AOS AMIGOS, TUDO

Nos tempos em que fui colunista do jornal Folha D’Oeste colecionei desafetos. Um deles, o doutor Lair Seixas, me lascou um processo que me dá dores de cabeça até hoje. O ex-super-secretário de Finanças da Prefeitura, Ézio Assunção de Lima, é outro dos desafetos que arranjei. No caso de Ézio, parece que as minhas opiniões desagradaram a família inteira, pois, há algum tempo, um de seus filhos – um advogado cujo nome não me lembro – tentou me arrumar uns probleminhas.

Uma das minhas críticas ao Ézio se deu pelo fato de ele, no cargo de secretário de Finanças, ter pago a si mesmo algumas férias vencidas, um privilégio que ele não permitia aos outros funcionários de carreira. Pois agora parece que a história está se repetindo. Matéria do jornal A Tribuna, escrita pelo repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, levanta a suspeita de que a mesma Prefeitura que atrasa o pagamento de seus fornecedores e diminui o repasse para entidades assistenciais, estaria pagando, em dinheiro, as férias e outros direitos trabalhistas de alguns privilegiados.

A denúncia não é nova e ela chega à imprensa através de funcionários descontentes com o tratamento diferenciado, já que à maioria deles, esse privilégio é negado. Há algum tempo, correu o boato de que o secretário de Finanças, Rubens Chaparim, era um dos que planejava receber suas férias em dinheiro. Desde que assumiu o cargo, há sete anos, Chaparim – talvez porque se ache imprescindível ou insubstituível – nunca tirou férias. E nem precisa tirar, pois ele falta ao trabalho quando lhe dá na telha – normalmente, às sextas-feiras – para cuidar de sua fazenda em Mato Grosso.

Em 2009, quando solicitei dois meses de férias, Chaparim me chamou ao gabinete do prefeito – Parini estava viajando, mas o secretário disse que falava em nome dele – e me sugeriu que eu recebesse aquelas férias em dinheiro. Achei aquilo muito estranho, pois o Chaparim não morria de amores por mim.  E como precaução nunca é demais, tratei de gozar minhas férias em descanso mesmo, apesar de não estar cansado.

Quando pedi demissão, no final de 2010, recebi quase um mês de férias em dinheiro. É o que vai acontecer com Chaparim, quando ele sair. O problema é que ele terá oito meses de férias para receber – se já não recebeu algum  – mesmo tendo faltado diversas vezes ao trabalho. Mais ou menos o que aconteceu com o Ézio. A diferença é que a fazenda do Ézio ficava em Minas Gerais.

PAULA TOLLER E KEVIN JOHANSEN – “GLASS”

E agora eu estou indo lá prá Regional FM, onde, das 10 às 14 horas, apresento o Brasil e Cia, com o melhor da MPB e algumas internacionais. Há algum tempo, postei um vídeo em que a Paula Toller canta “À Noite Eu Sonhei Contigo”, uma música do Kevin Johansen em que ela escreveu a letra na versão em português. Apesar do nome, Kevin é um compositor argentino, pouco conhecido no Brasil, mas com muito prestígio internacional. Na verdade, ele nasceu no Alaska e veio ainda chiquitito para a Argentina. No vídeo abaixo, Paula e Kevin cantam “Glass”, no original, em inglês:

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DESTAQUES DOS JORNAIS

Estas foram as manchetes dos jornais locais, neste final de semana:

Folha Noroeste: “PSDB e Júlio Semeghini discutem pré-candidatura com Pedro Callado”

Folha Regional: “Setenta municípios participaram da inauguração da Praça das Bandeiras”

Jornal de Jales: “Indisponibilidade de bens de Parini expõe riscos da atividade política”

A Tribuna: “Suspeita de ‘acerto’ para indenizar aliados”

Na Folha Noroeste, destaque para a reunião de tucanos que tentam convencer o juiz aposentado Pedro Callado a ser o candidato do PSDB para prefeito de Jales, em 2012. Destaque também para a Câmara Municipal de Urânia, que entregou uma “Moção de Aplausos” para a talentosa Daiane Nazzi de Souza. Ela atua como backing vocal do cantor Luan Santana e, segundo os vereadores uranienses, tem ajudado a divulgar o nome de Urânia por todo o país. A outra manchete de capa destaca a viagem do prefeito Parini e dos vereadores Luís Especiato e Claudir Aranda, que foram a Brasília reivindicar a instalação, em Jales, de um campus do Instituto Federal de Educação.

