Categoria: Política

RESPOSTA DA PREFEITURA DESMENTE FAVORECIMENTO DE SERVIDORES DA SMECT COM PAGAMENTO DE HORAS EXTRAS

A Câmara recebeu, na semana passada, a resposta a um requerimento do vereador Tiago Abra(PP), sobre o pagamento de horas extras nos primeiros cinco meses de 2019. E a resposta deve ter frustrado os adversários do prefeito Flá no Legislativo: o mês em que se gastou mais com horas extras foi maio – coisa de R$ 128,1 mil.

Na média, a Prefeitura pagou cerca de R$ 116,3 mil por mês, em horas extras, neste ano. Não é pouco, mas, convenhamos, está bem distante dos R$ 200 mil citados nos discursos inflamados do vereador Abra.

A resposta afasta, também, as suspeitas de que o prefeito Flá estaria beneficiando dois funcionários da Secretaria de Esportes com o pagamento de um grande número de horas extras. Como se sabe, nenhum servidor pode receber mais do que 60 horas extras por mês. No caso dos dois funcionários da Secretaria de Esportes, em apenas um dos cinco meses de 2019, foram pagas mais de 40 horas extras.

O servidor que mais faturou em horas extras é da Educação. Em maio, por exemplo, ele recebeu R$ 3 mil por 60 horas extras. Quase o mesmo valor que receberam quatro funcionários da Secretaria Municipal de Esportes, onde os vereadores suspeitavam que poderia estar havendo abusos. Juntos, os quatro receberam, em maio, R$ 3,1 mil, por 155 horas trabalhadas.

A Secretaria da Saúde, como era de se esperar, é o setor que mais gasta com horas extras: em maio foram R$ 32,8 mil. A Educação vem em segundo lugar, com R$ 30 mil, enquanto a Secretaria de Obras, a terceira colocada, gastou R$ 17,4 mil com horas extras, em maio. Na Administração e na Agricultura, foram gastos R$ 5,2 mil, cada.

CÂMARA MUNICIPAL TERÁ SESSÃO MORNA NESTA SEGUNDA-FEIRA

A sessão da Câmara Municipal marcada para esta segunda-feira, 24, não deverá consumir muito tempo. Pra se ter uma ideia da falta de assunto, a pauta da reunião não prevê a discussão de um único requerimento. Serão votados dois ou três projetos, duas moções de aplausos e apresentadas nove indicações.

Em uma dessas indicações, o vereador João Zanetoni(PSB) está pedindo que a Prefeitura – que concluiu, na semana passada, a construção de uma passarela para pedestres em um dos lados da ponte da avenida “Lourival de Souza” (foto acima) – providencie a construção de mais uma passarela, no outro lado da ponte.

De acordo com o vereador, a passarela recém-construída resolve apenas parte do problema das pessoas que transitam pela ponte. “O ideal a ser feito para tornar o local totalmente seguro, é que seja construída uma passarela também na outra lateral da ponte”, argumenta Zanetoni.

A SURPREENDENTE DESCOBERTA DA PF SOBRE QUEM PAGOU O ADVOGADO DE ADÉLIO

Mas os bolsominions vão continuar acreditando que o Adélio não é maluco e que o PT é quem está pagando o advogado dele. Deu na coluna do Lauro Jardim, em O Globo:

Jair Bolsonaro não se conformou com a decisão da Justiça de absolver Adélio Bispo por considerá-lo inimputável. “Jogadinha de ser maluco”, chegou a dizer Bolsonaro sobre o veredicto.

Vai gostar menos ainda do que a PF tem a dizer sobre outra investigação, desta vez acerca de Zanone Júnior, o advogado do seu esfaqueador. Bolsonaro já disse mais de uma vez que o suposto mandante da facada estaria por trás do pagamento dos honorários do advogado.

Zanone sustentou desde o início que o dinheiro para defender Adélio lhe foi dado por “um religioso de Montes Claros (MG)”, que não queria aparecer. Só que a investigação da PF, em fase final, aponta para uma novidade: ninguém pagou pela defesa. O advogado resolveu assumir o caso de graça e inventou uma história.

