O empresário Luis Henrique Moreira, proprietário da LHBorr, candidato a deputado estadual mais votado em Jales na última eleição, não conseguiu uma cadeira na Assembleia Legislativa, porém, desde o encerramento do período eleitoral, tem se dedicado a trabalhar para o benefício da população de Jales e de toda a região.
No dia 05 de dezembro, viabilizou junto ao deputado federal Guilherme Mussi, um recurso extra de R$ 300 mil para o Hospital de Amor de Jales, cujo valor já está disponível para o uso da entidade.
“É com muita satisfação que anuncio a destinação de R$300 mil para o Hospital de Amor de Jales, que é referência em saúde para a população do município e de toda a região. O propósito é ajudar os pacientes a ter um atendimento digno em seus momentos de maior dificuldade”, destacou Luis Henrique.
O autor da liberação do recurso, Guilherme Mussi, deputado federal reeleito na última eleição e presidente estadual do PP, esteve em Jales na noite do dia 03 de setembro, na sede da Associação Comercial e Industrial de Jales, na campanha de Luis Henrique Moreira, ocasião em que fortaleceu ainda mais os laços políticos com o empresário jalesense.
O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, proferiu na sexta-feira passada, 07, sua sentença sobre o processo em que a ex-prefeita Nice Mistilides e a empresa Proposta Ltda são acusadas de malfeitos nos serviços de limpeza e coleta do lixo. A ação proposta pelo Ministério Público foi julgada parcialmente procedente pelo juiz.
Nice e a empresa foram condenadas a devolver aos cofres públicos o valor do prejuízo apurado, além de pagar, solidariamente, um multa correspondente a duas vezes o valor do prejuízo. Nice teve, ainda, os seus direitos políticos suspensos por cinco anos, enquanto a empresa não poderá firmar contratos com o poder público pelo mesmo prazo.
A contratação da empresa Proposta, a falta de fiscalização dos serviços e os prejuízos causados ao erário público foram – os prezados leitores devem estar lembrados – o mote para a Câmara Municipal abrir uma CEI e cassar o mandato da ex-prefeita. Para a Justiça, porém, pelo menos uma das acusações feitas pela Câmara não ficou comprovada.
Os prezados leitores devem estar lembrados, também, que a ex-prefeita e a empresa tiveram seus bens bloqueados até o valor de R$ 1,4 milhão, para cobrir os supostos prejuízos. Pois bem, o valor dos prejuízos comprovadamente apurados e que terão que ser devolvidos aos cofres públicos por Nice e a empresa estará na edição do próximo fim de semana de A Tribuna. Vocês irão se assustar com a quantia!
Um amigo deste aprendiz de blogueiro costuma dizer que em Jales acontecem coisas só comparáveis ao realismo fantástico de Macondo, a aldeiazinha colombiana de “Cem Anos de Solidão”, onde o sobrenatural era mais que natural.
Pois hoje, tivemos aqui em nossa pacata urbe uma coincidência que nem a imaginação fértil de Gabriel García Márquez, o autor de “Cem Anos de Solidão”, poderia supor. Seis mulheres – isso mesmo: seis mulheres e nenhum homem – foram veladas e sepultadas nesta terça-feira em nossos dois cemitérios.
A coincidência quase surrealista é que todas as seis mulheres tinham o mesmo nome: Maria Aparecida. Uma delas é a mãe do vereador Deley, dona Maria Aparecida dos Santos, que, aos 73 anos, faleceu após um acidente doméstico e uma infecção generalizada.
As outras falecidas foram as senhoras Maria Aparecida Fale, de 83 anos, Maria Aparecida Lino Furlaneto, também de 83 anos, Maria Aparecida Ribeiro Gomes, de 78 anos, Maria Aparecida de Souza, de 68 anos, e dona Maria Aparecida do Carmo, a mais idosa da turma, de 93 anos.
E mais: uma sétima mulher está sendo velada hoje e será sepultada amanhã. O nome dela? Se você pensou em Maria Aparecida, errou. Ela se chamava apenas Aparecida.
No Jornal de Jales desse domingo, o senhor Noboru Takahashi, ex-vizinho do meu amigo Edgar Martins Colombo, reclamou do seu suposto direito a vagas gratuitas para estacionamento na nova Zona Azul. Eis a matéria:
O assinante Noboru Takahashi, de 83 anos, esteve na redação do Jornal de Jales para reivindicar o que ele afirma ser um direito seu de não pagar para estacionar na Zona Azul, lembrando que já teve que pagar R$ 15 para a Jales Park, para não ser multado.
