LEVY FIDELIX, QUE PRETENDIA SER PRESIDENTE DA CÂMARA FEDERAL, NÃO SE ELEGEU

O homem do aerotrem e do aparelho excretor pretendia ser o presidente da Câmara Federal, com o apoio do “vice-coiso”, general Mourão. Esqueceu-se, porém, de combinar com os russos. 

Presidente do PRTB, Levy Fidelix não conseguiu surfar na popularidade de Jair Bolsonaro (PSL). O PRTB abriga general Hamilton Mourão, o candidato a vice na chapa do militar.

Fidelix disputava uma vaga como deputado federal. Recebeu 32.113 votos, mas não conseguiu se eleger.

Com 66 anos, Fidelix concorria pela 8ª vez a um cargo eletivo. Duas foram para a Presidência da República. Nunca foi eleito.

PT E PSL TERÃO AS MAIORES BANCADAS NA CÂMARA FEDERAL EM 2019

A notícia é do Poder360:

Os dois partidos que terão candidatos disputando a Presidência no 2º turno também serão donos das maiores bancadas na Câmara dos Deputados a partir de 2019. PT e PSL elegeram mais de 50 deputados cada e serão as siglas com mais força na Casa.

Na projeção das bancadas, o PT terá 56 deputados e o partido de Bolsonaro, 52. O cálculo das bancadas ainda não tem o número final, pois alguns Estados não oficializaram a distribuição das cadeiras conforme as regras do quociente eleitoral.

MDB e PSDB despontam como os maiores perdedores em relação à última eleição, em 2014. O partido do presidente Michel Temer deve eleger 33 deputados –metade dos congressistas que teve há 4 anos. O PSDB elegeu 54 deputados em 2014 e deve ter apenas 29 representantes na Casa a partir do ano que vem.

A grande novidade das eleições para a Câmara em 2018 é a instalação da cláusula de desempenho, que reduzirá número de partidos com funcionamento pleno no Congresso.

CLÁSULA DE DESEMPENHO:

Um dos desafios dos partidos neste ano é atingir a cláusula de desempenho para ter direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019.

Só terá direito a sigla que cumprir ao menos um destes requisitos:

A) receber ao menos 1,5% dos votos válidos distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da Federação (9 estados), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma delas;

b) eleger pelo menos 9 deputados federais, distribuídos em no mínimo de 9 unidades da Federação.

Em 2022, a cláusula de desempenho sobe para 2% dos votos em todo o país.

EM 2022, FIM DAS COLIGAÇÕES:

Na próxima eleição para o Congresso, não serão mais permitidas as coligações em eleições proporcionais (deputados). Ou seja, cada partido terá de disputar sozinho, apenas com seus candidatos, as vagas em Assembleias Legislativas (nos Estados), Câmra Distrital (em Brasília) e Câmara dos Deputados.

PSDB PAULISTA PERDEU MAIS DA METADE DE SUA BANCADA NA CÂMARA FEDERAL

O PSL é o partido que elegeu mais parlamentares na bancada de São Paulo na Câmara Federal, com 09 representantes, entre eles a jornalista Joice Hasselmann, o ator pornô Alexandre Frota e o herdeiro da família imperial brasileira Luiz Philippe O. Bragança.

Eduardo Bolsonaro, o filho do “coiso”, que foi eleito em 2014 com 82,2 mil votos, dessa vez alcançou mais de 1,8 milhão de votos, numa prova irrefutável de que o povo paulista realmente sabe o que quer. 

O PT ficou logo atrás, com 08 representantes paulistas na Câmara, dois a menos que os 10 eleitos em 2014. Já o PSDB emagreceu bem mais: em 2014, os eleitores paulistas elegeram 14 tucanos para a Câmara Federal, enquanto agora em 2018 apenas 06 tucanos foram eleitos pelos paulistas.

O DEM cresceu, passando de 04 deputados em 2014, para 05 eleitos em 2018. E o MDB, que, em 2014, fez apenas 02 deputados federais por São Paulo, dessa vez elegeu 03.