A motivação foi a mesma que o levou a defender gratuitamente Bola, o ex-policial que se envolveu no caso do goleiro Bruno. Zanone queria faturar com os holofotes de um caso supermidiático.

MORO E DALLAGNOL QUEBRARAM QUASE TODAS AS CONSTRUTORAS BRASILEIRAS

Deu no Brasil 247:

Na última semana, o grupo Odebrecht entrou com pedido de recuperação judicial – com uma dívida de R$ 98,5 bilhões -, aceito pela Justiça de São Paulo, em uma consequência da Operação Lava Jato. A construtora, que já chegou ter 250 mil funcionários, está longe de ser a única a apresentar uma situação financeira nada saudável.

Reportagem de Raquel Landim na Folha de S.Paulo deste sábado, 22, aponta que, do chamado ‘clube’ das empreiteiras – apelido dado pela força-tarefa da Lava Jato às construtoras investigadas por crimes como fraude em licitações, superfaturamento e cartel – formado por 16 empresas, nove já pediram proteção à Justiça contra seus credores em pelo menos parte de seus negócios.

“Segundo levantamento feito pela Folha, estão nessa lista: Odebrecht, UTC, Mendes Junior, OAS, Iesa, GDK e Galvão Engenharia, além da Engevix, que solicitou recuperação judicial do seu estaleiro, e da Queiroz Galvão, que recorreu ao expediente para sua empresa de petróleo e gás”, diz a reportagem. 

Na sexta-feira 21, circulou nas redes sociais o trecho de um vídeo em que o empresário Johnny Saad, dono do Grupo Bandeirantes, critica a Lava Jato a uma plateia de empresários, apontando para o fato de que a operação destruiu as empresas brasileiras em sua empreitada contra a corrupção, diferente de outros países, onde empresas que foram investigadas continuam funcionando.

DONO DA BAND CRITICA LAVA JATO POR DESTRUIÇÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS

Em palestra, no Rio Grande do Sul, Ciro Gomes lembrou que Sérgio Moro foi homenageado por potências estrangeiras que se beneficiaram da destruição nacional. E o dono da Band resolveu quebrar o silêncio da elite sobre a Lava Jato. A notícia é da revista Fórum:

Em evento realizado pelo canal BandNews com empresários brasileiros na segunda-feira (17), o dono do Grupo Bandeirantes, Johnny Saad, afirmou que o combate à corrupção não pode “destruir empresas nacionais”.

Saad destacou que a crise no Brasil não é resultado “só de problemas econômicos” e criticou a atuação da Lava Jato. “A elite que está aqui sentada, com o Poder Judiciário, com o poder Legislatico, com a CGU, tem instrumentos para que possa se revolver isso. […] [Para] nós voltarmos a como era antigamente: antes de você prender uma pessoa, investigue. Busque provas, comprove aquilo. E depois você prende. Senão você vai destruindo carreiras, profissões, nomes, empresas, setores”, disse Saad.

“Nenhuma das empresas internacionais que se envolveu no escândalo da Petrobrás ou em outros escândalos foi destruída. Penalize quem fez, mas não se penalize a empresa”, completou.

FICHA CORRIDA DE FABRÍCIO QUEIROZ TEM AGRESSÃO E MORTES

A notícia é da Veja:

Sumido desde que suas movimentações financeiras viraram um problema para a família Bolsonaro, no final do ano passado, o policial militar reformado Fabrício Queiroz tem muito o que explicar. VEJA apurou que na longa ficha corrida do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) há um homicídio ocorrido em 2003 em que ele está envolvido ao lado de Adriano Magalhães da Nóbrega, o temido chefe da milícia de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio, foragido desde janeiro.

Em meio aos mais de 20 boletins de ocorrência e à dezena de inquéritos em que Queiroz aparece, há pelo menos dois supostos autos de resistência com sua participação. Um ocorrido em 2002 e o outro em maio de 2003, pouco depois dele conhecer Adriano nas fileiras do 18º Batalhão, em Jacarepaguá, onde trabalharam juntos por apenas seis meses.

