O escritor, músico e palestrante jalesense André Gandolfo percorre dezenas de cidades, em vários estados, realizando palestras musicais. “Tenho me apresentado em muitas escolas, colégios e universidades e, como digo sempre, adentro a uma unidade de ensino com a mesma fé que um religioso adentra seu templo”, comenta André.
Desse modo, por estar sempre ligado à educação, e por acreditar que é dela que nasce a transformação pessoal e social, publicará seu novo trabalho focado no assunto e, como todos os trabalhos que promove, baseando-se na Cultura de Paz.
“As vezes, para muitas pessoas, parece utopia tratar de paz e sensibilidade num mundo tão violento. E reafirmamos: por isso que torna-se imprescindível cuidar da educação”, afirma o artista.
Os autógrafos e o recital de lançamento do livro “Iluminar” acontecerão em Jales no Teatro Municipal, neste sábado, 18 de junho, a partir das 20 horas – entrada franca.
SERVIÇO:
Recital e lançamento do livro “Iluminar“, de André Gandolfo.
Dia 18 de junho, sábado, as 20h Teatro Municipal de Jales.
O delegado Sebastião de Biazi, que está presidindo o inquérito sobre o caso do pecuarista e comerciante João Antônio Padula, confirmou na manhã desta sexta-feira, que já recebeu o laudo da necropsia feita pelo Instituto Médico Legal para apurar a causa da morte. O delegado disse, porém, que o resultado ainda não pode ser divulgado.
Biazi espera receber também nesta sexta-feira o laudo da perícia feita pelo Instituto de Criminalística no local do crime. Os dois laudos são peças importantes para a conclusão do inquérito, que deverá ser finalizado e remetido ao Fórum local até às 19:00 horas de hoje.
Por outro lado, segundo pessoas que acompanham o caso, o laudo do exame de corpo de delito feito em Clayton Colavite atesta a existência de arranhões, escoriações e hematomas nas costas, joelhos, braços e pescoço do advogado, comprovando a luta corporal e a tese da legítima defesa.
A notícia é da assessoria de imprensa da Polícia Federal:
Policiais federais de Jales/SP encaminharam ao Exército Brasileiro 112 armas recolhidas nos últimos meses na campanha do desarmamento na região. Foram 15 pistolas, 9 garruchas, 47 revólveres, 33 espingardas, 1 pistolete e 7 carabinas que foram entregues pela população. Milhares de munições de diversos calibres também foram enviadas para destruição.
Os participantes da campanha receberam um ressarcimento do governo federal entre R$100 e R$ 300 dependendo do tipo da arma. Quem tiver uma arma de fogo, registrada ou não e quiser entregá‐la voluntariamente à Polícia Federal na campanha do desarmamento poderá se dirigir a qualquer unidade da PF de sua região ou a uma unidade da Polícia Civil do município, realizar a entrega do armamento e requerer a indenização.
O participante da campanha terá garantia de sigilo absoluto do ato e nenhum tipo de pesquisa, seja do proprietário ou da arma, será realizada conforme determina o Estatuto do Desarmamento. Manter em sua residência ou empresa, vender, comprar ou transitar com arma de fogo ilegal é crime punível com pena de até 6 anos de reclusão, dependendo do tipo de conduta e do calibre da arma apreendida.
Adquirir uma arma de fogo legalmente também é possível, desde que o cidadão cumpra as exigências da lei. Inicialmente, o interessado deverá comparecer a uma unidade da PF apresentando requerimento de compra preenchido com justificativa da efetiva necessidade de aquisição da arma e apresentar certidões negativas de antecedentes criminais.
Caso o requerimento seja aprovado pela PF, o interessado deverá se submeter a avaliações psicológicas e de prática de tiro, que serão realizadas por profissionais credenciados. Somente após todos os requisitos legais terem sido realizados e aprovados, o interessado em adquirir uma arma de fogo de calibre permitido receberá da PF uma autorização para a compra do armamento.
A arma adquirida legalmente poderá ficar na residência, na empresa ou na propriedade rural do proprietário. O trânsito com a arma de fogo junto ao corpo ou seu transporte no interior de veículos, mesmo que ela seja registrada, caracteriza o crime de porte ilegal de arma de fogo.
Os proprietários de arma de fogo com registro SINARM (Sistema Nacional de Armas) vencido poderão regularizá‐los desde que cumpram os requisitos legais. Enquanto a renovação não for feita os proprietários estão sujeitos ao crime de posse ilegal de arma de fogo. Não há possibilidade de regularizar arma de fogo com registro antigo (emitido no passado pelas secretarias estaduais de segurança) ou arma de fogo sem registro.
A única destinação legal para o armamento que não seja possível regularizar é a entrega à campanha do desarmamento para destruição. Maiores informações sobre o assunto poderão ser obtidas em consulta à página da PF na internet www.pf.gov.br/servicos/armas.
