No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, destaque para a Comissão Especial de Inquérito(CEI) aberta pela Câmara Municipal para investigar supostos malfeitos na construção das moradias do conjunto habitacional “Honório Amadeu”. A construção das 99 casas populares teve início em 2012 e foi entregue aos mutuários em fevereiro de 2019. Durante a construção que durou 7 anos, o custo da obra subiu de R$ 6,6 milhões para R$ 12 milhões, pagos com recursos da CDHU. A empresa construtora, escolhida por licitação, foi a Tecnicon Engenharia e Construção Ltda. Já no primeiro ano de posse das casas, os moradores tiveram problemas, como goteiras nos tetos, infiltrações nas paredes, rachaduras, etc, que foram confirmados em vistoria de técnicos da CDHU.
Outro destaque do jornal é o julgamento ocorrido no Tribunal de Justiça de São Paulo, que decidiu pela inconstitucionalidade de artigos de duas leis aprovadas pela Câmara Municipal de Jales. A primeira, de 1991, criou o cargo de procurador-geral do município, a ser preenchido por livre nomeação do prefeito. A segunda, de 2006, criou 08 cargos de procurador jurídico concursado e manteve o cargo de procurador-geral como cargo de confiança. A notícia diz que houve muito debate durante o julgamento do TJ. De um lado, desembargadores entendiam que o TJ estaria violando a autonomia do município ao anular as normas. De outro lado, a corrente vencedora defendeu a tese de que a função de procurador-chefe do município deve ser reservada a profissionais investidos em cargos públicos, mediante aprovação em concurso.
Na coluna FolhaGeral, o destemido redator-chefe Roberto Carvalho, o Neco, está comentando a abertura da chamada CEI das Casinhas, na Câmara de Jales. Segundo o colunista, a iniciativa dos vereadores se deve, em boa parte, ao fato deles, em pleno ano eleitoral, estarem em baixa junto à população de Jales. De outro lado, Roberto comenta que, segundo conversas de bastidores, muita gente poderá sair arranhada do emaranhado de citações feitas pelo engenheiro Antonio Marcos Miranda – o filho predileto do querido e saudoso inspetor de alunos, Otávio Miranda – em documento entregue à Prefeitura recentemente.
A grande imprensa noticiou, ontem, que o Brasil fechou no mês de junho 10,9 mil empregos formais – aqueles com carteira assinada – chegando, com isso a quase 1,2 milhão empregos perdidos no primeiro semestre de 2020.
Jales deu sua modesta colaboração para esses números negativos. Em junho, a cidade perdeu 44 postos de trabalho formais, conforme dados divulgados pelo Caged. No semestre, a cidade fechou 222 empregos. Infelizmente, com as mudanças promovidas pelo governo Bolsonaro nas estatísticas do Caged, não é possível saber qual o setor – Comércio, Indústria, Construção Civil, Serviços, etc – foi mais atingido pelos cortes.
Em meio à pandemia do coronavírus, que está destruindo empregos aos montes, até que o desempenho de Jales não foi dos piores, na comparação com as principais cidades da região. Santa Fé do Sul, por exemplo, fechou apenas 04 empregos em junho, mas, no total do semestre, perdeu 790 empregos.
Votuporanga teve saldo positivo em junho, abrindo 72 empregos no mês, mas, na somatória do semestre, fechou 625 postos de trabalho. Mirassol abriu 24 empregos em junho, mas fechou 316 no semestre. São José do Rio Preto perdeu 885 empregos em junho e já contabiliza 5.682 empregos perdidos no semestre.
Desempenho melhor que Jales, só os de Fernandópolis e Tanabi. A primeira perdeu 71 empregos em junho, mas, no semestre, as perdas chegaram a apenas 191 empregos fechados. Tanabi é a única, entre as principais cidades da região, com números positivos. Em junho, Tanabi abriu 79 novos empregos e, no semestre, já abriu 149.
Entre os pequenos municípios da nossa região, destaque para Santa Albertina, que abriu 13 novos empregos em junho e terminou o semestre com 74 empregos a mais.
