O Sindicato Rural de Jales foi condenado a pagar R$ 15 mil de indenização à blogueira Luiza Elisabeth, do blog Cabeça Feita, segundo sentença do juiz da Vara Especial Cível e Criminal, Fernando Antônio de Lima. A condenação é consequência de comentário considerado difamatório feito no post da foto ao lado, aqui neste blog do Cardosinho, durante a campanha política de 2012.
No dia 25 de agosto daquele ano, um sábado, alguém utilizou um computador do Sindicato para emitir comentário, segundo o qual Luiza – que atuava como voluntária da Santa Casa – recebia salário mensal de R$ 3,8 mil do hospital. “Cardosinho vc pegou essa foto do Blog da Luíza, aquela voluntária da Santa Casa de Jales? Que o Garça merecidamente aceitou. Voluntária que ganha R$ 3800,00 por mês. Só no governo Fra e Garça“, dizia o comentário.
Acionada, a polícia descobriu de onde partiu o comentário, mas ninguém assumiu a autoria. Segundo a presidência do Sindicato, que possui 10 funcionários, a internet fica disponível a cerca de 300 associados. Alegou-se, também, que, no dia dos fatos teria havido uma festa de confraternização no local. Funcionários do Sindicato disseram à polícia não ter conhecimento da tal confraternização, enquanto a presidência, de seu lado, não conseguiu apontar uma única pessoa que tenha participado do evento.
A polícia descobriu ainda que uma senha foi utilizada para desativar o alarme do local entre as 12:30 e 13:00 horas (o comentário foi feito às 12:44 horas), mas o dono da senha não poderia ter sido o autor do comentário – feito às 12:44 horas – pois, segundo testemunhas, não tinha noções de informática. Fabiano da Silva Candeo, um dos funcionários do Sindicato, disse à polícia que aquela senha, que pertencia a outra pessoa, chegou a ser utilizada por ele, mas somente a partir de outubro de 2012.
Resultado: sem autor conhecido, a encrenca acabou sobrando para o Sindicato. Diz a sentença que “a possibilidade de 300 associados utilizarem-se da internet, mais ainda, a utilização da internet por 10 funcionários, com a circunstância agravante de não haver nenhuma fiscalização no uso, propiciam, naturalmente, riscos a direitos da personalidade de terceiros”.
O Sindicato deverá, evidentemente, recorrer da sentença ao Colégio Recursal, se já não o fez.
Obs.:este aprendiz de blogueiro já lançou três ou quatro alertas, solicitando que os comentaristas do blog sejam comedidos em suas opiniões, mas, mesmo assim, vez ou outra surgem comentários que ultrapassam o limite da crítica. Espero que o assunto deste post, assim como do anterior, ajude alguns dos prezados leitores a entender que a internet não é o paraíso da impunidade.
A notícia do G1, abaixo, pode ser vista também em vídeo, na reportagem da TV TEM , aqui:
A promessa de uma boa safra de cana na região noroeste paulista começou a ter reflexo no preço do álcool. O litro do etanol ficou mais barato em algumas cidades, como em Jales (SP), onde a queda foi bem mais expressiva.
Em alguns postos têm até congestionamento, mas dessa fila, o consumidor não reclama não. O motorista está gastando menos com combustível. Em Jales, onde há uma semana, o litro do etanol custava em média R$ 2,49, hoje é encontrado por até R$ 2,19.
O preço da gasolina também caiu. O litro que era vendido por até R$ 3,50 na cidade, agora chega a custar R$ 3,29. “Muito bom o preço, acho que é o mais barato da região toda, pelo menos o que tenho observado”, afirma a professora Jéssica Oliveira.
Tem gente até saindo de outras cidades para economizar na hora de abastecer. Também não é para menos. De acordo com uma lista de preços divulgados pela Agência Nacional de Petróleo, Jales tem o álcool mais barato do estado. “A gente é de Votuporanga, a gente vem de vez em quanto para Jales e então aproveita para colocar um combustível mais barato”, diz o autônomo Carlos Alberto Cerantola.
Um dos principais motivos da alegria do consumidor é o início da safra da cana de açúcar, que aumenta a oferta de produto no mercado. Mas o gerente de posto Elison Nihi diz que em Jales há ainda outro fator que influencia nas promoções. “Os empresários da cidade acabaram pressionando os preços dos combustíveis para baixo e com o início da safra a perspectiva maior de oferta, isso tem pressionado os preços para baixo”, afirma.
