Arquivos mensais: Fevereiro 2011

DUPLICAÇÃO DA EUCLIDES DA CUNHA: JALES NÃO TERÁ CANTEIRO DE OBRAS

Pessoas que estiveram presentes à reunião realizada na Secretaria Estadual de Transportes, no dia 09 de fevereiro, quando se discutiu a duplicação da rodovia Euclides da Cunha, me relataram mais uma novidade. Segundo eles, nosso prefeito Parini, em conversa com outros prefeitos, enquanto esperava o início da reunião, teria iniciado aquele seu discurso extemporâneo – apoiado por seu atual guru, Liberato Caldeira – criticando o atraso no início das obras.

Consta, porém, que Parini teria sido interrompido por um prefeito da região que, entre outras coisas, lembrou ao nosso prefeito que os índices de popularidade dele não estavam assim tão altos aqui em Jales. “Primeiro cuide da tua cidade, depois critique”, teria sido dito ao nosso prefeito. Que, a partir daquele momento, preferiu o silêncio.

E já que estamos falando em rodovia Euclides da Cunha, recebi hoje a informação de que as empresas Conter e Serveng S/A Paulista, responsáveis pela duplicaçao dos trechos de Fernandópolis a Estrela D’Oeste e de Estrela D’Oeste a Urânia, não vão instalar nenhum canteiro de obras em Jales. As empresas preferiram instalar seus canteiros em Fernandópolis, próximo ao Ferro Velho São Paulo, e em Urânia, nas proximidades do Auto Posto Garção. A instalação de um desses canteiros aqui em Jales traria, com certeza, dividendos para a cidade. Mas…

VEREADORES DECIDEM MANTER ASSINATURAS NA CEI DA FALSIDADE IDEOLÓGICA

Transcorreu sob clima tenso a reunião realizada hoje à tarde entre os cinco vereadores que assinaram a CEI para investigação de suposto crime de falsidade ideológica e o representante da empresa envolvida na história. A reunião durou mais de uma hora e, em alguns momentos, vozes se alteraram na defesa de seus pontos de vistas. Entre outras coisas, o empresário em questão alegou que não tinha nenhuma culpa em cartório. É bom que se diga, no entanto, que, até o momento, ninguém falou que ele ou a empresa tivessem alguma culpa.

Ao final, os vereadores – Macetão, Jota Erre, Salatiel, Nishimoto e Tatinha – continuavam coesos e decididos a manter suas assinaturas no pedido de investigaçao. É certo, porém, que no final de semana as pressões vão continuar. Se os vereadores conseguirem resistir até segunda-feira, quando teremos sessão da Câmara, poder-se-á dizer que eles são realmente independentes.  Vida de vereador não é tão fácil quanto se apregoa por aí: se não toma atitute, a imprensa e os contribuintes criticam; se resolvem cumprir uns dos papéis para os quais foram eleitos – o da fiscalização – sofrem pressões de todos os lados.

E já que estamos falando em reunião, conversei hoje com o vereador Macetão que, ontem, teve um encontro com o prefeito Parini. Depois de vários anos sem atender os pleitos do vereador; depois de ter incentivado o PMDB a abrir um processo contra ele; e depois de ter prejudicado a relação política do vereador com o deputado Valdemar da Costa Neto(PR), o prefeito Parini convidou Macetão para um chá no gabinete. Segundo Macetão, não se falou em CEI. O prefeito queria apenas pedir a intervenção do vereador junto ao deputado federal Guilherme Mussi(PV), a fim de que o parlamentar verde ajude Jales a obter mais recursos junto ao governo federal.

Durma-se com um barulho desses!

PACIENTE SAI DE AMBULÂNCIA E SE PERDE NA MATA

Ele pediu para parar porque queria ir ao “banheiro”, mas se perdeu e avisou por SMS a família

Da Redação / TV Tem

Os Bombeiros fazem buscas nessa sexta-feira numa área rural em Tanabi. Os policiais procuram um homem de 47 anos que teria se perdido numa mata. A vítima passou por consulta médica em Rio Preto e voltava pra casa em Pontalinda numa ambulância.

