FRASE

“Como se não bastasse a incompetência generalizada do seu governo desastroso, Bolsonaro volta a ameaçar a democracia do Brasil. Sua índole autoritária tem o repúdio dos brasileiros de bem, que condenam sua tentativa de violar nossa Constituição. Cala-te Bolsonaro!”

(Do governador João Dória, sobre o Bozo ter dito que “quem decide se um povo vai viver numa democracia ou numa ditadura são as suas Forças Armadas”)

DOIS INTEGRANTES DO BOCA LIVRE DEIXAM O GRUPO POR DIVERGÊNCIAS POLÍTICAS

As divergências de Zé Renato e Lourenço Baeta (os dois à esquerda) foram com o bolsonarista Maurício Maestro (último à direita). David Tygel, o quarto integrante (sentado) não é bolsonarista, mas disse que vai continuar por amor ao grupo.

A notícia é do blog do Mauro Ferreira, no G1:

Um comunicado postado pela empresária e produtora Memeca Moschkovich na noite de sábado, 16, entristeceu admiradores e seguidores do grupo carioca Boca Livre.

A nota oficial anuncia que os cantores e músicos Zé Renato e Lourenço Baeta deixam o quarteto agrupado em 1978 e que, por quatro décadas, construiu obra pautada pela harmonia vocal e pela sofisticação da MPB. Maurício Maestro, detentor da marca Boca Livre, seguirá com o grupo ao lado de Davi Tygel.

Embora o comunicado oficial omita a razão das saídas dos dois integrantes, sabe-se que o racha no quarteto aconteceu por divergências políticas. Em bom português, a polarização que divide o Brasil tem provocado rupturas no meio artístico e atinge grupo que fez história na música brasileira.

Formado originalmente por Zé Renato, Claudio Nucci (o segundo, na foto ao lado), Mauricio Maestro e David Tygel, o Boca Livre alcançou projeção nacional em 1979 com a edição de álbum independente que, desafiando as leis do mercado fonográfico, emplacou em todo o Brasil as músicas Toada (Na direção do dia) e Quem tem a viola.

Como Claudio Nucci saiu do grupo em 1980, sendo substituído por Lourenço Baeta, o Boca Livre acabou associado primordialmente ao canto afinado de Zé Renato.

Mesmo fora do olho do furacão midiático a partir da segunda metade dos anos 1980, o quarteto seguiu com público fiel e com álbuns aclamados em nichos da música brasileira, como Amizade (2013) e o recente Viola de bem querer (2019).

Embora em tese o grupo vá continuar em cena, é difícil imaginar o Boca Livre sem Zé Renato.

O Bozo é tão nocivo que conseguiu separar um grupo com mais de 40 anos de estrada. O Zé Renato e o Lourenço Baeta devem ter se enchido. Afinal, conviver com um bolsonarista não é facil.

No vídeo, o Boca Livre canta o seu maior sucesso – “Toada” – com o MPB-4, cujos componentes são todos anti-Bozo. Veja AQUI

PREFEITURA LANÇA PROJETO “COLHENDO FRUTOS” E PRAÇAS COMEÇAM A GANHAR ÁRVORES FRUTÍFERAS

Da Secretaria Municipal de Comunicação:

A Prefeitura de Jales, por meio de sua Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Meio Ambiente iniciou a semana colocando em prática um delicioso projeto. O “Colhendo Frutos” vai levar o plantio de árvores frutíferas para as praças da cidade.

O objetivo é plantar árvores frutíferas em áreas públicas como bosque e praças para conectar as pessoas e a natureza. A secretária da pasta, Sandra Gigante e sua equipe, iniciaram o plantio na manhã desta segunda-feira, 18, pela Praça “Olga Belão Pêgolo”, no Jardim Pêgolo.

