo, atuou como personal trainer no Rio de Janeiro.
Ela é filha de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL) que se tornou o centro das investigações contra o filho do presidente após serem identificadas movimentações milionárias em sua conta.
PF INVESTIGA MÉDICO DE JALES QUE TERIA COMPRADO VAGA PARA FILHO NO CURSO DE MEDICINA DA UB
Segundo notícia do portal Região Noroeste, um médico de Jales – J.F.Q. – estaria sendo investigado pela Polícia Federal, sob suspeita de ter comprado uma vaga para o filho no curso de medicina da Universidade Brasil, de Fernandópolis. A Universidade, como se sabe, foi alvo da operação Vagatomia, que, além da compra de vagas, apura fraudes contra o FIES e o PROUNI.
O médico, que atende em uma clínica no centro de Jales, teria emitido dois cheques – um no valor de R$ 15 mil e outro no valor de R$ 65 mil – como forma de pagamento pela vaga do filho. O rapaz, que acabou obtendo vaga no curso, ficou classificado na posição 618 no vestibular deste ano da UB, que oferecia apenas 205 vagas.
De acordo com o Região Noroeste, o médico – através de mensagens via WhatsApp – negou a compra da vaga para o filho, cujo nome não foi divulgado. No entanto, gravações mostram que dois homens entram na clínica do médico para receber dois cheques como forma de pagamento pela vaga.
A notícia diz, ainda, que as informações sobre o caso são da Polícia Federal de Jales.
Em tempo: abaixo, reportagem sobre o assunto, exibida ontem pelo Fantástico:
BANDIDOS QUE ASSALTARAM FAZENDEIRO EM NAVIRAÍ(MS) SÃO PRESOS EM JALES
A notícia está pendurada no portal Midiamax:
Sete suspeitos foram presos após renderem e manterem refém a família de um fazendeiro na madrugada deste sábado (7) em Naviraí, 360 km de Campo Grande. Os bandidos deixaram quase R$ 500 mil de prejuízo para a vítima e três dos integrantes vieram do Ceará para cometer o crime. Eles foram presos em Jales (SP).
Conforme informações da Polícia Civil, a família foi rendida por volta das 4h30 e um dos bandidos estava armado com revólver. A vítima, um fazendeiro que não teve a idade informada, chegou a entrar em luta corporal com um dos suspeitos e acabou sendo ferido com coronhadas na cabeça.
Os suspeitos foram carregando joias, dinheiro, cheques e uma caminhonete SW4, que usaram para fugir. Após a fuga da quadrilha, a família conseguiu comunicar a polícia.
O SIG (Setor de Investigações Gerais) da 1ª DP de Naviraí identificaram inicialmente quatro envolvidos no crime. Dois tinham a função de cuidar da polícia durante o roubo, enquanto os outros dois “estudaram” a rotina da família para fazer os levantamentos.
As investigações também apontaram que três dos suspeitos eram do Ceará e haviam alugado um táxi para ir para o Nordeste. Em parceria com a polícia de São Paulo, o trio foi preso em Jales, interior de SP. Parte dos bens roubados foram recuperados pelo polícia.









