Categoria: Cidade

CASA EM CONSTRUÇÃO DESABA EM CONJUNTO HABITACIONAL DE PARINI

E a onda de desabamentos parece ter chegado a Jales! Na edição de amanhã, do jornal A Tribuna, teremos matéria sobre as 60 moradias populares que estão sendo construídas (ou estavam: a obra está parada há dois meses) no conjunto habitacional “João Colodetti”. Especialmente, sobre essa casa da foto acima, ou o que restou dela.

Como se pode ver, a casa, que já estava coberta, desabou quase que completamente. Ou, como diria aquela antiga  personagem de novela, foi parar “na chon”. E o que é pior: tem mais duas ou três casas – como a da foto ao lado – que estão, aparentemente, prontas para também ir ao chão. 

Problemas estruturais? Vandalismo? Seja qual for o motivo, o fato demonstra a fragilidade das construções. Também, pudera, a empresa responsável pela obra está recebendo apenas R$ 16 mil por cada casa construída. E, pelo que se comenta, o pagamento está atrasado.  

A matéria de A Tribuna, desse domingo, vai trazer, ainda, a versão do secretário municipal de Obras, Manoel Andreo de Aro, que deu suas explicações para os prováveis motivos do desabamento. 

JUSTIÇA DE JALES MANDA PARINI CUMPRIR DETERMINAÇÃO DO TRIBUNAL

A juíza substituta da 3ª Vara Judicial de Jales, Luciana Conti Puia, proferiu despacho publicado no site do TJ na tarde de ontem, sexta-feira, em cumprimento à decisão do desembargador José Luiz Germano, que determina o imediato afastamento da primeira-ministra Marli Mastelari do cargo de chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Fazenda, bem como o bloqueio de bens do trio Humberto Parini, Rose Parini e Marli Mastelari. O bloqueio está limitado ao valor de R$ 254.509,20. Abaixo, o teor do despacho da juíza de Jales:

Cumpra-se a determinação da superior Instância. Destarte, comunique-se ao requerido Humberto Parini que o E. Tribunal de Justiça determinou o imediato afastamento cautelar da requerida MARLI MASTELARI do cargo de Chefe de Gabinete da Secretaria da Fazenda Municipal dispondo que o afastamento deve ser cumprido de imediato pelo prefeito, sob pena de multa pessoal e outras sanções. Oficie-se em cumprimento com urgência. Com relação à decretação da indisponibilidade dos bens dos requeridos, determinada a fls. 503, proceda-se o bloqueio pelo sistema “renajud”, oficiando-se ainda aos Oficiais de Registro de Imóveis de Jales e à Corregedoria do E. Tribunal de Justiça de São Paulo, com cópia desta decisão e da decisão de fls. 502/503 nos termos do item “9” de fls. 20 para que informem a indisponibilidade a todos os Oficiais de Registro de Imóveis do Estado, averbando-se tal indisponibilidade nas matrículas dos imóveis de propriedade dos réus, até o limite de R$ 254.509,20 determinado pelo E. Tribunal de Justiça. Por fim, proceda-se ao bloqueio pelo sistema “bacen-jud” de valores existentes em conta bancária em nome dos requeridos até o limite determinado pelo E. Tribunal. Ultrapassado eventualmente o limite determinado pelo E. Tribunal de Justiça, desde já defiro o desbloqueio. Jales, 09 de fevereiro de 2012.

Tanto o afastamento de Marli, quanto o bloqueio dos bens, foram medidas solicitadas liminarmente pelo Ministério Público de Jales, em Ação Civil Pública que investiga o desvio de função da primeira-ministra, bem como suas atividades empresariais. Marli é sócia da primeira-dama, Rosângela Parini, na empresa Em Foco Cursos Livres e Técnicos Ltda, constituída em 2009. Não entendo de leis, mas é bem possível que o prefeito tenha direito a um ou mais daqueles recursos protelatórios.   

TRIBUNA: ENDEREÇO DA EMPRESA DA PRIMEIRA-DAMA NÃO EXISTE

Durante as investigações promovidas pelo Ministério Público de Jales, no bojo do inquérito civil que apura as atividades empresariais da primeira-dama Rosângela Parini e da primeira-ministra, Marli Mastelari, os promotores concluíram que o endereço da empresa – Rua Dois, 2596 – não existe.

Como já foi amplamente noticiado por este blog, Rose Parini e Marli Mastelari juntaram-se para, em sociedade, constituir a empresa Em Foco Cursos Livres e Técnicos ME, especializada em fornecer cursos para prefeituras, principalmente no âmbito da Promoção Social. Para o MP, a utilização de um endereço falso configura mais uma conduta ilícita da dupla, com a conivência do prefeito Humberto Parini.