De acordo com a secretária, é feito um levantamento para definir o tipo de árvore frutífera que se adapta a cada espaço público antes de serem plantadas. “Primeiramente definimos que tipo de espécie será plantada em cada local. Precisam ser plantas com maior resistência às doenças. Observamos que crianças e idosos costumam frequentar nossas praças, essas árvores frutíferas mexem com nossa memória afetiva resgatando sabores e aromas. Além disso, nosso objetivo é que a população tenha acesso a esses produtos”, ressaltou Sandra.

A praça do Jardim Pêgolo recebeu duas espécies de goiabeiras, cajueiros, amoreiras, coqueiros baianos e jabuticabeiras e uma espécie de árvores que produzem cajá-manga e macadâmia, respectivamente. Vale lembrar que todas as mudas são produzidas no Viveiro Municipal.

“Vai ser muito bonito para as comunidades de cada bairro observarem as mudas ganhando formas e tamanhos, se transformando em árvores, produzindo frutos, proporcionando cores e sabores variados. Elas ainda vão esbanjar beleza e oferecer conforto para quem quiser descansar debaixo da sombra que vão oferecer. Queremos fazer os adultos e idoso lembrarem de suas infâncias e resgatar o costumo de colher frutas no pé e proporcionar às crianças esse prazer”, ressaltou Sandra Gigante.

Para o prefeito Luís Henrique Moreira, “o projeto Colhendo Frutos, que consiste no plantio de árvores frutíferas nas praças de Jales, vai garantir que nossa população tenha a oportunidade de um contato mais próximo com a natureza e tenha o prazer o a satisfação de conhecer o sabor das frutas colhidas no pé, livre de agrotóxicos. É uma ação de bem estar e saúde pública proporcionada por nossa Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente. Um projeto muito bonito que vai deixar Jales mais colorida e agradável”.

Presidentes de associações de moradores dos bairros de Jales que se interessarem pelo projeto Colhendo Frutos e pelo plantio de árvores frutíferas em seus bairros podem entrar em contato com a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente pelo telefone (17) 3621 6688.

FLÁ EXPLICA R$ 9 MILHÕES EM ‘RESTOS A PAGAR’ E GARANTE: “QUANDO ASSUMI EM 2017, OS RESTOS ERAM DE R$ 13 MILHÕES”

Embora tivesse dito que não iria reclamar de governos anteriores, o prefeito Luís Henrique Moreira, em entrevista ao programa Antena Ligada, aproveitou para dizer que o ex-prefeito Flá Prandi deixou uma conta de R$ 9 milhões em “restos a pagar”. Disse mais: que Flá não deixou um único centavo em caixa e que o ex-prefeito não se deu ao trabalho nem de pagar as rescisões contratuais de seus ex-assessores.

Ouvido por este aprendiz de blogueiro, o ex-prefeito Flá Prandi confirmou que deixou quase R$ 9 milhões em restos a pagar, mas garantiu que isso é perfeitamente normal. “Quando eu assumi, em 2017, os restos a pagar eram de R$ 13 milhões e nem por isso eu fui ao rádio criticar o meu antecessor, pois sabia que ele tinha assumido a Prefeitura em situação bem pior”, disse Flá.

Ele explicou que, dos quase R$ 9 milhões deixados por ele, pelo menos R$ 6 milhões – ou seja, 65% – se referem à folha de pagamento e seus encargos. “Eu não poderia ter pago a folha de pagamento em dezembro, porque ela só venceria em janeiro deste ano. E se eu tivesse deixado o caixa zerado, como foi dito, ele não teria conseguido pagar os servidores no quinto dia útil, pois, normalmente, entra muito pouco dinheiro no caixa da Prefeitura num período tão curto”.

Sobre as rescisões dos assessores de confiança, Flá disse que também é normal deixar o pagamento para o mês seguinte. “Quando assumi, paguei R$ 477 mil referentes às rescisões dos assessores do governo anterior. Agora, quatro anos depois, ele está pagando R$ 481 mil. Isso mostra que eu fui econômico nos gastos com a assessoria”.