Em Araçatuba (SP), o preço do etanol teve uma queda de R$ 0,25 centavos. De R$ 2,89, para R$ 2,64. O litro da gasolina não teve alteração e é vendido a R$ 3,79. Em São José do Rio Preto, a queda foi um pouco menor, de R$ 0,10. O litro do álcool que custava em média R$ 2,89, agora sai por R$ 2,79.
O presidente do Sindicato dos postos de combustíveis, Roberto Huerrara, tenta explicar porque o preço é tão diferente em cidades da mesma região. “O que ocorre em Jales é atípico, tanto é que é só lá, onde tem uma guerra de concorrência muito forte entre os postos da cidade e com isso eles trabalham praticamente no preço de custo”, diz Huerrara.
Faleceu ontem, aqui em Jales, por volta das 20:00 horas, o professor Oscar Aydar, aos 89 anos de idade. O professor Oscar, que foi diretor de escola e provedor da Santa Casa de Jales, estava adoentado e chegou a ser internado na UTI do nosso hospital. Os mais antigos garantem que ele foi, também, um grande craque de futebol.
Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal e deverá ser sepultado às 13:00 horas deste domingo.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cuja manchete principal destaca o término da Facip 2016 com a final dos rodeios em touros e cavalos. Segundo o jornal, a competição, que começou na quinta-feira (14), conta com alguns dos melhores peões do Brasil, os quais estão concorrendo aos prêmios de R$ 20 mil (touros) e R$ 13 mil (cavalos) para os campeões. O início da semifinal está previsto para as 20:00 horas e o acesso às arquibancadas custará R$ 10,00.
A morte de uma mulher de 61 anos de idade, moradora do conjunto habitacional JACB, foi confirmada como a segunda provocada pelo vírus H1N1, em Jales, e a terceira na microrregião. A primeira vítima foi uma criança do conjunto Roque Viola e a segunda foi uma mulher de Vitória Brasil. De acordo com a matéria, a Secretaria de Saúde de Jales já havia contabilizado 50 notificações e 17 casos positivos de H1N1 no município, até a terça-feira(12). Vários casos, no entanto, são de pessoas que moram em outras cidades da região.
As homenagens prestadas pela Câmara Municipal a cinco personalidades em sessão solene realizada na terça-feira; a autorização da ANAC para que o aeroporto municipal possa ser privatizado; os 15 anos da Justiça Federal, que chegou em Jales durante o governo Guisso-Caparroz, em 2001; e a aprovação, pela Câmara Municipal, das contas da ex-prefeita Nice Mistilides, relativas a 2013, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que um poderoso empresário da cidade continua incentivando o presidente da Câmara, Tiquinho – que está cotado para ser vice de Callado – a esquecer essa história de vice e candidatar-se a prefeito. O empresário teria massageado o ego de Tiquinho, durante um churrasco, afirmando que “você tem que botar a bola debaixo do braço e bater o pênalti”. Tiquinho, lisonjeado, teria respondido que é um soldado do partido e está à disposição.
E o combustível de Jales, que já foi um dos mais caros do estado de São Paulo, serve agora de exemplo para a região, quando o assunto é combustível barato. No jornal O Extra, de Fernandópolis, deste sábado, a principal manchete destaca que o combustível, em Jales, está até 13% mais barato que em Fernandópolis.
De seu lado, o jornal A Folha da Região, de Araçatuba, está publicando matéria onde praticamente comemora a queda de R$ 0,24 no preço do etanol, que baixou em alguns postos de combustíveis, de R$ 2,88 para R$ 2,64. O preço anterior – R$ 2,88 – estava sendo praticado desde janeiro. A reportagem do jornal diz ter percorrido 25 postos e constatado a queda no preço em 15 deles.
Os araçatubenses – incluindo o meu amigo Odassi Guerzoni Filho – irão morrer de inveja quando virem a foto lá de cima. Reparem que, no Posto Brasil, assim como em outros postos da nossa cidade, o etanol está sendo vendido a R$ 2,20, ou nada menos que R$ 0,44 mais barato que os festejados R$ 2,64 de Araçatuba (ao lado).
De seu lado, a gasolina mais barata de Araçatuba está sendo vendida a R$ 3,74/litro. Simplesmente, R$ 0,45 a mais que os R$ 3,29 que os consumidores jalesenses pagam em alguns postos.
Por conta do aniversário da cidade, o jornal A Tribunaantecipou sua edição desta semana e já chegou às bancas e aos assinantes nesta sexta-feira. Um dos principais destaques vai para a Câmara Municipal, onde pelo três – Gilbertão, Claudir e Tiquinho – dos nove vereadores que, em fevereiro do ano passado, cassaram o mandato da ex-prefeita Nice Mistilides, ajudaram a aprovar, na sessão de segunda-feira passada, as contas da administração Nice relativas ao ano de 2013. Sérgio Nishimoto, único a não votar na cassação de Nice, e Nenê do Pet Shop, que não era vereador à época da cassação, também ajudaram na aprovação das contas.
