A notícia é da assessoria de imprensa da Polícia Federal:
Policiais Federais de Jales/SP cumpriram, na tarde desta terça-feira (24), dois mandados de busca e apreensão em uma loja e na residência de um traficante preso na última semana pela PF. Na ocasião, o dono da loja e outros dois homens transportavam cocaína que seria comercializada na cidade.
Os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual de Jales. A PF solicitou à Justiça autorização para cumprimento dos mandados em razão do proprietário da loja, que comercializa diversos vestuários e acessórios para skatistas, estar sendo investigado pelo tráfico de drogas e apologia ao crime tendo como principais consumidores jovens menores de idade.
A Polícia Militar de Jales já havia apreendido alguns itens de vestuário com alusão ao uso da maconha que jovens menores de idade usavam e haviam adquirido na loja do investigado. Além destas apreensões, diversas denúncias foram feitas à PF pela população indicando que havia um comércio de produtos que estavam incentivando, cada vez mais, jovens e adolescentes a usarem drogas.
H.F.P. encontra-se preso desde a semana passada pelo crime de tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas. Além desta prisão, ele já responde a outro processo que ainda não foi julgado por associação ao tráfico de drogas. Caso seja condenado em todos os crimes poderá cumprir pena de até 35 anos.
Os produtos foram apreendidos e, após autorização judicial, serão incinerados. Os fabricantes dos produtos apreendidos, quando identificados, também poderão, em virtude das investigações, serem indiciados.
Em alguns estados deste país descoberto por Cabral, paga-se a pensão “solteirona”. Filhas de pessoas importantes, como desembargadores, deputados, etc, que não se casam até uma certa idade (vinte e poucos anos), passam a receber uma pensão do estado. Muitas delas moram com seus príncipes encantados, mas não se casam, para não perder a pensão.
Há algum tempo, os jornais noticiaram um caso do Rio de Janeiro, onde uma senhora se casou na igreja, de véu e grinalda, mas não registrou o casamento em cartório. Com isso, apesar de casada, ela continua recebendo uma pensão milionária, herdada do falecido pai, um ex-desembargador carioca.
Vejam, agora, o caso da atriz Maitê Proença. A notícia é do Conversa Afiada:
O nome de Maitê Proença aparece no Trend Topics do Twitter nesta segunda-feira (23). A atriz da Rede Globo é um dos assuntos mais comentados das redes sociais após o anúncio dos globais com conta no banco HSBC da Suíça entre 2006 e 2007.
Vale lembrar que, antes de aparecer na lista, Maitê Proença já protagonizou episódios polêmicos. Na campanha presidencial de 2010, a atriz repetiu o papel do medo, já utilizado por Regina Duarte em 2002, e pediu que “machos selvagens nos salvassem da Dilma”.
Depois, bradou contra o Bolsa Família, mesmo como beneficiária de uma pensão mensal de R$ 13 mil, que recebe por ser filha solteira do procurador da Justiça Eduardo Gallo, que morreu em 1989.Além de Maitê, outros globais foram citados como correntistas do HSBC nos anos de 2006 e 2007.
O apresentador Jô Soares teve quatro contas numeradas. A mesma lista traz os nomes dos atores Claudia Raia, Edson Celulari, Marília Pêra e Francisco Cuoco. Antes já haviam sido citadas outras personalidades, como o apresentador Ratinho.
Quem também mereceu destaque nas listas divulgadas foi Armínio Fraga, que seria o ministro da Fazenda caso Aécio Neves fosse eleito presidente nas eleições presidenciais de 2014.
Obs.:possuir uma ou mais contas no exterior não é crime, desde que declaradas no imposto de renda. O problema dessas contas do HSBC suíço é que elas teriam sido usadas, segundo a justiça francesa, para sonegar impostos.
O chamado “SwissLeaks” – ou Suiçalão – mostrou que 100 mil contas bancárias ilegais movimentaram mais de US$ 100 bilhões entre 1998 e 2007 no HSBC da Suíça. Dessas contas, 8.667 seriam de brasileiros.
De acordo com o que está sendo divulgado, Maitê Proença tinha US$ 585,2 mil na conta, entre 2006/2007. Ela garante, no entanto, que não possui conta no banco suíço. Ou, como diria Paulo Maluf, “esse dinheiro não é meu, essa conta não é minha”.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quer que o Instituto Butantã antecipe a produção em escala da vacina contra a dengue. Alckmin afirmou anteontem que pediria à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização especial para usar a vacina que ainda está em fase de testes, levando em conta a alta incidência da doença no estado.