Abaixo, a relação completa dos 70 deputados federais eleitos por São Paulo:

Eduardo Bolsonaro (PSL) –  1.814.443 (8,75%)
Joice Hasselmann (PSL) 1.030.293 (5,14%)
Celso Russomanno (PRB) 497.370 (2,48%)
Kim Kataguiri (DEM) 442.875 (2,21%)
Tiririca (PR) 431.215 (2,15%)
Tabata Amaral (PDT) 253.145 (1,26%)
Policial Katia Sastre (PR) 252.531 (1,26%)
Sâmia Bomfim (Psol) 240.576 (1,20%)
Pastor Marco Feliciano (Podemos) 226.729 (1,13%)

Capitão Augusto (PR) 224.573 (1,12%)
Baleia Rossi (MDB) 202.365 (1,01%)
Vinicius Poit (Novo) 198.378 (0,99%)
Luiza Erundina (Psol) 172.126 (0,86%)
Renata Abreu (Podemos) 155.417 (0,78%)
Rui Falcão (PT) 154.186 (0,77%)
Ivan Valente (Psol) 148.750 (0,74%)
Alexandre Frota (PSL) 147.967 (0,74%)
Marcos Pereira (PRB)  133.406 (0,67%)
Carlos Zarattini (PT) 130.719 (0,65%)
Arnaldo Jardim (PPS) 129.533 (0,65%)
Marco Bertaiolli (PSD) 126.698 (0,63%)
Guilherme Mussi (PP) 126.349 (0,63%)
Marcio Alvino (PR) 124.193 (0,62%)
Alex Manente (PPS) 124.139 (0,62%)
Nilto Tatto (PT) 121.208 (0,60%)
Carlos Sampaio (PSDB) 121.179 (0,60%)

Ricardo Izar (PP) 119.715 (0,60%)
Fausto Pinato (PP) 117.089 (0,58%)
Alexandre Leite (DEM) 113.890 (0,57%)
Tenente Derrite (PP) 113.680 (0,57%)
Cezinha de Madureira (PSD) 113.485 (0,57%)
Luiz Philippe O. Bragança (PSL) 112.778 (0,56%)
Vitor Lippi (PSDB) 110.447 (0,55%)
Paulo Freire Costa (PR) 102.985 (0,51%)
Enrico Misasi (PV) 102.682 (0,51%)
Samuel Moreira (PSDB) 100.211 (0,50%)
Rodrigo Agostinho (PSB) 100.013 (0,50%)
Vanderlei Macris (PSDB) 99.558 (0,50%)
Jefferson Campos (PSB) 95.442 (0,48%)
David Soares (DEM) 94.666 (0,47%)
Bruna Furlan (PSDB) 93.997 (0,47%)
Coronel Tadeu (PSL) 93.809 (0,47%)
Miguel Lombardi (PR) 91.955 (0,46%)
Vinicius Carvalho (PRB) 89.214 (0,45%)

Geninho Zuliani (DEM) 88.433 (0,44%)
Rosana Valle (PSB) 87.928 (0,44%)
Eli Corrêa Filho (DEM) 86.936 (0,43%)
Gilberto Nascimento (PSC) 85.496 (0,43%)
Eduardo Cury (PSDB) 85.259 (0,43%)
Alexandre Padilha (PT) 83.500 (0,42%)
Professor Luiz Flávio Gomes (PSB) 83.319 (0,42%)
Arlindo Chinaglia (PT) 83.136 (0,41%)
Roberto Alves (PRB) 78.063 (0,39%)
Paulo Teixeira (PT) 76.615 (0,38%)
Carla Zambelli (PSL) 72.997 (0,36%)
Luiz Carlos Motta (PR) 72.342 (0,36%)
Milton Vieira (PRB) 71.924 (0,36%)
Paulinho da Força (SD) 70.780 (0,35%)
Maria Rosas (PRB) 70.649 (0,35%)

General Peternelli (PSL) 70.581 (0,35%)
Junior Bozzella (PSL) 70.123 (0,35%)
Vicentinho (PT) 68.629 (0,34%)
Abou Anni (PSL) 67.432 (0,34%)
Alencar Santana (PT) 63.285 (0,32%)
Adriana Ventura (Novo) 61.851 (0,31%)
Orlando Silva (PCdoB) 61.296 (0,31%)
Roberto de Lucena (Podemos) 52.285 (0,26%)
Ricardo Nunes (MDB) 46.640 (0,23%)
Douglas Belchior (Psol)  44.485 (0,22%)
Alexis (Novo) 44.728 (0,22%)

