Categoria: Política

CARLÃO PIGNATARI REÚNE-SE COM ALCKMIM E PEDE VERBAS PARA SANTAS CASAS DA REGIÃO

O deputado estadual Carlão Pignatari foi recebido em audiência pelo governador Geraldo Alckmim, na semana passada. Entre outras coisas, Carlão solicitou verbas para a Santa Casa de Jales. Vejam a íntegra do que foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira:

“Várias indicações foram apresentadas pelo deputado Carlão Pignatari (PSDB), em 17/3, ao governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. Os documentos serão encaminhados e protocolados esta semana na Assembleia Legislativa. 

O deputado pleiteou junto ao governo a destinação de verbas às Santas Casas da região de Votuporanga, Fernandópolis, Jales e Santa Fé do Sul. Ainda na área da saúde, solicitou revisão do teto financeiro dos hospitais e a melhora na distribuição da Pró-Santas Casas.

Alckmin está acertando uma agenda entre o secretário estadual da Saúde, Giovanni Guido Cerri, e o deputado. “Carlão é deputado de uma região que se tornou referência em saúde. Ele tem muitas informações para nos passar. Quero que conversem e que ouça o que ele tem para nos dizer”, relatou o governador ao secretário por telefone.”

DEPUTADO QUE CHAMOU MINISTRO JOAQUIM BARBOSA DE “MORENO ESCURO” PEDE DESCULPAS

E será que isso tem desculpa? A notícia está no site gaúcho Sul 21:

O deputado Júlio Campos (DEM-MT) que chamou (terça, 22) o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, de “moreno escuro” apressou-se em divulgar nota de esclarecimento sobre o episódio. Segundo o parlamentar, na ocasião em que defendia a prisão especial para autoridades, a referência não teve a intenção de “desmerecer” o magistrado.

As declarações foram feitas no início da tarde em reunião do DEM na Câmara, quando foi discutida a reforma do Código de Processo Penal, entre outros assuntos. Júlio só não imaginava que uma repórter do blog Poder Online registrava in loco suas palavras.

“Todo mundo sabe que essa história de foro privilegiado não dá em nada. O nosso amigo Ronaldo Cunha Lima precisou ter a coragem de renunciar ao cargo para não sair daqui algemado. E depois, meus amigos, você cai [sic] nas mãos daquele moreno escuro lá no Supremo, ai já viu”, disse Júlio, que na nota lembra que se posicionou contra o foro privilegiado, constante da reforma, que classificou como “uma utopia”.

JALES EM 1968, O ANO QUE NÃO ACABOU

A foto aí de cima, que eu tomei “emprestada” do Blog do Poletto, é do ano de 1968. Sob a iluminação ultra-moderna dessa quadra descoberta, localizada na esquina da Rua Seis com a Onze, onde hoje funciona o Shopping Giraldelli, desfilaram grandes craques do basquete brasileiro, como Wlamir Marques, Rosa Branca e Ubiratã, todos eles bi-campeões mundiais em cima dos Estados Unidos (1959 e 1963) e medalhistas olímpicos (bronze, em 1960 e 1964). Não me lembro se o Amaury Passos, outra lenda do basquete mundial chegou a jogar nessa quadra.

Essa foi a primeira época de ouro do basquete jalesense, em plena ditadura militar. Tivemos, naquele tempo, grandes equipes de basquete. Danilo Pozzi, Moreira, Chico, Zé Maria, Paraná, Silvinho Paz Landin, Kido Zupirolli, Zezão, Laerte, Joy e outros, sob o comando do técnico Marino Manela, deram grandes alegrias à nossa torcida, que lotava a quadra em todos os jogos, como mostra a foto. Duro mesmo era quando chovia.

Em tempo: “1968, O Ano Que Não Acabou”, é um livro do escritor Zuenir Ventura que retrata um dos anos mais violentos da ditadura militar brasileira. Em junho daquele ano foi realizada a histórica “Passeata dos Cem Mil”, no Rio de Janeiro. Entre os cem mil participantes estavam Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Milton Nascimento, Marieta Severo, Nana Caymmi, Fernando Gabeira, Paulo Autran e Dilma Rousseff. Em outubro, cerca de 1.200 estudantes foram presos em Ibiúna, no Congresso da UNE. Muitos deles nunca mais foram vistos. Em 13 de dezembro, entrou em vigor o Ato Institucional n. 5 (AI-5), que suprimiu a liberdade democrática no Brasil, fechou temporariamente o Congresso Nacional e cassou o mandato de vários parlamentares. Roberto Rollemberg, um dos grandes incentivadores do basquete em Jales, foi um dos parlamentares atingidos pelo AI-5. Abaixo, algumas imagens da “Passeata dos Cem Mil”, em vídeo.