Essa história, em pormenores, e outros detalhes picantes das investigações do MP, vão estar na edição do próximo domingo do jornal A Tribuna.

CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO MANDA PRO LIXO AÇÃO CONTRA REDE DA CIDADANIA

Muitos episódios obscuros, vivenciados na atual administração, deverão começar a ficar mais claros neste ano de 2012. Por exemplo: pouca gente sabe que as desavenças entre o prefeito Humberto Parini e o seu ex-conselheiro Arnaldo Murilo Pohl começaram depois que o CMDCA, então presidido por Murilo, deixou de aprovar um projeto apresentado pela filha do prefeito, Gabriela Parini, então funcionária da Aderj.

Depois disso, o prefeito conseguiu, na Justiça, o bloqueio dos recursos repassados pela Petrobrás à Rede da Cidadania, uma Oscip fundada por Parini, Especiato e outros petistas – inclusive este blogueiro – e presidida por Murilo. A decisão da Justiça de Jales foi reformada pelo Tribunal de Justiça, mas o dinheiro, até onde eu sei, continua bloqueado.

Além disso, abriu-se na Câmara Municipal, por ordem de Parini, uma CEI para “investigar” a aplicação dos recursos repassados pela Petrobrás à Rede da Cidadania. A CEI, auxiliada por uma empresa de auditoria – a Azevedo Ltda – apontou algumas irregularidades contábeis, que foram, posteriormente, desmentidas por técnicos do Ministério Público.

Sabe-se agora que o Conselho Superior do Ministério Público mandou ao cesto de lixo a ação civil pública que havia sido proposta contra a Rede da Cidadania. O que não se sabe é qual será o próximo passo do execrado  Murilo Pohl. Durante todo o tempo em que foi colocado sob suspeita, ele fez obsequioso silêncio, mas, velho estrategista de guerra que é, já deve estar planejando o contra-ataque.    

NEW CORPUS APRESENTA ESPETÁCULO EM PROL DA SANTA CASA

(por Vívian Curitiba)

Consciente de sua função social, a academia de dança New Corpus apresenta no dia 29 de Fevereiro, às 20 horas, no Teatro Municipal, o musical “Nossos ídolos ainda são os mesmos”. Os ingressos serão vendidos a R$10,00 e toda renda será revertida para a Santa Casa de Jales.

A apresentação que tem 115 bailarinos conta a história dos astros da música desde a década de 50, passando pelos anos 60, 70, 80, 90 até os dias atuais. O musical revela que mesmo com o passar dos anos, ídolos como Elton John, Michael Jackson, Raul Seixas e Shakira, ainda são a preferência do grande público.

Quem assistir ao espetáculo de dança poderá conferir performances de jazz, balé, dança do ventre, sapateado, street dance entre outras.

Os ingressos já estão à venda na Santa Casa e na academia New Corpus. Mais informações, ligue: (17) 3622-5000 – ramal 5003 (falar com Glauce).

TRIBUNAL APROVA CONTAS DE ESPECIATO. SÓ FALTA, AGORA, A “APROVAÇÃO” DO MACETÃO

O Tribunal de Contas do Estado(TCE) aprovou as contas da Câmara Municipal de Jales, referentes ao exercício de 2010, quando o Legislativo foi presidido pelo petista Luís Especiato. A novidade está no Diário Oficial de hoje e, segundo o que foi publicado, as contas de Especiato foram julgadas regulares, com ressalvas. Antes, as contas de 2009, do Osmar Rezende, também tinham sido aprovadas com ressalvas.

Segundo me foi explicado por um entendido, a expressão “com ressalvas” é uma praxe do Tribunal,  mas não quer dizer, obrigatoriamente, que haja alguma ressalva a ser feita nas contas aprovadas. Resta saber, agora, se as contas do Especiato e do Osmar Rezende serão “aprovadas” pelo novo presidente, o Macetão.

Enquanto faz discursos demagogos na Câmara, pregando a união entre os vereadores, o falastrão Macetão planta notícias na imprensa da região sobre sua “intenção” de fazer uma auditoria nas contas dos últimos cinco presidentes – Rivelino, Tatinha, Osmar, Especiato e Claudir.

Eu já disse num comentário e vou repetir: se os vereadores citados tiverem um pouco de amor-próprio, deveriam, agora, exigir essa auditoria. Com uma única condição: a de que Macetão faça o ressarcimento do valor gasto com a tal auditoria, caso nenhuma irregularidade grave seja constatada.  Na minha modesta opinião, a transparência é a melhor maneira de combater a hipocrisia dessa “vestal sem vestes” que ocupa a presidência.     

