Categoria: Política

LAUDO FEITO A PEDIDO DA JUSTIÇA APONTA QUE ADÉLIO BISPO TEM DOENÇA MENTAL

Ressalte-se que este é o segundo laudo a apontar que Adélio vive em um mundo de delírios, mas o Palácio do Planalto está tentando desacreditar os especialistas.

Afinal, a constatação de que Adélio é maluco não serve à narrativa dos bolsominions que querem continuar acreditando em uma conspiração para matar o Bozo, comandada pelos comunistas do PSOL e do PT.

Nessa história, não é só o Adelio que sofre delírios. A notícia é do Extra:

Um laudo pericial feito à pedido da Justiça indicou que Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada no presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral, sofre de uma doença mental. De acordo com o documento obtido pela TV Globo, por causa da doença, Bispo não pode ser punido criminalmente pelo crime.

Segundo o laudo, Adélio Bispo sofre da doença chamada transtorno delirante permanente paranoide. O documento relata ainda que o autor da facada em Bolsonaro disse em entrevistas com psicólogos e psiquiatras que não cumpriu sua missão, e que saindo da cadeia iria matar o presidente.

Adélio está preso desde 6 de setembro de 2018, dia em que atacou à facada o então candidato do PSL à Presidência, em Juiz de Fora. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por atentado pessoal por inconformismo político. A Justiça Federal aceitou a denúncia e transformou Bispo em réu.

O laudo deve ser usado pela Justiça para decidir sobre um pedido de análise da sanidade mental de Adélio Bispo apresentado pela defesa. Caso o juiz entenda que o autor da facada não pode ser punido criminalmente, Adélio pode ser levado para um manicômio judicial.

AUTOPROCLAMADO PRESIDENTE DO BRASIL, ZÉ DE ABREU É RECEBIDO COM ENTUSIASMO EM AEROPORTO

Nada como a galhofa e o deboche para encarar o mau humor da família Bozo e seus fanáticos seguidores. E o Flá que se cuide: parece que o Henrique do CAJ já está pensando em se autoproclamar prefeito de Jales.

Zé de Abreu está prometendo viajar pelo Brasil para mobilizar as forças progressistas e até já nomeou seu primeiro ministro: Chico Buarque será o titular do Ministério do “Vai dar Merda”. Deu no portal MSN:

José de Abreu foi recebido por uma verdadeira multidão no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, nessa sexta-feira (8). Os militantes que estavam no local trataram o ator como o novo presidente do Brasil.

A história começou quando o veterano se posicionou contra países, incluindo o Brasil, que decidiram apoiar o líder opositor, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente da Venezuela. “Acabei de me proclamar presidente do Brasil. Quem me apoia?”, havia ironizado.

Os seguidores levaram mesmo o assunto a sério e foram recebê-lo após sua viagem pela Grécia. “Bolsonaro, mete o pé! Brasil para frente, o Zé de Abreu é o nosso presidente”, gritavam os manifestantes com muita euforia.

Ao “Uol”, o artista contou que irá processar o político. “Ele apoia torturadores e pedófilos. Ele acha ruim alguém enfiar o dedo no ânus, mas acha bonito o Ustra enfiar ratos nas vaginas de mulheres”, ressaltou.

No entanto, a polêmica não para por aí. Como resposta, o atual presidente também afirmou que entrará com uma ação contra Zé de Abreu.

FRASE

Só o Alexandre Garcia não viu nada demais na frase do Bozo. 99% dos comentaristas políticos tupiniquins, incluindo o professor Marco Antônio Vila, consideraram desastrosa a fala do presidente. E, reparando bem, a diarreia verbal do Bozo não atentou apenas contra a democracia. Com três erros de concordância em apenas duas linhas, foi também um atentado à língua pátria.

ESTADÃO: BOLSONARO É INDECOROSO, GROSSEIRO, INCOMPETENTE, AUTORITÁRIO E IGNORANTE

Resumindo, o Bozo é um ogro. O dado curioso é que o Estadão e outros órgãos da grande imprensa contribuíram – com a demonização do PT e de Lula – para a eleição desse desequilibrado. De qualquer forma, para quem não carrega a culpa de ter votado no Bozo, a leitura do editorial do Estadão é um prazer quase orgásmico. Ei-lo:

Vai mal um país cujo presidente claramente não entende qual é seu papel, especialmente quando não consegue dominar os pensamentos que, talvez, lhe venham à mente.