Em menos de três meses, já são 67 mortes por complicações da doença neste ano em São Paulo. Em todo o ano passado, foram 90. Ontem, o Instituto Adolfo Lutz confirmou a terceira morte por dengue na capital paulista. A vítima é um homem de 35 anos, morador do bairro Pedreira, na zona sul.
De janeiro até 12 de março, a cidade contabilizou 2.339 casos confirmados de dengue, de acordo com dados da Secretaria Estadual da Saúde. A secretaria informou que 66% dos mais de 56 mil casos confirmados no estado neste ano estão concentrados em apenas 30 dos 645 municípios paulistas.
Trâmite Em condições normais, seguindo todos os protocolos de biossegurança, a vacina só estaria pronta para ser usada na população no início de 2018. De acordo com o instituto, os testes em voluntários foram iniciados em 2013, com autorização da Anvisa.
Atualmente, é realizada a segunda fase dos testes, envolvendo 300 voluntários que são atendidos pelo Hospital das Clínicas de São Paulo. Cerca de 160 já receberam a vacina e outros 140 estão sendo recrutados. Essa fase deve terminar em 60 dias. Nela, é avaliada a segurança e a imunogenicidade da vacina.
Falta ainda a terceira etapa, com voluntários de todas as regiões do Brasil e de diferentes faixas etárias. Nessa fase, os testes, que foram iniciados em 2013 e, em condições normais, deveriam se estender até 2018, avaliam a eficácia da vacina.
O Butantã informou que o período de cinco anos é necessário para verificar anualmente a resposta imunológica dos participantes. O imunizante é desenvolvido em parceria com o National Institutes of Health, dos Estados Unidos. A vacina americana, similar à brasileira, foi testada naquele país e ficou demonstrado que é segura, apresentando “poucos eventos adversos”, segundo o instituto.
Existe outra vacina no mercado, da francesa Sanofi. A empresa divulgou, em novembro de 2014, resultados de testes realizados com mais de 20 mil crianças e adolescentes da América Latina, inclusive do Brasil, segundo os quais foi capaz de prevenir, em média, 61% dos casos comuns de dengue e 95,5% dos casos graves. O nível de proteção variou conforme o tipo de dengue, e foi mais eficaz para o tipo 4. A empresa deve enviar os documentos para registro na Anvisa ainda neste semestre.
A previsão é de que essa vacina possa ser usada na população no início de 2016. Para ser eficaz, deve ser aplicada em três doses, em intervalos de seis meses.
A notícia não é tão incomum assim. O que me chamou a atenção foram os detalhes do carro. Pelo jeito, a alta do dólar está prejudicando os negócios do rapaz. A notícia é doG1:
Um policial militar foi preso em flagrante por tráfico de droga na madrugada de domingo (15) na BR-070, perto do Trevo do Lagarto em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Segundo informações da Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam), o PM foi flagrado transportando 18,5 kg de pasta base de cocaína em um compartimento falso do automóvel que conduzia.
De acordo com a Rotam, o suspeito se apresentou como policial da base de Curvelândia, cidade a 311 km de Cuiabá. Os policiais abordaram o veículo conduzido pelo suspeito e ao fazerem a revista encontraram a droga escondida em um fundo falso do banco traseiro.
O policial deve ser encaminhado para Cáceres, distante 250 km de Cuiabá, onde ficará detido no quartel. A corregedoria da Polícia Militar informou ao G1 que um procedimento administrativo será aberto para apurar a participação do militar com o tráfico de drogas.
Os problemas com a queda no preço do barril de petróleo e com o escândalo da Petrobras estão causando estragos em algumas cidades do Rio de Janeiro. Neste trecho de uma matéria do jornal carioca O Dia, vê-se que até as garotas de programa, que chegavam a realizar até 15 performances por dia – isso mesmo: quinze! -, já estão sentindo os efeitos da crise:
O que mais se escuta em Macaé, nestes tempos de crise, é que os macaenses apertaram o cinto e estão cortando todos os supérfluos. O impacto da retração econômica chegou às ruas. Em todos os sentidos. Se muitos trabalhadores deixaram as mais diversas regiões do país em busca das oportunidades surgidas na cidade considerada a‘capital do petróleo’, o mesmo se pode dizer das garotas de programa que deixaram Copacabana, no Rio, de olho no alto poder aquisitivo da população masculina em Macaé.
“Está ruim de afrouxar esse cinto. Ninguém aqui abre mais o bolso para nada. A crise está braba. Há dois, três anos a gente chegava a fazer 15 programas por dia, cobrando em média R$ 120 em cada um. Agora só contamos com um programinha ou outro, às vezes não rola nenhum. Mesmo com promoção”, conta Bruna, de 27 anos, que agora cobra R$ 100 por uma hora de prazer.