A Polícia Civil de Jales recebeu, nesta terça-feira (28/07), informações de que um furto de gado estava sendo realizado na região de Jales. Investigadores foram a campo e, na madrugada desta quarta-feira, localizaram um caminhão boiadeiro carregado que trafegava na rodovia que liga Jales a Pontalinda.
Abordado o caminhão, foram encontradas aproximadamente trinta cabeças de gado que tinham sido furtadas em propriedades rurais entre Jales e Estrela d’Oeste.
Os policiais notaram ainda que uma caminhonete estava servindo como “batedor” do caminhão, e também a abordaram. Durante a abordagem, os ocupantes do caminhão e da caminhonete empreenderam fuga a pé, sendo um deles localizado e preso.
O caminhão e a caminhonete foram apreendidos, e as cabeças de gado foram devolvidas ao seu proprietário. A Polícia Civil trabalha agora para identificação dos demais envolvidos.
Logo nas primeiras horas desta terça-feira (28/07), a Polícia Civil de Jales, com o apoio da Polícia Militar, deflagrou a Operação “Nascantur Liberi”, que tinha como objetivo o cumprimento de seis mandados de busca domiciliar expedidos pela Justiça Estadual.
Cinco pessoas eram os alvos da operação, que apura o envolvimento com o tráfico de drogas, e tiveram suas residências vasculhadas pelos policiais. Além disso, um bar também foi alvo das buscas.
Três dos investigados foram presos em flagrante. Dois deles foram autuados por tráfico, já que drogas e dinheiro foram encontrados em suas moradias. O terceiro foi autuado por posse irregular de arma de fogo de uso permitido, porém pagou fiança e foi colocado em liberdade.
As investigações apontam que um dos presos seria o chefe do tráfico no Bairro Renascer, em Jales. Daí o nome da operação (Renascer Livre, em latim).
Cerca de 50 policiais (civis e militares) participaram da operação, que foi coordenada pelo Delegado Sebastião Biazi, responsável pela DISE de Jales.
Em decisão publicada na quinta-feira, 23, o juiz da 2ª Vara Criminal de Jales, Alexandre Yuri Kiataqui, autorizou o retorno do servidor municipal Nelson Guzzo Júnior (à esquerda, na foto acima) ao trabalho.
Como noticiado na semana passada, o servidor – que estava afastado desde o dia 06 de fevereiro de 2019, por ordem da Justiça – havia protocolado, há cerca de duas semanas, um pedido para voltar ao trabalho.
Chamado a dar opinião, o Ministério Público local concordou com o pedido do servidor, mas impôs condições, vedando, por exemplo, que ele fosse nomeado para algum cargo de confiança (lembrando que, ao ser afastado, ele exercia a chefia de gabinete da Secretaria de Fazenda, um cargo de confiança).
Apesar da opinião do MP, a decisão do juiz autorizou a volta de Nelsinho em cargo de confiança. Para o magistrado, “não se mostra razoável a vedação genérica à ocupação de cargos ou ao desempenho de funções de confiança”.
O juiz ressaltou, no entanto, que o servidor não poderá ocupar cargo ou desempenhar função de confiança que esteja relacionada, direta ou indiretamente, à área de licitações ou à contratação de obras, serviços, etc. Assim, Nelsinho não poderá voltar, por enquanto, à sua antiga função, como responsável pelo setor de licitações e compras, mas poderá exercer outros cargos de confiança.
Diante disso, o prefeito Flá Prandi já teria designado Nelsinho para ocupar a chefia de gabinete da Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo.
Enquanto isso, a Câmara, mais uma vez, está chegando atrasada ao caso. Na sessão desta segunda-feira, os vereadores deverão discutir um requerimento dos vereadores Macetão e Tupete, que traz alguns questionamentos ao prefeito.
Entre outras coisas, Macetão e Tupete perguntam ao prefeito “qual será o posicionamento da Prefeitura nesse processo?”. Perguntam, também, se, em caso de retorno, o servidor “irá exercer o seu cargo de origem ou, em caso negativo, qual cargo será exercido?”. Como se vê, essas questões já estão respondidas.
Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cujo principal destaque é o início do funcionamento, a partir dessa segunda-feira, 27, da nova estrutura instalada na Santa Casa de Jales visando manter sob controle o enfrentamento ao coronavírus. Serão colocados à disposição, devidamente credenciados, 10 leitos de UTI adulto, 01 de UTI pediátrica, 17 leitos de enfermaria e mais 03 de apoio. A cúpula da Santa Casa, que atende 16 municípios referenciados, também investiu em recursos humanos, contratando 19 médicos e 48 enfermeiras e técnicos de enfermagem.
Outro destaque do jornal diz respeito ao imbroglio que envolve a situação de parte das 99 moradias populares do conjunto habitacional “Honório Amadeu”, e que estaria tirando o sono de muita gente. Segundo o jornal, o prazo de 30 dias dado pelo Ministério Público de Jales para que a CDHU se manifeste sobre os problemas existentes no conjunto expirou na última sexta-feira, 24. O prazo consta do inquérito civil instaurado há um mês e, aparentemente, ainda não foi atendido, uma vez que, de acordo com a manchete do jornal, o MP continua aguardando a manifestação da CDHU. O promotor Wellington Luiz Villar garantiu ao JJ que, se a empresa não atender ao questionamento do MP, serão tomadas todas as providências que o caso exige.
As informações de um brasileiro que mora nas Austrália, sobre as medidas do governo australiano para conter a segunda onda do coronavírus no país; o lançamento do vídeo em que os jalesenses Neto & Felipe fazem uma releitura da música “Estado Decadente”; o estudo que está sendo feito para melhorar as condições estruturais do viaduto “Antonio Amaro”; a homenagem que a Unijales fez a uma de suas mais antigas colaboradoras; e a prisão de um traficante que escondia drogas em um túmulo no cemitério de Jales, são outros assuntos do JJ deste domingo.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta que não será surpresa para ele se o professor Luís Especiato se licenciar do cargo de diretor concursado de escola de tempo integral na rede estadual de ensino para disputar a Prefeitura de Jales. Os petistas locais acreditam que, com três mandatos de vereador no currículo, ex-presidente da Câmara, bom de gogó (não por acaso ele é chamado pelos amigos de “bico doce”) e muita disposição para o corpo-a-corpo, Especiato, dependendo do quadro, tem chance de embolar o meio campo. O colunista deixou no ar, ainda, que os bolsonaristas da cidade também poderão lançar um candidato a prefeito.
Matéria do repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, no jornal A Tribuna deste final de semana relata que o empresário e ex-vereador Júnior Rodrigues negou que tenha sido indicado pelo prefeito Flá Prandi para ajudar a empresa que construiu as 99 casas do conjunto “Honório Amadeu”.
Ele negou, também, que tenha atuado como facilitador da liberação dos recursos repassados pela CDHU à Prefeitura para pagamento dos serviços executados pela empresa, mas reconheceu que recebia uma comissão de 5% sobre o valor dos materiais que eram comprados em seu nome.
Júnior admitiu que tinha uma procuração da empresa, mas disse que atuava apenas como avalista dos empresários, porque a empresa – a Tecnicon Engenharia e Construções Ltda – não tinha crédito na praça para adquirir o material de construção utilizado nas obras.
“Eles estavam com dificuldade para comprar a prazo, então eu fui na loja de materiais de construção e pedi que vendessem com prazo para a construtora e assim foi feito. Por esse serviço, eu recebia 5%, mas apenas sobre o que era comprado em meu nome, e não sobre a medição total”.
Júnior garantiu que quem recebia os cheques no caixa da Prefeitura era os empresários, mas admitiu que os cheques eram depositados em sua conta bancária. “Eles recebiam e depois depositavam na minha conta. Aí eu descontava tudo que eu tinha comprado no meu nome e o que sobrava eu repassava para eles”.