JORNAL DE JALES: BAFÔMETRO NA CÂMARA… ATÉ AS CRIANÇAS DA PRÉ-ESCOLA SABEM QUEM CHEGA BÊBADO PARA SESSÕES

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, que destaca as eleições de hoje em Jales e região. Matéria do jornal diz que, depois da criação da 427ª Zona Eleitoral de Urânia, a Comarca de Jales ficou com apenas três municípios que, no total, possuem 42.992 eleitores distribuídos em 133 seções eleitorais, sendo 06 em Dirce Reis, 11 em Pontalinda e 116 em Jales. O jornal alerta que, para votar, não é necessário levar o título de eleitor, bastando apresentar um documento oficial com foto. Também não está sendo exigida a biometria, que, na região, estará valendo somente a partir das eleições de 2020.

Destaque, igualmente, para o trabalho da Polícia Rodoviária Estadual que, no domingo passado, 30, realizou mais uma grande apreensão de maconha na região. No total, foram apreendidos 300 quilos da droga, sendo que uma parte foi apreendida em local próximo ao trevo de Populina, depois de uma perseguição policial que começou em Jales. A outra parte foi apreendida em Iturama(MG), quando o dono do veículo que fazia parte do mesmo grupo interpelado pela polícia em Populina, tentou fugir embrenhando-se em um canavial.

O polêmico projeto que pretende punir os vereadores que comparecerem bêbados às sessões da Câmara; a apreensão de material de propaganda política com informações falsas, em Jales e Urânia; o início, pra valer, da cobrança de tarifa na Zona Azul de Jales, agora com sistema eletrônico de estacionamento rotativo; a entrega das primeiras 210 moradias populares do Residencial Nova Jales 2; e a festa de rua para as crianças de Jales, que está sendo preparada pela Associação Comercial (ACIJ) para a próxima quinta-feira, no centro da cidade, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta a história do bafômetro na Câmara e diz que “até as criancinhas da pré-escola sabem quem chega ‘chapado’ para participar das sessões”. O colunista comenta, também, a repercussão do artigo do ex-vereador Rivelino Rodrigues com críticas ao bispo dom Reginaldo Andrietta, e ressalta que, na edição deste domingo, o JJ está publicando dois textos de pessoas – a jornalista Ayne Regina Gonçalves e o corretor de seguros Ademar Bocalon Rodrigues – que, ao contrário de Rivelino, concordam com a linha de pensamento do bispo.  

JAMELÃO E ALCIONE – “NUNCA / VINGANÇA”

O carioca José Bispo Clementino dos Santos (1913-2008), o Jamelão, começou sua carreira cantando em gafieiras do Rio de Janeiro, ficando conhecido como cantor de samba. Mangueirense, ele foi o principal puxador de samba da Verde e Rosa durante 54 carnavais, de 1952 a 2006.

Mas não foi só por conta do samba e da Mangueira que Jamelão ficou conhecido. Ele sabia cantar também a melancolia, ficando conhecido como o principal intérprete da “dor de cotovelo” do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues (1914-1974). Por sinal, Lupi (ao lado) – que escrevia canções inspirado em suas experiências amorosas – tinha Jamelão como seu cantor preferido.

No vídeo abaixo, Jamelão canta com Alcione – outra mangueirense – dois dos maiores clássicos de Lupicínio: “Vingança” e “Nunca”. As duas músicas foram inspiradas na mesma mulher – Mercedes, conhecida como dona Carioca – que viveu seis anos com o compositor.

Certa vez, ao voltar de uma viagem, Lupicínio descobriu que Mercedes tentou traí-lo com um rapazote de 17 anos. A traição só não foi consumada porque o garoto, com medo de Lupicínio, pulou fora da empreitada. E foi o próprio rapaz quem contou a Lupicínio a tentativa de traição, mostrando a ele, como prova, um bilhete escrito pela mulher, propondo um encontro.