Destaque, também, para a 46ª Facip, que terá sequência hoje com mais uma rodada classificatória do rodeio profissional e com o show Cabaré, de Leonardo e Eduardo Costa. Segundo o jornal, o show deverá atrair milhares de pessoas hoje à noite para o recinto de exposições. Ontem, mesas, camarotes e arquibancadas ficaram lotadas para o show de Wesley Safadão (fotos no blog da Luiza, aqui). Amanhã, as atrações artísticas serão as gêmeas Maiara e Maraísa.
Os apagões que deixaram sem energia elétrica mais de 20.000 domicílios em Jales, Pontalinda e Dolcinópolis; o final feliz para o caso do “fechamento” do Aeroporto Municipal; as acusações infundadas de alguns vereadores contra o secretário de Planejamento, José Magalhães Rocha, em assunto que envolve a Igreja Universal do Reino de Deus; e a confirmação, pelo TJ-SP, de sentença da Justiça de Jales que inocentou o ex-prefeito Parini de ter cometido crime no rumoroso caso da “reforma das praças”, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, rumores dão conta de que o prefeito Pedro Callado já teria feito pelo menos dois acenos – um para Tiquinho e outro para Garça – convidando-os para ocupar a vaga de vice. Na página de opinião, o poético Marco Antônio Poletto escreve sobre seu amor a Jales, enquanto o bispo dom Reginaldo Andrietta escreve sobre os interesses econômicos que estão por trás do impeachment da presidenta Dilma. No caderno social, as fotos da primeira noite da Facip e a sempre aguardada coluna do Douglas Zílio.
Desde que foi terceirizada, a merenda escolar servida aos alunos do município de Jales já foi alvo de duas Comissões Especiais de Inquérito (CEI), na Câmara Municipal, e de uma Ação Civil Pública que tramita na 1ª Vara Judicial de Jales desde junho de 2011.
E agora, segundo publicação de ontem no Diário Oficial do Estado será alvo de um inquérito civil para apuração de eventuais prejuízos ao erário público. De acordo com a publicação, o rol de investigados inclui a ex-prefeita Nice Mistilides, o ex-responsável pelo setor de licitações, Adriano Lisboa, e três empresas: Starbene Refeições Industriais Ltda, Básica Fornecimento de Refeições Ltda e Della Fatoria Alimentare Ltda.
Não é possível saber, ainda, qual seria o epicentro da investigação, mas, considerando o envolvimento das três empresas responsáveis pela merenda nos últimos cinco anos, é possível deduzir que os promotores devem estar desconfiados das licitações que resultaram na contratação daquelas empresas.
Tudo leva a crer que as três empresas pertençam a um mesmo grupo e se utilizaram de um expediente pouco sutil para obter aumentos acima da inflação no valor da merenda. A primeira empresa – a Starbene – foi contratada em fevereiro de 2011, mas, depois de um ano de contrato, quando teria um reajuste de 5% ou 6%, desistiu da empreitada. Uma nova licitação foi realizada e a Básica Ltda foi contratada por valor 21% superior ao que era pago à Starbene.
Em 2014, já no governo Nice Mistilides, a Básica foi substituída pela Della Fatoria Ltda, com um aumento de quase 14% no valor do contrato, bem superior à inflação do período. Resumindo, entre fevereiro de 2011 e setembro de 2015, o valor do contrato para fornecimento da merenda saltou de R$ 2,3 milhões para R$ 4,6 milhões.
É importante frisar, no entanto, que a primeira troca de empresa, que permitiu um aumento de 21%, foi realizada ainda no governo Parini. E que o último aumento no valor do contrato – de quase 35% – foi efetivado já no governo do prefeito Pedro Callado, em setembro do ano passado.
O jornal Folha Noroestedesta semana está destacando o aniversário de Jales, que completa 75 anos nesta sexta-feira. Além do aniversário da cidade, destaque também para a arrecadação dos municípios da região com o IPVA. De acordo com o jornal, os 24 municípios da região de Jales arrecadaram mais de R$ 15 milhões, no primeiro trimestre deste ano, valor que ficou acima das previsões da Secretaria Estadual da Fazenda. A arrecadação de Jales, com o IPVA, foi de R$ 6 milhões, ou quase 7% acima dos R$ 5,6 milhões arrecadados no primeiro trimestre de 2015.