Quem estiver a fim de comparecer ao jantar show da dupla Chitãozinho e Xororó, programado para a próxima quarta-feira, 15 de junho, aqui em Jales, em benefício do Hospital de Câncer, e ainda não tem ingresso, terá que ligar o mais rápido possível para a Ariely, no telefone 3624-3910.
Segundo informações da assessoria de imprensa do hospital, todas as mesas já foram vendidas e restam apenas seis(06) ingressos avulsos para serem vendidos em uma mesa localizada na chamada “Área Ouro”, a mais próxima do palco. Cada um desses ingressos está custando R$ 450,00.
O show faz parte da turnê “Pura Emoção”, que conta a história da dupla formada há 45 anos pelos dois irmãos paranaenses. Com novos figurinos, repertório e cenários, os show é uma viagem cheia de emoção, efeitos especiais e interação com a plateia.
No repertório do show estão sucessos antigos “para matar a saudade do sertão” e resgatar músicas que já não eram mais tocadas nos shows. Modas de 40 anos atrás são trazidas para o presente de maneira única. Entre essas composições estão “Meu Disfarce” (1987), de Chico e Carlos Roque, e “Se Deus me Ouvisse” (1986), além de clássicos como “Sinônimos” e “Evidências”.
A dupla interpreta também composições do novo disco, “Tom do Sertão”, em homenagem ao cantor, compositor e maestro Tom Jobim (1927-1994), como “Águas de Março”, “Correnteza” e “Eu Não Existo Sem Você”. Durante a execução de “Correnteza”, o palco e duas passarelas parecem inundados de água, deixando o espectador com a sensação de que Chitãozinho & Xororó estão imersos em um rio.
O início do jantar show está marcado para as 20:00 horas.
Mesmo que o empréstimo de R$ 4 milhões seja confirmado e o prefeito Pedro Callado possa, finalmente, realizar alguns recapeamentos asfálticos, as ruas de bairros menos famosos, como a Vila Talma, Jardim São Jorge, Bom Jesus, “Pedro Nogueira”, “Dercílio Carvalho”, “Pires de Andrade”, etc., vão continuar esburacadas.
Por enquanto, ruas como a da foto acima – a Rua Manaus, no Eldorado – poderão receber, no máximo, uma operação tapa-buracos, aquela solução paliativa que não resolve.
A licitação aberta pela Prefeitura, na semana passada, prevê a recuperação de 125.238,25 metros quadrados de asfalto, o que irá permitir recapear alguns trechos das principais avenidas – “Francisco Jalles”, “João Amadeu”, “Salustiano Pupim” – e de algumas ruas mais movimentadas, como a Nova York, a “Rubião Meira” e a Rua Um, além da Rua Suécia, na Vila Aparecida da Boa Vista e da Rua Dezenove, no São Judas.
A “Francisco Jalles” terá dois trechos recapeados. Um deles vai desde o início da avenida, nas proximidades do Hospital de Câncer, até a Rua Vinte e Quatro. O outro trecho é no centro da cidade, entre a “João Amadeu” e a Rua Quatro. A “João Amadeu” também será recapeada em dois trechos: nas proximidades do Corpo de Bombeiros e da Santa Casa.
Entre os bairros, os mais beneficiados são o América, o Trianon e o Europa. Juntos, eles terão mais de 40 quarteirões recapeados. A Avenida Integração será totalmente recapeada. Segundo a assessoria do prefeito, para recapear todas as ruas esburacadas, seriam necessários mais de R$ 20 milhões.
Em tempo: o conjunto habitacional “Roque Viola” também terá algumas ruas recapeadas, mas os recursos não virão do empréstimo e sim de um convênio com o governo estadual. Vamos torcer para que o trecho acima, bem em frente ao ESF do bairro, seja um dos beneficiados com o recape.
Hoje à noite, a partir das 20:00 horas, a Câmara Municipal realiza a segunda reunião ordinária do mês. Um dos assuntos que serão debatidos é o concurso público realizado pela Prefeitura. Um requerimento do vereador Gilbertão aponta supostas falhas nas provas aplicadas no último dia 05 de junho.
Segundo o vereador, os enunciados de algumas questões traziam informações erradas, que confundiram os candidatos. O requerimento menciona, também, a utilização de questões supostamente plagiadas de outros concursos.
Gilbertão quer saber quais providências estão sendo tomadas pela Prefeitura e se o prefeito Pedro Callado estaria estudando a possibilidade de anular o concurso, “a fim de se evitar prejuízo aos candidatos que enfrentaram uma prova com tantos problemas na formulação das questões“.
E o que seriam esses “tantos problemas”?