No meio do caminho, na rodovia Euclides da Cunha, pediu para o motorista parar porque queria ir ao “banheiro”. E ele acabou se perdendo na mata. Com um celular, mandou mensagem para a família pedindo a ajuda. O helicóptero Águia da Polícia Militar sobrevoa a região para ajudar nas buscas.

Pois é, essa foi a matéria veiculada no Tem Notícias do meio-dia. Agora à noite tivemos outra matéria dando conta de que o homem já havia sido encontrado. Ele disse que se embrenhou na mata porque não gostou do resultado dos exames que fez em São José do Rio Preto. 

FALTOU PÚBLICO NA AUDIÊNCIA PÚBLICA

A Câmara Municipal realizou duas audiências públicas na quarta-feira. A uma delas – realizada no período da tarde, para analisar o cumprimento das metas fiscais do Poder Executivo – não compareceu ninguém, mas isso não é novidade. Esse tipo de audiência pública só acontece prá cumprir tabela, já que a Lei de Responsabilidade Fiscal exige.

Mas à outra audiência pública, realizada às oito da noite, deveria ter comparecido mais pessoas. Afinal, a audiência não era uma dessas que se faz apenas para inglês ver. Ela nasceu de uma reunião anterior, entre funcionários da Aderj e alguns vereadores, quando os primeiros manifestaram a preocupação deles com relação ao projeto de lei complementar n. 20/2010. Referido projeto, que está sendo analisado na Câmara, trata da criação de diversos cargos – a maioria na Saúde – a serem preenchidos por concurso público e ou processo seletivo. É coisa que mexe com a vida profissional da maioria dos agentes de saúde, atualmente contratados pela Aderj. Já tratei da reunião e do projeto em um post anterior, que pode ser lido aqui.

O baixo número de funcionários da Aderj na audiência soou estranho, uma vez que à primeira reunião – aquela que originou a audiência – compareceram, no mínimo, umas 25 pessoas. Seria natural que, nesta segunda reunião, tivesse mais gente. Um vereador disse que recebeu a informação de que a Aderj teria proibido seus empregados – principalmente os agentes de saúde – de comparecerem à tal audiência. Será? Prefiro acreditar que os interessados não estão assim tão preocupados com o futuro deles.

AGRESSOR DE JORNALISTA É “CONDENADO” A DORMIR EM CASA DURANTE UM ANO

Deu na coluna Direto ao Ponto, do jornalista Augusto Nunes, na Revista Veja:

Nesta quinta-feira, o vereador cassado Lourivaldo Rodrigues de Morais, vulgo Kirrarinha, foi condenado pela agressão à jornalista Márcia Pache. Ponto para a Justiça. Na sentença, o juiz Gerardo Humberto Alves Silva Junior determinou que, pela bofetada desferida no rosto do Brasil decente, o agressor deve cumprir a pena de  um ano de detenção em regime aberto. Ponto para os fora-da-lei. Em tese, esse tipo de prisão obriga o condenado a passar as noites numa “casa do albergado”. Como Pontes e Lacerda nem sabe o que é isso ─ existem menos de 100 casas do gênero em todo o país ─, Kirrarinha poderá dormir em casa depois de passar o dia em liberdade.

O ex-vereador ainda filiado ao DEM ─ que promete expulsar o delinquente desde outubro ─ não compareceu ao julgamento, que começou às 13h10 e terminou meia hora depois. De novo, enviou um atestado médico que o transforma em portador de “depressão aguda”, sem que o dono da assinatura seja enquadrado pelo Conselho Regional de Medicina. O documento foi entregue pelo advogado Waldeci Leles Martins, nomeado pela Defensoria Pública para preencher a ausência do defensor contratado por Kirrarinha. Márcia deixou a sala sob olhares ressentidos de amigos do condenado. Nas horas seguintes, seu celular recebeu várias ligações originárias de aparelhos não identificados. Ao atender, ouviu o silêncio.

