MUNICÍPIO DE JALES TAMBÉM ADERE À PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO ESTADO

A novidade está pendurada no portal do governo do Estado:

Na última terça-feira, 11, o prefeito de Jales, Flávio Prandi Franco, assinou o convênio de adesão ao PREVCOM MULTI, plano multipratocinado patrocinado pela Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo, que permite oferecer o benefício aos seus servidores.

O documento será encaminhado para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), autarquia responsável pela fiscalização e supervisão das atividades deste setor. A partir da aprovação do órgão federal, as inscrições serão abertas pela administração municipal.

Dentro do regime previdência complementar, os funcionários públicos de Jales terão suas aposentadorias limitadas ao teto do INSS de R$ 5.645,80 (valor de 2018) e poderão aderir ao PREVCOM MULTI para assegurar uma renda superior.

A adesão ao plano multipatrocinado, que reúne vários estados e municípios, é a solução para adotar o novo regime sem arcar com os gastos elevados que seriam necessários para a criação de entidade própria.

Com a implantação do benefício, os participantes poderão contribuir com o percentual que desejarem e contarão com a parceria da prefeitura, que fará aportes paritários de até 7,5% do valor que ultrapassar o teto do INSS.

O documento firmado por Flávio Prandi e o presidente da SP-PREVCOM, Carlos Henrique Flory, autoriza a entidade a assumir a gestão da previdência complementar dos servidores jalesenses e realizar todos os procedimentos para colocar o sistema em operação.

Segundo prefeito, o acordo integra um conjunto de medidas que visa reduzir a pressão das despesas com aposentadoria sobre as finanças municipais. “Estamos colocando a previdência de Jales em um novo patamar”, disse Prandi.

DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

Na edição digital do jornal Folha Noroeste deste sábado, o principal destaque é a notícia sobre a atuação do ex-candidato a deputado estadual – e, pelo jeito, pré-candidato a prefeito – Luiz Henrique Moreira, que, segundo a matéria, teria viabilizado junto ao deputado federal Guilherme Mussi(PP) a liberação de uma verba de R$ 300 mil para o Hospital de Amor – Unidade de Jales. A notícia diz, ainda, que o autor da liberação do recurso (Mussi), deputado federal reeleito e presidente estadual do PP, esteve em Jales na noite do dia 03 de setembro, na sede da ACIJ, para apoiar o então candidato Luiz Henrique Moreira, ocasião em que fortaleceu ainda mais os laços políticos com o empresário jalesense.

Destaque, igualmente, para uma nota, acompanhada de duas fotos, em que o jornal critica a administração municipal. Segundo a nota, não obstante os pedidos feitos ao governo municipal – diretamente ou através das redes sociais – o prefeito e seus assessores não estariam nem um pouco preocupados em atender as reivindicações da população. O jornal relata que, depois de muitas reclamações, a administração tomou providências para, em junho de 2017, desobstruir um valetão e recolher os entulhos acumulados. A solução encontrada pela Prefeitura, no entanto, foi paliativa e, no momento, a situação do valetão é a mesma de 2017, com água empoçada e mau cheiro permanente.

Na coluna FolhaGeral, o impetuoso redator-chefe Roberto Carvalho comenta a eleição para a presidência da Câmara que resultou na escolha do vereador Tiquinho(PSD) para comandar o Legislativo no biênio 2019-2020. O colunista diz que, em princípio, o candidato a presidente seria o vereador Fábio Kazuto(PSB), mas, sem que ninguém entendesse os motivos, o representante da colônia japonesa acabou desistindo. Roberto conta, também, que o vereador Tiago Abra(PP), ao ser indagado por que não disputaria a presidência da Câmara, teria explicado que não tinha como enfrentar a tropa de choque do prefeito Flávio Prandi. Segundo Abra, os aliados do prefeito tinham sido orientados a não votar nele em hipótese nenhuma.

TRIBUNAL DO JÚRI CONDENA RAPAZ QUE ATIROU EM DESAFETO NA AVENIDA ‘JOÃO AMADEU’

O Tribunal do Júri de Jales reuniu-se na quinta-feira, 13, sob a presidência da juíza Maria Paula Branquinho Pini, para julgar Thiago Pinheiro Correia, o “Pipoca”, acusado tentativa de homicídio.