Portando um exemplar do Estatuto do Idoso, ele destaca o Capítulo X – Do Transporte, Artigo 40, Inciso I que garante a reserva de duas vagas gratuitas por veículo para idosos com renda igual ou inferior a dois salários mínimos, como afirma ser o seu caso.
Além do Estatuto do Idoso, Noboru apresentou dois cartões fornecidos pela Prefeitura para ser colocado no veículo, sendo um para estacionamento de idoso e outro para deficiente, o que também, como afirmou, lhe dá direito a estacionamento gratuito, que ele comprova com uma carteirinha da ADERJ (Associação dos Deficientes Físicos da Região de Jales).
Posso estar enganado, mas acho que o Noboru está equivocado com relação a isso. O artigo 40 do Estatuto do Idoso (Lei Federal 10.741/03) trata do transporte coletivo interestadual, ou seja, do direito a vagas gratuitas nos ônibus que fazem viagens interestaduais. Eis o que diz o artigo 40:
Art. 40. No sistema de transporte coletivo interestadual observar-se-á, nos termos da legislação específica: (Regulamento) (Vide Decreto nº 5.934, de 2006)
I – a reserva de 2 (duas) vagas gratuitas por veículo para idosos com renda igual ou inferior a 2 (dois) salários-mínimos;
II – desconto de 50% (cinqüenta por cento), no mínimo, no valor das passagens, para os idosos que excederem as vagas gratuitas, com renda igual ou inferior a 2 (dois) salários-mínimos.
Parágrafo único. Caberá aos órgãos competentes definir os mecanismos e os critérios para o exercício dos direitos previstos nos incisos I e II.
A questão das vagas de estacionamento para idosos é tratada, na verdade, pelo artigo 41 do Estatuto do Idoso. Eis o que ele diz:
Art. 41. É assegurada a reserva, para os idosos, nos termos da lei local, de 5% (cinco por cento) das vagas nos estacionamentos públicos e privados, as quais deverão ser posicionadas de forma a garantir a melhor comodidade ao idoso.
Reparem que o artigo assegura as vagas para o pessoal da terceira idade nos estacionamentos públicos e privados, mas não menciona nada sobre gratuidade para essas vagas.
A empresa que assumiu a Zona Azul em Jales – a ASG Engenharia Ltda – já atua em outras cidades e, aparentemente, tem muita experiência nessa área. Ela não iria cobrar dos idosos se a lei proibisse a cobrança.
Portanto, as vagas só poderiam ser gratuitas se isso tivesse sido estabelecido na licitação e no contrato e desde, é claro, que a Prefeitura compensasse a empresa de alguma forma. O transporte gratuito de idosos nos ônibus circulares, por exemplo, é compensado com um subsídio mensal de R$ 22 mil, pago pela Prefeitura.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cuja principal manchete destaca a operação realizada pela Polícia Civil de Jales na manhã de sexta-feira, 07, na Câmara Municipal de Aspásia. A Polícia cumpriu mandado de busca e apreensão na sede do Legislativo aspasiense, de onde levou diversos documentos para análise e apuração de possíveis irregularidades que, segundo denúncia de um vereador, estariam sendo cometidas no âmbito da Câmara. Entre as denúncias, estão sendo apurados gastos excessivos com combustíveis, diárias de viagens, lanches e refrigerantes, além de possíveis irregularidades em licitações. A operação foi coordenada pelo delegado Altair Ramos Leon, que já abriu quatro inquéritos para apurar os fatos.
O jornal está noticiando, também, que a região estará representada no governo Bolsonaro. O ex-deputado federal e ex-secretário estadual Júlio Semeghini(PSDB), de Fernandópolis, aceitou convite feito pelo futuro ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, o “astronauta” Marcos Pontes, e deverá ser o secretário executivo da pasta, o que, na prática, significa que ele será o número 2 do ministério. O JJ apurou que, não obstante a atuação política de Semeghini, o que teria contado mesmo é a sua reconhecida experiência em tecnologia e informática. Segundo o jornal, Semeghini – que é formado pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) já foi premiado até pelo lendário Bill Gates.