O ex-prefeito disse que demitiu todos os seus assessores a pedido de Luís Henrique. “Durante a transição, ele me pediu para demitir todos, mesmo sabendo que alguns iriam permanecer. O único que ele pediu para que não fosse demitido é um assessor – muito competente, por sinal – que é parente da primeira-dama Alziane e vai ser aproveitado na nova administração”, afirmou.

Segundo Flá, além dos R$ 6 milhões da folha de pagamento e dos encargos sociais, boa parte das outras dívidas deixadas também só venceriam em janeiro. “Quando eu assumi, a Prefeitura devia cerca de três meses – R$ 1,4 milhão – para a empresa do lixo. A dívida deixada por mim com a empresa foi de R$ 582 mil, referente a dezembro, cujo vencimento seria em janeiro”.

“Outras dívidas deixadas em restos a pagar são de R$ 473 mil, referente ao repasse de dezembro para o Consórcio de Saúde e de R$ 187 mil dos kits alimentação distribuídos a famílias carentes em dezembro. Também nesse casos, o pagamento é feito sempre no mês seguinte. Afora isso, tem mais uns R$ 500 mil de dívida com empresas que estão realizando obras, cujo dinheiro, por força dos convênios, está depositado nas contas vinculadas”, completou o ex-prefeito.

Obs.: como sou moço cuidadoso e tenho apreço pela informação correta, fui ao Portal da Transparência Municipal e constatei que os números relativos a 2017 e 2021, citados pelo ex-prefeito, estão bem próximos da realidade.      

MAQUIADOR DA MICHEQUE ELOGIA DÓRIA POR VACINA, MAS DEPOIS APAGA POST

O Bozo deve ter ficado emputecido, mas não vai fazer nada porque o rapaz é amicíssimo da primeira-dama. Deu no portal da revista Fórum:

Augustin Fernandez, amigo pessoal e maquiador de Michelle Bolsonaro, se retratou nas redes sociais após divulgar um mensagem no Facebook comemorando comemorando a aprovação da Vacina e dizendo que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) “foi o único que correu atrás da vacina, e conseguiu (SIC)”.

“É meu povo, nunca simpatizei com ele e tenho certeza de que não deu ponto sem nó, mas devo admitir que foi o único que correu atrás da vacina, e conseguiu”, escreveu Fernandez em seu perfil no Facebook.

Pouco tempo depois, no entanto, ele apagou a mensagem e publicou mensagem se retratando, dizendo que “não simpatizo com o Doria, nunca simpatizei. Inclusive sou bloqueado pela esposa dele”.

O flagrante foi feito pelo jornalista Ricardo Noblat, que divulgou a imagem da publicação apagada no Twitter – que foi considerada por ele “alta traição”.

“Alta traição! Agustin Fernandez, amigo da família Bolsonaro e maquiador de Michelle, elogiou João Doria no Twitter ao dizer que ele foi ‘o único que fez algo pela vacina’. Depois, apagou o post”, escreveu Noblat.

ARTIGO: “PERDEU, BOLSONARO!”

Artigo do jornalista Ricardo Kotscho, no UOL:

Bolsonaro se acha muito esperto. Pensa que pode enganar a todos durante todo o tempo, com suas crendices e mentiras.

Posa de machão, mas tomou uma surra de fazer bico nesse domingo, de onde menos podia esperar: da Anvisa (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária), cujos diretores escolheu a dedo para boicotar a “vacina chinesa do Doria”, a única que o Brasil tem até o momento para vacinar a população.

A Anvisa não só aprovou a Coronavac, por unanimidade, como enterrou as “alternativas terapêuticas” do presidente com o “tratamento precoce” da cloroquina, decidindo que a vacina é a única forma eficaz de prevenção contra o coronavírus.

Covarde, até o momento em que escrevo, o capitão não apareceu para comentar o julgamento da Anvisa, e mandou seu general da Saúde, coitado, passar o vexame de entrar ao vivo na televisão, depois de João Doria celebrar a primeira aplicação de vacina em solo brasileiro na Mônica Calazans, uma enfermeira negra de 54 anos, que mora em Itaquera e trabalha na UTI do hospital Emílio Ribas. Bolsonaro não apareceu na foto que ele tanto queria.