O crime aconteceu em uma madrugada de outubro do ano passado, em plena avenida “João Amadeu”, quando o acusado atirou três vezes contra um rapaz que, supostamente, estaria namorando sua ex-companheira. Dois disparos atingiram o veículo da vítima, enquanto o terceiro tiro provocou-lhe ferimentos no ombro. Mesmo ferida a vítima conseguiu dirigir seu carro até a UPA, onde foi socorrido.

Ao final do julgamento de quinta-feira, “Pipoca” – que está preso preventivamente desde o início do processo – foi considerado culpado pelos jurados e condenado a seis anos de reclusão, em regime inicial fechado. A pena poderia ter sido maior, mas os jurados consideraram que o réu praticou o crime sob violenta emoção. Ele teria sido provocado pela vítima, que o estaria ameaçando de morte.

De seu lado, o advogado de defesa do réu, Fernando Neto Castelo, sustentou que seu cliente não tinha a intenção de matar e pediu que o crime de tentativa de homicídio fosse desclassificado para lesão corporal, uma vez que a vítima foi atingida por um único disparo em região não vital do corpo, sem maiores complicações de saúde.

Os jurados entenderam, no entanto, que o caso era mesmo de tentativa de homicídio, já que “Pipoca” teria agido com a intenção de matar. O fato de o réu ter efetuado disparos em plena avenida, utilizando-se de meio que causou perigo às pessoas que passavam pelo local, também foi levado em consideração..

A sessão de quinta-feira, 13, foi a quarta deste ano. Na primeira sessão, realizada em julho, um homem foi condenado a 15 anos de prisão por conta da tentativa de homicídio perpetrada contra sua companheira, atingida por diversas facadas, em Vitória Brasil.

A segunda sessão do ano ocorreu em agosto, quando os jurados condenaram um casal a 18 anos e 08 meses de reclusão. O casal foi acusado pelo assassinato de Marcos Antonio Espósito Farinelli, em crime cometido no dia 21 de março de 2016, na Rua “Rubião Meira”, no Jardim Paraíso.

Já na terceira sessão, realizada no mês passado, os jurados julgaram o caso de “Marcinho Tatto”, que, no dia 1° de outubro de 2017, tentou tirar a vida de outro homem. Marcinho foi condenado 03 anos e meio de reclusão.

HOSPITAL DE AMOR JALES RECEBE DOAÇÃO DE DOIS APARELHOS DA AVCC

A notícia é da assessoria de imprensa do Hospital de Amor:

Com objetivo de atualizar o parque tecnológico, facilitar o processo cirúrgico e garantir mais conforto para os pacientes e profissionais, o Hospital de Amor Jales recebeu no último dia 13 de dezembro, dois aparelhos doados pela Associação de Voluntária de Combate ao Câncer (AVCC) de Jales: uma mesa cirúrgica e um criostato.

No total, as doações somam R$ 231.500,00 em recursos para a unidade. Segundo a gerente administrativa, Camila Venturini, o apoio que AVCC presta a instituição é essencial. “Eu costumo dizer que a AVCC é como um anjo para esta unidade. Com o esforço dessas pessoas, muitas outras vidas têm a oportunidade de serem salvas. Em nome dos nossos colaboradores e pacientes, agradeço imensamente por essa conquista”, disse emocionada.

Na solenidade, a presidente da AVCC, Cidinha Iglesias, acompanhada por sua vice, Roseli Pupim, agradeceu a participação de todos os voluntários e amigos da entidade, que arduamente trabalham todos os dias para angariar recursos para a Hospital de Amor. “Todo o empenho vem dos nossos projetos, desenvolvidos diariamente para atender a demanda do Hospital. Nós temos o bazar, as rifas, a venda dos artesanatos, os eventos solidários e a arrecadação dos lacres. Tudo revertido em dinheiro para compra de equipamentos como estes. Estamos felizes e realizados com mais esta importante doação entregue”, contou Cidinha.

O evento também foi marcado por muita música e emoção. Os participantes cantaram a Oração do Pai Nosso como forma de agradecimento pela conquista.

Coral de Natal EDEM e AVCC

Pelo segundo ano consecutivo, a AVCC e a escola musical EDEM realizam a apresentações do Coral de Natal na unidade, para pacientes e acompanhantes. O projeto é uma fusão dos alunos da escola, coordenado pela professora Stela Rodrigues, e dos voluntários da AVCC, que participam do projeto Cantar Alegra o Coração, coordenado pela professora Dercione Assis de Matos.