O novo nome – Jales Rodeio Show – da festa country que substituiu a Facip, programada, neste ano, para o período entre os dias 11 e 14 de abril; a inauguração de um polo do Centro Universitário Claretiano em Jales, que funcionará na Escola Vocacional; a decoração natalina da Rua Maceió, no JACB, que é feita pelos próprios moradores do local; a eleição para a Mesa Diretora da Câmara de Jales, que tem duas chapas concorrendo; as obras para substituição de algumas galerias pluviais no São Judas Tadeu; e a reclamação de um idoso, que diz ter direito a estacionamento gratuito na Zona Azul, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o enigmático jornalista Deonel Rosa Júnior comenta que “não será surpresa para este colunista se a Polícia Civil deflagrar em breve um operação com potencial para estremecer estrelados endereços da cidade”. Ainda na seara da polícia, o jornalista conta que soube por fonte absolutamente fidedigna, que antes da deflagração da operação “Farra no Tesouro”, da Polícia Federal, que descobriu malfeitos na Tesouraria da Prefeitura, a Polícia Civil também teria recebido denúncia anônima e estava preparando o bote para enquadrar a ex-tesoureira Érica Cristina Carpi. A Polícia Federal, no entanto, chegou primeiro.
No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, o principal destaque é a operação realizada pela Polícia Civil de Jales, que fez uma incursão à Câmara Municipal de Aspásia na manhã de sexta-feira, 07, a fim de cumprir mandado de busca e apreensão. O objetivo da operação era apreender documentos, que já estão sendo analisados, para apurar supostas irregularidades nos gastos com combustíveis, transportes, diárias de viagem, alimentação de vereadores e servidores, além de fracionamentos de despesas para fugir à realização de licitações. A operação é consequência de denúncias de um vereador de Aspásia cujo nome não foi revelado. Foram instaurados quatro inquéritos policiais para investigar as denúncias.
Destaque, também, para o lançamento oficial do novo site da Diocese de Jales e de um aplicativo para celular. O novo site traz ferramentas para facilitar a vida dos fiéis, enquanto o aplicativo para celular, de fácil acesso, contém as ferramentas e informações do site, além de possibilitar a sintonia da Rádio Assunção FM. Outro assunto que mereceu matéria de capa foi a reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica do São José dos Dourados, realizada na terça-feira, 04, na sede do Sindicato Rural de Jales, com a presença do prefeito Flá Prandi.
Na coluna FolhaGeral, o destemido redator-chefe Roberto Carvalho comenta que muita gente anda reclamando do tempo mínimo para estacionar na nova Zona Azul, que é de uma hora. Roberto – e os reclamões – acredita que meia hora seria mais adequado, pois muitos motoristas estacionam 15 ou 20 minutos e são obrigados a pagar por 01 hora. O colunista comenta, também, que o Aeroporto Municipal está atrapalhando o desenvolvimento da cidade, principalmente do setor Sul. Roberto chegou a essa conclusão depois de ficar sabendo que a Fuga Couros teria um projeto pronto para instalar uma usina de produção de diesel, mas estaria enfrentando problemas para obter a autorização do Comando Aéreo (Comar), devido à existência do Aeroporto nas imediações.
O Claretiano – Centro Universitário inaugurou, na sexta-feira, 07, seu Polo de Apoio Presencial na cidade de Jales. Localizado na Escola Vocacional da Diocese de Jales o polo oferecerá cursos de Graduação e Pós-Graduação, todos na modalidade à distância.
A inauguração contou com as presenças do bispo diocesano, dom Reginaldo, do bispo emérito, dom Demétrio Valentini e dos padres Sardinha, Natalino, Júnior, Valdair, Trindade, Telmo, Eduardo Lima e Joisom, além da secretária municipal da Educação, Lourdes Marcondes Rezende, que representou o prefeito, Flávio Prandi Franco, e da diretora da Escola Estadual “Dr. Euphly Jalles”, Maria Helena Feboli.
O bispo diocesano de Jales, dom Reginaldo Andrietta, conduziu a cerimonia, fez a benção, falou sobre a importância da parceria e da chegada do Claretiano na cidade. “Toda a nossa cidade e região ganham com a chegada do Claretiano. Para quem está buscando uma formação integral chegou a hora”, explica. Em seguida, o bispo e o supervisor regional de polos no Estado de São Paulo, João Bosco, fizeram o descerramento da placa inaugural.
Para a secretária municipal da Educação, Lourdes Rezende, o Claretiano vem somar na área educacional de Jales. “Como a instituição oferece cursos a distância será um facilitador para quem não tem tempo hábil para frequentar presencialmente uma instituição de ensino. É uma grande conquista para a cidade”, pondera.
O Polo de Apoio Presencial de Jales fica anexo à Escola Vocacional, na Rua Roma, 3317, Paulo VI. O telefone é o (17)3632-1027. O atendimento é de segunda a sexta das 8h às 12h e das 13h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h.