Colega de Bruna, Fernanda lembra com saudade das festinhas bancadas pelo “turma do petróleo” que trabalhava em alto-mar. Assim que voltavam ao continente, patrocinavam festas e mais festas que duravam dias inteiros. O eldorado do petróleo era também o da prostituição.
“Era para ter resolvido a nossa vida. Tínhamos noite inteiras de rainha aqui em Macaé. Muito melhor do que no Rio de Janeiro. Nem se comparava. A galera tinha grana mesmo. Esbanjava em tudo. Foram as melhores festas da minha vida. Esse oásis durou até outubro do ano passado”, acrescentou Bruna.
Os anos dourados sonhados pelos moradores do Norte Fluminense deram lugar a tempos de incerteza e falta de perspectiva. A situação em Macaé, apontada há alguns anos como Eldorado do petróleo, é desesperadora. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, Vandré Guimarães, admite a situação tensa.
“A crise não é coisa nossa. É mundial. O preço do barril caiu pela metade e isso afeta todas as cidades que vivem de royalties no mundo todo. No Brasil fica pior devido aos escândalos recentes, mas o problema é o preço do barril, que interfere na economia da cidade, do petroleiro ao pipoqueiro”, justifica Vandré.
Vítima de um ‘viciado em WhatsApp’, o vereador de Salvador Isnard Araújo, do PR, sugeriu nesta terça-feira (10) em sessão na Câmara Municipal a instalação de um centro de recuperação para pessoas viciadas no aplicativo. “As pessoas estão presas aos aparelhos. Ontem (9) um homem bateu no fundo do meu carro porque estava trocando mensagens no WhatsApp”, disse o vereador.
Isnard reclamou até dos seus colegas de parlamento. “Aqui na Câmara inclusive, os vereadores ficam sempre conferindo quem está mandando o que nos grupos”. O vereador não disse se vai formalizar sua proposta ao Executivo por meio de projeto de lei, conforme publicação do site Bahia Notícias.
Além do centro de reabilitação, ele cobrou a análise de uma proposta de sua autoria que regulamenta o uso de celulares dentro de igrejas e templos religiosos. “É uma falta de respeito com o líder espiritual”.
Infelizmente, a empresária não é de Jales. É de Itapetininga. E a notícia é do G1:
Após montar um sex shop, a empresária Juliana Ferreira Marques, de 27 anos, moradora de Itapetininga (SP), enxergou na timidez de algumas clientes uma oportunidade empresarial. Muitas diziam temer “flagras” de vizinhos e conhecidos ao irem à loja, então, ela colocou produtos na bolsa e passou a visitar casas de fregueses e amigas. Além do sistema “self-sex”, que cresceu com o “boca a boca” entre as mulheres, ela ainda desenvolveu o “disk-vibrador” com entrega em domilício. A pedido do G1, Juliana elencou os produtos mais vendidos.
“Como Itapetininga não é uma cidade grande, muita gente tem vergonha de ser visto na loja. Por isso comecei a vender em domicílio, que é o meu diferencial. Muitas vezes vou até uma casa onde um grupo de mulheres se reúne para que eu leve produtos mais procurados e as novidades, como naquele filme com a Ingrid Guimarães, o ‘De Pernas Pro Ar’ (risos). Nessas ocasiões já ganhei R$ 800 em duas horas”, conta.
Além das clientes que recebem a empresária, há também outras que optam pela máxima descrição. “Algumas pedem produtos por telefone e um motoboy entrega a encomenda. Elas nem veem a minha cara. Acho que sentem vergonha, pois pensam que eu vou contar a alguém. Mas nesse ramo, a confiabilidade é mais que essencial, já que lidamos com a sexualidade e fetiche dos outros. É muito íntimo”, comenta.
Quando começou a trabalhar no ramo, Juliana diz que se surpreendeu com o público alvo: 70% mulheres entre 20 a 50 anos. Os produtos mais vendidos também chamaram a atenção da empresária. “Antes de entrar no setor não imaginava como há tantas mulheres que compram vibradores. São muitas e a maioria dos homens gosta. Antes imaginava que iria vender mais para homens, hetero ou homossexuais. Mas na realidade as mulheres que estão há algum tempo casadas ou namorando é que nos procuram para apimentar a relação”.
A notícia completa e a lista dos produtos mais vendidos podem ser vistas aqui.