Segundo o blog apurou, a Secretaria de Educação, responsável pela organização do concurso, recebeu, até a sexta-feira passada, 22 recursos de candidatos que apontam possíveis falhas. A prova para o cargo de Educador de EMEI é a que teve mais reclamações, com 12 recursos, mas a maioria deles reclama de uma mesma questão.
O enunciado da questão contestada faz um referência à lei que criou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e, entre parênteses, cita o número da lei como sendo 8.096, quando na verdade é 8.069. Nada, porém, que prejudique o entendimento da questão, que nada tinha a ver com o número da lei.
Outro recurso aponta um erro de digitação em uma questão. Informações obtidas pelo blog dão conta, no entanto, de que o erro aconteceu apenas no caderno de provas divulgado na internet. No caderno de provas distribuído aos candidatos, a questão estava correta.
Os outros 10 recursos estão distribuídos entre as provas para Agente de Organização Escolar (05), Secretário de Escola (03) e Agente de Educação Infantil (02). No total, como já se disse, 22 recursos, número que representa menos de 1% dos 2.530 candidatos.
Registre-se, por fim, que nenhum dos 22 recursos está questionando a seriedade do concurso.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, enviada pelo velho Brasa. A principal manchete diz que a defesa do advogado Clayton Colavite está tentando reverter, no TJ-SP, a prisão preventiva decretada pela Justiça de Jales. O defensor de Clayton está solicitando um habeas corpus para que seu cliente responda o processo em liberdade, já que é primário, tem bons antecedentes, endereço fixo e local de trabalho definido. O pedido foi assinado, também, pelo advogado paulistano Cid Vieira de Souza, presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB-SP.
O jornal destacou, também, o encontro regional do PMDB realizado no sábado, 04, que reuniu cerca de 350 filiados, incluindo os deputados Itamar Borges e Edinho Araújo. Durante o encontro, os prováveis candidatos peemedebistas da região ficaram sabendo que, na campanha eleitoral deste ano, um candidato a prefeito poderá gastar apenas R$ 130 mil, enquanto um candidato a vereador não poderá gastar mais que R$ 15 mil. Evidentemente que esses valores se referem à prestação de contas oficial.
O “Dia dos Namorados” mereceu matéria especial, com destaque para o casal Donisetti Santos Oliveira e Maria Silvana Gianotto, que começaram uma paquera no footing da Praça “Euphly Jalles”, ouvindo as canções românticas do Roberto Carlos, e estão juntos há 38 anos. O “abraço” dos pacientes no Hospital de Câncer; a autorização para que a Prefeitura faça um empréstimo de R$ 4 milhões; e o lançamento do terceiro livro do escritor André Gandolfo, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior resgistra que, durante o encontro realizado na Prefeitura, na segunda-feira passada, para discutir a situação da Saúde, a delegação de Fernandópolis não disfarçou os sorrisos quando o radialista Betto Mariano, do site A Voz das Cidades, fez uma interessante pergunta. Betto, como quem não queria nada, perguntou por que as Santas Casas de Jales, Fernandópolis e Santa Fé do Sul passam por dificuldades, enquanto para Santa Casa de Votuporanga não falta nada.
No jornal A Tribunadeste final de semana, a principal manchete destaca a fatalidade ocorrida em um escritório de advocacia de Jales, que culminou na morte do comerciante e pecuarista João Antônio Padula, morador e ex-vereador de São Francisco. Segundo o jornal, após acertar Padula com a caneta, o advogado escorregou no sangue e caiu, enquanto a vítima, mesmo ferida, continuou com a agressão até ser atingido por um golpe de martelo.
Destaque, também, para o empréstimo de R$ 4 milhões que a Prefeitura de Jales está fazendo para aplicar em recape asfáltico. O jornal apurou que o recapeamento deverá beneficiar trechos das principais avenidas da cidade e de algumas ruas mais movimentadas, como a Nova York, a Rubião Meira e a Rua Um. Entre os bairros, o recape se concentra em apenas dois – Jardim América e Jardim Trianon – que terão mais de 40 quarteirões recuperados.
As manifestações da população em prol do Hospital de Câncer de Barretos; as fraudes ocorridas na Prefeitura de Limeira D’Oeste(MG), envolvendo pessoas de Jales; o show da dupla Chitãozinho e Xororó, marcado para a próxima quarta-feira, 15; a história de um ex-craque do CAJ, que guarda até hoje a camisa do time campeão em 1962; a situação do Centro de Zoonoses de Jales, que continua parcialmente interditado; e a mais recente condenação do ex-prefeito Humberto Parini, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, destaque para o projeto aprovado pela Câmara, que aumenta os salários dos secretários e chefes de gabinete da Prefeitura de Jales. Na página de opinião, o elétrico Marco Antônio Poletto escreve sobre golpistas e democracia, enquanto a talentosa Taísa Selis escreve sobre o individualismo das pessoas; no caderno social, destaque para a movimentada coluna do Douglas Zílio e para os flashes do casamento da fotógrafa Laura Lima e do empresário Bebeto Arquilha, realizado no sábado passado, na cidade de Cancun, no México.