Segundo Cidinha Iglesias, este é um projeto que envolve muito amor e dedicação. “É uma forma que encontramos de transmitir uma mensagem de paz, amor e fé a todos os nossos pacientes, acompanhantes e colaboradores do Hospital de Amor”, afirmou.

FILHA DE JOÃO DE DEUS DIZ QUE FOI ABUSADA PELO PAI DESDE OS 10 ANOS

O assunto é o João de Deus, mas reparem na parte amarela da capa. Deu no portal MSN:

Em entrevista exclusiva à revista VEJA, Dalva Teixeira, de 49 anos, relata o calvário pessoal que enfrentou com seu pai, o celebrado médium João de Deus, que mantém um centro de curas espirituais em Abadiânia, no interior de Goiás.

Depois que uma série de mulheres começou a denunciar o médium por assédio sexual, o que resultou num pedido de prisão preventiva, Dalva Teixeira prestou depoimento sigiloso no Ministério Público de Goiás.  A VEJA ela relatou que começou a ser abusada pelo pai aos 10 anos de idade. “Meu pai é um monstro”, diz.

Dalva conheceu o pai aos 9 anos de idade, quando deixou a casa da mãe, que vivia na zona rural, e foi morar com João de Deus na cidade para continuar os estudos. Aos 10 anos, os abusos começaram.

Os abusos aconteciam em casa, no carro e durante viagens. Essa foi a rotina de Dalva até completar 14 anos, quando ficou grávida de um funcionário de João de Deus. Dalva conta que, com a gravidez, pretendia ir embora da casa do pai, mas quando lhe contou o acontecido o médium teve uma reação colérica e a espancou. Dalva perdeu o bebê e carrega cicatrizes da agressão até hoje. 

NO SÁBADO TEM CONCERTO “DEMERARA EM CASA”, NO TEATRO MUNICIPAL

Eis aí uma boa opção para quem gosta de música. Da Secretaria Municipal de Comunicação:

Com apoio da Prefeitura de Jales, por meio da Secretaria de Esportes, Cultura e Turismo de Jales (SMECT), a Escola Livre de Teatro, vai apresentar o “Concerto Demerara em Casa”, dos músicos Felipe Delatorre e Neto Ferreira. A apresentação será no sábado, dia 15 de dezembro, a partir das 21 horas no Centro Cultural Dr. Edílio Ridolfo, o Teatro Municipal.

A noite especial promete muita música de excelente qualidade e interação com a plateia. Os cantores revelaram que estão ansiosos para se apresentar em Jales, cidade onde nasceram e ainda possuem diversos familiares.

 “Já era grande a nossa vontade de levar uma apresentação do Demerara para Jales, nossa cidade natal. Muitas vezes a saudade e a distância são matéria-prima da nossa arte, e pela primeira vez, temos a oportunidade de matar essa saudade no palco do Teatro Municipal, fazendo reverberar ‘em casa’ tudo aquilo que construímos como dupla nessa estrada”, disse Felipe.

Neto Ferreira aproveitou para convidar o público de Jales e região para o evento. “Queremos convidar a todos de Jales e das cidades de nossa região para celebrar conosco o Demerara Em Casa, uma noite única, de muito amor à música, com participações especiais de pessoas queridas que estiveram conosco nessa caminhada”.

E por falar em participações, Thiago Juliani e Laura Moraes estarão presentes, agregando ainda mais talento à apresentação que promete ser memorável.

Os ingressos já estão sendo vendidos na Escola Livre de Teatro, na Rua 7, nº 2261, na esquina com a Rua 6, anexo ao Teatro Municipal e na Dominus Centro Musical, na Av. Francisco Jalles, nº 1464. O valor é de R$ 40,00 (inteira) e de R$ 20,00 (meia entrada para estudantes). Quem quiser um bom desconto pode doar um litro de leite e pagar o valor de R$ 20,00, chamado de meia entrada solidária.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONFIRMA: JALES NÃO DEVE MAIS NADA À FAMÍLIA JALLES POR CONTA DA CERCA DERRUBADA POR VIOLA

Parece que o fantasma da nossa famosa dívida com a família Jalles – por conta da desapropriação do Distrito Industrial II, quando o então prefeito Valentim Paulo Viola “derrubou a cerca” – vai, definitivamente, deixar de nos assombrar.