A vinda da campeã mundial e olímpica de vôlei, Fofão, a Jales, programada para a próxima terça-feira (19), para dar apoio ao projeto EEFEL; a morte de mais uma vítima do vírus H1N1, em Jales; a entrega de títulos e medalhas realizada pelo Legislativo; e a aprovação, pela Câmara Municipal, de moções de apoio aos impeachment da presidenta Dilma e do vice Michel Temer e à cassação do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, são outros assuntos da Folha Noroeste.
Na coluna FolhaGeral, o combativo redator chefe Roberto Carvalho fala sobre os problemas provocados pelo crescimento da cidade. Em um trecho, ele diz que “é melhor ter problemas por causa do crescimento do que da estagnação”. Diz também que a cidade expandiu graças aos investimentos da população e que “a população deseja e merece mais investimentos e mais cuidados urbanos da parte do poder público”. E arremata dizendo que “as praças públicas estão abandonadas por um serviço público que se ressente da falta de pessoal e de equipamentos”
O aniversário é da cidade, mas quem ganhou o “presente” foram 18 funcionárias da varrição, vinculadas à empresa responsável pela limpeza urbana em Jales, a Macchione Ltda. Segundo notícia do portal A Voz das Cidades, do Betto Mariano, elas foram demitidas pela empresa, nesta quinta-feira.
A notícia diz que apenas as 12 varredoras que limpam o centro da cidade teriam escapado ao corte promovido pela Macchione. Tudo indica que os bairros ficarão sem a varrição, ou, no máximo, serão varridos uma ou duas vezes por mês.
Procurado, o prefeito Pedro Callado teria, de acordo com o Betto, se limitado a dizer que a Prefeitura tem contrato com a empresa e não com as varredoras (eu digo varredoras porque é um tipo de serviço onde as mulheres predominam, mas, aqui no meu bairro, por exemplo, a varrição é executada por um homem e uma mulher).
O prefeito teria dito, ainda, que, desde que a empresa cumpra o que foi estabelecido em contrato, tudo bem. Se, no entanto, surgirem problemas na varrição, a Prefeitura irá tomar providências, segundo Callado.
O Diário Oficial da União (DOU) publicou na última segunda-feira, dia 11 de abril, a portaria 871 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) “inscrevendo o aeródromo privado de Jales” por dez anos. A portaria entra em vigor em 26 de maio próximo e na prática muda a constituição jurídica do aeroporto para privado. A administração do local, porém, ainda depende de definição do Departamento Jurídico que estuda uma forma de cessão.
Segundo o prefeito Pedro Callado, a cessão pode até ser uma licitação pública com ampla concorrência. Porém, é preciso se ater ao contrato em vigor que autoriza a escola a funcionar no local mediante o pagamento de R$ 2,1 mil mensais à prefeitura. O contrato teve início em fevereiro de 2014 com validade de 36 meses.
A publicação de segunda-feira joga uma pá-de-cal sobre a boataria generalizada criada pelo diretor da escola de aviação que explora o local. Em entrevista radiofônica veiculada no dia 7 de março, o empresário anunciou com bastante alarde que o aeródromo tinha sido fechado pela ANAC de forma irreversível.
Segundo ele, graças a um ofício enviado pelo prefeito em setembro passado, a ANAC teria determinado o fechamento do aeroporto e a suspensão de pousos e decolagens a partir do dia 26 de maio.
“É irreversível! Toda vez que sai uma portaria fechando o tráfego aéreo, está fechando definitivamente. Eu já estou procurando a alternativa B que é sair de Jales”, disse na rádio Antena 102.
A declaração equivocada provocou protestos de vereadores e empresários que usam o local para guardar suas aeronaves.
O prefeito foi obrigado a desmentir a informação e apagar o incêndio. Na mesma emissora e em outras, Callado disse “o aeródromo continuará sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal. Com a nova denominação de Aeroporto Privado, o Município de Jales tem interesse em transferir a exploração para a escola de aviação local”.
DÍVIDA ATIVA
Em nova entrevista à rádio Moriah, concedida ainda na segunda-feira, o prefeito confirmou que a Escola de Aviação está inadimplente com o município e o débito já está inscrito na Dívida Ativa e pode ser executado em breve.
Segundo o prefeito, a concessão do aeródromo para a escola seria uma solução, inclusive para a dívida não se multiplicar. “Realmente existe esse débito e já foi até inscrito para entrar em execução agora. Por força de lei. Temos que estancar daqui para frente para que isso não se torne uma bola de neve e ninguém consiga pagar mais O objetivo é que o aeroporto continue funcionando”.