O advogado Clayton Colavite foi transferido, na manhã deste sábado, para uma prisão de Araraquara. A transferência de Clayton foi determinada pela Justiça, que negou o pedido dos advogados para que ele ficasse em prisão domiciliar, uma vez que, em Jales, não existe cela especial para advogados.
Não obstante a transferência, a OAB continua se movimentando para conseguir uma liminar em pedido de habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo. O pedido foi protocolado ontem à noite e distribuído para a 16ª Câmara de Direito Criminal, mas só deverá ser julgado na semana que vem.
O laudo pericial da polícia, finalizado ontem, atesta que Clayton apresenta vários hematomas, inclusive no pescoço, o que, segundo advogados, comprova a tese da legítima defesa. A polícia aguarda, agora, o laudo da necropsia feita na vítima, para confirmar se Padula faleceu em virtude do ferimento no pescoço, provocado pela caneta, ou em função do golpe na cabeça, com o martelo.
Informações obtidas pelo blog dão conta de que o filho de Padula, o jovem Paulo, teria ligado para um parente de Clayton, para dizer que não guarda mágoas do advogado. Segundo amigos, Paulo é um rapaz muito religioso e de bom caráter. A versão de que ele trocou mensagens com Clayton na noite do crime é verdadeira. O advogado, no entanto, teria ficado receoso quanto à reação do filho da vítima e, por isso, negou, na troca de mensagens, que Padula estivesse no escritório.
Paulo foi a segunda pessoa a ver a cena do crime. Ele foi aconselhado pelo policial que chegara primeiro a não subir ao escritório. Paulo perguntou ao policial se o pai dele estava no escritório e recebeu resposta positiva. Ele, então, insistiu que queria ver o pai e o policial o acompanhou até a sala onde estava o corpo. Depois de ver o pai, Paulo dirigiu algumas palavras a Clayton, que ainda estava em estado de choque. Foram, porém, palavras tranquilas, até de preocupação com o futuro do advogado.
A atenção de Paulo – o filho da vítima – com Clayton, tem uma explicação simples: eles são amigos e, durante algum tempo, trabalharam juntos. Paulo – que é formado em Direito – foi estagiário no escritório de Clayton por seis meses. Embora chocado com o desfecho e triste pela perda do pai (por quem ele procurou por mais de quatro horas), Paulo deve conhecer bem Clayton e sabe que ele não tem índole violenta.
Não conheço o Paulo, que tem demonstrado grandeza de caráter, mas conheço o Clayton desde criança, há trinta anos. Ele era meu vizinho e amigo dos meus filhos e, menino ainda, frequentava minha casa quase diariamente. Nunca o vi discutindo com ninguém e nunca soube que ele tivesse brigado com alguém.
É um rapaz de temperamento tranquilo, respeitoso com os mais velhos, cordial com os colegas, leal com os amigos e profissional ético. Posso afiançar que ele seria incapaz de ferir alguém, a não ser – como foi – num gesto instintivo para defender a própria vida.
Assim como Padula, Clayton foi, certamente, vítima de uma fatalidade. Algo que poderia acontecer com qualquer um de nós.
O jornal Folha Noroestedeste sábado está trazendo informações sobre a frota de veículos emplacados nos 24 municípios da região de Jales, que já somam 110.230 unidades, entre caminhões, ônibus, carros, caminhonetes, motocicletas e outros. Em um ano, foram emplacados mais de 4.000 veículos na região. Em Jales, a frota cresceu de 40.474 para 41.686 veículos, em um ano, o que explica a falta de vagas para estacionamento na área central da cidade.
Os recursos destinados pelo deputado Paulo Maluf(PP) para recapeamento das ruas de Jales; a movimentação do deputado Edinho Araújo tentando viabilizar recursos para o Hospital de Câncer; a ação do Ministério Público Federal que pede mais transparência nos chamados Portais de Transparência de pelo menos 76 municípios do estado de São Paulo; e as últimas informações sobre os casos de estupro de crianças em Vitória Brasil, são outros assuntos da Folha Noroeste.
Na coluna FolhaGeral, o perspicaz editor-chefe Roberto Carvalho comenta que, nos botecos da cidade, técnicos de futebol e analistas políticos de plantão mantém um pé atrás com relação ao empréstimo que está sendo liberado para a Prefeitura de Jales, mas avaliam que a tentativa de reeleição do prefeito Pedro Callado deverá ser anabolizada pelos R$ 4 milhões para recuperação asfáltica de ruas e avenidas, caso o empréstimo seja confirmado. De acordo com Roberto, a notícia sobre a liberação do empréstimo foi comemorada por aliados do prefeito.