A notícia é da Secretaria Municipal de Comunicação:
O prefeito Pedro Manoel Callado Moraes recebeu em seu gabinete, na tarde de sexta-feira (18/03) o engenheiro Fernando Pacca e os empresários Jamil Buchala e José Pedro Venturini, da BVLX Empreendimentos.
O objetivo foi à apresentação do projeto de um novo loteamento, o Loteamento Bella Vista, que será implantado em Jales nos próximos meses, próximo ao local onde será instalada a Cidade Judiciária.
Callado se colocou à disposição para a viabilização do novo empreendimento e agradeceu empresários por acreditarem no potencial de Jales.
A reunião foi acompanhada pelo secretário municipal de Obras, Serviços Públicos e Habitação, Manoel Andreo de Aro, e pelo secretário municipal de Planejamento e Trânsito, José Magalhães.
Não é só o nosso prefeito Pedro Callado que está enxergando coisas estranhas no comportamento da grande imprensa. Vejam o que a Mônica Iozzi disse ao F5:
A atriz da Globo Monica Iozzi voltou a criticar nesta segunda-feira, 21, a parcialidade da midia brasileira ao propagar o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e incitar a intolerância política.
“A imprensa tem que divulgar da mesma maneira as acusações sofridas pelo PT, PSDB, PMDB e outros. O que não acontece. Não sou petista, mas também não sou cega”, afirmou Mônica à coluna F5, da Folha de S. Paulo. Para a atriz o “debate raso e tendencioso que vem alimentando a atual atmosfera de ódio, preconceito e intolerância no país”.
Monica Iozzi participou ao lado de Letícia Sabatella e Daniel Dantas, de um “vídeo-convite” para a manifestação “contra o golpe” da última sexta (18). “Precisamos parar com esse comportamento de torcidas organizada. O país parece estar dividido entre “petralhas” e “coxinhas”. Ela diz que gravou o vídeo como um convite à discussão e destaca o caráter apartidário do ato. “A ideia não é abonar as ações do PT, mas cobrar que todos os partidos sejam investigados e julgados de maneira imparcial e justa”.
Sobre a crítica que fez aos brasileiros que “se informam apenas pelas manchetes do Jornal Nacional”, a atriz afirma ter mencionado o telejornal por ser o de maior audiência no país. “Minha intenção com aquele post foi questionar como as pessoas se informam. Não sejamos ingênuos, não existe imparcialidade na imprensa”.
O primeiro homicídio ocorrido em Jales este ano, aconteceu nesta madrugada de segunda-feira (21/03/16) em Jales na Rua Rubião Meira, sentido ao Bairro Roque Viola. Segundo consta do Boletim de Ocorrência, a vítima Marcos Antônio Espósito Farinelli (50 anos), foi morto possivelmente por pauladas na cabeça por autor ainda desconhecido. A polícia Civil já investiga o caso.
A Spiegel, maior revista alemã, publicou um artigo sobre o cenário político brasileiro em que aponta um “golpe frio” contra o governo da presidente Dilma Rousseff, articulado por parte da oposição, da Justiça e com apoio da TV Globo. O texto afirma também que o “ambicioso” juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, tem como “evidente objetivo central” colocar o ex-presidente Lula “atrás das grades”.
“Pela primeira vez, desde o fim da ditadura militar em meados dos anos 80, o maior país da América Latina se vê diante de uma iminente profunda crise institucional que pode destruir todos os progressos conquistados nos últimos 30 anos. Parte da oposição e da Justiça age, juntamente com a maior empresa de telecomunicações TV Globo, para estimular uma verdadeira caça às bruxas que tem como alvo o ex-presidente Lula”, diz trecho.
Abaixo, mais um trecho do artigo traduzido pelo doutor em História, Pedro Muños:
Sérgio Moro, ambicioso juiz de Curitiba, Sul do Brasil, persegue um evidente objetivo central: colocar o ex-presidente atrás da grades. Moro dirige as investigações do escândalo de corrupção sobre a empresa semi-estatal petrolífera Petrobras, no qual centenas de empresários, lobistas e políticos estão implicados, entre eles vários membros do alto escalão do partido de Lula, o Partido dos Trabalhadores.