Os laços de amizade daquela época, no entanto, foram intensos: anos mais tarde, Queiroz recrutou a mãe e a esposa do miliciano, que à época já era notório no submundo do crime, para trabalharem com ele no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando este ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro. Ambas são suspeitas de fazerem parte do esquema investigado pelo Ministério Público que apura se Queiroz comandava um esquema de coleta e repasse de dinheiro público dentro do gabinete do “01”.

Queiroz não está foragido, não há contra ele qualquer ordem de prisão, mas seu sumiço alimenta dúvidas e reforça especulações sobre seu papel na vida dos Bolsonaro. Enquanto a Justiça se movimenta vagarosamente para definir o seu futuro, a edição de VEJA desta semana traz detalhes de seu passado e de seu currículo, que além dos vínculos com o mais procurado miliciano do Rio, transparece a imagem de um homem temido, violento até com a mulher, e que tem diversos “rolos” a explicar.

CHICO BUARQUE: “O FRACASSO DESSE GOVERNO ME PARECE ÓBVIO”

Deu no DCM:

A edição do jornal francês Le Monde desse sábado (22), traz uma entrevista exclusiva com Chico Buarque. O cantor, compositor e escritor fala sobre a situação atual do Brasil e sobre o pedido de visto de longa duração na França, feito recentemente.

Chico fala que a situação é diferente da de 1969, quando esteve exilado na França. Ele explica que está em Paris escrevendo, como faz com frequência. “Simplesmente porque em Paris estou mais tranquilo, tenho mais tempo, por exemplo, para me concentrar em escrever o livro que comecei no início deste ano. Em 1969, havia um regime militar no poder, com perseguição concreta e direta dos artistas”, relata.

Ele explica que hoje os artistas brasileiros não são bem-vindos, nem bem vistos pelo governo. “Uma cultura de ódio se espalhou de maneira impressionante”. Chico conta que o novo governo despreza totalmente a cultura. Mas diz que, apesar do pedido de visto francês, quer continuar a viver no Brasil. “Não posso viver longe de meu país”, afirma.

Questionado sobre a atual crise política no Brasil, Chico diz que ela vem de longe, concretamente a partir do impeachment de Dilma Rousseff. “Tenho muitas reservas ao PT, o partido teve episódios de corrupção, como os governos precedentes”, afirma. “Mas depois da derrota da direita nas eleições presidenciais, o PT foi incrivelmente estigmatizado”.

A respeito dos erros cometidos pelo PT, Chico diz que o partido renunciou a muitos de seus ideais, pois Lula estava cansado de perder eleições. “Ele decidiu fazer do PT um partido de governo. Por isso fez concessões, acordos com forças que o PT não teria aceito em tempos normais. O PT deixou de ser um partido de esquerda para se tornar uma formação socialdemocrata”, explica.

Sobre o atual governo, Chico diz que ele pode ser considerado como neofascista, por compartilhar muitas práticas com os regimes de direita. O artista cita as incongruências, como a influência de Olavo de Carvalho sobre Jair Bolsonaro, ou um “ministro da educação contra a educação” e “um ministro do meio ambiente contra o meio ambiente”, além de um chanceler “louco”. “Esse homem vai contra a história de excelência da diplomacia brasileira”, explica.

“Às vezes me digo que é melhor não ter ministro da Cultura neste governo! A cultura já é atacada de toda parte, se tivesse um ministro, a situação seria ainda pior”, acrescenta Chico.

O artista diz que as mobilizações fora do Brasil contra o governo Bolsonaro são válidas, mesmo sendo difícil medir a eficácia dessas iniciativas. “O prestígio do Brasil hoje é quase zero no exterior”.

“Não sei como tudo isso vai acabar. O fracasso desse governo me parece óbvio”, declarou o artista ao jornal Le Monde.

PREFEITO FLA ASSINA CONVÊNIO COM GOVERNO ESTADUAL PARA MELHORIAS EM VIAS MUNICIPAIS

Da Secretaria Municipal de Comunicação:

Na última terça-feira, dia 18 de junho, o prefeito de Jales, Flávio Prandi Franco, o Flá, assinou junto ao governador do Estado de São Paulo, João Doria e o vice-governador Rodrigo Garcia, um convênio com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP), no valor de mais de R$ 553 mil  que visa garantir melhorias em vias municipais. Na mesma oportunidade, o governador e o vice-governador e Secretário de Governo, Rodrigo Garcia, apresentaram as ações do programa Respeito à Vida – São Paulo Dirigindo com Responsabilidade. O programa envolve atividades focadas em educação no trânsito, obras em rodovias e convênios, além de nova campanha de mídia voltada para motociclistas, grupo que lidera as estatísticas de acidentes de trânsito no Estado.