A Folha Regional destacou a inauguração da Praça das Bandeiras, um pré-aquecimento para os Jogos Regionais marcados para julho. Outras manchetes: “Dise de Jales recupera veículo furtado e apreende 44 gramas de crack”;  “Pontalinda se une contra a Esquistossomose”;  “Prefeito de Turmalina assina convênio de mais de três milhões para construção de 48 casas populares”  e  “Santa Albertina conclui obras de infra-estrurutura”. A homenagem da Câmara Municipal de Urânia para a backing vocal Daiane Nazzi de Souza também foi destaque na Folha Regional. Na coluna Ella, uma mulher praticamente sem defeitos: “a linda, inteligente e simpaticíssima Nathalia Galera Taha“.

No Jornal de Jales a principal manchete cita o caso do prefeito Parini para um alerta sobre os perigos da atividade política. A submanchete diz que, para a advogada de defesa do prefeito, ele “não teve a intenção de enganar a justiça”. Outras manchetes: “Prefeito e vereadores agora querem campus de instituto federal”;  “Integrantes do Grupo Jales Forever reúnem-se em São Sebastião”;  “Festa do Queijo, Bacalhau e Vinho já tem estrutura montada”. Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior conta que o objetivo da reunião dos tucanos, logo após evento na Santa Casa de Jales, “foi colocar pilha na pré-candidatura a prefeito do juiz aposentado Pedro Manoel Callado Moraes“. 

O jornal A Tribuna destacou que o prefeito Humberto Parini teria beneficiado aliados em cargos de comissão com “acertos”, visando o pagamento de indenizações trabalhistas. Destaque também para a AVCC, que está reduzindo em 90% o atendimento de seu Centro de Reabilitação, devido ao corte do auxílio que vinha sendo dado Prefeitura, determinado pelo prefeito Parini. Outras manchetes: “Especiato e JR disputam paternidade de conquistas”;  “Escolas municipais superam média em SP”;  “Hasteamento inaugura a Praça dos Jogos Regionais”. Na coluna Enfoque, o jornalista Paulo Reis Aruca também escreveu sobre a reunião de tucanos, onde, segundo ele, o cardápio incluía “dentre petiscos e iguarias, a provável pré-candidatura de Callado a prefeito de Jales”. 

CAPITAL DA FILHA DE SERRA CRESCEU 50 MIL VEZES EM 42 DIAS

Toda essa celeuma sobre o vertiginoso crescimento do patrimônio do ministro Palocci reacendeu uma questão que está sendo muito debatida na web. Trata-se do também vertiginoso crescimento – e bota vertiginoso nisso! – do patrimônio da filha do tucano José Serra. É claro que um crescimento não justifica o outro, mas vamos ao que foi publicado no blog Os Amigos do Brasil:

Verônica Allende Serra, filha de José Serra, era sócia da empresa DECIDIR.COM BRASIL, já conhecida de outras reportagens.

A empresa teve seu capital multiplicado por 50.000 (cinquenta mil vezes)… repetindo para você ter certeza do que está lendo: 50 MIL VEZES. E ISSO EM APENAS 42 DIAS.

A empresa foi criada no dia 8 de fevereiro de 2000, com capital de R$ 100,00 (cem reais).

Quinze dias depois, no dia 22 de fevereiro de 2000, o nome da empresa mudou para “Decidir.com Brasil S.A.” e a sócia Verônica Allende Serra (filha de José Serra) assumiu o cargo de Diretora e de Vice-presidente da empresa.

Em 21 de março de 2000, passados 42 dias da criação da empresa, o capital foi aumentado para R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), ou seja 50 mil vezes o valor incial.

Detalhes:

Verônica Allende Serra não era apenas filha de José Serra. Também era sócia do pai em outra empresa, de consultoria, simultaneamente: na ACP – ANÁLISE DA CONJUNTURA ECONÔMICA E PERSPECTIVAS LTDA (conforme citado na ação proposta do Ministério Público Federal)

José Serra era ministro da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso, nesta época, e pré-candidato à presidência da República.

O Ministério Público Federal apurou que José Serra NÃO DECLAROU sua empresa de consultoria à Justiça Eleitoral, nas eleições em que concorreu em 1994, 1996 e 2002.