Lupicínio não falou nada para a mulher. Apenas chegou em casa, arrumou a mala, apanhou a escova de dentes, despediu-se do cachorro e se mandou. Dias depois ficou sabendo por amigos que Mercedes se encontrava bêbada, em um bar, perguntando por ele. Aí nasceu “Vingança”, em 1951.

Mais algum tempo e Lupicínio tomou conhecimento de que Mercedes andava  visitando alguns babalorixás de Porto Alegre, aos quais ela pedia “trabalhos” visando fazer as pazes e reatar o caso com o compositor. E aí nasceu “Nunca”, em 1952, que se tornou o maior sucesso da carreira da cantora Linda Batista.

Eis o vídeo:

MINISTRA ROSA WEBER DIZ QUE EX-PREFEITA NICE TEM DIREITO A RECEBER FÉRIAS E DÉCIMO-TERCEIRO

Como os prezados leitores já sabem, a ex-prefeita Nice Mistilides ingressou, em janeiro deste ano, com duas ações de cobrança contra a Prefeitura de Jales, num total de R$ 56,4 mil, por conta de alguns direitos sociais que o general Mourão quer dar um fim.

Numa ação, a ex-prefeita está cobrando R$ 24,2 mil referente ao 13º salário, que ela alega não ter recebido durante os pouco mais de dois anos em que, de forma notável, administrou a cidade. Noutra, ela está cobrando R$ 32,3 mil referentes ao terço (1/3) de férias.

As duas ações foram julgadas procedentes, tanto pelo Juizado Especial Cível e Criminal (1ª instância), quanto pelo Colégio Recursal de Jales (2ª instância), e foram parar no Supremo Tribunal Federal (STF), onde a Prefeitura, depois de perder apelo no TJ-SP, protocolou dois Recursos Extraordinários para tentar evitar o pagamento.

Um desses recursos já foi julgado e a má notícia é que a Prefeitura perdeu novamente. Coube à ministra Rosa Weber botar um sorriso no rosto de Nice, como o da foto. Em sua decisão, a ministra registrou que, de acordo com jurisprudência do STF, não é incompatível com a Constituição Federal o pagamento de terço de férias e décimo terceiro salário a agente público detentor de mandato eletivo remunerado por subsídio, independentemente de lei municipal”.

O outro recurso tramita no gabinete do decano Celso de Mello. O ministro ainda não deu sua suprema opinião sobre o caso, mas o melhor que a Prefeitura poderia fazer, a essa altura, era já ir – sem trocadilho, pelo amor de Deus! – se preparando para desembolsar os caraminguás cobrados pela ex-prefeita.

Em tempo: o ex-prefeito de Urânia, Francisco Airton Saracuza, também recorreu à Justiça para cobrar R$ 95 mil relativos a férias e décimo-terceiro. Na primeira instância, o juiz de Urânia julgou a ação improcedente por achar que o pagamento desses benefícios dependem de lei municipal. Saracuza, porém, já recorreu e, como se vê, a chances dele virar o jogo são consideráveis.

A TRIBUNA: LUÍS ESPECIATO DIZ QUE EX-VEREADOR RIVELINO FOI DESELEGANTE E DESRESPEITOSO COM BISPO DOM REGINALDO

No jornal A Tribuna deste final de semana, mais um capítulo da saga enfrentada pelo ex-prefeito Humberto Parini, de quem o Tribunal de Contas da União (TCU) está cobrando a devolução da bagatela de R$ 1,4 milhão ao Ministério do Turismo. A duplicata está chegando agora, mas a encrenca é antiga e diz respeito à Facip 2009. Naquele ano, a Prefeitura de Jales – com a intermediação dos deputados Vadão Gomes e Celso Russomano – assinou um convênio com o Ministério do Turismo, que repassou R$ 600 mil para realização da Facip. O TCU diz que encontrou uma série de irregularidades na prestação de contas e responsabilizou o ex-prefeito.

Destaque, também, para matéria do repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, onde a Câmara Municipal, depois de alguma polêmica, está desmentindo a compra de bafômetros para medir as condições etílicas de vereadores durante as sessões. A compra do aparelho foi descartada, mas a punição a vereador que comparecer às sessões sob efeito de álcool – ou seja, embriagado – pode ser aprovada nos próximos dias. Projeto nesse sentido já foi assinado por sete vereadores.