“Nós poderíamos iniciar por marketing a primeira dose em uma pessoa, mas em respeito a todos os brasileiros o Ministério da Saúde não fará isso”, balbuciou Pazuello.

Nem poderia, já que até a decisão da Anvisa, o Ministério da Saúde não contava com uma única a vacina para aplicar, depois que fracassou a “Operação Índia”, para trazer às pressas de Mumbai 2 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, a esperança de Bolsonaro de aparecer como salvador da pátria no evento marcado para o Palácio do Planalto, às 10 horas de quarta-feira.

Perdeu, Bolsonaro.

Teu inimigo João Doria, que você tanto teme em 2022, é acusado de ser um marqueteiro, com toda razão, mas ele é bom nisso. Só consegue vender quem tem um bom produto para oferecer, e ele tinha a vacina do Instituto Butantan, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, por uma competente equipe liderada pelo grande médico e cientista Dimas Covas, um brasileiro que merece nossa admiração.

Doria fez barba, cabelo e bigode em Bolsonaro, como se dizia antigamente, quando um jogo terminava 7 a 1, como o da Alemanha contra o Brasil.

Ninguém melhor do que Mônica Calazans poderia representar os profissionais de saúde e a mulher brasileira, uma batalhadora que só se formou em enfermagem com mais de 50 anos e foi voluntária quando o governo de São Paulo convocou profissionais da área no começo da pandemia.

Até o último momento, o governo federal, por meio da Advocacia Geral da União, tentou impedir que isso acontecesse, ao solicitar à Anvisa para só permitir a aplicação da vacina após a publicação de um termo de compromisso do Instituto Butantan no Diário Oficial da União, atendendo a um detalhe burocrático.

Suprema humilhação para Bolsonaro e Pazuello é que só poderão dar início ao Programa Nacional de Imunização, na quarta-feira, com vacinas do Butantan, daquele comunista do João Doria, tão vilipendiadas pelo governo federal. As vacinas vindas da Índia ninguém sabe ainda quando vão chegar.

Detalhe: as duas vacinas dependem de insumos fornecidos pela China, que ofereceu ajuda financeira ao Amazonas, o Estado mais castigado pela pandemia, onde o general Pazuello esteve por três dias na semana passada, oferecendo cloroquina para todos.

Figura patética, o ajudante de ordens de Bolsonaro pelo menos dá a cara para bater.

Mais perdido do que cachorro em dia de mudança, o general de divisão três estrelas da ativa do Exército, faz qualquer coisa para não perder o cargo e o soldo dobrado. Acha que está cumprindo uma “missão”.

Não importa. O que vale é termos agora uma vacina aprovada para voltarmos a ter esperança de sobreviver à pandemia.

Hoje vou dormir mais tranquilo, sabendo que, no dia 15 de fevereiro, vou poder receber a vacina, de acordo com o cronograma para idosos de 70 a 74 anos.

Vocês ainda vão ter que me aguentar por mais algum tempo…

Vida que segue.

LADRÃO RELIGIOSO FURTA CELULAR DURANTE CULTO EM BAIRRO RURAL DE JALES

A notícia é do Jornal de Jales:

A Central de Polícia Judiciária de Jales ficou movimentada no último final de semana. Pelo menos seis furtos foram registrados na cidade e vão desde celulares até pinheiros levados pelos criminosos da frente de uma casa na Rua 7, Centro.

Porém, o mais inusitado de todos aconteceu no bairro rural do Jataí. Furtos de celulares não são mais incomuns, mas quando alguém comete o crime dentro de uma igreja e, ainda, pega o aparelho celular em cima de uma Bíblia, a situação se torna, no mínimo, curiosa.

De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado na Central, a vítima participava de um culto por volta das 21h30 no bairro Jataí. Durante a celebração, sentiu vontade de ir ao banheiro e deixou o celular em cima de sua Bíblia.