Durou cerca de uma hora e meia – das 09:00 às 10:30 horas de quinta-feira, 06 – o depoimento da ex-tesoureira Érica Cristina Carpi à Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Câmara, instalada para apurar os desvios descobertos pela operação “Farra no Tesouro” da Polícia Federal.
Acompanhada por um de seus advogados, Érica chegou à Câmara cinco minutos antes do horário marcado e respondeu, sem titubear, a todas as perguntas feitas pelos vereadores Kazuto, Bismark e Deley. Respondendo a um dos vereadores, ela disse que não tem noção do valor desviado ao longo de quase dez anos.
Érica garantiu, mais uma vez, que praticou sozinha todos os desvios e que o fez por conta da facilidade encontrada, uma vez que os serviços executados por ela não eram fiscalizados por ninguém.
Ela disse aos vereadores, informalmente, que, se fosse uma pessoa vingativa, poderia dizer que o ex-marido sabia dos desvios, mas isso não seria verdade. A ex-tesoureira deu uma interessante justificativa para explicar porque Betto não sabia dos desvios. Esse e outros detalhes estarão em A Tribuna, no final de semana.
“Eles arquitetaram fraudes motivados por pura cupidez, ganância e desejo de lucro fácil, fechando os olhos para a impressionante fila de ônibus e vans repletos de pacientes que diariamente aportam no hospital, na esperança de cura”
Do promotor Eduardo Shintani, nas alegações finais do processo em que o ex-diretor Roger Dib e outras duas pessoas são acusadas de praticar sete diferentes modalidades de fraudes contra o Hospital de Amor – Unidade de Jales.
Na peça, com 133 páginas recheadas de depoimentos e cópias de documentos, o promotor pede a condenação dos três acusados. A penas previstas para cada um deles, caso condenados, e outros detalhes das alegações finais do Ministério Público estarão na edição de final de semana de A Tribuna.
Nossa Câmara Municipal já está praticamente em férias. Ou em recesso, se preferirem. Na sessão ordinária de hoje – a penúltima do ano – serão lidos apenas cinco indicações e discutido um único requerimento. Isso na primeira parte da sessão, chamada de “expediente”.
Na segunda parte – chamada de “ordem do dia” – serão discutidos e votados tão-somente três projetos de lei, todos de somenos importância. Num deles, talvez o mais relevante, o vereador Macetão pretende criar uma lei que vai obrigar a concessionária dos serviços de energia elétrica – a Elektro – a retirar os fios em desuso e/ou inutilizados dos postes de energia.
Voltando ao “expediente”, será lido, também, um projeto de decreto legislativo, de autoria do presidente Pintinho, que concede um Título de Cidadão Jalesense ao comerciante e agropecuarista Pedro Laert Pupim, que foi vice-prefeito da cidade entre fevereiro de 1977 e janeiro de 1983. O prefeito era José Antônio Caparroz.
Homenagem merecida a um homem correto que chegou em Jales há 70 anos, quando a cidade tinha apenas sete anos e ele, ainda criança, contava dez anos. Pedro Pupim nasceu em Itajobi, em 1938, e antes de chegar em Jales, morou na zona rural de Estrela D’Oeste de 1941 a 1948, junto com os pais – Salustiano e Conceição – e com os irmãos, Carolina, Hilário e Osmério.
Em 1982, Pedro Pupim foi candidato a prefeito e, apesar de ter sido o mais votado entre cinco concorrentes, não foi eleito. A disputa para prefeito, naquele ano, teve regras esquisitas: o ganhador seria o primeiro colocado do partido – Arena ou MDB – mais votado. Pedro Pupim e Chico Viana eram candidatos a prefeito pela Arena. Valentim Paulo Viola, Ozil Rezende e Masaru Kitayama foram candidatos pelo MDB.
No final, Pupim foi, individualmente, o mais votado, mas o MDB, que tinha três candidatos, teve mais votos que a Arena e acabou elegendo Valentim Paulo Viola. Ou seja, os votos dados em Ozil e Masaru ajudaram Viola, enquanto Chico Viana não ajudou muito seu colega de Arena.
Em 1996, Pedro Pupim, tendo Garça como vice, voltou a ser candidato a prefeito, mas perdeu para o então vereador Antônio Sanches Cardoso e seu afamado “Ratomóvel”. Naquele ano, o partido de Pupim – o PFL, filho da Arena – aliou-se a um adversário histórico, o MDB, que deu o vice da chapa. A aliança não caiu bem entre os eleitores dos dois partidos.