Júnior criticou o engenheiro Antonio Marcos Miranda, um dos sócios da construtora. “O Miranda é muito desinformado e foi muito maldoso. Eu emprestei meu nome para a empresa dele aqui em Jales, em Mirassol, Santa Fé do Sul, Cordeirópolis e Dirce Reis. Na verdade, eu fiz um favor porque o antigo avalista cobrava 10% e eu me propus a ajudá-los cobrando apenas 5%“.
O ex-vereador disse que um dos motivos que o levaram a cobrar um percentual bem abaixo do que a construtora vinha pagando para outro avalista foi a amizade. “As famílias Rodrigues e Miranda possuem relações de amizade há mais de 60 anos, por isso eu resolvi ajudar”, concluiu Júnior Rodrigues.
No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete – “Construtora diz que pagou 5% para desentrave político” – destaca o caso da construção das 99 casas do conjunto habitacional “Honório Amadeu”. A matéria diz que a construtora afirmou, em documento assinado por um dos sócios, que foi obrigada a pagar uma comissão de 5% para garantir a celeridade das medições e dos pagamentos pelas obras. O percentual, segundo a empresa, teria sido pago ao ex-vereador Rivail Rodrigues Júnior, que também assinava os recibos de compra de material de construção em nome da construtora. O documento diz, ainda, que depois que a obra já estava concluída, o ex-vereador fez uma compra de material de construção em uma loja da cidade, sem autorização da construtora.
Destaque, igualmente, para o anúncio feito pela provedoria da Santa Casa de Jales sobre a inauguração de uma nova ala específica para pacientes com covid-19 e/ou com sintomas gripais. Até esta semana, o hospital contava com 10 leitos de enfermaria, além de UTI com 06 leitos adultos e 01 pediátrico. Agora, a enfermaria será ampliada, enquanto uma ala do hospital foi transformada também em UTI. No total, a Santa Casa passará a ter 11 leitos de UTI para tratamento de covid-19, sendo 10 para adultos e 01 para crianças.
As ações protocoladas na Justiça por moradores do conjunto habitacional “Honório Amadeu”, contra a Prefeitura de Jales e a CDHU; o pedido encaminhado à Justiça pelo servidor Nelson Guzzo Júnior, envolvido na operação “Farra no Tesouro 2”, para voltar ao trabalho; a vistoria realizada no viaduto “Antonio Amaro”, visando a elaboração de um projeto de recuperação; o trabalho de conscientização realizado pelo SAE/CTA e a Vigilância Sanitária junto aos tatuadores profissionais do município para prevenir doenças; o caso do traficante que escondia drogas em uma sepultura do cemitério de Jales; e os gastos com a folha de pagamento dos servidores municipais, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, informações sobre o caso do loteamento Jardim das Paineiras – um dos mais novos da cidade – onde os moradores reclamam, há tempos, das condições precárias do asfalto. Em 2016, a Prefeitura acionou a loteadora na Justiça e, em 2018, a juíza Maria Paula Braquinho Pini condenou a empresa a reformar o asfalto e o sistema de drenagem do bairro. A empresa – PHU Planejamento Habitacional Urbano, de Ribeirão Preto – recorreu e o recurso se encontra no TJ-SP, aguardando julgamento. Na página de opinião, o blogueiro Hélio Consolaro escreve sobre acidentes de trabalho, enquanto a Taísa Selis escreve sobre travesseiros e sonhos.
O balanço do coronavírus divulgado pela Prefeitura de Jales ontem, sexta-feira, mostra que, em 24 horas, a Vigilância Epidemiológica registrou 44 notificações de casos suspeitos da covid-19 no município. No mesmo período, foram confirmados 19 novos casos positivos da doença – 10 mulheres e 09 homens, com idades que vão de 23 a 78 anos.
Com isso, Jales contabiliza 511 casos positivos. A cidade registrou, também, um novo óbito – uma mulher de 56 anos – e agora conta com 06 óbitos. Como comparação, a cidade de Porto Feliz – cujo prefeito foi chamado de herói pelo Alexandre Garcia por distribuir cloroquina para a população – registrava, ontem, 604 casos positivos e 10 óbitos.