JALES REGISTRA O PRIMEIRO CASO DE DENGUE

O vice-prefeito Clóvis Viola esteve, hoje, no Jornal do Povo, da Rádio Assunção, para anunciar o primeiro caso de dengue registrado em Jales, neste ano. A “sortuda” é uma moradora do bairro São Judas Tadeu, onde a Sucen constatou um dos maiores índices larvários da cidade. Coisa de 14%, quando o máximo admitido pelo Ministério da Saúde é 1%.

Segundo a assessora de comunicação da equipe de combate à dengue, Vanessa Luzia da Silva, desde o início do ano foram registrados 32 casos suspeitos da doença, com exames encaminhados para análise. Desses, 12 apresentaram resultado negativo e 01 positivo, enquanto os demais 19 exames ainda não tiveram seus resultados conhecidos.

E o vice-prefeito Clóvis, que já foi uma das vítimas da dengue, repetiu novamente seus apelos à população. Curiosamente, apesar dos boicotes que vem sofrendo da administração petista, Clóvis sempre evita responsabilizar diretamente o prefeito Humberto Parini pelas dificuldades enfrentadas no combate ao mosquito Aedes.

A falta de planejamento do prefeito foi a principal responsável pelo desmantelamento da equipe de controle da dengue, mas o bom-mocismo de Clóvis, o boicotado, impede que ele faça, pelo menos publicamente, críticas à incapacidade do chefe do Executivo. Talvez Clóvis esteja tendo por Parini, a consideração que Parini não teve por Rato.

Como se sabe, Parini abandonou o cargo de vice e obrigou os petistas que ocupavam cargos no governo Rato a pedir demissão. O detalhe é que, apesar de abandonar a administração Rato, Parini não abandonou o salário de vice-prefeito. E Léo Huber, à época chefe de gabinete de alguma coisa, não abandonou o cargo nem o salário: ele preferiu deixar o PT a largar o osso.        

A SAÚDE É PRIORIDADE. PRINCIPALMENTE, A SAÚDE DO PREFEITO!

Corre por aí um certo zum-zum dando conta de que o prefeito Humberto Parini pretende revogar cerca de 30 portarias que promoviam servidores. Na verdade, já faz algum tempo que esses boatos surgiram, e, ao que parece, eles começaram a se materializar na semana passada. Tudo indica que isso seria uma retaliação aos servidores não alinhados ao governo petista.

Não bastasse isso, outros boatos estão prevendo algumas transferências de servidores, principalmente da área da Saúde, para outros setores. Aliás, a Saúde vive um clima de insatisfação. Um dia desses, estive no Núcleo Central para obter algumas informações sobre a falta de materiais de consumo e a falta de condições do prédio, mas a chefe do setor, a Neuza, disse que não estava autorizada a falar nada.

E nem precisava falar mesmo. Logo na entrada vê-se o primeiro exemplo do descaso com que as pessoas são tratadas. O bebedouro d’água, que deveria estar nessa parede aí da foto, foi retirado, na semana passada, para conserto. Até aí, tudo bem, pois, provavelmente, não dava para consertá-lo no próprio local. O detalhe é que o bebedouro estava há quatro meses sem funcionar. É isso mesmo: há quatro meses que os pacientes do Núcleo estavam sem água gelada.

Pode parecer uma coisa simples, mas isso mostra o desleixo da administração petista. Que eu saiba, no gabinete do prefeito – que conta até com um vaporizador de ar para as tardes de pouca umidade – não falta água gelada. Quanto às portarias, ainda volto ao assunto.

A PRAÇA EUPHLY JALLES É DO POVO

O céu continua sendo do avião, mas a nossa charmosa Praça Euphly Jalles, que, em outros tempos era o ponto de encontro dos namorados, já não é mais a mesma. Já houve até quem decapitasse a solitária estátua do nosso fundador, que enfeita a Praça há anos. Mas esse já é um problema superado.

O problema, agora, são os sinais exteriores de abandono daquele romântico espaço. Apesar da placa que, há quase quatro anos, anuncia a reforma da Praça, a verdade é que ela, assim como outras praças, foi abandonada. Na foto lá de cima e nas duas outras, abaixo, um pouco da situação em que se encontram alguns bancos.

 

PRÁ NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES

 

A administração Parini parece mesmo disposta a recuperar o tempo perdido. A equipe do asfalto trabalhou, em pleno sábado, no recapeamento de mais um trecho da Rua Itália. O trecho, entre as ruas Sete e Elizabeth, é esse que pode ser visto nas fotos acima. Como eu já disse, os moradores da Rua Itália reclamam melhorias desde o início do primeiro mandato do prefeito Humberto Parini.

Só nos restar torcer, agora, para que esse repentino interesse pela Rua Itália chegue até o trecho da foto abaixo, nas proximidades da Avenida Francisco Jales:

 

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