Como num furacão, o juiz Moro varreu a elite política e econômica. Ele revelou desvios da ordem de bilhões de Reais. Mais de cem suspeitos estão na cadeia e, a maior parte, sem estarem ainda condenados. Muitos brasileiros celebram, por isso, o juiz como um verdadeiro herói nacional.
FRACOS INDÍCIOS
Porém, nos últimos meses os sucessos de Moro lhe subiram a cabeça. O juiz faz política, que não é a sua função. A quebra de sigilo das escutas telefônicas entre Lula e a presidente Rousseff, poucas horas depois da nomeação de Lula como Ministro, perseguiu fins políticos e fez com que o juiz fosse questionado, para pelo menos dar explicações.
Até o momento, Moro não foi bem sucedido na elaboração de sua acusação contra Lula, embora dezenas de promotores e policiais federais em Curitiba já há meses realizam uma devassa nas finanças e relações pessoais do ex-presidente. Os indícios são ainda frágeis.
Lula não tem milhões em contas na Suíça, como o poderoso presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que foi acusado por corrupção e lavagem de dinheiro e chamado de criminoso por um juiz da Suprema Corte. Mas, isso não o fez deixar a presidência e não o impediu de ter o controle sobre a comissão responsável pelo Impeachment da presidente.
Nessa referida comissão, possui lugar o ex-governador de São Paulo, Paulo Maluf, que foi condenado na França por corrupção, mas que não será entregue pelas autoridades brasileiras, pois é deputado federal.
Essas são as figuras responsáveis por dar a palavra sobre a deposição da presidente, que não teve até agora nenhuma culpa revelada, minando a legitimidade de todo o processo.
À reboque de Lula, adverte-se um golpe frio sobre a democracia brasileira. Há grandes motivos para se preocupar.
Um amigo enviou a foto acima que mostra uma espécie de “sarjetão” construído por moradores em uma esquina do Jardim Renascer. O bairro Renascer fica entre o Jardim Municipal e o conjunto Nelzia Stelutti, nas proximidades do recinto da Facip
Segundo me foi explicado, os moradores vinham reivindicando a melhoria há anos e, cansados de esperar, resolveram se juntar, comprar o material e colocar a mão na massa.
É lamentável que pagadores de impostos tenham que se cotizar para resolver um problema que caberia à nossa Prefeitura dar conta. Infelizmente, não é a primeira vez. Em 2012, na administração Parini, moradores da Vila União tiveram que se unir para reconstruir dois quebra-molas que estavam totalmente destruídos pela ação do tempo.
Quinta, um dia antes das manifestações pró-Lula e Dilma, uma carioca levou esta cachorrinha vira-lata com um lencinho vermelho no pescoço, na pracinha do Bairro Peixoto, no Rio. Foi hostilizada aos gritos de petralha.
No mesmo dia, o tempo fechou no Bar do Elias, no Centro do Rio. Uma discussão política terminou com publicitário, pró-Sérgio Moro, sendo empurrado por um servidor da Câmara de Vereadores, que fica perto.
Ancelmo não vai dizer, é claro, mas boa parte dessas cenas de intolerância se deve à campanha do ódio liderada pela Rede Globo. Que, por sinal, já começa a colher o que plantou, como mostra o vídeo abaixo:
O juiz substituto da Vara Federal de Jales, Érico Antonini, decretou a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito Humberto Parini, do ex-deputado federal Etivaldo Vadão Gomes, e de outros 07 réus envolvidos em contratações irregulares. No total, a indisponibilidade é de R$ 10 milhões.
No caso do ex-prefeito Parini, a indisponibilidade de bens alcança a considerável cifra de R$ 5,1 milhões. Já os bens do ex-deputado Vadão Gomes estão bloqueados até o montante de R$ 1,6 milhão. Os outros R$ 3,3 milhões estão divididos entre os demais 07 réus.
Parini e os donos de algumas empresas foram denunciados por conta da contratação de artistas, com dispensa irregular de licitação, para festas patrocinadas com recursos do Ministério do Turismo, entre os anos de 2008 e 2010. Já o deputado Vadão é acusado de propaganda eleitoral indevida durante a Facip 2010.