Chega a ser comovente o esforço de comentaristas para encontrar nas destrambelhadas manifestações do presidente Jair Bolsonaro algum sentido estratégico, como se fizessem parte de um plano racional de comunicação. (pitaco do blogueiro: acho que o Estadão está falando do Alexandre Garcia)

Desde seu grotesco discurso de posse, atulhado de arroubos e bravatas ginasianas, já devia estar claro para todos que Bolsonaro nunca se viu na obrigação de medir suas palavras e gestos, adequando-os à sua condição de chefe de Estado. Ao contrário: a julgar pelo comportamento muitas vezes grosseiro e indecoroso de Bolsonaro, o presidente provavelmente se considera acima do cargo que ocupa, dispensado dos rituais e protocolos próprios de tão alta função. Até à disseminação de pornografia pelas redes sociais ele tem se dedicado, para estupefação nacional e internacional.

Se estratégia há, é a de deixar o País apreensivo a cada novo tuíte ou discurso presidencial, pois nunca se sabe o que virá. Bolsonaro parece imaginar que foi eleito para dizer o que lhe vem à cabeça, sem se importar com os estragos – e seus assessores que se esforcem para tentar reduzir os prejuízos decorrentes de seus excessos.

Mas há casos em que nem mesmo o mais habilidoso ministro é capaz de remendar. Como explicar, por exemplo, o discurso de ontem do presidente, durante cerimônia no Corpo de Fuzileiros Navais do Rio, quando ele disse, com todas as letras, que “democracia e liberdade só existem quando as Forças Armadas assim o querem”?

Será necessário um grande malabarismo retórico para não considerar esse discurso como explícita manifestação de um pensamento irremediavelmente autoritário, de quem acredita que a democracia é apenas um favor dos militares aos civis. (de novo, falando do Alexandre Garcia) Para o presidente da República – é o que se conclui –, a democracia e a liberdade seriam meramente circunstanciais, pois dependeriam não da força e da solidez das instituições democráticas e da honestidade de convicção dos homens que ele próprio chefia, e sim dos humores dos quartéis.

Vai mal um país cujo presidente claramente não entende qual é seu papel, especialmente quando não consegue dominar os pensamentos que, talvez, lhe venham à mente. (reparem na repetição) Como chefe de Estado, Bolsonaro tem a obrigação de saber que todas e cada uma de suas palavras nortearão o debate político nacional, seja no Congresso, seja nas ruas, e terão consequências também no delicado campo da economia.

O presidente deve ter consciência de que não é mais candidato, condição que lhe permitia incorporar o personagem histriônico e falastrão que seus fanáticos seguidores apelidaram de “mito”. Deve entender que sua retórica truculenta e polarizadora pode ter sido muito útil para viabilizar sua candidatura presidencial, mas é péssima para agregar apoio político para um governo que começa sem base visível no Congresso.

Antagonizar foliões do carnaval nas redes sociais, como fez Bolsonaro de forma imprópria e estouvada, divulgando um vídeo pornográfico a título de “expor a verdade”, provavelmente não agregará um único voto dos tantos necessários para aprovar no Congresso os projetos de real interesse do País. Nem mesmo alguns de seus mais sinceros apoiadores aprovaram a grosseria, razão pela qual os assessores presidenciais se viram na contingência de soltar uma nota oficial para tentar explicar o inexplicável, obviamente sem sucesso.

O bom senso sugere que não se deve esperar que Bolsonaro de repente compreenda seu papel e se transforme num estadista, capaz de, em poucas palavras, guiar as expectativas do País. Diante disso, a ala adulta do governo parece ter decidido trabalhar por conta própria, tentando reparar os danos da comunicação caótica e imprudente de Bolsonaro – desde os prejuízos econômicos causados pelo despropositado antagonismo público do presidente em relação à China e aos países árabes, até a dificuldade de arregimentar apoio a uma reforma da Previdência na qual Bolsonaro parece não acreditar.

Pelo que se viu até aqui, todo o esforço que alguns de seus auxiliares estão fazendo para que o presidente desastrado não quebre toda a louça será inútil. Bolsonaro está ficando cada vez mais rápido e certeiro. Em Davos, precisou de seis minutos para mostrar sua incompetência administrativa. Com os fuzileiros navais, não precisou de mais de quatro minutos para revelar sua face autoritária e sua ignorância cívica.

BRASIL: ATOS POLÍTICOS DO DIA DA MULHER MIRAM BOLSONARO

A notícia é do portal MSN:

As manifestações do Dia Internacional da Mulher neste 8 de março são palco de críticas ao governo de Jair Bolsonaro, em uma retomada do movimento #EleNão, organizado na campanha eleitoral. Movimentos sociais e integrantes de partidos da oposição farão atos em todas capitais do País.