Ontem, a 9ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), negou provimento a um recurso dos advogados dos Jalles – Polotto pai e Polloto filho – e confirmou sentença do juiz da 2ª Vara de Jales, Alexandre Yuri Kiataqui, que, em março deste ano, havia rejeitado um pedido dos mesmos advogados.

Em breve resumo, os advogados dos Jalles alegavam que as contas feitas pelo Departamento de Precatórios do TJ-SP estavam erradas e que a Prefeitura de Jales ainda estaria devendo quase R$ 8 milhões aos herdeiros do fundador Euphly Jalles.

Em Jales, o juiz Kiataqui disse que, na realidade, quem estavam erradas eram as contas dos representantes dos herdeiros. E no TJ-SP, ao julgar o recurso dos Jalles, o relator Oswaldo Luiz Palu confirmou que o magistrado jalesense estava correto. E como diria aquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo, tudo indica que agora é c’est fini!.

O prefeito Flá Prandi e o procurador geral Pedro Callado comemoraram a boa notícia. Não apenas pela confirmação do fim da dívida, mas, também, porque a Prefeitura poderá, finalmente, outorgar as escrituras aos proprietários dos terrenos do Distrito Industrial II.

Para quem não se lembra, uma parte dos proprietários teve suas escrituras outorgadas na administração Callado, mas outra parte continuava “enrolada” por conta da insistência da família Jalles em não concordar que a dívida estava completamente paga. 

LUIZ HENRIQUE MOREIRA VIABILIZA R$ 300 MIL PARA HOSPITAL DE AMOR DE JALES

Da assessoria de imprensa:

O empresário Luis Henrique Moreira, proprietário da LHBorr, candidato a deputado estadual mais votado em Jales na última eleição, não conseguiu uma cadeira na Assembleia Legislativa, porém, desde o encerramento do período eleitoral, tem se dedicado a trabalhar para o benefício da população de Jales e de toda a região.

No dia 05 de dezembro, viabilizou junto ao deputado federal Guilherme Mussi, um recurso extra de R$ 300 mil para o Hospital de Amor de Jales, cujo valor já está disponível para o uso da entidade.

“É com muita satisfação que anuncio a destinação de R$300 mil para o Hospital de Amor de Jales, que é referência em saúde para a população do município e de toda a região. O propósito é ajudar os pacientes a ter um atendimento digno em seus momentos de maior dificuldade”, destacou Luis Henrique.

O autor da liberação do recurso, Guilherme Mussi, deputado federal reeleito na última eleição e presidente estadual do PP, esteve em Jales na noite do dia 03 de setembro, na sede da Associação Comercial e Industrial de Jales, na campanha de Luis Henrique Moreira, ocasião em que fortaleceu ainda mais os laços políticos com o empresário jalesense.

POLÍCIA FEDERAL PRENDE PREFEITO DE MAUÁ E FAZ BUSCAS NOS GABINETES DE 22 VEREADORES

Esta não é a primeira vez que o prefeito de Mauá é preso. Em maio deste ano, ele foi preso em operação que investigou desvios de recursos da merenda escolar e permaneceu 37 dias na cadeia, até ser solto por Gilmar Mendes. A notícia é do portal da Jovem Pan:

A Polícia Federal de São Paulo prendeu na manhã desta quinta-feira (13) o prefeito de Mauá, Átila Jacomussi (PSB) durante a Operação Trato Feito. Outro alvo de prisão é o ex-secretário de governo da cidade João Eduardo Gaspar.

Segundo as investigações, nove empresas, de diferentes ramos, pagavam propina mensalmente para o prefeito.

Também são cumpridos mandados de busca e apreensão em gabinetes de 22 dos 23 vereadores da cidade. A PF cumpre ainda mandados na Prefeitura de Mauá, na sede da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), e na casa da coordenadora da Secretaria de governo de Mauá, Ione Scapinelli.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação Prato Feito deflagrada em maio deste ano e que investigou desvios de verbas federais destinadas à compra de merenda escolar em três Estados (SP, PR e BA) e no DF.

De acordo com a PF, as nove empresas que mantêm contratos de prestação de serviço ou fornecimento de materiais para a Prefeitura pagavam propina ao prefeito. O ex-secretário de governo redistribuía os valores a outros integrantes do grupo. Os valores variavam de 10% a 20% dos valores dos contratos. Os escritórios das empresas também são alvos de buscas.

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