As contratações que estão sendo contestadas pelo Ministério Público Federal foram feitas para a FACIP 2009 e 2010 (R$ 960 mil), o Arraial na Praça de 2008/2009 e 2010, promovido pela Antena 102 (R$ 496,5 mil), a Festa da Uva de 2009 (R$ 105 mil) e a Festa do Motorista de 2009 (R$ 160 mil).
No total, os convênios assinados com o Ministério do Turismo chegaram a R$ 1,7 milhão, mas nem todo esse dinheiro foi utilizado na contratação de artistas. Parte dele foi investido na publicidade dos eventos e na contratação do palco e som para os shows.
Pelo visto, as coisas não andam muito calmas lá pelos lados de Vitória Brasil. Como mostra a foto acima, uma das entradas da Prefeitura daquele município amanheceu ontem, 20, enfeitada com a imitação de um caixão de defuntos, como forma de protesto contra a administração da prefeita Ana Lúcia Olhier Módulo(PSDB).
Como se sabe, nosso progressista ex-distrito fez aniversário no sábado, 19. Como parte das comemorações pela efeméride, a prefeita marcou, para o domingo, uma cavalgada pelas ruas da cidade e, aparentemente, desagradou seus críticos.
Segundo fontes, um dos motivos do protesto seria o fato de a prefeita estar gastando dinheiro público com a tal cavalgada, depois de ter deixado de distribuir cestas de Natal a algumas famílias carentes, no final do ano passado, sob a alegação de falta de dinheiro.
Após os comentários de Cláudio Botelho sobre Lula e a presidente Dilma durante apresentação do musical sobre sua obra em Belo Horizonte, Chico Buarque decidiu que não dará mais autorização para que o ator e diretor use suas canções neste ou em qualquer outro espetáculo.
Depois de um comentário de Cláudio Botelho, em cena, sugerindo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e chamando a presidente Dilma Rousseff de “ladra”, a primeira sessão do espetáculo “Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos”, na noite de sábado (19/3), foi suspensa, aos gritos de “Não vai ter golpe!”, proferidos por uma parcela do público.
Apesar de não ter se manifestado oficialmente, a informação sobre a reação do cantor e compositor carioca foi repassada via sua assessoria de imprensa que ainda acrescentou: “Chico não deve dar nenhuma declaração, mas pode registrar que ele reagiu primeiro com espanto e depois com grande desagrado ao saber da postura do ator”, declarou ao Estado de Minas, o assessor do artista, o jornalista Mario Canivello.
Na internet, vários fãs do autor de A banda, Vai passar e Cálice se mostraram indignados com Cláudio Botelho, que durante a apresentação do espetáculo Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos fez um improviso em cena, sugerindo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e chamando a presidente Dilma Rousseff de ‘ladra’. A hashtag #vetachico# tomou conta das redes sociais.
Resolvidos os problemas com a internet, estou de volta com os destaques do Jornal de Jales deste domingo. Como se pode ver, a principal manchete destaca anúncio do prefeito Pedro Callado sobre a instalação de um novo frigorífico em Jales. De acordo com o jornal, o funcionamento do frigorífico e de uma empresa de embutidos só está dependendo da autorização dos órgãos ambientais.
Destaque também para a decisão da Justiça de Jales, que concedeu liminar determinando o bloqueio dos bens da ex-prefeita Nice Mistilides e da empresa Proposta Ambiental Ltda, até o valor de R$ 1,4 milhão. O juiz Adílson Vagner Ballotti deferiu pedido do promotor Horival Marques de Freitas Júnior em Ação Civil Pública que aponta irregularidades no contrato referente à limpeza urbana.
A manifestação de domingo passado em Jales, a favor do impeachment da presidenta Dilma e contra a corrupção; a entrevista coletiva com o prefeito Callado e os deputados Fausto Pinato e Analice Fernandes, realizada na sexta-feira, 18; a nota do deputado Edinho Araújo(PMDB), que se declarou favorável ao afastamento de Dilma; e a estratégias dos supermercados de Jales para vender ovos de Páscoa, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior informa que o presidente do PP local, Luiz Henrique Moreira, não deverá perder o comando do partido, apesar da chegada do vereador Tiago Abra e do ex-tucano Ivan Bertucci Nunes. Boatos de bastidores davam conta de que o tapete de Luiz Henrique seria devidamente puxado, mas o deputado federal Guilherme Mussi, cacique do partido, garantiu a ele que não haverá mudanças.