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CLAUDIR ARANDA EXPLICA O QUE FOI FAZER EM BRASÍLIA

Está no site da Câmara Municipal e, provavelmente, estará nos jornais do próximo final de semana:

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Jales, Claudir Aranda (PDT), esteve em Brasília (DF), no dia 26 de março, na busca de recursos para o município.

Na bagagem, o vereador e presidente levou pedidos de liberação de recursos na ordem de R$ 1,5 mi que foram protocolados nos gabinetes dos deputados: João Dado (PDT), Rodrigo Garcia (DEM) e Nelson Marquezelli (PTB) e do senador Aloysio Nunes Ferreira Filho (PSDB).

Segundo Claudir, a motivação desses pedidos justifica-se pelo fato de que todos esses deputados e o senador tiveram votos em nossa cidade e que, portanto, “os pedidos são oportunos e uma forma de retribuição daqueles que receberam o voto de confiança de nossa população”, ressaltou.

Mas para o vereador, a sua principal reivindicação é em relação a um ônibus (novo) para que possa atender aos usuários da saúde que viajam para Barretos na busca do tratamento para o câncer. Segundo ele, há necessidade de se trocar o atual veículo que faz esse transporte. “Para as pessoas em vulnerabilidade física é preciso um ônibus que ofereça maior conforto e segurança nas viagens”, concluiu o presidente.

PMDB QUER ELEGER 100 PREFEITOS EM 2012

Será que o Garça está nessa conta? Tudo indica que sim! Pelo que se sabe, Michel Temer já disse que, aqui em Jales, o PMDB terá candidato. Deu no site Região Noroeste, nesta terça-feira:

Em reunião na sexta-feira(18), no escritório político do vice-presidente da República, Michel Temer, em São Paulo, a direção estadual do PMDB decidiu, em resolução aprovada pela Executiva, que todos os diretórios municipais serão obrigados a lançar candidatos a prefeito ou vice-prefeito em 2012. Nos casos em que não for possível indicar candidato próprio, a decisão sobre a coligação local será tomada pelo diretório estadual, como explicou o presidente da coordenação provisória da legenda em São Paulo, deputado estadual Baleia Rossi:

 – Temos de fazer, no mínimo, 100 prefeitos.

Rossi afirmou que o partido precisa aumentar seu tamanho em São Paulo, onde tem 70 prefeitos, 01 deputado federal e 05 deputados estaduais.

OS NÚMEROS DO EMPREGO EM FEVEREIRO

A falta de uma política séria por parte do governo Parini, para incentivar a instalação de novas indústrias, ou pelo menos para manter as que já temos, está trazendo consequências drásticas para a economia de Jales. Os números divulgados recentemente pelo Ministério do Trabalho, relativos ao mês de fevereiro de 2011, confirmam uma tendência que já vem desde o ano passado, quando o saldo da geração de empregos na indústria jalesense foi negativo, com o fechamento de 83 vagas formais.

Em fevereiro, o saldo negativo na nossa indústria foi de 08 empregos formais fechados. Com isso, os números do emprego em Jales estiveram, novamente, entre os piores da região. E não fosse o nosso comércio e a prestação de serviços, esses números poderiam ser mais negativos ainda. Enquanto Fernandópolis produziu 250 novos empregos e Votuporanga abriu 275, Jales ficou em 49, à frente apenas de Santa Fé do Sul que, em fevereiro, registrou a abertura de apenas 35 novas vagas.

Mas o pior de tudo é que, enquanto a região de São José do Rio Preto comemora resultados expressivos na geração de empregos na indústria, Jales, na contra-mão, coleciona resultados negativos. E não é para menos: basta ver a situação dos nossos distritos industriais, que, nos últimos anos, não mereceram o olhar da administração Parini; basta ver também a situação de algumas “incubadoras”, de onde o prefeito desalojou empresas simplesmente para deixar salas vazias.

Mas os números do emprego em Jales não parecem importar muito para o prefeito Parini. O que importa mesmo, é que, daqui a alguns dias, estará fazendo um ano que o prefeito conseguiu um bom emprego para a filha, como inventariante da Rede Ferroviária Federal. O problema é que o emprego da filha não conta para a estatística de Jales. Só para refrescar a memória, estou republicando a portaria que nomeou a filha do prefeito. Vejam que a RFF está afeta ao Ministério dos Transportes, onde o deputado federal Valdemar da Costa Neto(PR) tem grande influência. E para quem foi mesmo que o nosso prefeito pediu votos? Será que ele foi vítima de alguma chantagem???