As dicas sobre eleição para quem vai votar nesse domingo nas zonas eleitorais de Jales (152ª) e Urânia (427ª); os locais de votação nos nove municípios  vinculados às duas zonas eleitorais; a apreensão, pela Polícia Federal de Jales, de “santinhos” com propaganda eleitoral ilegal; a entrega, pela Coelho Engenharia e pela Cooperativa dos Comerciários, de mais 210 casas populares do conjunto Nova Jales; a retomada, nesta semana, do recapeamento asfáltico em várias ruas da cidade; e o início da cobrança de tarifa na nova Zona Azul, que está previsto para a segunda-feira, 08, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, a informação de que a Sindicância aberta na Prefeitura para apurar os malfeitos da ex-tesoureira Érica já ouviu 41 pessoas e está sendo prorrogada por mais 30 dias. Na página de opinião, o bispo emérito, dom Demétrio Valentini, escreve sobre o que nos espera depois das eleições, enquanto o ex-vereador Luís Especiato, em artigo, critica o que ele chamou de deselegância do também ex-vereador Rivelino Rodrigues que, na semana anterior, distribuiu críticas ao PT, ao Lula, ao bispo dom Reginaldo e ao papa. No caderno social, destaque, mais uma vez, para a coluna do Douglas Zílio.

PREFEITURA ABRE LICITAÇÃO PARA ASFALTAMENTO DE QUATRO RUAS NO CONJUNTO “JOÃO COLODETTI”

O Diário Oficial deste sábado registra a abertura da licitação – uma concorrência – para “execução de pavimentação asfáltica, calçamento, sarjetões e sinalização viária em diversas ruas do Conjunto Habitacional João Batista Colodetti”.

Onde se lê diversas ruas, entenda-se quatro ruas. A rua “Ramila Lima Rosa” – da foto acima – é uma delas. As outras três são as ruas “Américo Alves de Assis”, “Zenaura Camilo de Sá” e “João Bernardes Ferreira”, todas localizadas no inacabado conjunto “João Colodetti”.

O “João Colodetti”, para quem não se lembra, foi iniciado no primeiro mandato do ex-prefeito Parini e previa a construção – em regime de mutirão – de 120 casas para famílias de baixa renda. Depois de muita coisa obscura, o número de casas baixou para 60 e, mais tarde, para menos de 30. Algumas das casas não foram concluídas e encontram-se abandonadas até hoje. Outras, foram invadidas antes de ficarem prontas.

Voltando à pavimentação das quatro ruas do bairro batizado com o nome do saudoso pai do ex-vereador Elizier de Oliveira Colodetti, o Tié, convém ressaltar que o dinheiro para as obras virá do governo estadual, através de convênio assinado pelo prefeito Flá Prandi em julho deste ano, no valor de R$ 450 mil.

FARRA NO TESOURO: GILMAR MENDES NEGA HABEAS CORPUS PARA DONO DA BETO CALÇADOS

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) indeferiu o pedido de extensão da decisão liminar que soltou Marlon Fernando Brandt, o cunhado da ex-tesoureira Érica Cristina Carpi. O pedido de extensão foi feito pela defesa do ex-marido de Érica, Roberto Santos Oliveira, o Beto, que pretendia pegar uma carona na liminar concedida a Marlon. 

No pedido, a defesa de Beto, que está sendo feita pelo advogado Luiz Fernando de Paula, argumentou a chamada “similitude fática” da prisão de seu cliente com a prisão de Marlon e requereu, em nome de Beto, o mesmo tratamento dado por Gilmar a Marlon, que foi beneficiado por um habeas corpus.

Gilmar, no entanto, não concordou com a tese da “similitude fática”. Para o ministro, “o caso do requerente (Beto) não se assemelha ao do paciente Marlon”, embora ambos tenham sido alvos da mesma operação. Gilmar alegou que, ao conceder o habeas corpus a Marlon, levou em consideração não apenas a falta de fundamentação da prisão, mas também a menor participação do mesmo no crime.

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