A luta contra a reforma da Previdência é a principal bandeira. “O nosso chamado é Mulheres contra Bolsonaro. Não só pela reforma, mas o pacote de propostas dele como um todo afetará as mulheres”, afirmou ao HuffPost Brasil Sônia Coelho, integrante da Marcha Mundial das Mulheres e da Organização Sempre Viva.

Quanto às mudanças nas regras de aposentadoria, a militante destaca que haverá um impacto mais danoso a mulheres do campo e à população negra. “A reforma não reconhece a desigualdade entre homens e mulheres”, critica. Ela lembra dados que indicam diferença no sistema atual.

Hoje, as mulheres são maioria entre os que se aposentam por idade. Elas representam 64%, com benefícios em torno de um salário mínimo, de acordo com o estudo “Diferenças na legislação à aposentadoria entre homens e mulheres: breve histórico”, do Ipea. Na modalidade tempo por contribuição, por sua vez, onde os rendimentos são maiores, a presença feminina cai para 30%.

A proposta de emenda à Constituição (PEC) enviada pelo Palácio do Planalto em fevereiro estabelece uma idade mínima de 65 anos para homens e 62 para brasileiras terem acesso ao benefício.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS), por sua vez, lembra que no sistema dos funcionários públicos, a reforma irá aumentar a idade mínima em 7 anos para as brasileiras – que hoje se aposentam a partir dos 55 anos – e em 5 anos para os homens – que têm direito ao benefício após os 60 anos. “A proposta desconsidera o trabalho que a mulher realiza e não é contabilizado. Elas são as primeiras a levantarem da cama e as últimas a se deitarem”, disse à reportagem.

FOLHA PERDE A PACIÊNCIA, CHAMA BOLSONARO DE BOÇAL E MANDA ELE SAIR DO TWITTER E GOVERNAR

Olha aí o Bozo governando… Na Globo, até o Merval e a Miriam Leitão também já perderam a paciência com ele. Só o Alexandre Garcia ainda é capaz de elogiar o “Mito”. Deve ter um bom motivo para estar fazendo isso. Deu no Brasil 247:

A elite brasileira perdeu a paciência com o presidente que ajudou a eleger, ao apoiar a deposição ilegal da ex-presidente Dilma Rousseff e a prisão política do ex-presidente Lula, que, em condições normais, hoje seria o presidente. Prova desse cansaço com Bolsonaro é o editorial da Folha de S. Paulo, desta quinta-feira, que reflete o sentimento da plutocracia nacional. Para o jornal, Bolsonaro não pode mais ser um boçal do Twitter.

“A esta altura, até mesmo os mais fanáticos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) perceberam o tamanho e a dificuldade da travessia à frente da administração. A reforma da Previdência, na hipótese de ser aprovada, dificilmente se resolverá no primeiro semestre. A atividade econômica, que em tese reagiria ao incremento das expectativas com o novo governo, não dá mostras de se animar. Pelo contrário, as estimativas profissionais recuam e anteveem mais um ano de semiestagnação da renda per capita e elevado desemprego”, diz o texto.

Ou seja: caiu a ficha. Bolsonaro não aponta caminhos para o crescimento. Mas a Folha vai além e o considera um boçal. “No Brasil, um presidente da República há 66 dias no cargo tem mais a fazer do que publicar boçalidades e frases trôpegas numa rede social. A dedicação que sobra à frente da telinha falta na reforma da Previdência, na condução da crise na Venezuela, na cobrança de retidão e competência dos ministros e na articulação com os outros Poderes. Governe, presidente.”

EM DOIS MESES, BOLSONARO TORRA R$ 1,1 MILHÃO COM CARTÕES CORPORATIVOS DA PRESIDÊNCIA

Os gastos com cartões corporativos da presidência da República nos dois primeiros meses do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) aumentaram 16% em relação à média dos últimos quatro anos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (6) pelo Estadão.

Segundo a reportagem do Jornal, apesar de ter seu fim defendido durante a transição, a nova gestão não só manteve o uso dos cartões como foi responsável por uma fatura de R$ 1,1 milhão.

A reportagem destaca que a descrição da maioria dos pagamentos é considerada sigilosa pelo governo. Nem mesmo a data em que a despesa foi feita é divulgada. O argumento é que informar os gastos do presidente pode colocar em risco a sua segurança.

Ainda de acordo com a reportagem, do total gasto pela Presidência, só 1,4% –R$ 15,5 mil – está detalhado.

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