PORTARIAS DE 15 DE ABRIL DE 2010

O SECRETÁRIO-EXECUTIVO, SUBSTITUTO, DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, no uso de suas atribuições e considerando o disposto no art. 4º da Portaria Ministerial nº 82, de 30 de março de 2010, publicada no Diário Oficial da União do dia 1º de abril de 2010, resolve:

N 100 Nomear MARIA GABRIELA ALVES PARINI, CPF nº 327.735.728-74 para exercer cargo em comissão, código DAS 101.2, da Inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal S.A. – RFFSA, em caráter de transitoriedade, conforme o disposto no art. 23 da Lei nº 11.483, de 31 de maio de 2007.

SERVIDORES MUNICIPAIS COMEÇAM A NEGOCIAR REAJUSTE SALARIAL

A diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e algumas lideranças do funcionalismo municipal estiveram reunidas na semana passada, na sede do Instituto Municipal de Previdência, quando começaram a discutir as reivindicações salariais para este ano de 2011.

A idéia é levar as reivindicações à mesa de negociações já no início de abril. E a expectativa dos funcionários e da diretoria do Sindicato é de recuperar um pouquinho mais das perdas salariais ocorridas em administrações passadas, principalmente, durante o governo Rato/Parini, quando o funcionalismo municipal ficou quatro anos – 1997 a 2000 – sem nenhum reajuste.

Curiosamente, os únicos a terem seus salários reajustados, naquele período, foram o prefeito Antonio Sanches Cardoso, o vice-prefeito Humberto Parini  e os secretários municipais. Não custa lembrar que, relegado a segundo plano, o vice-prefeito Parini rompeu com o prefeito Rato e se afastou da administração, mas não se afastou do salário de vice. 

Na Câmara, os vereadores, em solidariedade aos funcionários, assinaram um documento abrindo mão das reposições salariais a que tinham direito. Mas a solidariedade dos vereadores só durou até um pouco depois das eleições de 2000. Passadas as eleições, os vereadores Ari Dalton e Belarmino Batista Neto, que haviam concorrido à Prefeitura, pelo PMDB, iniciaram um movimento para receber os reajustes salariais aos quais eles haviam renunciado anos antes.

Não me lembro bem qual foi o valor pago a cada um deles, mas foi algo próximo de R$ 3 mil. No início de 2001, na surdina, sem que a população e os servidores municipais soubessem, os treze vereadores da legislatura 1997-2000, foram à Câmara retirar o cheque referente à diferença salarial. Segundo fontes, alguns deles, como José Pedro Venturini(PSDB) e Gilberto Alexandre de Moraes, acabaram doando a diferença a entidades da cidade. Mas a maioria…

RIVELINO QUER PARINI NEGOCIANDO COM A FAMÍLIA JALLES PARA CONSEGUIR ESCRITURAS

O vereador Rivelino Rodrigues só pode estar brincando. Na sessão da Câmara, de segunda-feira, Riva encaminhou uma indicação ao prefeito Humberto Parini, sugerindo que a Prefeitura tente convencer a família Jalles a outorgar escrituras a pelo menos uma parte dos proprietários de terrenos no polêmico Distrito Industrial II. A idéia é boa, mas Parini não é a pessoa indicada para negociar com os Jalles.

Como já foi dito aqui neste blog, Parini aproveitou a primeira brecha que apareceu para fugir à responsabilidade de pagar a dívida com os herdeiros do fundador Euphly Jalles. Em entrevista no rádio, Parini deu a entender que a legislação – leia-se a Emenda Constitucional 62, também conhecida como Emenda do Calote – o obrigou a prolongar o pagamento da dívida. Não é verdade, mas como os entrevistadores não têm conhecimento sobre o assunto, a palavra do prefeito acabou ficando como sendo verdadeira.

Parini, repito, não é a pessoa ideal para negociar com a família Jalles, como sugere o vereador Rivelino. Apesar de ter pago cinco parcelas do débito com o Espólio, o prefeito só fez isso porque foi obrigado. Em seu primeiro ano de governo, ele pagou apenas R$ 200 mil aos Jalles, pois achava que os advogados da família não teriam coragem de promover um sequestro de receitas na Prefeitura de Jales.