Quem assiste a seriados policiais americanos é reapresentado diariamente à cena clássica: depois de anunciada pelo juiz a sentença condenatória, o criminoso com as mãos algemadas é imediatamente encaminhado à cadeia. Em países civilizados, é assim na vida real. O desfecho do julgamento de Kirrarinha reafirma que, nos países primitivos, só é assim na televisão. A nação moderna e justa ainda é apenas um brilho nos olhos dos brasileiros honestos.

Vejam no vídeo abaixo, a agressão covarde:

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PRIMEIRA-DAMA ASSUME OPERAÇÃO TAPA-BURACOS

Vejam vocês como é grave e quase geral o problema dos buracos nas cidades da região. Em Araçatuba, o prefeito Cido Sério(PT) resolveu escalar a própria primeira-dama, Cidinha Lacerda, para cuidar da operação tapa-buracos promovida pela Secretaria de Obras de lá. E a escalação da primeira-dama já tá gerando uma crise institucional. Pelo jeito, não é só no governo petista de Jales que a primeira-dama é polivalente. Isso já está me parecendo uma síndrome do PT.  Vejam a matéria do jornal Folha da Região, de Araçatuba:

Primeira-dama evita falar sobre nova função na Sosp

SERGIO GUZZI – Sexta-Feira – 25/02/2011 – 10h58

Pivô da crise instalada na Sosp (Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos), a secretária de Assistência Social, Cidinha Lacerda, recusou-se a falar ontem sobre a função para a qual foi escalada: assumir a gerência dos serviços de tapa-buracos em Araçatuba.

A Folha da Região tentou ouvir Cidinha ontem à tarde, na Câmara, ao final de distribuição de recursos para entidades do município, promovida pelo Comdica (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente).

Cidinha estava sentada em uma das poltronas do auditório do Legislativo. Ao ser abordada, disse que não concederia entrevista. A reportagem insistiu em ouvir da primeira-dama sobre a gerência dos serviços de tapa-buracos, que assumiu na segunda-feira após reunião de secretários na Prefeitura.

“Você já falou com o Tadami (Kawata). Você está mais que informado”, disse a secretária, referindo-se à matéria publicada na edição de ontem da Folha, em que o responsável pela Sosp diz que não será subordinado à primeira-dama nem que abrirá mão de ditar os serviços a serem executados pela pasta. A reportagem tentou mais uma vez obter de Cidinha seu pensamento sobre o assunto. “Não tenho nada a dizer. Só lhe desejar um bom dia. Nada a dizer”, finalizou ela, retirando-se em seguida.

OAB E APAMAGIS PROMOVEM PALESTRA NA CÂMARA

 (por Vivian Curitiba)

A OAB de Jales em parceria com a OAB/SP, Apamagis – Associação Paulista de Magistrados, AMB – Associação dos Magistrados Brasileiros e ESMP – Escola Superior do Ministério Público de São Paulo realizam amanhã, dia 25, uma palestra com o tema “Os desafios da justiça paulista”. De acordo com o presidente da OAB de Jales, Aislan de Queiroga Trigo, o objetivo do evento é tratar das dificuldades que a justiça paulista está enfrentando, entre elas a redução do orçamento.

A palestra será realizada na Câmara Municipal de Jales, a partir das 19h30 e vai contar com a presença dos expositores, Marcos da Costa (foto) – vice-presidente da OAB/SP, Desembragador Roque Mesquista – 1º vice-presidente da Apamagis e o Desembargador Henrique Nelson Calandra – presidente da AMB.

Para o presidente Aislan, a justiça de São Paulo é hoje uma das mais atrasadas do Brasil, tendo em vista o número de processos e a dificuldade financeira. “Existe a necessidade de se instalar novas varas, melhor remuneração para funcionários, a informatização do Tribunal de Justiça. O objetivo é unir forças entre a OAB, a magistratura e o Ministério Público para que todos possam discutir alternativas para o Poder judiciário de São Paulo”, explicou.