Pelo jeito, o gato comeu. A notícia é do jornal Extra:
Os advogados do empresário Eike Batista reagiram à notícia do sumiço de grande quantidade de dinheiro da vara em que o juiz federal Flávio Roberto de Souza, flagrado ao volante do Porshe de Eike, trabalhava. Eles disseram que estão estarrecidos com as informações divulgadas na revista “Veja”. Segundo a reportagem, parte dos R$ 116 mil recolhidos na casa de Eike e mais R$ 600 mil, apreendidos com o traficante internacional de drogas Oliver Ortiz de Zarate Martin, sumiram da vara sem deixar rastros.
Procurada pela equipe do EXTRA, a defesa de Eike disse que o suposto desaparecimento do dinheiro da 3ª Vara Criminal Federal só comprova a existência de irregularidades na atuação do magistrado na condução do processo. Na próxima semana, a defesa vai pedir a devolução de todos os bens apreendidos por ordem do juiz.
– Prestamos um serviço à sociedade e ao Judiciário. Esse processo não tem mais condições morais – comenta o advogado Ari Bergher sobre o posicionamento da defesa que, desde o início do processo, criticou a atuação do juiz e, agora, conseguiu o seu afastamento.
Segundo a reportagem da “Veja”, o próprio juiz Flávio Roberto de Souza disse ao corregedor Guilherme Couto que o dinheiro estava em um armário. Mas, durante a contagem, foi constatado que parte da quantia não estava lá e, até o momento, ela não foi localizada.
A marca “Use Huck”, de propriedade do apresentador global Luciano Huck, está envolvida em mais uma polêmica nas redes. Após ser criticada por ter lançado camiseta com a estampa “Somos todos macacos”, aproveitado-se do episódio de racismo sofrido pelo jogador Daniel Alves no ano passado, agora podem ser encontrados no site da grife modelos tão controversos quanto. Em um deles, voltado ao público infantil, é possível ler os dizeres “Vem ni mim que eu tô facin”.
Para a psicóloga Aline Couto, a estampa é inadequada e reforça a sexualização precoce de crianças. “Se fosse uma estampa de uma camiseta para uma adulta [modelo também vendido pela loja online] já seria preocupante, pois objetifica com o puro e simples objetivo de vender. Pior ainda sendo pra uma criança. Já somos suficientemente julgadas pelo que vestimos enquanto adultas e dói ver uma marca fazendo dinheiro em cima dessa objetificação para uma criança”.
O site Consultor Jurídico publicou, neste domingo, uma notícia cujo tema é uma decisão do juiz Fernando Antônio de Lima (foto abaixo), da Vara Especial Cível e Criminal de Jales. Eis um trecho da notícia:
Que os tribunais brasileiros têm condenado as empresas a indenizar, por dano moral, milhares de consumidores pelo tempo que gastam para buscar a solução de problemas em produtos ou serviços que adquiriram, a jurisprudência já mostra. Mas uma decisão proferida em São Paulo despertou a atenção dos especialistas por admitir a reparação pelo tempo perdido de forma independente. Seria a indenização por dano temporal.
A sentença foi proferida pelo juiz Fernando Antonio de Lima, da Vara do Juizado Especial Cível e Criminal do Foro de Jales, em agosto do ano passado, em uma ação de indenização por danos morais movida por um consumidor indignado por ter sido obrigado a esperar três horas e dois minutos pelo atendimento na agência bancária dele.
A decisão é concisa: “Isso traduz a hipótese de reparação autônoma, se a parte-autora assim o desejasse, ou danos morais, nos termos pleiteados na inicial, em razão da perda de tempo produtivo ou útil, direito esse de cunho fundamental, extraído do regime e princípios adotados pela Constituição Federal”.
Para Maurílio Maia, professor e defensor público do estado do Amazonas, que se dedica ao estudo da reparação por dano temporal, se a tese realmente vingar, o Direito brasileiro poderá contar com mais uma categoria de indenização que poderá ser concedida de forma cumulativa com o dano moral e/ou material.
Seria algo parecido com a reparação por dano estético, já reconhecida pelo Superior Tribunal de Justiça na Súmula 387. A orientação admite a indenização de valores distintos, um fixado a título de dano moral e outro a título de dano estético, para um mesmo fato nos casos em que forem passíveis de apuração separada.
“Há 20 anos, quando se falava em dano estético, comparava-o ao dano moral. Então, o STJ entendeu que essa é uma categoria à parte e que pode ser cumulada [com o dano moral]. Se essa sentença [de São Paulo] tomar corpo, talvez tenhamos uma nova espécie de dano categorizado: o dano temporal”, explica o professor.
Há, porém, quem seja contrário à autonomia do dano temporal. A notícia completa do Consultor Jurídico, bem como o inteiro teor da sentença do doutor Fernando, podem ser vistos aqui.