O prefeito, logo depois de eleito e um pouco antes de assumir o cargo, ainda em 2004, esteve em São José do Rio Preto, no shoping da família Jalles, onde se apresentou como futuro prefeito de Jalles e como fiscal da receita estadual. A “carteirada” de Parini foi registrada pelo Jornal de Jales que, naquela época, repudiou a atitude do futuro prefeito. Mas o prefeito e o seu secretário de finanças – Rubens Chaparim, que também era fiscal – achavam que a “carteirada” teria causado algum receio em dona Minerva e filhos. Deu no que deu.

Em 2006, os advogados da família bloquearam mais de R$ 2 milhões das contas da Prefeitura e, de lá prá cá, Parini e Chaparim trataram de respeitar o acordo que havia sido fechado pelo ex-prefeito Hilário Pupim. Se existisse alguma oposição em Jales, ela teria proposto uma Ação Popular ou algo assim para, ao menos, mensurar os prejuízos causados pela “carteirada” do prefeito.

LÉO HUBER PEDE PROVIDÊNCIAS À CÂMARA CONTRA VEREADOR MACETÃO

O secretário da Câmara, vereador Rivelino Rodrigues, fez a leitura, no início da sessão de segunda-feira passada, do ofício n. 310/2011, encaminhado pelo chefe de gabinete do prefeito, professor Léo Huber. No documento, Huber relata, mais uma vez, a versão do Paço para uma suposta reunião do seu chefe, Parini, com o irmão do vereador Macetão, André Viotto, onde este teria proposto ao prefeito algumas condições para a retirada da assinatura do irmão-parlamentar do pedido de abertura da CEI da Falsidade Ideológica. Ou CEI da Certidão, como preferirem.

Ao final, depois de destacar que a suposta ação do irmão do vereador teve o propósito claro de chantagear o prefeito com o fim de obter vantagem pessoal, Huber pede que os fatos sejam analisados pela Câmara e que os vereadores tomem as medidas apropriadas.

A medida apropriada talvez seja remeter o ofício de Léo ao lixo. Se os fatos narrados fossem verdadeiros, seriam condenáveis, mas a Câmara não pode fazer muita coisa, já que o personagem central não é vereador, nem tampouco assessor de algum vereador. Além disso, o vereador Macetão esteve reunido com Parini antes da confirmação da CEI e, até onde se sabe, nem tocou em assuntos que envolvessem a possibilidade de retirar sua assinatura.

O prefeito Parini gosta de se apresentar como vítima. Já se disse perseguido por um promotor; já acusou a polícia ambiental de retaliação no caso do jacaré da Praça; já falou que o governo estadual trata os adversários a pão e água (logo ele falar isso; quanta ingratidão!!); já disse que a Justiça o condenou, no caso da nota fria da Facip/97, porque não leu direito o processo; e já acusou a vereadora Tatinha de chantagem, quando na verdade ele é quem a pressionava a abrir mão das verbas da Câmara. 

Enfim, o senhor prefeito é um santo homem, perseguido e chantageado por adversários e ex-companheiros. Não demora, vão acabar crucificando o coitado.

PENÁPOLIS TAMBÉM APROVA ‘FICHA LIMPA’ PARA CARGOS COMISSIONADOS

Ainda bem que eu já caí fora da Prefeitura. Se ainda estivesse por lá e a Câmara de Jales resolvesse aprovar essa Lei da Ficha Limpa para cargos comissionados do Executivo, eu seria um dos primeiros a ser apanhado, já que fui condenado – junto com o prefeito Parini, a primeira-dama Rosângela e o czar das finanças, Chaparim – por órgão colegiado do Tribunal de Justiça-SP. Mas vamos à notícia que eu extraí da Folha da Região, de Araçatuba:

A Câmara de Penápolis aprovou em última discussão, ontem, o projeto do vereador Caíque Rossi (DEM), que obriga a observar a “Lei da Ficha Limpa” na ocupação de postos de secretários municipais e dos demais cargos de confiança (sem concurso público). O projeto estende as sanções previstas na Lei Complementar Federal 135 também aos cargos de livre nomeação em nível municipal. O impedimento vale para os considerados inelegíveis.

Conforme a Folha da Região noticiou no último domingo, cidades da região têm estendido a chamada “Ficha Limpa” a cargos comissionados. Os exemplos estão em Lins e Andradina.

E aqui você poderá ler o editorial da Folha da Região, que, pelo jeito, gostou da iniciativa. E no vídeo abaixo, a notícia sobre a aprovação da mesma lei pela Câmara de Lins.

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