 A matéria completa do blog Os Amigos do Brasil, inclusive com cópias de documentos, pode ser lida aqui.

COMENTARISTA ALEGA QUE REVITALIZAÇÃO DO BOSQUE MUNICIPAL FOI PARALISADA POR FALTA DE PAGAMENTO

Eu já escrevi alguma coisa sobre as várias obras iniciadas e não acabadas na atual administração, cujo maior exemplo é a “revitalização” do centro da cidade . A propósito, o amigo visitante “Edpo” enviou, hoje, um comentário para o post de 23/04, sobre a paralisação das obras de revitalização do Bosque Municipal. Reproduzo, ipsis litteris, o que ele enviou, ressalvando que não tenho conhecimento sobre os motivos da paralisação. Mas, pelo histórico da administração, não duvido do que foi relatado pelo “Edpo”. Vamos ao comentário:

Edpo
28 maio 2011 às 9:59

BOM DIA

EU ERA FUNCIONARIO DA ADMINISTRAÇAO DA EMPRESA WS MATTOS CONSTRUÇOES LTDA NA EPOCA QUE A EMPRESA FAZIA A REVITALIZAÇAO DO BOSQUE. BOM A EMPRESA NA EPOCA PARALIZOU A OBRA POR FALTA DE PAGAMENTO POR PARTE DA PREFEITURA E ATE A DATA DE HOJE A PREFEITURA DEVE 38,000,00 TRINTA E OITO MIL REAIS REFERENTE A ETAPA JA EXECULTADA DO BOSQUE E O MESMO ACONTECE COM A EMPRESA CONSTRUTORA MIRANDA E ALVES LTDA DE PONTALINDA.  O PREFEITO PARINE QUER FAZER OBRAS NAS CUSTA DAS EMPRESAS ISSO NAO TA CERTO, E SO ELE PAGAR AS EMPRESAS CONFORME AS MEDIÇOES QUE NADA DISSO ACONTECE. BANDO DE CALOTEIROS.

DIÁRIO OFICIAL ESTAMPA TODA A GENIALIDADE DO NOSSO PREFEITO ESTADISTA

Um dia desses, registramos aqui neste espaço que o prefeito Humberto Parini promoveu o leilão de um bem móvel – com direito a publicações nos jornais oficiais do estado e do município – que proporcionou aos combalidos cofres municipais a considerável arrecadação de, mais ou menos, R$ 200,00. Vou repetir por extenso, para que não restem dúvidas: duzentos reais.

Pois bem, o Diário Oficial do Estado, deste sábado, traz mais uma pequena demonstração da genialidade do nosso premiado estadista. A Prefeitura mandou publicar três extratos de contratos, firmados com empresas fornecedoras de material de higiene e limpeza, que, somados, totalizam R$ 386,22. O problema é que, para publicar contratos de tão expressivos valores, a municipalidade paga, no mínimo, R$ 200 reais. Isso significa que, se houve alguma economia na aquisição dos produtos, ela se foi pelo ralo.

Essa situação acontece porque o nosso grande estadista resolveu, há uns dois anos, implantar na Prefeitura de Jales as tais Atas de Registros de Preços, uma novidade permitida pela Lei das Licitações. Esse tipo de licitação – muito mais apropriado aos municípios maiores – obriga a Prefeitura a dar publicidade ao contrato toda vez que alguma secretaria resolve comprar, por exemplo, algumas caixas de saponáceo ou alguns fardos de papel higiênico.

Sejamos justos, o nosso prefeito mereceu aquele prêmio do tal Instituto Brasileiro de Verificação e Gestão – IBVG. Ele realmente é um grande administrador. E, para que não digam que estou mentindo, reproduzo, abaixo, a publicação do DOE:

PREFEITURA MUNICIPAL DE JALES
Extrato de Contrato nº.: 83/11 – Contratante: Prefeitura do Município de Jales – Contratado: LSV Indústria e Comércio Ltda.- EPP. – Assinatura: 20 de maio de 2011. Objeto: Aquisição de produtos de limpeza e higiene – Valor: R$ 214,58 – Processo: 85/10 – Modalidade: Pregão Presencial nº. 29/10 – Ata de Registro de Preços nº. 09/10 – Vigência: 02 (dois) meses.
Contrato nº.: 84/11 – Contratante: Prefeitura do Município de Jales – Contratado: Mercearia Vieira Ltda. – ME. – Assinatura: 20 de maio de 2011 – Objeto: Aquisição de produtos de limpezae higiene – Valor: R$ 63,50 – Processo: 85/10 – Modalidade: Pregão Presencial nº. 29/10 – Ata de Registro de Preços nº. 10/10 – Vigência: 02 (dois) meses.
Contrato nº.: 85/11 – Contratante: Prefeitura do Município de Jales – Contratado: Lucilene Moreira Bitencourt Sanches – EPP. – Assinatura: 20 de maio de 2011 – Objeto: Aquisição de produtos de limpeza e higiene – Valor: R$ 108,14 – Processo: 85/10 – Modalidade: Pregão Presencial nº. 29/10 – Ata de Registro de Preços nº. 11/10 – Vigência: 02 (dois) meses.

FERNANDÓPOLIS: ALCKIMIN ENTREGA CASAS POPULARES E ANUNCIA LIBERAÇÃO DE VERBAS

O governador Geraldo Alckmim – que há muitos anos não vem a Jales – esteve em Fernandópolis, onde anunciou a liberação de recursos para diversas melhorias, incluindo a construção de 267 casas populares pela CDHU. Enquanto isso, aqui em Jales, o prefeito Humberto Parini – que prometeu 1.000 moradias – só conseguiu entregar 24 casas, enquanto patina para terminar outras 29 e ensaia o início da construção de mais 60, nenhuma delas pela CDHU. A notícia sobre a vinda do governador a Fernandópolis está no Região Noroeste:

O Governador do Estado, Geraldo Alckmin acaba de anunciar a construção de mais 267 casas populares e investimentos em infraestrutura em Fernandópolis. O anúncio aconteceu durante a entrega de 253 casas no Conjunto Habitacional “Dr. Jayme Baptista Leone”. Nove delas foram destinadas a policiais militares civis, além de 14 para idosos e uma cota para pessoas portadoras de necessidades especiais.

Além da entrega de mais 267 casas em Fernandópolis – que ficarão a cargo do Poder Executivo em escolher o local – o distrito de Brasitânia também deverá ganhar 60 novas moradias. Alckmim fez o anúncio acompanhado do Secretário de Gestão do Estado de São Paulo, Júlio Semeghini, e do Secretário Estadual da Habitação, Sílvio Torres.

O governador anunciou também o repasse de verba para a reforma e ampliação do Terminal Rodoviário de Fernandópolis. A obra faz parte de um convênio com a Prefeitura, realizado em junho do ano passado, com vigência de 24 meses. O Terminal Rodoviário de Passageiros do Município de Fernandópolis receberá cerca de R$ 624 mil, repassados em duas parcelas. A primeira será de R$ 208 mil e já possibilita o início das obras.

MINISTÉRIO PÚBLICO PREPARA AÇÃO CIVIL CONTRA COMISSÃO DA FACIP 2009

Não bastassem as dores de cabeça em relação ao Caso Facip 97, parece que o prefeito Parini poderá ter, também, alguns sobressaltos por conta da Facip 2009. Isso porque a Facip 2007, cujo rombo aproximou-se dos R$ 300 mil, não foi investigada.

Mas vamos ao que interessa: o Diário Oficial do Estado, de hoje, traz uma publicação onde o Ministério Público de Jales está pedindo a abertura da inquérito preparatório visando propor Ação Civil Pública, por improbidade administrativa, contra a Comissão Organizadora da Facip 2007, presidida pelo comerciante Alessandro Ramalho Flausino.

Na mesma publicação, o MP também pede abertura de inquérito civil para investigar a empresa Clássica Comércio de Eletrônicos e Produções Ltda. Para quem não se lembra, a Clássica, uma empresa de Goiás, foi contratada para “aplicar” os R$ 177 mil que o Ministério do Turismo enviou para a publicidade da Facip 2009.

Não tenho conhecimento do que está sendo alegado pelo Ministério Público, mas tenho conhecimento sobre alguns fatos, já que os vivenciei. A planilha proposta pela Clássica incluía a divulgação da Facip 2009 através de: caminhão de som (R$ 28.500); Confecção e distribuição de cartazes (R$ 20.000); veiculação de propaganda em 10 rádios da cidade e da região (R$ 45.000); veiculação em TV regional (R$ 73.500) e propaganda em jornais da cidade e região (R$ 10.000).