Após a palestra, serão encaminhadas ao governo de São Paulo as diretrizes para requisição de novos valores para o orçamento do Judiciário.

Inicialmente, a fatia prevista para a Justiça era de R$ 12,3 bilhões, mas sofreu uma redução para R$ 5,7 bilhões. “A não aprovação do orçamento do Judiciário, que sofreu um corte histórico de 54% da proposta original do TJ-SP, deixa um sentimento de frustração diante do estado caótico em que se encontra a justiça paulista, onde 200 varas criadas não foram instaladas, a informatização não está concluída, não há recursos para modernizar a gestão, aumentar o quadro de juízes e remunerar adequadamente os servidores”, avaliou o vice-presidente da OAB-SP e presidente da Comissão de Assuntos do Poder Judiciário, Marcos da Costa.

AS DUAS EMPRESAS DA RUA NOVA YORQUE

Achei que já tivesse postado alguma coisa sobre duas empresas jalesenses, abertas no mesmo dia e no mesmo endereço, mas, revendo o que escrevi, notei que mencionei o caso apenas “an passant”, em um post sobre a iniciativa privada e o tráfico de influência. Então, vamos ao caso:

A foto aí do lado mostra a sede de duas empresas abertas para a mesma finalidade: oferecer palestras e cursos de capacitação, principalmente, na área social de prefeituras, inclusive a de Jales. Mais ou menos a mesma finalidade da empresa EM FOCO Cursos Livres, Técnicos e Profissionalizantes, aberta em 2009 pelas senhoras Rosângela Parini e Marli Mastelari. O prédio possui apenas uma sala, onde, antes de as empresas o alugarem, funcionava um açougue, mas, para efeito de abertura das empresas, ele possuía duas salas, a sala “A” e a sala “B”. À Comissão de Licitação da Prefeitura, a dona do imóvel disse que os dois empresários pagavam o aluguel, mas nunca utilizaram o prédio.

Na sala “A” funcionava, em tese, a empresa Ronaldo Maschetti – Cursos Técnicos-ME, enquanto na sala “B” deveria funcionar a empresa Gustavo Petinari – Cursos Livres. Reparem como esse pessoal é criativo na hora de escolher o nome de suas empresas. Pois bem, essas duas empresas abertas no mesmo dia e no mesmo endereço, na Rua Nova Yorque, começaram suas atividades participando de duas licitações na Prefeitura de Jales e, uma delas, a Gustavo Petinari – Cursos Livres, “ganhou” ambos os certames.

Como essas empresas foram convidadas para participar de licitações na Prefeitura de Jales, é um assunto que precisa ficar melhor esclarecido, mas isso caberá, no tempo certo, à Câmara e ao Ministério Público. Duas coincidências chamam a atenção: Ronaldo Mascheti, um dos empresários, é um eletricista que, há bastante tempo, trabalha junto com a nossa primeira-dama, Rosângela Parini, no Fundo Social de Solidariedade; Gustavo Petinari, o outro empresário, é psicólogo, tal como a primeira-dama e, segundo dizem, era muito amigo dela. Na época em que resolveu virar empresário, Gustavo prestava serviços na Secretaria de Promoção Social da nossa Prefeitura, como contratado da Aderj.

Em março de 2009, a dupla tentou ganhar mais uma licitação, mas a Comissão de Licitação da Prefeitura – alertada por pessoas da própria Secretaria da Promoção Social, que não concordavam com aquele estado de coisas – tratou de efetuar algumas diligências e encaminhar o caso à Procuradoria Geral do Município. Em seu relatório, a procuradora jurídica da municipalidade, Tatiana Queiroz Félix, apontou os indícios de fraude na licitação e sugeriu medidas administrativas contra as duas empresas, entre as quais a proibição de contratar com a Prefeitura de Jales.

Resta saber se as empresas pertenciam realmente aos dois “empresários” e se os cursos e as palestras foram efetivamente ministrados. Tenho cá um palpite, mas vou guardá-lo prá mim.