Quando retornou ao seu assento, a vítima não mais encontrou seu aparelho, porém, a Bíblia estava lá, intacta.

FRASE

“Morte, invalidez, anomalia… Esta é a vacina que o Dória queria obrigar a todos os paulistanos tomá-la”.

(Do genocida Jair Bolsonaro, em novembro do ano passado, comemorando a morte de um voluntário da Coronavac e a suspensão dos testes. Depois, descobriu-se que a causa mortis do voluntário havia sido suicídio e os testes foram retomados) 

DÓRIA VENCE GUERRA DA VACINA, CRITICA BOLSONARO E FATURA COM CORONAVAC

O “calcinha apertada” humilhou o Bozo e sua caterva negacionista, chamou o Pazuello de mentiroso e, pra completar, está dizendo que vai enviar 50 mil doses da vacina para o Amazonas, porque não confia no ministro da Saúde.

Do Poder360:

Em evento organizado e preparado para maximizar o momento, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), aplicou grande derrota política ao presidente Jair Bolsonaro ao mostrar para o Brasil inteiro, ao vivo, a primeira pessoa a receber uma dose da CoronaVac, imunizante desenvolvido pela farmacêutica chinesa Sinovac.

O governador disse que esse domingo, 17, foi o “Dia V”, da vacina e da vida, “daqueles que valorizam e trabalham pela vida”. A declaração foi feita minutos depois de a 1º brasileira ser vacinada, no Hospital das Clínicas, em São Paulo, com a CoronaVac.

Depois de demonstrar emoção ao cumprimentar Mônica Calazans, 54 —a enfermeira, negra e moradora de Itaquera que foi vacinada—, Doria fez um discurso duro e recheado de críticas Bolsonaro, mas sem nunca pronunciar o nome do seu maior adversário político no. momento. O tucano deu um passo relevante na sua possível campanha a presidente da República, em 2022.

O triunfo da ciência, o triunfo da vida, contra os negacionistas, contra aqueles que preferem o cheiro da morte ao invés do valor e da alegria da vida”, disse Doria. “Hoje foi uma vitória importante, a vitória da vida. Que sirva de lição para os negacionistas, para os que não têm amor no coração, para os que desprezam a vida, que se distanciam de um país que sofre com a morte”, afirmou. “É a vitória da vacina, da democracia, que sirva de lição para quem flerta com a morte.

“PAI DA CLOROQUINA” RECONHECE QUE MEDICAMENTO NÃO TEM EFICÁCIA CONTRA A COVID

Hoje não foi um bom dia para os cloroquinistas. Os diretores da Anvisa – quase todos nomeados pelo Bozo – ao votarem a aprovação da vacina, criticaram o negacionismo e desmentiram a eficácia de qualquer tratamento precoce.

E, pra completar, o médico francês que defendia a cloroquina chegou à conclusão que estava errado. Deu no Brasil 247:

O médico francês Didier Raoult, responsável pelo estudo sobre a utilização da cloroquina no tratamento à Covid-19, voltou atrás de sua conclusão, em artigo publicado no International Journal of Antimicrobial Agents.

Didier informou que reavaliou os dados, diante de seis pacientes que haviam “sumido” dos estudos, e ressaltou que a hidroxicloroquina não funcionou. 

“A necessidade de oxigenoterapia, transferência para UTI e óbito não diferiu significativamente entre os pacientes que receberam hidroxicloroquina (HCQ) com ou sem azitromicina (AZ) e nos controles com tratamento padrão apenas”, afirmou. Ou seja, a cloroquina não impediu que pessoas fossem hospitalizadas e até morressem.

A substância ainda é defendida pelo governo brasileiros, de Jair Bolsonaro, que estocou uma quantidade absurda do remédio e está buscando empurrá-lo para a população – mesmo que o usuário possa ter problemas cardíacos.

1 2 3 4 5 6 1.519