Mas a situação está complicada mesmo é em São José do Rio Preto, onde somente ontem, sexta-feira, foram confirmados mais 357 novos casos positivos e 10 novos óbitos causados pela doença. No total, Rio Preto já tem 7.166 moradores infectados e 197 óbitos.
Santa Fé do Sul, que costuma divulgar seus boletins de manhã, informou neste sábado que a cidade contabiliza 367 casos positivos, dos quais 207 estão curados. A cidade já tem 15 óbitos causados pela covid. O boletim deste sábado informa, também, que Santa Fé do Sul tem 08 pessoas internadas em UTI, sendo que 05 dessas pessoas estão em hospitais da região.
Fernandópolis confirmou, ontem, mais 48 casos positivos e, com isso, contabiliza 1.011 casos confirmados, dos quais 686 estão curados. O boletim não informa quantas pessoas estão hospitalizadas. O número de óbitos em consequência da covid em Fernandópolis já chegou a 17.
Votuporanga registrou, em seu boletim de ontem, mais um óbito – um idoso de 83 anos – e agora contabiliza 34 óbitos pela doença. O município registrou, também, mais 19 casos positivos em 24 horas e já conta com 1.383 casos confirmados da covid, dos quais 1.086 estão curados.
Das pessoas contaminadas, 24 estão internadas, sendo que 14 estão na UTI, 08 das quais com ventilação mecânica invasiva. Dos casos suspeitos, 06 estão internados, sendo 03 em UTI.
O jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, está destacando, em matéria de primeira página, os estudos que estão sendo iniciados visando uma reforma estrutural no viaduto “Antonio Amaro”. Obra finalizada no final da década de 1960, o pontilhão na avenida Francisco Jalles sobre a linha férrea só recebeu a atual denominação no ano de 2000, através da lei municipal n° 2.532, assinada pelo então prefeito Antônio Sanches Cardoso (1997/2000), falecido em 27/6/2017. Desde a terça-feira (21/7), engenheiros e técnicos da empresa Carmona Soluções de Engenharia LTDA, de São Paulo, vencedora da licitação aberta pela Prefeitura, estão em Jales para realizar a elaboração do projeto sobre o comprometimento com ou sem reforço estrutural e monitoramento do viaduto.
O jornal traz, mais uma vez, um balanço do coronavírus em Jales e região. A cidade registrou, na quinta-feira, 23, o sexto óbito causado pela covid-19. A vítima foi uma mulher de 56 anos que estava em isolamento domiciliar e, após passar em mal em sua casa, foi levada para a UPA mas não resistiu às complicações da covid. Nos 23 municípios da região administrativa de Jales, já foram registrados 1.491 casos positivos da covid e 40 óbitos. Santa Fé do Sul lidera essa triste estatística com 15 óbitos, seguida por Urânia(06), Jales(06), Pontalinda(04), Dolcinópolis(03), Três Fronteiras(02), Nova Canaã, Palmeira D’Oeste, Populina, Santa Clara D’Oeste e Santa Salete, com 01 óbito em cada uma. Jales registra, ainda, um óbito suspeito.
Na coluna FolhaGeral, o expedito redator-chefe Roberto Carvalho conta que uma fonte confidenciou a ele que o prefeito Flá Prandi deverá colocar à venda ainda neste ano a área do Estádio Municipal “Roberto Valle Rolemberg”, onde o abandono é visível a um quilômetro de distância. Segundo o colunista, a pretensão do prefeito seria construir um estádio municipal menor e melhor, visando fomentar as atividades esportivas amadoras do município. Por sinal, Roberto Carvalho é favorável à venda do estádio, não obstante as boas recordações dos tempos em que ele brilhava naquele gramado com a camisa do glorioso CAJ. Eu mesmo testemunhei, da arquibancada, o histórico duelo que ele travou com o ponta-direita Lindóia, do Corinthians.