AUDIÊNCIA PÚBLICA REVELA QUE ADMINISTRAÇÃO CUMPRIU METAS FISCAIS DE 2010

(por Roberto Timpurim)

A Câmara realizou ontem, quarta-feira 23, às 15h, com a participação dos vereadores e funcionários, Audiência Pública para que o Poder Executivo pudesse demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais estabelecidas na Lei de Responsabilidade Fiscal. 

A audiência foi apresentada pelos consultores João Antonio Dias Rodrigues e Gaspar da Costa da empresa “Metapública” – Consultoria e Assessoria em Gestão Pública de São José do Rio Preto e pela contadora da Prefeitura Municipal, Yhurika S. Iukamoto

O objetivo da audiência foi dirimir dúvidas e discutir os demonstrativos do cumprimento das metas da execução orçamentária, contábil e financeira referente ao terceiro quadrimestre de 2010. 

Conforme relatório e segundo os consultores, a administração municipal cumpriu todas as metas fiscais que determina a legislação para ano de 2010, com aplicação de recursos acima do estabelecido, como: Educação foi investido 27,92%, pela lei o índice não pode ficar abaixo de 25%; FUNDEB 65,05%, pela lei 60%; e Saúde 23,07%, superando em muito o índice mínimo de 15%, estabelecido pela lei.

CEI DA FALSIDADE IDEOLÓGICA: VEREADORES SOFREM PRESSÃO PARA RETIRAR ASSINATURA

Os cinco vereadores – Macetão, Tatinha, Salatiel, Jota Erre e Nishimoto – que assinaram o pedido de abertura de uma CEI para investigar suposto crime de falsidade ideológica, cometido pelo prefeito Parini, reuniram-se ontem, na Câmara. Na pauta, uma conversa sobre tudo o que vem acontecendo desde que a notícia da CEI saiu na imprensa. Os relatos de telefonemas e de “pressão” sobre alguns vereadores, para que retirem suas assinaturas do pedido,  vem de todos os lados e das mais variadas formas.

A acusação de falsidade ideológica é contra o prefeito Parini, mas o empresário envolvido no caso – reparem que eu ainda não citei o nome dele – já ligou várias vezes para quatro dos cinco vereadores acima citados, para tentar convencê-los a desistir da investigação. Na Câmara, os vereadores Luís Especiato(PT) e Claudir Aranda(PDT) também tentam, em reuniões fechadas, impedir que o suposto crime seja devidamente investigado. 

Resumindo: o principal defensor do prefeito – que, de vez em quando, acusa os governos tucanos de São Paulo de impedir a instalação de CPIs – e o presidente da Câmara, que deveria se preocupar em zelar pela imagem do Legislativo, estão empenhados em  pedir para que os seus colegas sejam omissos. É de se perguntar, por que eles não tentam ser omissos sozinhos? É de se perguntar também, se eles foram eleitos para defender os interesses do prefeito ou da população?

E ontem, fiquei sabendo que o prefeito Humberto Parini convidou o vereador Macetão para uma reunião hoje, quinta-feira, às 18:00 horas. Vejam bem, faz uns quatro ou cinco anos que o prefeito não chama Macetão para um bate-papo. Nas conversas de gabinete, Parini sempre se refere ao vereador Macetão e ao irmão dele, o André, com um certo desdém. Por que será que ele quer conversar agora? Alguém aí é capaz de adivinhar?

Será que o processo que o PMDB – representado pelos advogados de Parini – move contra o vereador Macetão vai estar na mesa? Ou será que o prefeito resolveu contar para o Macetão quem foram os autores daquele panfleto nojento que circulou às vésperas das eleições de 2008, onde toda a família do vereador foi ofendida? Bem, melhor esperar. Afinal, quando o prefeito vai ao rádio, ele sempre diz que não tem medo de ser investigado. Quem sabe ele não esteja convidando o Macetão apenas para tomar um chá das seis, enquanto discutem o filme sobre a vida da Bruna Surfistinha? Nunca se sabe.

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