O convênio assinado pelo prefeito Flá tem por objetivo a transferência de recursos para a execução de ações ou serviços no âmbito do Programa Movimento Paulista de Segurança no Trânsito. Entre as ações previstas para Jales está a instalação de novos semáforos em avenidas, campanhas educativas que possam contribuir para a redução de acidentes, entre outras ações.

Os convênios com o Movimento Paulista já beneficiam 91% da população do Estado, com projetos que impactam positivamente o cotidiano de quem mora nas cidades parceiras.

“O programa Respeito à Vida vai garantir à população, por meio de ações, medidas preventivas e educativas, o direito de transitar por vias e rodovias paulistas com segurança. Ressalto ainda que com foco em educação e comunicação, o programa Via Escola, que será desenvolvido pela Secretaria de Educação e o Detran, vai levar para as escolas da nossa rede os conceitos de paz, tolerância, responsabilidade e orientação no trânsito, para que as crianças levem aos seus pais esses conhecimentos e multipliquem essas ações”, afirmou o Governador João Doria.

O vice-governador Rodrigo Garcia ressaltou que “a parceria com os prefeitos é uma estratégia para auxiliar não apenas financeiramente as cidades, mas também prestar suporte técnico para a geração de projetos eficientes e com base nos dados do Infosiga SP. Os recursos, cerca de R$ 200 milhões, vêm das multas do Detran.SP. Ou seja, o dinheiro do infrator é revertido em ações para um trânsito mais seguro, sem onerar o Estado”.

Já o prefeito Flá disse estar muito feliz pelo fato de Jales ter sido comtemplada com o convênio que vai garantir recursos para serem investidos nas vias da cidade e na segurança da população. “Queremos contribuir para a redução do número de acidentes e de mortes. Dados do Conselho Federal de Medicina apontam que a cada hora, morrem cinco pessoas em acidentes de trânsito no Brasil. Precisamos mudar essa realidade, portanto quero parabenizar o governador João Doria e o vice-governador Rodrigo Garcia por eleger essa causa como uma das prioridades do governo e agradecer por ter inserido Jales no programa”

JEAN WYLLYS SUGERE QUE CARLOS BOLSONARO SAIA DO ARMÁRIO E SEJA UMA BICHA ORGULHOSA

Deu no Brasil 247:

O ex-deputado Jean Wyllys fez nesta segunda-feira, 17, uma sequência de tweets para defender que o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ) assuma uma suposta homossexualidade. 

“O filho do presidente teve todas as chances e meios de enfrentar a homofobia do pai e ser uma bicha como eu sou – orgulhosa de mim, inteligente, ativista e honrada, disposta a lutar por justiça social – mas optou por ser essa vergonhosa fábrica de fake news homofóbicas”, disse Wllys. 

“Aliás, quero deixar claro que só estou me referindo à homossexualidade enrustida do filho homofóbico, burro e mau do presidente porque este vem sendo o motor dos horrores perpetrados por ele contra mim e outras pessoas honradas na internet”, acrescentou o ex-deputado do PSOL. 

As declarações de Jean Wyllys foram dadas após a divulgação de reportagem que relacionava o ataque massivo de robôs contra o jornalista Glenn Greenwald, seu companheiro, o deputado David Miranda (PSOL-RJ) e o próprio Wyllys.

O jornalista Ivan Freitas demonstrou no Twitter a ação de robôs para subir a hashtag ShowdoPavão, em referência a uma conta suspeita com acusações fakes contra Glenn Greenwald, que divulgou escândalos da Lava Jato. Freitas também citou uma postagem de Filipe G. Martins, assessor especial da Presidência. Quem responde no post é Carlos Bolsonaro (PSL): “já sabe o que fazer com as penas do pavão”, disse o Carlucho.

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