Disso tudo aí, pouquíssima coisa foi realizada, já que quase toda a propaganda daquela Facip foi paga pela própria Comissão, e não pela Clássica. A comprovação da confecção dos cartazes, por exemplo, foi feita mediante a apresentação de uma nota emitida por uma gráfica de Fernandópolis, cujo talão de notas era de 2000. Segundo informações, a gráfica estava inativa há muito tempo, mas a nota foi aceita, sem contestações, pelo secretário de Finanças, Rubens Chaparim. A propaganda na TV foi quase nenhuma e, pelo que consta, paga pela Comissão.

A ex-secretária municipal de Agricultura, Gláucia Alvarez Tonin, que era também a vice-presidente da Facip 2009, assinou um primeiro laudo de vistoria, no valor de R$ 117 mil, atestando a “realização” dos serviços. Alertada para as consequências, ela negou-se a assinar o segundo laudo, no valor de R$ 60 mil, que, posteriormente, foi assinado por Irineu de Carvalho, secretário de Esportes. Irineu não tinha nada a ver com a Facip, mas foi pego a laço para assinar o documento.

Por enquanto, parece que apenas a Comissão da Facip 2009 está sendo acusada de improbidade, mas não tenham dúvidas de que o prefeito Parini ainda vai acabar sendo envolvido nisso. Afinal, a fiscalização sobre a aplicação do dinheiro vindo do Ministério do Turismo era responsabilidade da Prefeitura. Daqui a alguns anos saberemos no que vai dar tudo isso.

PS: Um amigo visitante chamou a atenção para um equívoco cometido por este blogueiro, no trecho “Facip 2007, presidida pelo comerciante Alessandro Ramalho Flausino”. Na verdade, eu queria me referir à Comissão Organizadora da Facip 2009, que foi presidida pelo Alessandro.

PREFEITO E VEREADORES FORAM A BRASÍLIA PEDIR CAMPUS DE INSTITUTO FEDERAL

(por Roberto Timpurim)

No último dia 19 de maio, representantes dos poderes Executivo e Legislativo jalesense estiveram em Brasília (DF), no Ministério da Educação. A comitiva do município de Jales foi formada pelo prefeito municipal Humberto Parini, pelo vereador e presidente da Câmara Municipal, Claudir Aranda (PDT), pelo vereador e 2º secretário Luís Especiato (PT) e pelo coordenador do Pólo Regional de Jales/UAB, Nilton Aparecido Marques de Oliveira, acompanhados por Carlos Augusto Bellintani (Tinho), assessor do deputado federal João Paulo Cunha.

O objetivo da audiência com o Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, doutor Eliezer Moreira Pacheco, foi solicitar a instalação de um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia no município de Jales, visando principalmente a oferta de cursos presenciais em nível superior.

Durante a audiência, foi entregue a solicitação oficial da criação do campus, devidamente acompanhada de documento com os estudos socio-econômicos da região, e informado pelo prefeito e vereadores que o município de Jales possui e disponibilizará para a instalação do Campus um prédio com dimensões superiores a 4.600 metros quadrados de área construída (antigo prédio do CAIC, no Bairro JACB).

 O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação analisou os documentos entregues e ponderou que a solicitação será analisada com a devida atenção, uma vez que o município se enquadra nos critérios para instalação do Instituto Federal. Ao final, Eliezer destacou que Jales tem grandes chances de receber o referido Campus.

O JUSTO E O CORRETO

A piada me foi mandada por uma amiga. Por didática, a estou postando, abaixo:

DOIS MAGISTRADOS NO MOTEL.

VEJA E… APRENDA A DIFERENÇA ENTRE CORRETO E JUSTO.

Coincidentemente, dois juí­zes encontram-se no estacionamento de um motel e, constrangidos, reparam que cada um estava com a mulher do outro. Após alguns instantes silentes e de “saia justa”, mas mantendo a compostura própria de magistrados, em tom solene e respeitoso um diz ao outro:

 – Nobre colega, inobstante este fortuito imprevisí­vel, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o CORRETO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu…

Ao que o outro respondeu:

 – Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o CORRETO, sim… no entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos entrando…

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